Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
A tecnologia tem sido utilizada em sala de aula desde o século XIX. Inicialmente dispositivos como o retroprojetor (1930) foram considerados avanços significativos em tecnologias mais tradicionais, como o quadro-negro (1890), o lápis (1900) e a caneta esferográfica (1940). Mais recentemente, avanços rápidos na computação revolucionaram a forma como a tecnologia é implementada para permitir o aprendizado. Quanto à presença e o papel da tecnologia na educação, é necessário ressaltar que o computador é uma ferramenta que mais representa essa tecnologia, que está presente nas na maioria das escolas, sendo utilizado para fins administrativos, de pesquisa e pedagógico (Possetti; Matsumot, 2013).
Com o advento da Internet e dos dispositivos inteligentes, o acesso à informação é agora mais fácil do que nunca (Kenski, 2013). Por exemplo, a tecnologia de telefonia móvel tem uma penetração de 70% e a maioria do tráfego mundial de internet é canalizado através de smartphones (Pontes, 2017). A tecnologia mais aperfeiçoada agora, presente na vida humana, tem facilitado o acesso rápido à informação e tem permitido abordagens alternativas no ensino aprimorando-o dentro e fora de aula.
A relevância desse trabalho é entender que as novas tecnologias devem ser vistas como mais uma ferramenta para auxiliar o processo educacional nas mais variadas modalidades de ensino,observando de forma especial,os anos iniciais do ensino fundamental, como modificadora do processo de ensino e como catalisadora do desenvolvimento da aprendizagem. Sabe-se que a tecnologia está se tornando nova a cada dia e está melhorando muito. E isto pode ser observado em lojas, bancos, escolas, espaços de lazer, utilização de cartões com microchips, consultas e compras online, pagamentos, enfim, em inúmeras atividades que nos permitem conhecer e nos relacionarmos de novas formas. E quando não se quer aprimorar, obrigatoriamente se estará na dependência de alguém para ajudar. Portanto, é preciso que a pessoa se renove constantemente nesta nova cultura e neste novo modelo social.
De tal modo, o trabalho aqui evidenciado tem por objetivo analisar o papel tecnologia na educação nos anos iniciais do ensino fundamental, como ferramenta potencializadora de aprendizado em aulas do ensino regular,portanto os objetivos específicos são a analisar as origens das tecnologias na educação,análise de suas características,a reflexão sobre a tecnologia na educação,e a análise de uso destas tecnologias diretamente nos anos iniciais do ensino fundamental .
Para o desenvolvimento deste estudo foi aplicado o método de pesquisa bibliográfica, com busca e utilização de artigos científicos nos sites de busca como: no Google Acadêmico e livros do curso de Educação. Depois de selecionados os artigos referentes ao tema foram feitos uma leitura do texto e em seguida um resumo. No desenvolvimento do trabalho foram apresentadas as bases teóricas necessárias e utilizadas para dar fundamentação ao assunto.
A abordagem teórica básica deste trabalho de pesquisa bibliográfica é que, segundo Gil (2021), a pesquisa, dados seus objetivos, pode ser considerada como um estudo experimental, se esta pesquisa visa conhecer o problema, torná-lo claro.
A ORIGEM DAS TECNOLOGIAS E SUAS CARACTERÍSTICAS
A implementação das TICs na educação objetivou a transformação do ensino e o processo de aprendizagem no sentido de superar as abordagens tradicionais de ensino e o esforço instrucional centrado apenas no professor. No entanto, a eficácia da aprendizagem assistida por TICs depende muito da capacidade dos professores de usar as ferramentas de forma adequada (Tavares, et al 2013).
Pontes (2017), afirmou que o uso das Tecnologias facilita permitir que os alunos compartilhem, comuniquem e trabalhem de forma colaborativa a qualquer hora e em qualquer lugar. Por exemplo, tecnologias como visualizações interativas, ferramentas de conversão de texto em fala e simulações de computador podem fornecer representações multimodais de informações, que suportam a compreensão dos alunos da linguagem acadêmica em contexto específico e visualização de conceitos e processos científicos complexos.
Tavares et al, (2013), descrevem esse uso de tecnologia interativa como rotinas de aprendizagem transformadoras, que incluem o acesso a recursos e conteúdos avançados de aprendizagem, iniciando processos cognitivos que aprimoram a aprendizagem (por exemplo, investigação ativa versus memorização) e mudando os papéis do professor da entrega de conteúdo para facilitador ou treinador de aprendizagem.
Ponte (2017, p. 24), afirma que, “a realidade em que vivemos nos permite utilizar tecnologias interativas, como o tablet ou o smartphone, para favorecer o desenvolvimento da competência digital”. Nessa mesma linha, outros autores indicaram que as principais tendências tecnológicas na educação eram os Estudos Online, as Redes Sociais; o Aprendizado Online, o aprendizado Híbrido e Colaborativo; a Sala de aula invertida, gamificação, e a realidade virtual, que de fato é o que se vê nos dias atuais.
Desde a implementação das tecnologias nas escolas, ainda é possível observar uma enorme lacuna na integração destas tecnologias nas salas de aula. Houve poucos estudos neste campo, e a maioria dos estudos se concentrou apenas na implementação da Tecnologia e não, necessariamente, no seu desenvolvimento junto com as partes envolvidas (Brasil, 2018). Desde sua implementação, ainda são poucos os estudos que exploram como os professores usam essas ferramentas na transmissão da química aos alunos e o impacto que elas têm causado (Moura, 2012).
REFLETINDO SOBRE A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
O uso das Tecnologias na educação aplicado nas turmas de anos iniciais do Ensino fundamental, vem sendo utilizada como uma ferramenta que deve melhorar aprendizagem dos alunos. Permitindo assim a compreensão e aproximação na sala de aula e a sociedade cada vez mais tecnológica. Essa integração da tecnologia tem sido rápida e contínua, se expandido em diversos aspectos da educação. A ciência, que a envolve requer uma seleção apropriada e um nível aceitável para que ela tenha benefício de forma a ser lançada para um determinado grupo de alunos, o que de fato pode ser um desafio para quem à aplica (Moura, 2012).
A tecnologia é vista como algo que existe na sociedade e no contexto escolar, eles vêm até mim pedindo mudanças de comportamento, mudanças dentro de cada um para que possam mudar as coisas ao seu redor. As mudanças devem produzir uma vontade de aprender e uma vontade de agir sobre o que foi aprendido. Hoje, na chamada sociedade da informação, novas formas de pensar, fazer e comunicar apresentam-se como práticas comuns, são inúmeras as formas de adquirir conhecimento, e várias ferramentas que suportam essa aquisição, muitas vezes identificam-se as escolas. como uma das principais mudanças, associam-se métodos de formação e desenvolvimento social a um perfil que corresponda às necessidades da sociedade moderna.
Segundo Alves (2022), quando se fala de tecnologia, muitas vezes pensamos imediatamente em computadores, vídeo, software e Internet. Sem dúvida, eles são os mais visíveis e influentes nos estudos acadêmicos. Falaremos sobre isso a seguir, mas antes gostaria de lembrar que o conceito de tecnologia é muito amplo.
As crianças interagem com as novas tecnologias cada vez mais cedo. Esse recurso pode trazer mudanças na comunicação e nos métodos de comunicação. Estas mudanças serão positivas, desde que seja feita a situação das competências comunicativas, pois, segundo Avala (2003), o ciberespaço oferece melhores oportunidades que ultrapassam obstáculos como o tempo e o espaço e o acesso e apreensão das novas tecnologias, novas habilidades mentais básicas são desenvolvidas: como pensamento crítico; raciocínio hipotético e dedutivo; habilidades de observação e pesquisa; Julgamento; a capacidade de memorizar e classificar; leitura e análise de textos e imagens; imaginação; representação em redes e processos e estratégias de comunicação. A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) propõe uma prática pedagógica adequada à realidade do país, ao mercado de trabalho e à integração dos saberes.
Acredita-se que a escola tem uma tarefa especial, que seja capaz de informar essas crianças desde cedo, ou seja, de manejar essas tecnologias. Alunos, crianças, jovens, estão nesse mundo cheio de informações, novas tecnologias vivem todos os dias e isso, então o professor não se envolve antes dessas aulas de tecnologia. Azevedo (2022, p. 90), acrescenta que a tecnologia é parte das atividades diárias dos indivíduos na atualidade, cada vez com maior frequência. As diversas manifestações da tecnologia estão imbricadas em nosso cotidiano de tal forma que se faz necessária sua análise”.
A citação de Azevedo (2022), destaca a crescente presença da tecnologia em nossas vidas diárias e a necessidade de analisar suas diversas manifestações, especialmente em contextos educacionais. De fato, a tecnologia tem desempenhado um papel cada vez mais significativo na Educação, transformando a forma como aprendemos, ensinamos e nos envolvemos com o conhecimento.
AS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO
A tecnologia digital está na educação por meio do uso de aplicativos educacionais que podem: desde exercícios e exercícios simples, que se caracterizam por realizar tarefas repetitivas para treinar habilidades ou reagrupar conteúdos já trabalhados; como é o tutorial sobre determinado conteúdo; ou software de gênero enciclopédias de perguntas; ou software de simulação, que serve para mostrar milagres que não foram feitos na realidade, para criar modelos do mundo real e permitir testar situações ficcionais , numa experiência muito difícil de encontrar (Bittencurt & Albino, 2017).
Com efeito, um dos principais recursos nesta nova prática pedagógica é o computador. Existem vários auxílios tecnológicos que podem auxiliar no processo de aprendizagem. O computador, principal produto das tecnologias, vem ganhando destaque e importância nesse quesito. Rico em recursos audiovisuais, ele possibilita a recriação de imagens, sons, textos e uma variedade de softwares educativos para subsidiar conteúdos curriculares que estimulem o aprendizado dos alunos. O computador é uma ferramenta amplamente aceita nas escolas, e seu principal uso é a pesquisa, pois atrai os alunos. Mas o computador não deve ser usado apenas como ferramenta de pesquisa na criação do conhecimento, a pesquisa deve estar presente nesse processo, mas deve estar baseada na produção (Martins et al., 2023).
Atualmente, uma das tecnologias mais utilizadas pela rapidez e eficiência é a Internet, que possibilita encontrar rapidamente informações sobre qualquer assunto a qualquer hora e em qualquer lugar, tornando-se assim uma forma de comunicação muito útil e acessível. Nas escolas, a Internet é um meio para que os alunos pesquisem e desenvolvam atividades e aprendam a buscar novas formas de adquirir novos conhecimentos e conhecimentos matemáticos. A questão é confirmar as formas como o professor pode utilizar a Internet em sala de aula. Devido ao fácil acesso aos trabalhos já realizados que os alunos encontram na rede, é importante que o professor seja criativo ao planejar atividades que peçam aos alunos que pesquisem e desenvolvam seus trabalhos e não apenas copiem os materiais (Pereira & Araujo, 2020).
Para Moran (2000), a Internet oportuniza interações significativas, através de e-mails, listas de discussão, fóruns, discussões, blogs, ferramentas de comunicação instantânea, sites de relacionamento. A chave do sucesso é combinar a Internet com vídeo, televisão, jornais e computadores. Combine o que há de mais avançado com as técnicas já conhecidas, dentro de uma abordagem de ensino nova, criativa e de mente aberta. O ensino com a Internet tem resultados significativos quando integrado a um processo dinâmico de ensino-aprendizagem, onde professores e alunos vivenciam processos de comunicação aberta, participação efetiva nas interações interpessoais e grupais. Caso contrário, a Internet será a única tecnologia que fortalecerá os métodos tradicionais de ensino. A Internet não é assim. O processo de ensino e aprendizagem, mas essa mudança depende da atitude pessoal básica em relação à vida, ao seu mundo e ao outro e às atitudes básicas das instituições educacionais escolares.
TECNOLOGIA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Atualmente, a tecnologia está acessível tanto para crianças quanto para jovens que aprendem a usá-la direta ou indiretamente, seja antes das etapas sociais. O acesso a esses métodos está aumentando. Enquanto cursa as primeiras séries do Ensino Fundamental, a criança encontra-se na fase de trabalhos práticos, momento em que é muito importante a utilização de recursos técnicos lógicos, em conjunto com o importante aprendizado da construção do conhecimento (Azevedo, 2022).
A pandemia do Covid-19 acelerou significativamente a integração da tecnologia na Educação. Com o fechamento das escolas e a transição para o ensino remoto, as tecnologias educacionais se tornaram essenciais para garantir a continuidade do processo de ensino e aprendizagem. Esse período sem precedentes destacou ainda mais a importância de explorar e compreender o papel da tecnologia na Educação (Martins et al., 2023).
A necessidade de adaptar rapidamente os métodos de ensino tradicionais para ambientes virtuais levou educadores, instituições de ensino e alunos a explorar uma variedade de ferramentas e plataformas tecnológicas. Desde videoconferências até plataformas de ensino à distância e aplicativos de colaboração, houve uma ampla adoção de tecnologias digitais para facilitar o acesso ao conteúdo educacional, promover a interação entre alunos e professores, e apoiar a avaliação do aprendizado (Alves, 2022).
No entanto, esse aumento no uso da tecnologia também trouxe à tona desafios, como a falta de infraestrutura digital em algumas comunidades, a necessidade de capacitação para educadores e alunos, e preocupações com a desigualdade de acesso e uso de recursos tecnológicos.
Portanto, ao investigar o papel da tecnologia na Educação, é crucial considerar o contexto da pandemia e como ela influenciou e moldou a forma como a tecnologia é percebida, adotada e implementada no ambiente educacional. Isso nos permite avaliar não apenas os impactos imediatos da pandemia, mas também refletir sobre o futuro da Educação e o papel contínuo da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem.
Segundo Demo (2009), com esses recursos, a apresentação de conteúdos curriculares pode estimular o desenvolvimento de habilidades, ou seja, habilidades cognitivas que são habilidades possíveis que permitem a coleta de informações historicamente e elaboradas de forma rósea, pois inclui texto, som, imagem, animação e vídeo para manter o leitor atualizado e interessado. Para que isso aconteça, a escola deve partir dos programas de avaliação da criança, propondo atividades desafiadoras que criem desequilíbrios e sucessivas reavaliações, que estimulem a aquisição e construção do conhecimento. Se as crianças já começam desde pequenas a ter conhecimento dessa tecnologia nas instituições de ensino, seu crescimento e conhecimento serão muito úteis no ensino/aprendizagem onde a criança está.
Diante desse novo desafio, é muito importante que os professores utilizem as novas tecnologias para que não fiquem sobrecarregados de informações e assim fiquem estagnados.
Martins et al. (2023, p. 563), diz que “o conceito de tecnologia é dotado de diversas acepções que merecem ser discutidas pormenorizadamente para que possamos compreender de forma aprofundada os efeitos deste conceito em pesquisas na área da Educação”. Assim, pesquisar sobre isso se torna preciso. Afinal, as tecnologias são fundamentais para a realização de inúmeras ações que se desenvolvem na sociedade e encontra-se articulada como o modo de ser dos indivíduos. Isso significa que as tecnologias são indispensáveis para o desenvolvimento humano.
Portanto, é importante ressaltar que não se pode fingir gostar do uso da tecnologia como se ela pudesse eliminar problemas de aprendizagem ou ser a salvadora dos processos de ensino. “É primordial que quando se discuta sobre a tecnologia que as argumentações sejam críticas e a formação realizada debata as problematizações das implicações tecnológicas” (Martins et al., 2023, p. 566).
Desde a implementação das tecnologias nas escolas, ainda é possível observar uma enorme lacuna na integração destas tecnologias nas salas de aula. Houve poucos estudos neste campo, e a maioria dos estudos se concentrou apenas na implementação da Tecnologia e não, necessariamente, no seu desenvolvimento junto com as partes envolvidas (Brasil, 2018). Desde sua implementação, ainda são poucos os estudos que exploram como os professores usam essas ferramentas na transmissão da química aos alunos e o impacto que elas têm causado (Martins et al., 2023).
A implementação das TICs na educação foi para transformar o ensino e o processo de aprendizagem do tradicional esforço instrucional centrado no professor para uma abordagem centrada no aluno com a participação ativa do treinador do aluno. No entanto, a eficácia da aprendizagem assistida por TICs depende muito da capacidade dos professores de usar as ferramentas de forma adequada (Tavares, et al., 2013).
Gomes (2017), insistiram que o processo de investir em ferramentas e recursos de TIC sem financiar adequadamente o desenvolvimento profissional dos professores também levará a um cenário de desperdício, pois os professores não poderão usar esses instrumentos e recursos da maneira pretendida.
Pontes (2017), afirmou que o uso das TICs facilita permitir que os alunos compartilhem, comuniquem e trabalhem de forma colaborativa a qualquer hora e em qualquer lugar. Por exemplo, tecnologias como visualizações interativas, ferramentas de conversão de texto em fala e simulações de computador podem fornecer representações multimodais de informações, que suportam a compreensão dos alunos da linguagem acadêmica em contexto específico e visualização de conceitos e processos científicos complexos.
Em 2015, um relatório nacional realizado revelou que cerca de 49 % dos professores primários aplicaram as TICs nas escolas primárias, 77 % dos professores de química, 67 % dos professores de ciências e 49 % dos professores de inglês afirmaram ter aplicado as TIC nas escolas secundárias. Embora essa adoção em larga escala seja um fenômeno positivo, há um interesse crescente no potencial dessa tecnologia em todo o mundo (Becta, 2015).
Embora a tecnologia tenha inúmeros benefícios e potenciais na Educação, é importante reconhecer que ela não é uma solução mágica que resolverá todos os problemas de aprendizagem ou substituirá completamente os métodos de ensino tradicionais. A eficácia da tecnologia na Educação depende de vários fatores, incluindo a forma como é integrada ao currículo, a qualidade do conteúdo oferecido, a capacitação dos educadores e a acessibilidade das ferramentas tecnológicas para todos os alunos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Concluiu-se que o uso da tecnologia nos anos iniciais do ensino fundamental abordou a importância da atualização e capacitação dos professores para ministrar essas aulas e atingir os objetivos traçados.
É interessante que o professor tenha novas ideias naquilo que chamam de novo, desperte nele a necessidade de mudar o antigo método de ensino com ferramentas que impactarão positivamente no seu trabalho se forem utilizadas efetivamente. Porém, para que isso realmente aconteça, o professor deve se preparar fazendo cursos, participando de capacitações promovidas por secretarias de educação, e pesquisando. Portanto, propor aos professores o uso de novas tecnologias nos anos iniciais do ensino fundamental e mostrar como é possível que seja adequado e desejável expressar o conceito de conhecimento e aprendizagem por meio de inovação tecnológica na educação é uma das propostas do presente artigo.
Por fim, se for esse o caso, acredita-se que as novas tecnologias, se usadas com seriedade, tendem a aumentar o conhecimento e promover a aprendizagem significativa, pois por meio de seu uso é possível desenvolver novas formas de obtenção de informações, que permitem e buscam novas maneiras de aprender.
Conclui-se, portanto, que a tecnologia pode ser uma forma lúdica e eficaz, quando usada corretamente e por professores bem preparados. Contudo, é importante superar barreiras relacionadas à formação e ao acesso a recursos para garantir que todas as crianças tenham a oportunidade de se beneficiar dessas ferramentas no programa leitura. O desafio agora é encontrar formas de integrar com sucesso a tecnologia às aulas, para garantir que seja um fator importante no desenvolvimento educacional das crianças do primeiro ano do ensino fundamental.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALVES, E. F. P. Tecnologia na educação: reflexão para uma prática docente. Brazilian Journal of Development, 8(1), 4227-4238, 2022.
AZEVEDO, A. L. P. F. Usos da tecnologia na educação: uma revisão bibliográfica. REUNINA – A Revista de Educação da Faculdade Unina, 3(1), 89-107. 2022.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Brasília. 2018.
BITTENCOURT, P. A. S. & ALBINO, J. P. O uso das tecnologias digitais na educação do século XXI. RIAEE–Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 12(1), 205-214. 2017.
FARDO, M. L. A gamificação aplicada em ambientes de aprendizagem. Revista Renote, v. 11, n. 1, julho de 2013.
FIGUEIREDO, Jakes Charles Andrade. Informática na Educação: “Novos Paradigmas – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul ”. 2003.
FONSECA V. Cognição, neuropsicologia e aprendizagem: abordagem neuropsicológica e psicopedagógica. Petrópolis: Vozes; 2008.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Record, 2017.
KENSKI, V. Educação e tecnologias. O novo ritmo da informação. Campinas: Papirus Editora, 2013.
MARTINS, S. P. Et al. O lugar das tecnologias na Educação Básica: um estado do conhecimento dos anais do EDUCERE (2008-2019). Boletim de Conjuntura (Boca), 15(43), 562-578. 2023.
MAYER, R. E.. A promessa da aprendizagem multimídia: usando os mesmos métodos de design instrucional em diferentes mídias. Aprendizagem e Instrução, 13, 125-140.2013.
MAYER, R.E., & Moreno, R. Nove maneiras de reduzir a carga cognitiva na aprendizagem multimídia. Psicólogo educacional, 38, 43-52. 2003.
MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. (Ed.). Novas tecnologias e mediações pedagógicas. 13. ed. São Paulo: Papirus, 2017.
MORAN, José Manuel. Et al. As novas tecnologias e a mediação do ensino. 6. E d. Campinas: Papirus, 2000.
PEREIRA, N. V., & ARAÚJO, M. S. T. de. (2020). Use of technological resources in Education: paths and perspectives. Research, Society and Development, 9(8),e447985421. Disponível em: https://doi.org/10.33448/rsd-v9i8.5421. Acesso em 17 de abril de 2024.
PONTE, J. P. As Novas Tecnologias e a Educação. Lisboa. Texto Editora. 37 “Programa Ciensinar” do Grupo de pesquisa CAP João XXIII da Universidade Federal de Juiz de Fora. 2017.
PRETTO, Nelson De Lucca. Uma escola sem/com futuro,educação e multimídia, Campinas, São Paulo: Ed. Papirus, 1996.
RAMOS, E.M.F. (org.). Informática na escola: um olhar multidisciplinar. Fortaleza: UFC, 2003.
Área do Conhecimento