Percepções temporais: O moraltempo

TEMPORAL PERCEPTIONS: THE TIMEMORAL

PERCEPCIONES TEMPORALES: EL MORALTIEMPO

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/50EB57

DOI

doi.org/10.63391/50EB57

Jorge Filho, João Abrão. Percepções temporais: O moraltempo. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo objetiva explorar a percepção temporal moral, como a terceira e última forma de percepção do tempo humano. Investiga-se a relação entre a percepção do tempo e os valores morais, com ênfase no empreendedorismo brasileiro. Aborda como fatores históricos, socioeconômicos e éticos moldam a experiência temporal, destacando a dualidade entre tempo e moral. Utilizando revisão bibliográfica, o estudo identifica quatro pilares da percepção temporal moral: conhecimento histórico, influência de riqueza/bem-estar, regras sociais e obrigações adultas. No contexto brasileiro, evidencia a dicotomia entre valores morais e condutas práticas, como a sonegação fiscal, justificada pela baixa confiança no Estado. Conclui-se que distorções nessa percepção afetam decisões empresariais, sugerindo a necessidade de equilíbrio entre as dimensões fisiológica, sensorial e moral do tempo para uma gestão mais ética e eficiente.
Palavras-chave
percepção temporal; moral; empreendedorismo; psicologia do tempo; gestão do tempo.

Summary

This article aims to explore moral temporal perception, as the third and final form of human time perception. It investigates the relationship between time perception and moral values, with an emphasis on Brazilian entrepreneurship. It addresses how historical, socioeconomic and ethical factors shape the temporal experience, highlighting the duality between time and morality. Using a literature review, the study identifies four pillars of moral temporal perception: historical knowledge, influence of wealth/well-being, social rules and adult obligations. In the Brazilian context, it highlights the dichotomy between moral values ​​and practical behaviors, such as tax evasion, justified by low trust in the State. It is concluded that distortions in this perception affect business decisions, suggesting the need for a balance between the physiological, sensory and moral dimensions of time for more ethical and efficient management.
Keywords
temporal perception; moral; entrepreneurship; time psychology; time management.

Resumen

Este artículo pretende explorar la percepción temporal moral, como la tercera y última forma de percepción humana del tiempo. Se investiga la relación entre la percepción del tiempo y los valores morales, con énfasis en el emprendimiento brasileño. Aborda cómo los factores históricos, socioeconómicos y éticos moldean la experiencia temporal, destacando la dualidad entre tiempo y moralidad. Utilizando una revisión de la literatura, el estudio identifica cuatro pilares de la percepción temporal moral: el conocimiento histórico, la influencia de la riqueza/bienestar, las reglas sociales y las obligaciones de los adultos. En el contexto brasileño, se destaca la dicotomía entre valores morales y comportamientos prácticos, como la evasión fiscal, justificada por la baja confianza en el Estado. Se concluye que las distorsiones en esta percepción afectan las decisiones empresariales, sugiriendo la necesidad de equilibrio entre las dimensiones fisiológicas, sensoriales y morales del tiempo para una gestión más ética y eficiente.
Palavras-clave
percepción temporal; moral; emprendimiento; psicología del tempo; gestión del tiempo.

INTRODUÇÃO

Este é o terceiro de uma série de 4 (quatro) artigos em que exploraram de maneira ampla e macro, quais as formas e mecanismos de como se percebe a passagem do tempo no dia a dia, colaborando para o desenvolvimento da tese pretendida, que estudará o impacto das distorções nas percepções do tempo no dia a dia do pequeno e médio empreendedor brasileiro.

Para a compreensão destas temáticas na tese, torna-se essencial relatar como este empreendedor percebe o tempo nos aspectos físico, sensorial e moral, bem como a forma de processamento desta percepção em seu dia a dia e qual seu papel dentre as percepções temporais que estarão elencadas nesta série de artigos, se faz necessário o entendimento de como a distorção desta percepção temporal moral pode afetar as outras percepções e também a percepção de como se passa o tempo em si para estes indivíduos, portanto é premente estudar o tema de maneira mais abstrata, como pretende este artigo. 

Em primeiro plano, conceitua-se o termo, de acordo com o dicionário (Oxford Languages, 2025), moral é: “o conjunto de valores, individuais ou coletivos, considerados universalmente como norteadores das relações sociais e da conduta dos homens.”

Desta forma, este artigo busca explorar como o ser humano percebe o tempo de maneira moral.

O TEMPO MORAL

A percepção do tempo tem sido um tema de interesse em diversas áreas do conhecimento, incluindo a psicologia, a neurociência e a administração. Estudos sugerem que a experiência temporal pode ser influenciada por fatores internos e externos, moldando a forma como indivíduos e organizações estruturam suas atividades e processos decisórios. 

A terceira e última percepção temporal a explorar-se é a moral, pois é a terceira que o ser humano começa a aprender no decorrer de seu crescimento em suas interações sociais. Silva (2014) explica, em que pese poder existirem outras formas de aprendizado:

[…] existia a convicção de que a capacidade humana de distinguir o certo do errado era algo aprendido nas relações interpessoais. Dessa forma, a única maneira de obtermos indivíduos morais seria educá-los e condicioná-los socialmente. Assim, caberia à sociedade e à cultura estabelecer, ao longo de toda a vida, o que os indivíduos podem ou não fazer (Silva, A. B. B. 2014, p.147).

Silva (2014), corrobora com a afirmação que a percepção temporal moral é apreendida no decurso da vida ao explanar que:

Não há como negar que muitas das regras sociais direcionadas ao certo e ao errado precisam ser aprendidas. É impossível nascer sabendo determinadas convenções sociais que possuem forte apelo cultural (Silva, A. B. B. 2014, p.148).

O conhecimento histórico é um fato moral (Knauss, 2008) de forma que a moral e o tempo estão intrinsecamente ligados. Não obstante, Adorno (2005) correlaciona a moral e a ordem temporal dizendo que “A sequência temporal abstrata desempenha, na realidade, o papel que gostaríamos de atribuir à hierarquia dos sentimentos.” (Adorno, T. 2005, p. 78 – tradução do autor). 

Nesta esteira, a percepção temporal moral se resume em como o conhecimento histórico produz no ser humano os valores e as regras hierárquicas da convivência social e como percebem-se estes processos na passagem temporal.

Já Kallas (2016), pontua que o ser humano (sujeito) se relaciona com o tempo através da presentificação, que é o “Ato pelo qual um objeto se torna presente sob a forma de imagem.” (Dicio, 2025). 

Estes atos, conforme explicam Kahneman & Tversky (1979), tem o tempo como influenciador de julgamentos e decisões morais, principalmente ao lidar com incerteza e recompensas futuras, colocando como aspecto fundamental de sua teoria as alterações dos padrões socioeconômicos como os reais portadores de valor, sendo eles vetores, em vez dos estados finais, ou seja, a influência do tempo sobre os fatores socioeconômicos seriam princípios básicos de percepção e julgamento:

Uma característica essencial da presente teoria é que os portadores de valor são mudanças na riqueza ou bem-estar, e não estados finais. Essa suposição é compatível com os princípios básicos de percepção e julgamento (Kahneman, D. Tversky, A. 1979 – p.277 – tradução do autor).

Neste prisma, percebe-se que a percepção temporal moral se resume em como o tempo influencia os atos morais do ser humano tendo como principais norteadores as mudanças na riqueza e bem-estar de cada um.

O professor de filosofia Pedro Menezes (2020), estabelece como valores morais primários: justiça, altruísmo, honestidade, liberdade, igualdade, lealdade, tolerância, empatia, solidariedade, coragem.

Desta forma, a percepção temporal moral resume-se em como o ser humano percebe o conjunto de regras sociais norteadoras da convivência coletiva que é a moral, na passagem do tempo através de seus valores, sentimentos, do conhecimento histórico, dos seus atos presentes, de seus julgamentos e decisões morais.

Verifica-se que a percepção temporal moral é constante de dois fatores: a moral e a ética. Uma vez que a moral é objeto de análise e estudo da ética, ou nas palavras de Agosto (2008): “Aí é que entra a ética, como uma reflexão sobre as várias morais que são os referenciais para as atitudes, ideias e valores inerentes a todos os povos enquanto demonstradores dos padrões estáveis e de mudança.” (Agosto, M.T.A.C., 2008, p.22)

Para Gontijo (2006), “Apesar da sinonímia de origem, que recomenda empregar indiferentemente os termos ‘ética’ e ‘moral’ para designar o mesmo campo de fenômenos, observamos, atualmente, diferentes nuances de significação no uso dos termos (Gontijo, E. D., 2006, p. 130). Diferenciando a ética e a moral, nas palavras de Trigueiro (2018), sendo a ética:

A ética individual nasce das experiências existenciais do indivíduo enquanto a ética profissional nasce da necessidade de satisfazer os interesses coletivos ao qual a atividade é destinada. Com isso, a ética, individual ou profissional, é manifestada através das ações, ou seja, da moral (Trigueiro, E. S. O., 2018, p.73).

E a moral “mais do que a ética, possui influência social na sua constituição. Essa influência se dá através dos valores culturais que são transmitidos de uma geração a outra.” (Trigueiro, E. S. O., 2018, p.73)

Desta forma, infere-se que a definição da percepção moral do tempo são as ligadas às obrigações morais e éticas, ou deveres que a vida adulta nos impõe.

Como é possível impelir da análise, a percepção temporal moral é uma conjuntura de diversos fatores no julgamento da passagem do tempo contendo o somatório seguintes elementos:

  1. o conhecimento histórico como produtor dos valores morais;
  2. as influências das mudanças na riqueza e bem-estar nos atos morais do ser humano;
  3. a percepção do conjunto de regras sociais norteadoras da convivência coletiva na através de seus valores primários;
  4. as realizações (ou não) das obrigações morais e éticas impostas pela vida adulta.

É imperioso afirmar que a percepção temporal moral é uma dualidade, uma vez que o tempo molda, altera e influencia os valores morais e estes influenciam como o ser humano, a sociedade como um todo e os empreendedores vivem este tempo.

O EMPREENDEDOR BRASILEIRO E A MORALIDADE

O objeto de estudo da tese pretendida é como o pequeno e médio empreendedor brasileiro percebe o tempo e como eventuais distorções o afetam, desta forma é importante ressaltar que diariamente, além deste empreendedor dividir-se em múltiplas facetas para realizar e concluir suas atividades do dia a dia (Santos, et al, 2023).

Como discutido no artigo primeiro artigo da série, O Fisiotempo, no Brasil, condições peculiares agregam ainda mais dificuldade na atividade empreendedora. 

Em primeiro momento destaca-se que em nossa sociedade existem dois aspectos que coexistem e moldam o empreendedor e a sua moralidade. 

O primeiro, nas palavras de Holanda (1995) é o “homem cordial”:

[…] a contribuição brasileira para a civilização será a de cordialidade – daremos ao mundo o ‘homem cordial’. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro (Holanda, S.B.D., 1994 – p.146).

Em que pese estas virtudes de fato serem uma característica de nossa sociedade como um todo, Holanda (1995) exorta que: “Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade.” (Holanda, S.B.D., 1994 – p.147), uma vez que estas virtudes não necessariamente são valores morais, uma vez que o sentimentalismo do cidadão brasileiro tende a borrar as linhas do que é ou não moral.

Já o segundo aspecto, é uma contraposição entre as normas morais e a conduta social: em especial a corrupção. De acordo com Filgueiras (2009): “[…] criou-se no Brasil um senso permanente de irresponsabilidade e indolência, que definem os traços de uma cultura dos sentimentos, de uma cordialidade intrínseca, incapaz de incorporar o mundo impessoal e de regras formais.” (Filgueiras, F. 2009, p. 393). Como exemplos ao tema:

No empreendedorismo brasileiro existe uma cultura evidente desta contraposição ético-moral com relação à conduta social: omitem-se valores nas declarações tributárias pois o empresariado entende que não tem o retorno adequado dos serviços estatais das diversas esferas governamentais Correia & Pires (2017), dando o chamado “jeitinho brasileiro” (Duarte, 2006).

Em pesquisa realizada em outubro de 2019, por Belo, Nascimento & Mendonça (2021) sobre o misbehavior (mau comportamento em tradução livre) dos pequenos empreendedores brasileiros, a ausência ou diminuto o retorno social estatal frente a alta carga tributária foi apontado como fato legitimador do ato ilícito (e imoral) de sonegar tributos.

Em certa medida, este “legitimador” pode ser explicado pelo IRBES, que é o índice de retorno de bem estar social, indicador que mede este retorno estatal comparando PIB, IDH e Carga Tributária. De acordo com Olenike, Amaral & Amaral (2024) autores desta análise o Brasil, continua sendo o pior dos 30 países analisados nas 13 edições já produzidas do estudo.

Em análise a questão moral exibida em um capítulo no programa televisivo “Você Decide”, que era um programa onde o telespectador decidia por voto telefônico, o destino em determinada situação. Num capítulo em questão a proposta era “Você abriria mão de seus princípios em nome de uma vida melhor?”, onde neste episódio havia uma secretária que recebia uma oferta irrecusável para servir como “laranja” de uma empresa fictícia e de uma “conta fantasma”. 

Os resultados do programa obtidos por Srour (2003, p.217) foram:  24,3% afirmaram que a secretária deveria denunciar o caso à polícia; 27,2% sugeriram que ela pedisse demissão e não revelasse nada a ninguém. A grande maioria: 48,5% optaram pela adesão da secretária ao esquema proposto. Arantes (2012) questiona se essa situação fosse em outro país, a decisão teria sido diferente, tendo em vista que os resultados somados do 2º e 3º colocados criam uma situação de quase empate com questão corrupta, colocando em cheque os valores morais da sociedade brasileira de modo geral. 

Estes são só alguns dos exemplos que podem-se citar para ilustrar a dicotomia entre valores ético-morais e as condutas sociais da sociedade e do empreendedorismo brasileiro.

Para que se possa conceituar a percepção temporal moral no âmbito do empreendedorismo, de forma precisa e condizente no espectro analisado, faz-se necessário conceituar como seria esta percepção em três espectros que podem ser chamados atemporais:

  1. moralidade financeira; 
  2. moralidade profissional; e
  3. moralidade familiar.

Com relação à moralidade financeira, o empreendedor é responsável por gerar empregos, renda, movimentar a roda da economia e financiar o aparato Estatal por meio dos impostos que paga. Estas obrigações morais se dão na rotina da atividade empresarial, e esta percepção é latente. 

Já a segunda, com relação à moralidade profissional, o empreendedor percebe o tempo no decorrer da evolução de suas habilidades profissionais, necessárias para o desenvolvimento de seus negócios. Estas obrigações são de evoluir e melhorar as próprias habilidades para melhorar e crescer os negócios.

A última, com relação à moralidade familiar, é como os negócios do empreendedor impactam no cuidado com a família e os entes mais próximos. Estas obrigações podem ocorrer diariamente ou raramente a depender da situação.

METODOLOGIA

A metodologia adotada baseia-se em uma revisão bibliográfica e na aplicação de instrumentos de coleta de dados qualitativos e quantitativos. Os resultados esperados incluem uma maior compreensão dos mecanismos que influenciam a percepção do tempo e suas implicações para a gestão e o desempenho organizacional. 

Foram realizadas buscas bibliográficas de materiais como artigos, análises, dentre outros, sobre o tema “tempo” e desdobramentos como “percepção temporal pelos valores morais” e “o tempo e a moral” por exemplo em bases de dados on-line por meio do Portal Google Scholar, por meio do recurso “busca geral”, foram restringidas as análises de bases correlatas ao objeto de estudo, sendo que para o presente estudo foram utilizadas diversas delas como: Scielo, DOI, dentre outras como artigos publicados em revistas científicas de universidades e também livros eletrônicos e/ou físicos. Isso resultou numa listagem concreta de 19 (dezenove) referências bibliográficas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Se o tempo em si pode ser uma (des)construção real (física) ou filosófica, a percepção temporal sensorial é uma combinação de fatores muito peculiares a cada ser humano.

Este artigo analisa a percepção temporal moral, a terceira que é conhecida pelo ser humano por tratarem-se dos valores morais e éticos que os vai adquirindo e moldando no desenrolar de sua existência, sobretudo após o advento das obrigações da vida adulta. 

Concebe-se esta percepção como uma categoria interpretativa que articula percepções morais e temporais nas experiências dos seres humanos, propondo uma leitura de que o tempo ultrapassa os limites da cronologia e da fenomenologia tradicionais, defendendo-se que o tempo é também um campo de disputas simbólicas, morais e éticas, onde se delineiam expectativas, julgamentos e normatividades sociais.

A construção da percepção temporal moral, enquanto ferramenta analítica, permite destacar-se como as experiências temporais são atravessadas por valores, prescrições e valores morais que influenciam tanto a constituição do sujeito quanto sua inserção em tramas coletivas. Desta forma, o tempo não é apenas vivido, mas também avaliado, regulado e interpretado conforme regimes de verdade e estruturas de poder que operam na sociedade.

É de conhecimento geral que os empreendedores brasileiros têm seu tempo disputado entre negócios, gestão, obrigações fiscais, aumento de receitas, redução de despesas e continuidade do negócio.

Por estas razões, além de frequentemente negligenciar sua percepção temporal fisiológica para priorizar outras demandas, estes também podem processar de maneira distorcida os estímulos morais e éticos referentes aos fatores morais, financeiros, profissionais e/ou familiares.

Estes empreendedores podem sentir o tempo de maneira distorcida dado o processamento das percepções temporais morais, ainda que não negligenciam as percepções temporais fisiológica e/ou sensorial. 

Embora de natureza teórica, esta investigação abre caminhos para aplicações empíricas futuras, especialmente no campo das ciências sociais e humanas, ao oferecer um instrumental sensível para a análise das práticas e discursos em torno do tempo em contextos culturais diversos. 

Desta forma é de muita importância que estes empreendedores sintam o tempo de forma mais precisa e mais próxima da realidade, ou seja consigam efetivamente equilibrar a percepção temporal sensorial para que ela colabore na percepção do tempo real em si.

Espera-se que esta proposta contribua para ampliar os horizontes das discussões sobre temporalidade, estimulando abordagens que reconheçam o entrelaçamento entre tempo, moralidade e subjetivação, e favorecendo, assim, leituras mais complexas da experiência humana.

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Jorge Filho, João Abrão. Percepções temporais: O moraltempo.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

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