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Resumo
INTRODUÇÃO
O desenvolvimento educacional a partir da ludicidade, proporciona uma nova perspectiva para a evolução cognitiva dos educandos como seres sociais que interagem e se relacionam. Assim, a discussão desta temática busca a compreensão do ato de ensinar e construir conhecimento através de jogos e brincadeiras.
Desse modo, podemos compreender a ludicidade como uma estrutura que deslumbra a construção do conhecimento, com jogos e brincadeiras nos ajuda a compreender os aspectos que dinamizam o processo de ensino e aprendizagem em sala de aula.
Para melhor desenvolvimento e estruturação do tema, o presente artigo tem como título: O desenvolvimento do educando e a ludicidade em sala de aula, o qual harmoniza uma reflexão que, se debruça sobre o trabalho docente em sala de aula mediante as ações pedagógicas adotadas para o fazer metodológico no ato de planejar e aplicar o planejamento em sala de aula. Mediante este contexto se faz a seguinte questão problema: A ludicidade é um elemento possível para o bom desenvolvimento do educando na construção do conhecimento em sala de aula? Desse modo compreende-se que a ludicidade é uma temática relevante para discutir e argumentar no que se refere à construção do conhecimento em salas de aulas do Sistema Regular de Ensino.
Para melhor desenvolvimento deste artigo se propôs os seguintes objetivos: Compreender o conceito de ludicidade; a relação de ludicidade e aprendizagem e perceber a importância da ludicidade em sala de aula do Sistema regular de Ensino, os quais estabeleceram possibilidades para a pesquisa bibliográfica e estruturação do trabalho. Assim, este artigo contribui de modo significativo para a compreensão da ludicidade em sala de aula como estratégia, com o propósito do desenvolvimento integral do aluno.
O presente artigo é composto por dois capítulos, no primeiro capítulo apresenta o conceito de ludicidade, para a compreensão do ato de ensinar e aprender com jogos e brincadeiras. Já no segundo capítulo apresenta-se a ludicidade como estratégia de ensino em sala de aula, entendido como um elemento pedagógico que viabiliza o fazer pedagógico do professor.
Desse modo, com a colaboração de leituras de alguns atores tais como: Bacelar, França e Vygotsky estruturando em aspectos de que conceitua e apresenta a relação entre ludicidade e estratégia de ensino em sala de aula.
CONCEITO DE LUDICIDADE
Portanto, a ludicidade vem mostrar que através de jogos e brincadeiras, o desenvolvimento pessoal de cada indivíduo favorável para o processo de socialização, facilitando a adaptação no ambiente cultural do indivíduo transformando-o capaz de reconhecer no espaço de origem desempenhando o raciocínio lógico e a imaginação de cada um nessa forma no processo de ensino e aprendizagem.
A atividade lúdica é externa ao indivíduo e pode ser observada e descrita por outra pessoa enquanto é realizada. Pode se dar em grupo ou individualmente, apresentando Ludicidade e Educação Infantil variações no seu formato, determinadas por gosto, preferências, cultura, regras pré-estabelecidas por uma instituição ou por quem a realiza (Bacelar, 2009, p.29, 30).
Através do lúdico podemos desempenhar um conhecimento do aprendizado do aluno através dos jogos podemos observar Independência e cada um o objetivo dos jogos e mostrar que eles são capazes de pensar imaginar o mundo capaz de ter sua própria opinião de formar novos conceitos e piorar o aprendizado, e expressar-se de forma mais facilitadora para que tenha opinião própria dessa forma o lúdico é lúdico e a ludicidade estão juntas para melhorar o aprendizado de cada um na sociedade.
A ludicidade, como experiência interna, integra as dimensões emocional, física e mental. Nesta perspectiva, ela envolve uma conexão entre o externo (objetivo) e o interno (subjetivo) e, portanto, é de relevância significativa para a vida em todas as suas fases e, especialmente, na Educação Infantil (Bacelar, 2009, p.30).
Através do brincar podemos desempenhar a socialização e permitir à criança o hábito da partilha, melhorar o relacionamento com outro, respeitar a opinião própria e expressar sua personalidade constituindo o aprendizado.
Desse modo, observa-se que na vida se faz necessário ter respeitar os valores de cada um repassar conhecimento e aprender novas coisas com as pessoas que convivemos respeitando um ao outro e dando direito de cada um mostrar suas capacidades físicas e psicológicas e através da brincadeira mais fácil ao transmitir conhecimento podemos adquirir novos conhecimentos. Dessa forma o jogo e brincadeira facilitam a vida e proporcionam o aprendizado de forma agradável.
A brincadeira desempenha um papel de grande importância para o desenvolvimento infantil, pois brincando a criança se comporta de maneira mais avançada do que nas suas atividades da vida real, essa é uma forma de observarmos como o brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal. (Por ser uma ação iniciada e mantida pela criança, a brincadeira possibilita a busca de meios de ação, pela exploração, ainda que desordenada, e exerce papel fundamental na construção do saber-fazer) (Kishimoto, 2002, p.146).
Os jogos são fundamentais para o cognitivo preparar as ações e reações, pensamentos e possibilidade do aprendizado através da brincadeira. E com isso podemos observar o processo afetivo da criança e como vai se desenvolver com seu cognitivo e a socialização, fazendo com que ela tenha boas relações sociais.
Os aspectos físicos sociais aumentam a autonomia e a criatividade, mostrando a competência dessa forma os jogos são muito importantes para o desenvolvimento integral, pode-se dizer que os jogos são meio para que a criança tenha um bom aprendizado de forma divertida e direta.
As brincadeiras de faz-de-conta, os jogos de construção e aqueles que possuem regras, como os jogos de sociedade (também chamados de jogos de tabuleiro) jogos tradicionais, didáticos, corporais, etc., propiciam a ampliação dos conhecimentos da criança por meio da atividade lúdica (Basil, 1998, p.28).
Através dos jogos pode-se proporcionar a socialização e o auxílio aprendizagem experimentando novas atividades de forma criativa podemos ter uma noção de quantidade, percepção visual e localização fazendo com que a criança conheça as formas e tenha uma boa perspectiva de vida e mostrar as reações de conhecimento e desenvolvimento de novas descobertas.
Através das regras dos jogos podemos aprimorar nossos conhecimentos e adaptá-los em nosso cotidiano de forma que cada um tenha sua própria característica de jogador e de aprendiz, com isso podemos mostrar nossas capacidades físicas, mentais e intelectuais.
O jogo serviu para divulgar princípios éticos, morais, conteúdos de história e geografia e outros, a partir do Renascimento, o período de ‘compulsão lúdica’ O Renascimento vê a brincadeira como conduta livre que favorece o desenvolvimento da inteligência e facilita o estudo. Ao entender as necessidades infantis, o jogo infantil torna-se forma adequada para a aprendizagem dos conteúdos escolares (Kishimoto, 1999, p. 28).
Os jogos e brincadeiras estimulam nas crianças valores éticos como amizade, respeito, conscientização da divisão de brinquedo e materiais, que também servirão para trabalhar em cada um a noção do “meu” e “do outro”.
Nesta perspectiva, pode-se ver o certo e o errado de forma aprendemos a esperar sua própria vez fazer com que tenha autonomia ao brincar e que a criança tenha um equilíbrio e visão, que compreendendo o mundo que se ganha e se perde.
O brincar desenvolve a criança para que se torne um adulto independente e capaz de realizar suas próprias tarefas e imposto opinião e desenvolver suas habilidades adquiridas na infância de forma que sinta confiança no que vai fazer.
Com esse podemos dizer que os jogos e brincadeira é a melhor forma de adquirir conhecimento e desenvolvimento da criança, tornando-a capaz de aprender e ensinar novas técnicas que no convívio podemos observar:
Na Educação Infantil, há uma série de atividades programadas com o objetivo de estimular a aquisição dos conhecimentos e das habilidades necessárias para o desenvolvimento da criança. Segundo Piaget, a criança já nasce com as pré-condições neurológicas do conhecimento, mas as condições de fato se dão através de atividades que ele denomina jogos (de exercício, simbólicos e de regras, conforme as idades) (Bacelar, 2009, p.25).
O desenvolvimento da criança tem uma sintonização que deve estar ligada ao cognitivo e emocional físico, afetivo para que tenha um bom desenvolvimento mental.
Segundo Piaget, o desenvolvimento cognitivo ocorre em quatro estágios principais: sensório-motor, pré-operatório, operatório, concreto e operatório formal. Portanto, dessa forma o desenvolvimento de cada um já está sendo formado desde quando nascemos.
Vale ressaltar, a importância de aprimorar nossas técnicas pedagógicas, para que aprendamos uma nova habilidade e sejamos capazes de desenvolvê-la. Assim, podemos dizer que o jogo é a melhor opção para o desenvolvimento da criança, favorecendo para que ela se torne um adulto capaz de realizar suas atividades.
LUDICIDADE X ESTRATÉGIA DE ENSINO
A ludicidade vem da palavra Latina “ludus” que significa jogo ou brinca. Assim, podemos dizer que os jogos e brincadeiras são muito importantes, para o desenvolvimento da Criança com uso dos jogos e do brincar pode-se observar o desenvolvimento da criança, inseri-la ao ambiente cultural em que está vivendo proporcionando a ela uma saúde física e mental de boa qualidade. Assim, faz com que tenha uma boa socialização de conhecimento, observando suas habilidades de aprendizagem adquirida nos jogos e na brincadeira dessa forma tornando prazeroso o aprendizado esposo sua criatividade fazendo uma boa socialização com seu próximo.
O jogo e a brincadeira é uma porta aberta para o conhecimento, assim, podemos compartilhar nosso conhecimento e aprender novas experiências respeitando regras e noção do antes e depois, esperar a vez e entender que toda a vida é feita por regras. Vivemos diariamente em um jogo o que nos torna seres capazes de desenvolver nossas próprias atividades tendo pensamento e qualidade para desenvolver na sociedade.
[…] O brincar atualmente é uma ação considerada lúdica no qual trabalha na criança seu desenvolvimento cognitivo, motor, social e afetivo, principalmente por ser uma ação no qual proporciona a socialização e interação com outras crianças, ou seja, ela aprende brincando, se divertindo, pois, a brincadeira proporciona às crianças uma aprendizagem alegre e prazerosa (Friedmann, 1996, p. 71).
O ato de brincar possibilita a compreensão da criança no que se refere às habilidades a serem desenvolvidas. É a partir da brincadeira que se apresenta as habilidades e provoca a construção dos conhecimentos e dos valores a cada indivíduo, isso provoca o respeitando a diversidade cultural, ou seja, de modo que cada um expressa as diferentes formas de viver em comunidade. Assim, a brincadeira é muito importante para o desenvolvimento e construção do conhecimento do ser humano.
Através do ato de brincar podemos aprimorar o que aprendemos com o outro em cada espaço que estamos inseridos. Ah! Se o lúdico é a melhor forma de desenvolver conhecimento e uma forma de aprendizagem que podemos entender o prazer de aprender brincando.
[…] A brincadeira pressupõe ação e reflexão, pois não se limita ao simples agir. É preciso imagens e sons que possam trazer para o mundo da ficção atividades desenvolvidas na vida real, permitindo que a criança possa lidar com os jogos e brincadeiras de forma representativa (França 1990, p. 89).
Atividade lúdica proporcionada à criança o desempenho em seu espaço melhorando as habilidades e desenvolvimento em sociedade, pode-se dizer que o lúdico é a melhor forma de aprendizagem saudável e prazerosa que faz com que cada um expressa suas habilidades que tenham o conhecimento cultural do espaço em que está inserido assim tornando capaz de pensar em diferentes aspectos e tornando capaz de realizar várias atividades hein o mesmo ambiente
O lúdico contribui para o desenvolvimento pessoal, estimulando o bem-estar, a melhoria do metabolismo e a capacidade de expressão e realização de atividades com mais eficiência, favorecendo a integração do indivíduo à sociedade.
[…] a) as atividades lúdicas possibilitam fomentar a “resiliência”, pois permitem a formação do autoconceito positivo;
b) As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança, já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive socialmente e opera mentalmente.
c) o brinquedo e o jogo são produtos de cultura e seus usos permitem a inserção da criança na sociedade;
d) brincar é uma necessidade básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitação e a educação;
e) brincar ajuda a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, através das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, relaciona ideias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra-se na sociedade e constrói seu próprio conhecimento (Negrine, 1994, p. 41).
A brincadeira é uma parte muito importante para o desenvolvimento da criança. É com ela que cada um se desenvolve fisicamente mentalmente e assim pode oferecer ao indivíduo uma interação entre afetividade e o prazer da aprendizagem saudável e com esta aprendizagem na brincadeira eles percebem seus sentimentos dentro de um ambiente social em que está inserido e, assim, possa se tornar um ser humano responsável.
Brincar é uma recreação, e quando o educador reconhece o jogo como atividade ou conteúdo que promove o desenvolvimento, permite a sensibilidade de perceber sua própria prática e avaliar suas próprias condutas, oferecendo melhor qualidade de brincadeira às suas crianças (Lima, 2007, p. 56).
Jogo e brincadeira são atividades de aprendizado e desenvolvimento que fazem com que a criança mostre suas habilidades proporcionando a socialização do indivíduo, facilitando o aprendizado através do brincar. Também podemos observar a brincadeira com um aspecto que faz com que ela imagine o mundo ao seu redor e aumente o estímulo em aprender a se comunicar de formas diferentes de interagir em sociedade compartilhando suas próprias ideias e experiências vividas no decorrer do tempo.
[…] brincando a criança é capaz de satisfazer as suas necessidades e estruturar-se à medida que ocorrem transformações em sua consciência. Através da imaginação a criança se liberta de sentimentos que a oprimem, de limites, convenções e exigências impostas pelo mundo que a rodeia (Vigotsky, 2000, p. 66).
Através do brincar podemos observar o desenvolvimento das crianças em suas habilidades, sua personalidade e sua criatividade. Dessa forma, podemos dizer que através do brincar somos capazes de expressar emoções e positividade ou negatividade (perder/ganhar). A criança mostra sua capacidade de conquista possibilitando sua autonomia.
Assim, a emoção consiste naquilo que une o indivíduo à vida social pelo que pode haver de mais fundamental na sua existência psicológica, e esta ligação não sofrerá ruptura, embora as reações orgânicas da emoção tendem a esbater-se à medida que a imagem das situações ou das coisas se intelectualiza. Existe, ao mesmo tempo, solidariedade e oposição na consciência entre o que é impressão orgânica e imagem intelectual. Entre as duas não param de desenrolar ações e reações mútuas que mostram como vão as distinções de espécies que os diferentes sistemas filosóficos gozam entre a matéria e pensamento, existência e inteligência, corpo e espírito (Wallon, 1968, P.65).
As emoções são o que cada um vive no cotidiano. Perdeu ou ganhar são emoções negativas e positivas, o que faz com que os indivíduos aprendam a valorizar cada vez mais e possam desenvolver suas habilidades em diferentes situações, sejam negativas ou positivas, mas com muito aprendizado podemos estimular nossas habilidades em diferentes situações e através dessas situações é que podemos nos desenvolver e nos adaptar em sociedade como ser humano que pensa e que age de diferentes formas, em situações diferentes. Assim, as emoções nos levam à descoberta do desenvolvimento e aprendizagem no decorrer de nossas vidas.
Constitui, entretanto, uma ilusão supor que o jogo pelo jogo possa abrigar o conhecimento cognitivo e estimular as relações interpessoais: quem poderá fazer esse instrumento será sempre o professor. Esse professor jamais poderá em suas ambições cognitivas e sociais esquecer o aspecto do prazer e da alegria. A infância não mais pode ser vista apenas como ante-sala da vida adulta, precisa ser reconhecida como uma fase admirável que deve ser apreciada em si mesma, razão pela qual a alegria e o prazer de jogar precisam sempre caminhar lado a lado com os propósitos de aprendizagem… (Antunes,2003 p.14 e 15).
Os jogos podem proporcionar o aprendizado, através da estimulação do cérebro e melhorar o bem-estar e viver com autonomia e confiança que está se desenvolvendo e atualizado do mundo em que vivemos. Chegamos a conclusão que com algumas leituras teóricas, os jogos são um forte aliado para o desenvolvimento e aprendizado de forma significativa. “Jogos bem organizados ajudam a criança a construir novas descobertas, a desenvolver e enriquecer sua personalidade e é jogando que se aprende a extrair da vida o que a vida tem de essencial” (Antunes, 2003, p.11).
[…] É fundamental que os professores redescubram seu papel de pesquisadores, buscando conhecimentos novos por meio de leituras, cursos, entrevistas, palestras, ações que lhes darão embasamento e coragem para enfrentar o novo e um caminhar seguro (Almeida, 1998, p.64).
É fundamental que o professor esteja sempre aberto a novos conhecimentos e busque constantemente aprender novas técnicas de ensino. Isso permite que ele ensine de forma mais prazerosa, propondo unidades de ensino que tornem o ambiente escolar mais acolhedor e significativo para o aluno. O desenvolvimento do estudante está diretamente ligado à forma como o professor compartilha suas experiências e orientações, permitindo que o aluno assuma um papel ativo na construção do próprio saber. Para que esse processo seja ainda mais eficaz, é essencial que a família esteja presente e envolvida, contribuindo na busca por novos conhecimentos e na promoção da aprendizagem. Assim, todos os envolvidos se desenvolvem dentro do ambiente educacional em que estão inseridos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A ludicidade é uma ação metodológica eficaz, pois, permite o desenvolvimento da aprendizagem de modo personalizado, atendendo as necessidades coletivas e individuais de cada educando, estruturando o processo educacional com perspectivas dinâmicas. Além disso, capacita os educadores a uma ação metodológica que alfabetiza e/ou media o conhecimento ao aluno de forma prazerosa e a prática pedagógica sendo reconhecida como potencial transformador no ambiente escolar.
No entanto, contextualiza-se que a ludicidade é um componente essencial para a construção de uma educação dinâmica e humanizada, que proporciona ao educando o desenvolvimento cognitivo e social. Assim, a ludicidade não é apenas uma ação pedagógica neutra, pois enriquece o currículo escolar com a aprendizagem cognitiva do aluno para a sua vida em comunidade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação lúdica, técnicas e jogos pedagógicos. 9ª ed. 1998.
ANTUNES, C. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes,2003.
BACELAR, Vera Lúcia da Encarnação. Ludicidade e educação infantil / Vera Lúcia da Encarnação Bacelar. – Salvador: EDUFBA, 2009.
BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil/ Ministério da educação e do Desporto, Secretaria de Educação fundamental. ___ Brasília: MEC/SEF, 1998.
FRANÇA, Gisela Wajskop (Coord.). O cotidiano da pré-escola. São Paulo, FTD, 1990.
FRIEDMAN, Adriana. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo: Editora Moderna, 1996.
KISHIMOTO, Tisuko Morchida (org.). O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
LIMA, E. S. Conhecendo a criança pequena. São Paulo: Sobradinho. 2007.
NEGRINE, A. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Prodil, 1994.
WALLON, Henri. A evolução psicológica da criança. Lisboa: ed.70,1968.
VYGOTSKY, L. S. O brincar como um modo de ser e estar no mundo. In: Brasil MEC/ SEB. Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade/ organização Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento. Brasília: Ministério da Educação Infantil, 2000.
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