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Resumo
INTRODUÇÃO
A partir do momento em que se observa o ensino médio que era adotado até alguns anos atras, é possível observar de uma maneira clara, como o mesmo apresentava uma série de problemas, e que deveriam ser sanados em um curto espaço de tempo.
É preciso em um primeiro momento, elencar quais são as principais limitações existentes na época passada do ensino médio, a fim de que seja possível desenvolver uma reflexão um pouco mais complexa acerca desse tema.
Um dos primeiros fatores que devem ser elencados, diz respeito à forma como os educandos trabalhadores do ensino médio, e que estudavam no período noturno, apresentavam os mais diversos tipos de dificuldades para obterem uma educação de qualidade.
É extremamente claro, como os educandos que se encontravam inseridos no ensino noturno, apresentavam os mais diversos tipos de problemas, para receberem uma oferta educacional que se alinhasse às suas necessidades.
Não é à toa, que o ensino noturno representa um expoente, quando se fala em evasão escolar ou mesmo em repetência, uma questão absolutamente clara, uma vez que, esse alunado na grande maioria das instituições de ensino em que se encontravam inseridos, não recebiam o mínimo de valorização que verdadeiramente mereciam.
Com efeito, pensar no aluno trabalhador e que se encontra inserido no ensino médio em período noturno, remete a necessidade de haver uma maior compreensão sobre como é fundamental que houvesse uma forma de pensar mais argústica com relação às necessidades desse alunado.
São educandos que verdadeiramente apresentam necessidades diferentes dos demais, ou seja, é fundamental que haja um fortalecimento no que diz respeito ao combate às adversidades enfrentadas por esses alunos no dia a dia.
DESENVOLVIMENTO
As expectativas que os alunos que se encontravam inseridos no ensino médio apresentavam, acabavam mudando de uma maneira radical, a partir do momento em que compreendiam o viés educacional em que os mesmos se encontravam inseridos (Ferreti, 2018).
No passado, existe uma questão absolutamente pertinente e que deve ser levada em consideração, que era a questão da diplomação, como esse documento até algumas décadas atras, representa um elevado percentual de possibilidades de êxito social por parte dos educandos, o que poderia ser considerado como uma das principais características da educação nacional.
Com amplo destaque para o modelo tecnicista, que realmente cumpriu com a sua atribuição social de uma maneira muito clara, e por essa razão, vinha a beneficiar um índice elevado de alunos.
Trata-se de uma questão muito importante, que se leve em consideração esse arcabouço cultural, uma vez que, ligar o ensino médio para a formação dos estudantes, representava um componente absolutamente sólido e linear para a formação desse alunado (Boutin, 2018).
A partir do momento em que os estudantes obtivessem um diploma de ensino médio, suas possibilidades de obter algum tipo de progresso social eram muito maiores, no entanto, havia sim as partes negativas diante desse processo.
Principalmente no que diz respeito a concepção de aprendizagem, sobre o que era considerado como fundamental para que o alunado aprendesse e mais do que isso, colocasse a disposição da sociedade e do ambiente em que os mesmos vivessem.
A partir do momento em que a meta era a inserção no mercado de trabalho, atribuía-se a educação como uma concepção absolutamente capitalista e tecnicista, sobretudo, quando se fala em ensino médio, uma vez que, se projetava absolutamente o momento em que esses deveriam ser inseridos no mercado de trabalho.
O que deixava de contemplar a parte de habilitação dos educados, a maneira como os mesmos deveriam ser desenvolvidos sob o ponto de vista critico, racional e ampliasse as suas possibilidades de desenvolverem uma participação mais intensa no processo de sociabilização.
Algo que com o passar do tempo, se mostrou como sendo um grande equívoco, principalmente em relação ao longo prazo, e a maneira como os estudantes verdadeiramente dependem desse tipo de interação, de proverem a sua articulação com o meio social de uma maneira mais holística.
Claro que a educação no ensino médio não irá perder em momento algum de sua história a sua pactuação com o mercado de trabalho, uma vez que, essa representa uma das principais crônicas do arcabouço social em que todas as pessoas se encontram inseridas (Brasil, 2016).
Uma qualidade que a educação nacional apresenta praticamente desde os seus primórdios, e que poderia muito bem continuar a ser desenvolvida, isso claro, dentro de suas possibilidades, e mais do que isso, de uma maneira que as propostas sociais venham a ser compreendidas em sua essência.
Nem sempre os profissionais da educação contam com esse tipo de mentalidade, e se esse problema ainda existe hoje, muito pior seria em relação ao que ocorreu no passado, e nesse interim, não é preciso muitos esforços para perceber o elevado número de alunos que foram prejudicados em diversos momentos de seus respectivos processos de seriação (Brasil, 2016).
Outro componente que pode ser considerado como extremamente falho no ensino médio de alguns anos atrás, diz respeito a dificuldade com relação as escolhas que deveriam ser realizadas com relação as disciplinas.
Uma questão extremamente complexa, e que até os dias atuais acaba gerando debate entre os educadores, a maneira como algumas ciências eram absolutamente ignoradas da grade curricular.
Eis um dos momentos mais complexos que a educação nacional atravessou, o de selecionar de uma maneira clara e com igualdade de critérios, as disciplinas que deveriam fazer parte da grade curricular.
As escolhas com relação as disciplinas que deveriam ser ofertadas, nem sempre levavam em consideração o aparato cultural por parte dos estudantes, e somente por esse motivo, é possível afirmar que se tratou de um dos períodos mais sombrios que a educação nacional atravessou.
Sempre houveram as disciplinas consideradas como pilares, que tinham uma preferencia muito maior por parte daqueles que gerenciavam a educação no país, com amplo destaque em relação ao processo de alfabetização e letramento, que realmente merecem ser considerados como carros chefes do processo educacional (Lotta, 2021).
Todavia, ainda assim havia um espaço considerável na grade curricular das escolas brasileiras, e que não eram aproveitados da maneira que poderiam e deveriam, ciências que deveriam ser capazes de promoverem uma reflexão nos estudantes, bem como a possibilidade de desenvolvimento do senso crítico.
Por uma verdadeira gama de questões, que levariam muito tempo para serem explicadas, disciplinas que tinham como ênfase promoverem o desenvolvimento cognitivo dos estudantes de uma maneira mais intensa, eram descartadas pela educação como um todo.
Principalmente com relação as necessidades de suprir as lacunas que existiam no sistema capitalista, principalmente com a importância de atender a uma demanda no sistema empresarial, que crescia no país há algumas décadas atras de uma maneira vertiginosa (Moll, 2012).
Diante dessas circunstâncias, era muito mais vantajoso, para as pessoas que apresentavam um poderio econômico mais acentuado, e que por essa razão conseguiam a abertura de alguma empresa, que os funcionários desenvolvessem habilidades que auxiliassem no processo de produção de uma maneira mais intensa.
Como é o caso, por exemplo, da disciplina de matemática, que até os dias atuais, conta com um nível de importância extremamente acentuado na sociedade, e que por essa razão, verdadeiramente justifica o seu uso de diversas formas.
No entanto, seguindo uma concepção mais capitalista, a partir do momento em que as pessoas apresentassem um conhecimento maior em matemática, principalmente com relação a soma, passariam a contribuir de uma maneira mais intensa com o progresso empresarial, ou seja, tudo o que os empregadores mais queriam que ocorresse,
Atualmente, traçando um paralelo com o ensino médio de algumas décadas atrás, é nítido perceber como se tratava de um componente muito mais complexo buscar uma tenacidade maior no processo de formação de educandos, algo que se pode ser observado de uma maneira muito clara, principalmente pela ampliação dos horizontes culturais que os alunos apresentam.
Em outras palavras, em um passado não muito distante, os educadores e demais profissionais da educação, simplesmente não apresentavam muitas possibilidades de se promover qualquer tipo de mudança com relação ao processo de seriação (Lotta, 2021).
Tamanha era a burocratização do processo educacional no ensino médio de algumas décadas atras, aliás, não apenas do ensino médio e sim, de toda a educação brasileira de um modo geral, e que barrava grande parte das possibilidades de desenvolvimento cultural e social.
A partir do momento em que os profissionais da educação eram determinados a atuarem de uma mesma maneira, o processo de ensino e aprendizagem era absolutamente descaracterizado, o que levou muito tempo para ser alterado (Moll, 2012).
Outro grave problema que o ensino médio apresentava no passado, e que com o passar do tempo vem sendo deixado de lado, diz respeito a formação dos educadores, algo que por sinal, ainda prevalece em alguns ambientes do país.
No que diz respeito a formação dos educadores, os mesmos ainda não contavam com o apoio considerado como necessário, para que pudessem buscar novas formas de aprendizagem, e desse modo enriquecerem a qualidade do seu trabalho.
O que significa dizer, que os educadores de uma maneira geral, mas, principalmente os que se encontravam atuando no ensino médio, não contavam com o estímulo considerado como necessário para que pudessem agregar maiores conhecimentos aos que já possuíam (Moll, 2012).
Claro que uma das principais justificativas existentes nesse sentido e que eram disseminadas em larga escala no passado, era a falta de profissionais qualificados para a realização desse trabalho, algo que de certa forma era verídico.
Como não havia o acesso de informações que os profissionais da educação possuem na atualidade, não havia uma quantidade de formação de educadores para que fosse capaz de atender a toda a demanda que passou a existir.
A densidade populacional, ou pelo menos o que diz respeito ao aumento da mesma, representa um dos principais fatores que motivam a necessidade de ter havido mudanças no viés educacional, como, por exemplo, a clara importância em haver mais profissionais atuando nesse segmento.
Como existia uma grande e forte preocupação em se manter os poucos educadores que existiam há alguns anos atras, a oferta de acesso a novos conhecimentos por parte desses docentes, verdadeiramente não era considerada como uma prioridade (Nascimento, 2008).
O que com o passar do tempo passou a incomodar e desmotivar a grande parte dos educadores, uma vez que, esses profissionais verdadeiramente tinham o desejo de promoverem uma transformação cultural na realidade dos educandos, principalmente em se tratando de alunos do ensino médio, que se encontravam as vésperas de fazer parte do sistema social de uma maneira mais imersiva.
Muitas vezes até mesmo os materiais que esses profissionais tinham a sua disposição para trabalharem, não realçavam as necessidades que esses docentes e nem mesmo os discentes apresentavam no dia a dia.
Não se trata apenas de uma questão de recursos educacionais que se tratava de uma maior preocupação por parte dos profissionais da educação, que compunha uma limitação a mais, e sim os considerados como físicos.
Um exemplo absolutamente comum nesse sentido, diz respeito as classes abarrotadas de estudantes, que verdadeiramente representa um dos principais desafios que os educadores possuem até hoje, e que no passado ainda era muito mais agravado pela falta de voz dos educadores.
Os mesmos praticamente não apresentavam nenhum tipo de condição de promover nenhum tipo de reclamação, e isso pode e deve ser considerado como um dos fatores mais graves para o desenvolvimento de um trabalho que possa ser analisado como e enriquecedor.
O aparato motivacional dos educadores do ensino médio de algumas décadas atras, demonstra de uma maneira clara as intensas dificuldades existentes no dia a dia, bem como os grandes desafios que esses profissionais enfrentavam no dia a dia.
Para qualquer profissional da educação que se preze e apresente um mínimo de conhecimento sobre estratégias de ensino, sabe-se como é extremamente difícil lecionar em salas de aula com um número alto de educandos (Tonet, 2006).
As aulas simplesmente não apresentam o rendimento que poderiam, e o principal agravante, é que os educadores não tem a menor possibilidade de conhecerem de uma maneira mais clara seus alunos e as suas respectivas fragilidades.
O que se pode ponderar sobre a maneira como os educadores simplesmente não contavam com a possibilidade de desenvolverem métodos de ensino que pudessem ser considerados como mais eloquentes para seus alunos, estava no fato de que existia grande receio com relação a superação do tradicionalismo que existia no modelo educacional da época.
Assim como também não havia uma preocupação com o desenvolvimento socia dos alunos, pelo menos não de uma maneira que contemplasse algo que fosse além da inserção no mercado de trabalho.
Isso fazia com que os educadores mesmo apresentando possibilidades de realizarem um trabalho de maior qualidade, simplesmente não contavam com a possibilidade de realizar o mesmo, uma vez que, sofriam criticas com relação a esse viés.
A educação que atualmente pode ser considerada como absolutamente flexível, e que desenvolve mudanças todas as vezes que existe uma necessidade comprovada, pode ser considerada como uma faceta evolutiva, uma vez que, no ensino médio principalmente de alguns anos atras, essa possibilidade praticamente não existia.
O que se justifica pela uniformização que a educação como processo durante muito tempo apresentou, o que demanda a necessidade de se promover uma maior reflexão nesse sentido, sobre como era planejada a maneira de se instruir os alunos brasileiros.
Atualmente a flexibilidade que a educação nacional apresenta, ocorre pela interpretação absolutamente correta com relação as condições locais em que cada instituição de ensino se encontra inserida, ou seja, de acordo com cada uma de suas peculiaridades (Tonet, 2006).
As estratégias de ensino são desenvolvidas de acordo com as necessidades de cada um dos ambientes, o que pode ser analisado como correto, uma vez que, existem diversas características sociais e educacionais em cada localidade do país.
Contudo, no ensino médio de alguns anos atrás, o que se pensava de uma maneira muito estabelecida, é com relação a necessidade de se ofertar a mesma estratégia de ensino aos estudantes, ou seja, um planejamento deliberado de acordo com o que o ministério da educação acreditava ser o ideal.
No entanto, o que ocorria era uma concepção distinta do que representa o aparato educacional em cada uma das regiões do país, e como seria de extrema importância que houvesse uma proximidade maior com a população.
Uma prova disso, é que foi desenvolvido o termo comunidade escolar, considerado por muitos como o principal da educação nos últimos anos, e que verdadeiramente se justifica, uma vez que, a população necessita ser engajada pelo modo como os alunos são instruídos (Nascimento, 2008).
A gestão educacional com efeito, passou por um processo de evolução absolutamente notável, ainda mais no ensino médio, que seria a época em que os alunos estavam absolutamente próximos de ocuparem um espaço social muito maior.
Algo que apenas pode ser desenvolvido, a partir do momento em que houve uma abertura para que a comunidade escolar viesse a ser mais participativa, engajada e acima de tudo, viesse a conhecer mais profundamente a maneira como a educação era planejada (Nascimento, 2008).
Um verdadeiro conjunto de novos saberes que foram disponibilizados para a população, ou seja, para a comunidade escolar e que em diversos lugares, foi muito bem aproveitado pelos mesmos.
A junção de conhecimentos e de saberes de uma maneira geral, passou a ser valorizada por parte de todos aqueles que se encontravam inseridos no modelo educacional, uma etapa de reconstrução do aparato educacional de uma maneira que viesse a fortalecer a construção da identidade local com maior intensidade.
Acima de tudo se for levado em consideração as diversas modalidades educacionais existentes, e que verdadeiramente também exigem a necessidade de um olhar diferenciado, e claro, da aplicação de novos tipos de práticas educacionais.
Como foi citado em outros momentos, a educação voltada ao ensino médio de algumas décadas atras, apresentava um viés tecnicista e também profissional, e que representava uma característica importante para os padrões da época (Silva, 2016).
Contudo, com as evoluções sociais que inadvertidamente eram desenvolvidas de uma maneira comum e esperada, logo a escola passou a sofrer como algumas interações significativas do seio social, ou seja, um viés absolutamente geográfico.
Principalmente com relação a necessidade de se trabalhar características sociais consideradas como basilares para o viés de vivência em sociedade, como, por exemplo, através da adição de novos valores e conceitos de ensino.
O que representava uma das principais reclamações por parte de muitos educadores e também de uma parte significativa da sociedade, um viés que verdadeiramente poderia ser considerado como um componente a ser desenvolvido de uma maneira mais harmoniosa (Silva, 2016).
Questões como a inclusão social, a vivencia organizada, o respeito as leis, a compreensão de meio ambiente e de ações consideradas como positivas, e que verdadeiramente ao serem debatidas de uma maneira mais intensa, fariam a diferença em prol de uma qualificação maior do processo de formação de alunos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Atualmente, o ensino médio apresenta plena preocupação em apenas ser uma metodologia de ensino considerada como instrucional, essa seria a vertente que ganhava uma projeção do modelo educacional que se encontrava em pleno desenvolvimento, com os educadores tendo uma liberdade maior para selecionarem os conteúdos em que acreditavam ser um diferencial para a formação dos mesmos.
Com efeito, a adição de novas informações verdadeiramente representava uma necessidade, até pelo dinamismo que o conceito de vida em sociedade apresentava e com isso, novas descobertas eram idealizadas em um curto espaço de tempo.
E se as escolas contavam com o desejo de promover uma inserção de qualidade, de preparar os educandos da melhor maneira possível, seria um componente de extrema importância que o dinamismo também ganhasse espaço no planejamento educacional.
Mesmo em um sistema de ensino único, os estudantes do ensino médio de algumas regiões, contavam com um ensino de qualidade se comparado aos demais, e essa era uma das principais barreiras para que a educação nacional se desenvolvesse.
E isso não apresentava como embasamento a qualidade dos educadores, ou mesmo os recursos que os mesmos tinham a sua disposição, pelo contrário, um sistema em que os educadores passavam a conhecer logo após o seu ingresso no cenário educacional.
Atualmente existe uma maior preocupação, e porque não dizer, um maior engajamento com relação a proximidade dos educadores, tanto é verdade que existem diversos documentos norteadores, que promovem certas diretrizes para o trabalho dos docentes.
A destacar o projeto político pedagógico, que verdadeiramente pode ser considerado como um marco no aparato organizacional da educação brasileira, e mais do que isso, contribuindo de uma maneira muito positiva com a qualificação educacional.
Por exemplo, se trata-se de um ambiente que possibilita maiores chances de desenvolvimento ou não para os alunos, e se os interesses dos mesmos serão contemplados, se esses educandos possuem propósitos que vão além da inserção no mercado de trabalho, ou seja, se existem potencialidades de serem desenvolvidas.
Algo que exige mais do que pura e simplesmente um maior engajamento por parte dos profissionais da educação, mas, também dos próprios estudantes e de toda a comunidade escolar propriamente dita, em outras palavras, a confecção do projeto político pedagógico conta com a maior adesão possível de todas as partes.
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