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Resumo
INTRODUÇÃO
A gestão em instituições educacionais vem alcançando elevado interesse diante de sua relação com as tecnologias digitais, haja vista serem estas; ferramentas importantes para o desenvolvimento da educação em todos os níveis escolares. Neste contexto, considerando imprescindíveis seus usos nos processos de gestão, o objetivo do estudo é o de analisar a gestão em instituição educacional em relação às tecnologias digitais,
Trata-se de um estudo pertinente diante dos problemas divulgados pela comunidade escolar sobre o enfrentamento cotidiano de organização própria da escola e, não rara às vezes, as esferas governamentais dificultam pela própria natureza do seu exercício. Vale registrar que um dos papéis da educação é torná-la atrativa para seu público, portanto, adentrar às tecnologias digitais acolhe a todos, compreendendo ações políticas e definições e elaborações de metas a serem implementadas e avaliadas, o que garante a busca de melhorias em caráter permanente.
Nesta direção buscou-se focar este estudo em considerações que trouxessem o histórico da gestão em instituições educacionais, de forma breve, mas possível de identificar tais avanços na linha do tempo, compreendendo o Brasil Colônia até a atualidade, apresentando alguns marcos legais e contribuições de autores, que versaram sobre gestão educacional democrática e tecnologias digitais.
A análise demonstra que a questão da gestão escolar e tecnologias digitais operam benefícios para o andamento educacional e promoção do aluno, entretanto, problemas estruturais emperram que a inclusão digital seja ampla, sobretudo, em regiões periféricas onde as políticas públicas devem atuar em seu papel de equidade social.
METODOLOGIA
Adota-se a pesquisa bibliográfica com abordagem qualitativa, subsidiada por publicações eletrônicas indexadas nas bases de dados digitais de livre acesso, que versam sobre a evolução histórica da gestão escolar, alguns marcos legais e os desafios da atuação do gestor diante da implementação das tecnologias digitais na escola.
DESENVOLVIMENTO
A gestão em instituições educacionais é caracterizada pela evolução histórica pontuada por contradições e interesses políticos da sociedade capitalista articulada pelas classes dominantes. Trata-se de uma temática recorrente e abrangente na produção acadêmica observando-se que não se esgota em relação a conteúdos como momentos políticos, administrativos, posicionamentos político-ideológicos, entre outros. Entretanto, paralelo a este cenário, historicamente, está o enfoque de contraposição quando a classe formula “a especificidade da escola”. Arroyo (2020), tece críticas a modelos ou concepções que, de fato, ferem as características desta escola enquanto ambiente de ensino-aprendizagem, situando-a como subalterna a interesses externos que não atingem os objetivos da escola. Para Arroyo (2020), tal contraposição está afirmando a autonomia, o propósito pedagógico e o papel social da escola contra quaisquer forças ou concepções que busquem desviar esses objetivos, transformá-la em algo que não é, ou subordiná-la a interesses externos que comprometem sua função essencial de promover a educação de forma ampla e emancipatória.
Neste mesmo contexto, Paro (2022), reflete a necessidade de a escola contribuir para a transformação social e respectivas políticas públicas da educação com gestão, essencialmente, democrática e de qualidade, já que se configura pela própria luta voltada à democratização da sociedade.
Vale mencionar, ainda que brevemente, que a gestão educacional brasileira conforme o status quo inicia no período colonial, em 1599 o Ratio Studiorum, documento utilizado pelos jesuítas que orientou as formas de organização e administração, currículos e métodos para os estabelecimentos de ensino e, sobre isso, Oliveira (2018, p. 627-636), cita que a pedagogia atual está repleta de traços advindos do Ratio Studiorum, citando que “o nosso PPP (Projeto Político Pedagógico) […] possui traços que facilmente são identificados.”
Em 1759 foi determinado o fechamento dos colégios jesuítas e do ensino. O diretor exercia o papel de supervisionar o ensino, advertir e corrigir os professores e apresentar relatório ao imperador a respeito do andamento do ensino (Marques, 2020).
Em 1808, a Família Real chegou ao Brasil e fundou as primeiras escolas de ensino superior. No entanto, o Brasil deixou o período joanino com algumas escolas técnicas superiores, sem, no entanto, haver qualquer forma organizada de educação escolar (Paim, 2020). Na transição do império para a república a função da educação era moldar a população aos ideais de desenvolvimento e reconstrução da sociedade.
Após a crise de 1929 a administração escolar recebeu o documento Manifesto dos Pioneiros da Educação, na qual defendiam uma administração escolar que possibilitasse identificar os processos mais eficazes para fundamentá-los à educação (Santos; Almeida, 2022).
As reformas implantadas na década de 1940 e nos anos seguintes trouxeram melhorias para gestão educacional, destacando-se a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a LDBEN n. 4.024/61, na qual em seu artigo 42 deliberou que “[…] o diretor de escola deverá ser educador qualificado” (Brasil, 1961), incluindo a descentralização do poder na escola e levando os Estados a regulamentar as questões referentes ao cargo de Direção.
Os anos de 1970 e 1980 definiram em todas as áreas a luta em favor da democratização da sociedade, defendendo a gestão democrática da educação, sendo contemplada na Constituição Federal do Brasil de 1988 com a promulgação da LDBEN, em 1996, estabeleceu a base legal e filosófica para que a comunidade escolar (professores, funcionários, pais, alunos e sociedade civil) tivesse participação nas decisões para a educação, rompendo com o modelo centralizador e autoritário que predominava anteriormente.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996 (Lei nº 9.394/96), é a principal lei que organiza a educação brasileira e, nela, a gestão democrática é explicitada como um dos princípios norteadores do ensino público.
A LDB prevê a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou órgãos equivalentes. Isso formaliza a ideia de que a escola não é apenas um espaço de ensino, mas um ambiente de participação cidadã e de construção coletiva. Paro (2022), reflete que mesmo no modo de produção capitalista é possível desenvolver uma gestão educacional voltada para a transformação social, através da participação, então, essencialmente, social. Diante do exposto, a questão da gestão em instituições educacionais deve revestir-se do caráter de essência política e de preocupação com o pedagógico que dão base ao conceito de gestão democrática. Neste contexto, o sociólogo Arroyo (2020, p. 773), pondera: com propriedade: “O gerir os sujeitos, os coletivos sociais, étnicos, raciais, de classe tem tido centralidade na razão gestora do Estado. A administração da educação tem dado também centralidade à gestão dos sujeitos sociais?
Dentre inúmeras reivindicações e, por conseguinte, ações, a gestão da escola tem o papel de acompanhar os processos de evolução do ato de educar. Dentre esses, a adoção de processos de tecnologias digitais é imprescindível.
Destaca-se, também, que a capacitação de educadores e gestores é uma prioridade nas estratégias governamentais voltadas para a educação digital. Estudos recentes mostram que a formação contínua é indispensável para que professores integrem as tecnologias em suas práticas pedagógicas, superando resistências iniciais e promovendo maior engajamento dos alunos (Castro Filho et al., 2020).
Essas ações são complementadas por programas que visam fornecer competências técnicas e pedagógicas para a utilização dos dispositivos tecnológicos em sala de aula. Para tanto, há que se destacar o papel imprescindível das políticas públicas brasileiras na promoção de equidade e inclusão digital nas escolas públicas e, neste contexto, o Programa de Inovação Educação Conectada prioriza a inclusão de escolas em áreas remotas e periféricas o que garante que todos os estudantes tenham acesso a recursos digitais (Brasil, 2020).
O panorama digital transformou a comunicação escolar, estreitando laços entre a escola, pais e comunidade através de aplicativos de mensagens e plataformas. Nesse contexto, Brito et al. (2024) ressaltam que gestores escolares reconhecem os benefícios dessas ferramentas, especialmente no acompanhamento do desempenho dos alunos e na comunicação familiar.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
A evolução da gestão escolar no Brasil é marcada por uma transição significativa. Vieira e Bussolotti (2019, p. 50) apontam uma mudança “de uma gestão centralizada e burocrática para abordagens mais democráticas e participativas”, afastando-se das práticas tradicionais em favor de modelos mais colaborativos e inclusivos.
As tecnologias digitais trazem contribuições importantes para a otimização dos processos administrativos e pedagógicos na gestão escolar. Sistemas têm sido incluídos para organizar tarefas e aprimorar a eficiência, promovendo maior transparência e colaboração na equipe. Essas ferramentas facilitam a organização de projetos, permitindo ajustes em tempo real e elevando a produtividade das equipes (Ticon et al., 2024).
Contudo, apesar dos benefícios, essa abordagem tecnológica pode, paradoxalmente, limitar a participação e a colaboração no ambiente escolar. Mesmo com a crescente disponibilidade de recursos tecnológicos, muitos gestores ainda enfrentam desafios na capacitação para utilizá-los de forma eficiente e estratégica. Silva e Coutinho (2025) identificam que essa lacuna no preparo impede a inclusão eficaz das tecnologias e a maximização de seu potencial para melhorar a qualidade do ensino. Pesquisas atuais indicam que, sem uma formação contínua alinhada às demandas atuais, é difícil promover práticas inovadoras e integradas com as tecnologias digitais. Isso reforça a necessidade de um investimento mais robusto por parte dos órgãos competentes, tanto na oferta de programas de capacitação quanto na avaliação do impacto dessas iniciativas nas escolas (Silva e Coutinho, 2025).
Silva e Costa (2024) corroboram esse cenário, destacando que muitos gestores carecem da formação técnica necessária para utilizar ferramentas digitais eficientemente, o que compromete a efetividade da gestão escolar. A falta de conhecimento sobre as tecnologias disponíveis e sua integração estratégica no dia a dia escolar dificulta a implementação bem-sucedida de sistemas de gestão escolar.
A resistência cultural à mudança por parte da gestão escolar e dos professores não pode ser ignorada. Frequentemente, a insegurança e o desconhecimento no uso das tecnologias, decorrentes de falhas na formação, perpetuam práticas tradicionais. Freitas (2019) ressalta que a formação deve combinar aspectos técnicos e metodológicos, sendo essencial para que o potencial das tecnologias digitais seja plenamente explorado no ambiente escolar.
A resistência ao novo modelo de gestão escolar baseado em tecnologias digitais pode ser uma resposta natural à mudança, mas também está ligada à ausência de uma cultura digital consolidada nas escolas. Teles e Lima (2024) afirmam que para uma implementação tecnológica bem-sucedida, é necessário um esforço contínuo para superar essa resistência, por meio de programas de sensibilização, formação e o engajamento de toda a comunidade escolar. Para o gestor, a falta de capacitação específica representa um obstáculo significativo para a integração eficaz dos recursos digitais, especialmente no alinhamento dessas ferramentas às demandas pedagógicas e aos objetivos de ensino.
A incorporação de tecnologias digitais na gestão escolar otimiza a alocação de recursos e capacita os gestores a tomar decisões baseadas em dados. Conforme Teles e Lima (2024), o acesso em tempo real os dados de desempenho de alunos, finanças e recursos permite que os gestores tomem decisões mais assertivas, direcionando investimentos e ações pedagógicas de forma eficaz. A análise desses dados digitais também aponta áreas para aprimoramento, viabilizando ajustes rápidos e eficientes.
Além dos benefícios administrativos, as ferramentas digitais são cruciais para a personalização da aprendizagem e o monitoramento contínuo do desempenho dos alunos. Silva, Bilessimo e Machado (2021) destacam que essas ferramentas facilitam o acompanhamento individualizado, permitindo que gestores e professores identifiquem necessidades específicas e ofereçam suporte personalizado. Plataformas de avaliação e sistemas de monitoramento digital possibilitam acompanhar o progresso do aluno de perto, facilitando intervenções pedagógicas quando necessário. Teles e Lima (2024) enfatizam que esse acompanhamento detalhado contribui para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem, promovendo a melhoria contínua da educação. Assim, o uso de ferramentas digitais na gestão escolar não só aprimora a administração, mas também beneficia diretamente a qualidade do ensino e o desenvolvimento dos estudantes.
No que tange às políticas públicas, elas têm desempenhado um papel crucial na promoção da inclusão digital nas escolas brasileiras, com as tecnologias digitais no cerne desse avanço. Iniciativas como já mencionada no Programa de Inovação Educação Conectada (2017) exemplificam esse esforço, investindo em infraestrutura e conectividade, especialmente em áreas remotas. No entanto, a efetividade dessas iniciativas ainda enfrenta desafios como a manutenção dos equipamentos e a capacitação dos profissionais para um uso eficiente.
Programa de Inovação Educação Conectada (PIEC), criado em 2017, é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que visa universalizar o acesso à internet de alta velocidade e promover o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica pública. O programa busca transformar o ambiente escolar em um espaço preparado para a conectividade e oferecer aos alunos e professores novas oportunidades de aprendizado com o uso de recursos digitais (Brasil, 2017).
O PIEC atua em diversas frentes, como: Infraestrutura (apoio à instalação e melhoria da conectividade), Recursos Educacionais (disponibilização de recursos digitais e ferramentas para uso pedagógico), Formação de Professores (cursos e atividades sobre o uso de tecnologias digitais) e Parceria com as Redes de Ensino (colaboração para inclusão do programa em todo o país). Sua importância reside em preparar os alunos para o futuro, melhorar a qualidade da educação (tornando o aprendizado mais dinâmico, interativo e personalizado) e reduzir desigualdades (Brasil, 2020).
Apesar dos progressos na distribuição de dispositivos e na expansão da conectividade, desigualdades regionais persistem e comprometem a equidade no acesso à tecnologia. Heinsfeld (2020) aponta que a falta de internet de qualidade e a escassez de energia elétrica adequada em certas localidades dificultam o uso pleno das ferramentas digitais, perpetuando as disparidades educacionais. A pesquisa também reitera a necessidade de regulamentar o uso responsável das tecnologias para garantir a segurança e a privacidade dos dados de estudantes e educadores. Cordeiro e Bonilla (2020) destacam a indispensabilidade de diretrizes claras e alinhadas às legislações vigentes, assegurando uma transformação digital ética e inclusiva.
Ferramentas digitais possuem o potencial de aperfeiçoar práticas administrativas e pedagógicas, elevando a eficiência e a transparência. Contudo, os desafios estruturais e culturais identificados evidenciam que a integração tecnológica exige um planejamento estratégico robusto e investimentos consistentes. A resistência cultural à mudança não deve ser subestimada; é fundamental fomentar uma cultura de inovação que encoraje gestores e professores a adotarem novas tecnologias com confiança e proatividade. Estratégias como workshops práticos, campanhas de conscientização e programas de mentoria podem ser eficazes para superar essas barreiras.
Em última análise, os achados sublinham que a transformação digital transcende a esfera tecnológica, abrangendo dimensões sociais e culturais. Para um impacto positivo e sustentável, é imperativo que todos os envolvidos — governo, escolas, professores, alunos e comunidade — trabalhem de forma colaborativa. Esse esforço conjunto é essencial para construir um ambiente educacional mais inclusivo, inovador e preparado para os desafios do século XXI.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A análise realizada demonstrou que as questões de gestão escolar são tão antigas quanto a história do Brasil, estando sempre subordinada a contextos governamentais, do Brasil Colônia à atualidade, com tímidos progressos em relação à tomada de decisões que são destinadas ao gestor, embora todo o movimento de gestão democrática ocorrido no país.
Há que se pontuar que os anos de 1970 e 1980 inauguraram movimentos em favor da democratização da sociedade, da gestão democrática da educação, acolhida pela Constituição Federal do Brasil de 1988 com a promulgação da LDBEN, em 1996, trazendo a base legal filosófica e o termo comunidade escolar composto por todos os atores da educação e que estes pudessem participar nas decisões para a educação, rompendo com o modelo centralizador e autoritário que predominava anteriormente.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996 (Lei nº 9.394/96); organiza a educação brasileira e, nela, a gestão democrática é explicitada como um dos princípios norteadores do ensino público.
Sobre a gestão escolar e as tecnologias digitais percebe-se que estas caminham a passos lentos, revestidos de desafios provenientes, desde lacunas na formação dos gestores e professores, passando pelos problemas do cenário brasileiro trazidos pela desigualdade social, atingindo não somente o estudante em termos de impossibilidade de recursos para aquisição de equipamentos, como celulares, computadores e internet, como a fragilidade dos componentes geradores de ineficaz energia elétrica ou até mesmo ausência desta, em lugares periféricos ou comunidades rurais.
Há que destacar que programa como o; “Programa de Inovação Educação Conectada”, sobretudo, em áreas remotas vem contribuindo com a expansão da gestão da tecnologia digital, embora ainda enfrente desafios como visto; voltados à manutenção dos equipamentos e a capacitação dos profissionais para um uso eficiente.
Entretanto, é fato que gestores empenhados e abertos às tecnologias digitais reconhecem benefícios das tecnologias digitais destacando que essas ferramentas facilitam o acompanhamento individualizado, permitindo que gestores e professores identifiquem necessidades específicas e ofereçam suporte personalizado.
A realidade brasileira, marcada por profundas desigualdades regionais e socioeconômicas, demanda estratégias que articulem as esferas federal, estadual e municipal na construção de uma rede de proteção social capaz de atender às necessidades diversas da população. Desse modo, é fundamental que as políticas públicas avancem no sentido da integração e da territorialização para que se tornem efetivas na promoção da cidadania na velhice.
A efetividade dos programas de inclusão tecnologia digital depende da existência de serviços bem estruturados, da qualificação contínua dos profissionais e da garantia de participação social da própria comunidade escolar na formulação, execução e avaliação das políticas.
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