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Resumo
INTRODUÇÃO
O ensino é uma profissão que requer não apenas conhecimento técnico e pedagógico, mas também um investimento emocional significativo. Os professores lidam com muitos desafios do dia a dia além do currículo, exigindo controle do corpo e da emoção, expressão e mediação. Tardif (2014) afirma que ensinar é uma forma complexa de trabalho porque tem múltiplas e entrelaçadas dimensões: intelectual, relacional, afetiva e ética, que estão interligadas na vida escolar. Dentro desse quadro, as emoções não são secundárias ou individualistas; elas são parte integrante da prática educacional.
Um estudo realizado por Zembylas (2021) argumenta que os contextos sociais e institucionais moldam as emoções dos professores dentro de uma relação abrangente com dinâmicas de poder. Portanto, entender como os professores experienciam, expressam e regulam emoções é fundamental para melhorar o bem-estar do professor enquanto aprimora a qualidade do engajamento pedagógico. Além disso, regular as emoções é vital para a saúde mental, sugerem alguns estudiosos.
Estudos mais recentes conduzidos por Nunes et al. (2020) revelam que a dificuldade em gerenciar o estresse, juntamente com altas demandas emocionais, resulta em doenças psicológicas, como a síndrome de burnout, que impacta diretamente o desempenho profissional e o ambiente escolar.
A reflexão sobre a mediação emocional na prática do ensino revela um docente que sente, sofre, reage e aprende em meio às suas experiências emocionais. Esse tipo de investigação não é um exercício qualquer de empatia, mas sim um esforço que serve para elaborar políticas de formação e valorização profissional que respeitem a totalidade do ser docente.
A DOCÊNCIA COMO PRÁTICA COMPLEXA
A docência, longe de se restringir à simples transmissão de conteúdos, configura-se como uma prática profissional complexa, situada em uma rede de relações sociais, institucionais e afetivas que influenciam diretamente a atuação do professor. Esse exercício profissional exige habilidades técnicas, sensibilidade relacional, tomada de decisões rápidas e constantes, além de um equilíbrio entre razão e emoção. Envolver-se com o ensino é, portanto, lidar com múltiplas dimensões simultâneas, cognitivas, éticas, políticas e, especialmente, emocionais.
Segundo Tardif (2014), os saberes docentes são historicamente construídos no cruzamento entre a formação acadêmica, a experiência pessoal e a prática profissional cotidiana. Essa multiplicidade de fontes revela que o ato de ensinar não é neutro, tampouco objetivo, mas profundamente situado em contextos históricos e humanos. O professor precisa articular saberes diversos e responder a demandas cada vez mais heterogêneas, o que exige constante reflexão, criatividade e adaptabilidade.
A complexidade da docência também se evidencia no fato de que o trabalho pedagógico se realiza em contextos dinâmicos, instáveis e, muitas vezes, adversos. Perrenoud (2000) argumenta que o professor moderno precisa desenvolver competências para agir em situações de incerteza, tomar decisões sob pressão, gerir conflitos e estabelecer relações pedagógicas significativas. Não se trata de um trabalho automatizado, mas de uma prática que envolve discernimento, sensibilidade e inteligência emocional.
Além disso, o cotidiano escolar é atravessado por uma série de pressões externas que afetam diretamente o desempenho e o bem-estar dos docentes. Políticas educacionais fragmentadas, imposições burocráticas, metas padronizadas, falta de infraestrutura, violência escolar e desvalorização profissional constituem fatores que impactam negativamente a motivação e a saúde mental dos professores (Esteve, 2010). Nesse cenário, o docente precisa não apenas ensinar, mas resistir, reconstruir-se e manter-se emocionalmente engajado com sua prática.
Para Nóvoa (2017), é imprescindível reconhecer o professor como um sujeito epistêmico, ético e emocional. A docência exige, além do domínio de conteúdos, uma profunda relação com o humano, com os desejos, medos, expectativas e histórias dos estudantes. Isso significa que ensinar também é um ato afetivo, permeado por emoções que tanto fortalecem quanto fragilizam o vínculo pedagógico. Ignorar esse aspecto seria reduzir a docência a um fazer técnico, desconsiderando sua verdadeira natureza.
Compreender a docência como uma prática complexa é assumir que ela está enraizada em processos subjetivos, relacionais e sociais. Trata-se de reconhecer que o fazer pedagógico é constantemente atravessado por afetos, valores, emoções e subjetividades que influenciam, e são influenciadas por condições de trabalho, a formação docente e a cultura escolar. Essa compreensão mais ampliada da docência permite valorizar o papel das emoções no cotidiano escolar, promovendo uma visão mais humanizada e integral do trabalho do professor.
A DIMENSÃO EMOCIONAL DA DOCÊNCIA
Durante muito tempo, a pedagogia tradicional manteve-se pautada por uma visão racionalista do processo de ensino-aprendizagem, na qual as emoções eram consideradas irrelevantes ou até mesmo prejudiciais à objetividade do trabalho docente. Essa concepção, enraizada no paradigma cartesiano da separação entre razão e emoção, contribuiu para a marginalização da dimensão afetiva nas práticas educacionais. No entanto, abordagens mais recentes da psicologia educacional e das ciências da educação vêm resgatando a centralidade das emoções na docência, compreendendo-as como componentes estruturantes da prática pedagógica.
Hargreaves (2000) foi um dos primeiros autores a destacar o papel das emoções no ensino, argumentando que os sentimentos dos professores afetam diretamente suas atitudes, decisões curriculares, interações com os alunos e até sua motivação para continuar na profissão. Ele define o ensino como uma prática “emocionalmente intensa”, onde o envolvimento afetivo pode tanto sustentar quanto fragilizar o compromisso pedagógico. Assim, as emoções não são apenas reações subjetivas, mas elementos que influenciam diretamente a qualidade do processo educativo.
Zembylas (2021) amplia esse entendimento ao afirmar que as emoções docentes são construídas socialmente e mediadas por discursos institucionais e culturais. Ou seja, os sentimentos não emergem apenas da experiência individual, mas estão entrelaçados com estruturas de poder, normas institucionais e expectativas socioculturais. A emoção, nesse sentido, torna-se um campo político. Professores aprendem, muitas vezes informalmente, quais emoções devem demonstrar ou esconder, o que pode gerar sofrimento e conflitos internos.
Outro aspecto relevante é a função pedagógica da afetividade. Antunes (2015) sustenta que vínculos afetivos positivos entre professores e alunos são fundamentais para a aprendizagem significativa. Em ambientes escolares marcados por empatia, escuta e respeito mútuo, os estudantes sentem-se mais motivados, seguros e engajados. Nesse sentido, o educador não deve suprimir suas emoções, mas compreendê-las e utilizá-las de forma intencional e construtiva para fortalecer o vínculo pedagógico.
A literatura contemporânea tem reforçado, portanto, a necessidade de inserir o desenvolvimento emocional na formação docente. Bisquerra (2012), referência internacional em educação emocional, defende que os educadores precisam ser preparados para reconhecer, nomear, expressar e regular suas emoções, de modo a promover o bem-estar individual e a saúde coletiva na escola. Essa competência não apenas favorece o equilíbrio psíquico do professor, mas contribui para a construção de ambientes educacionais mais humanos, cooperativos e democráticos.
Reconhecer a dimensão emocional da docência implica, portanto, ampliar o entendimento do trabalho pedagógico para além do domínio técnico e cognitivo. Significa compreender o professor como um ser integral, cuja atuação está atravessada por sentimentos, experiências e relações que precisam ser acolhidas, refletidas e valorizadas no cotidiano escolar.
MEDIAÇÃO E REGULAÇÃO EMOCIONAL NA PRÁTICA DOCENTE
A mediação e a regulação emocional constituem aspectos centrais do fazer docente, especialmente em contextos escolares marcados por desafios constantes, pressões institucionais e relações interpessoais intensas. O professor, nesse cenário, atua como mediador não apenas do conhecimento, mas também das emoções, suas e dos outros, sendo necessário desenvolver competências emocionais para lidar com situações complexas e, por vezes, emocionalmente desgastantes.
Mediação emocional, nesse contexto, refere-se à capacidade de reconhecer e interpretar as próprias emoções, compreender como elas afetam o comportamento profissional e adotar estratégias para expressá-las de maneira adequada. Segundo Goleman (2011), a inteligência emocional, que inclui habilidades como autoconsciência, autorregulação, empatia e habilidades sociais, é tão importante quanto a competência técnica para o sucesso profissional, especialmente nas profissões que envolvem relações humanas intensas, como a docência.
O modelo de competência socioemocional proposto pela CASEL (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning, 2020) oferece uma estrutura útil para compreender a mediação emocional no contexto educacional. As competências centrais incluem a autoconsciência, o autocontrole, a tomada de decisões responsáveis, as habilidades de relacionamento e a consciência social. Esses elementos, quando incorporados à prática docente, ajudam o professor a responder de maneira mais equilibrada a situações de conflito, frustração, ansiedade ou sobrecarga.
A regulação emocional, por sua vez, é fundamental em situações de alta demanda, como indisciplina em sala de aula, conflitos com colegas ou pais, avaliações externas e mudanças curriculares constantes. Gross (2015) define regulação emocional como o conjunto de processos conscientes e inconscientes que influenciam a experiência e a expressão emocional. Para o professor, regular suas emoções não significa reprimi-las, mas encontrar formas saudáveis de lidar com elas, transformando, por exemplo, o estresse em ação pedagógica planejada ou a frustração em escuta atenta.
Nunes et al. (2020) alertam para o fato de que a ausência de formação específica para o desenvolvimento emocional docente contribui para o aumento dos índices de adoecimento psíquico na profissão. Síndrome de burnout, ansiedade, depressão e desmotivação são frequentemente associadas à falta de suporte institucional e à invisibilização das emoções na prática profissional. A ausência de espaços de acolhimento e diálogo sobre os sentimentos vivenciados no ambiente escolar gera um ciclo de sofrimento silencioso e naturalizado.
Por outro lado, quando o professor é apoiado e estimulado a desenvolver sua inteligência emocional, os impactos são amplamente positivos. Oliveira e Lopes (2021) demonstram que docentes com maior competência socioemocional tendem a construir ambientes de aprendizagem mais afetivos, seguros e colaborativos, favorecendo não apenas o seu próprio bem-estar, mas também o desempenho e a saúde emocional dos alunos.
Diante disso, é urgente que as políticas de formação docente, tanto inicial quanto continuada, incluam a dimensão emocional como eixo estruturante. Programas de desenvolvimento profissional que incorporem práticas de educação emocional, como oficinas, grupos reflexivos, mentorias, acompanhamento psicológico e espaços de escuta, são fundamentais para a construção de um ambiente escolar mais saudável e humanizado. Reconhecer que o professor também sente, sofre, reage e se emociona é o primeiro passo para transformar a escola em um espaço verdadeiramente educador e empático.
METODOLOGIA
A presente pesquisa caracteriza-se como uma investigação de natureza bibliográfica, com abordagem qualitativa e caráter exploratório e descritivo. A opção por esse tipo de pesquisa justifica-se pela necessidade de aprofundamento teórico sobre a temática em foco, permitindo a análise crítica de produções acadêmicas previamente publicadas que tratam das emoções no contexto do trabalho docente, bem como das estratégias de mediação e regulação emocional adotadas pelos professores.
A coleta de dados foi realizada entre os meses de março e maio de 2025, por meio de buscas sistemáticas em bases de dados eletrônicas reconhecidas pela comunidade científica, como SciELO, Google Scholar, CAPES Periódicos, e ERIC. Tais bases foram escolhidas por sua credibilidade, abrangência e diversidade de publicações nas áreas da educação, psicologia educacional e formação docente.
Para compor o corpus da pesquisa, foram definidos descritores em português e inglês com o intuito de ampliar o escopo da busca e garantir a inclusão de materiais relevantes e atualizados. Entre os principais termos utilizados destacam-se: docência, emoções na educação, saúde emocional docente, mediação emocional, regulação emocional, formação de professores, bem-estar docente, educação emocional, burnout docente. A combinação entre os termos foi feita com o uso de operadores booleanos, sendo o operador AND utilizado para delimitar resultados com sobreposição de conceitos (por exemplo, “emoções AND docência”), e o operador OR empregado para agregar sinônimos e ampliar o número de registros pertinentes (por exemplo, “professor OR educador”).
Foram estabelecidos critérios de inclusão que orientaram a seleção dos materiais: publicações entre os anos de 2013 e 2024; textos completos e de acesso gratuito; estudos teóricos ou empíricos que abordassem, de forma direta, a dimensão emocional da prática docente; e publicações com revisão por pares. Em contrapartida, foram excluídos trabalhos com foco exclusivo em outras categorias profissionais que não os docentes, artigos que discutiam emoções sem relação direta com a prática educativa, textos opinativos ou sem rigor científico (como blogs, jornais ou revistas populares) e estudos duplicados nas diferentes bases consultadas.
A análise dos dados selecionados foi realizada por meio de uma abordagem qualitativa e interpretativa, utilizando os princípios da análise temática de conteúdo, conforme proposto por Bardin (2016). A leitura criteriosa do material permitiu a identificação de categorias recorrentes, como: afetividade e vínculo pedagógico; emoções como saberes da docência; estratégias de autorregulação emocional; impactos emocionais do trabalho docente; e a formação para competências socioemocionais. Essas categorias nortearam a organização e a interpretação dos achados, permitindo a construção de uma visão ampliada e crítica sobre o tema.
Com base nesse processo, buscou-se compreender o estado da arte sobre as emoções na docência, com ênfase na forma como os professores vivenciam, compreendem e regulam suas emoções no contexto escolar. A sistematização dos resultados também permitiu identificar lacunas, pontos de convergência e possíveis caminhos para investigações futuras, contribuindo para reflexões sobre políticas formativas e práticas pedagógicas que valorizem a dimensão emocional do trabalho docente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos estudos selecionados evidenciou que a dimensão emocional da docência tem ganhado reconhecimento como parte essencial da prática pedagógica. Os dados revelam que os professores enfrentam um cotidiano permeado por exigências emocionais intensas — desde a gestão da sala de aula até o enfrentamento de pressões institucionais e sociais. A forma como essas emoções são percebidas, expressas e reguladas impacta diretamente o bem-estar do docente, a qualidade das relações pedagógicas e o ambiente escolar como um todo.
Autores como Hargreaves (2000) e Zembylas (2021) apontam que o ensino é uma prática afetiva por natureza, e que a ausência de preparo emocional pode levar ao desgaste profissional e ao adoecimento psíquico. Essa perspectiva é reforçada por Antunes (2015), que defende a afetividade como elemento estruturante da aprendizagem.
Tabela 01 – Dimensões emocionais da prática docente.

Fonte: Elaborado pela autora (2025)
Além disso, os estudos mostram que a mediação emocional é uma estratégia essencial para lidar com os desafios da profissão. Professores que desenvolvem competências como empatia, autoconsciência e autorregulação tendem a enfrentar os conflitos escolares com mais equilíbrio. Essa ideia é sustentada por autores como Bisquerra (2012), Goleman (2011) e Gross (2015), que destacam a importância da inteligência emocional na construção de ambientes educacionais saudáveis.
Tabela 02 – Competências socioemocionais no exercício docente

Fonte: Elaborado pela autora (2025)
Apesar da relevância dessas competências, a maioria das formações docentes ainda negligencia a dimensão emocional. Os currículos continuam centrados em conteúdos técnicos, deixando de lado aspectos subjetivos e afetivos da profissão. Oliveira e Lopes (2021) apontam que a ausência de espaços formativos voltados à educação emocional contribui para o adoecimento e a desmotivação dos professores.
Outro ponto recorrente nos estudos é a necessidade de políticas institucionais que reconheçam a saúde emocional do professor como prioridade. A criação de espaços de escuta, acolhimento e formação continuada aparece como uma demanda urgente. Nóvoa (2017) e Perrenoud (2000) defendem que valorizar o aspecto humano da docência é essencial para transformar a escola em um espaço mais colaborativo e respeitoso.
Tabela 03 – Propostas institucionais para o cuidado emocional docente

Fonte: Elaborado pela autora (2025)
Por fim, a análise revelou uma lacuna importante na produção científica: faltam estudos empíricos que investiguem práticas concretas de mediação emocional no cotidiano escolar. Embora o debate teórico esteja em expansão, ainda são escassas as evidências sistematizadas sobre os impactos de programas formativos voltados à inteligência emocional e ao bem-estar docente. Isso indica a necessidade de ampliar as investigações nesse campo, com foco em experiências práticas e resultados mensuráveis.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente pesquisa permitiu constatar que a docência é uma prática complexa e intensamente atravessada por dimensões emocionais, que influenciam diretamente a qualidade da experiência educativa. As emoções dos professores não são elementos periféricos ou individuais, mas fenômenos sociais, culturais e institucionais, que precisam ser compreendidos à luz de suas interações com o ambiente escolar e as estruturas de poder que o constituem.
Ao investigar o papel da mediação emocional na prática docente, ficou evidente que o desenvolvimento de competências emocionais é um fator crucial para o bem-estar profissional e para a construção de vínculos pedagógicos mais humanos e significativos. A ausência de formação adequada para lidar com essas questões contribui para o sofrimento emocional, a desvalorização do trabalho docente e o comprometimento do processo educativo como um todo.
Assim, conclui-se que é urgente repensar as políticas de formação inicial e continuada, incorporando a dimensão emocional como parte integrante e indissociável do fazer pedagógico. Programas que promovam o autoconhecimento, o cuidado de si e a construção de ambientes escolares mais empáticos e acolhedores são indispensáveis para fortalecer o papel do professor como sujeito ativo, ético, reflexivo e emocional.
Além disso, recomenda-se que novas pesquisas, especialmente de cunho empírico, sejam realizadas, investigando práticas de mediação emocional no chão da escola, bem como os efeitos dessas práticas sobre a saúde dos docentes e os resultados educacionais. Somente a partir do reconhecimento pleno da complexidade humana que constitui o ato de ensinar será possível construir uma educação verdadeiramente transformadora, sensível e comprometida com o desenvolvimento integral de todos os envolvidos.
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