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Resumo
INTRODUÇÃO
O presente artigo irá abordar a importância da liderança no processo de gestão pública. Como o gestor realmente transmite confiança para seus funcionários em relação à figura de líder que deve possuir e como beneficiar a qualidade do trabalho.
O objetivo do artigo é mostrar quais são os benefícios que um processo de gestão pública possui quando possui um líder nato. Como a motivação dos profissionais que estão à sua volta, bem como uma participação muito maior por parte da população.
A metodologia usada para a realização do presente artigo foi à pesquisa de cunho bibliográfica, sendo que diversas pesquisas foram realizadas em publicações e obras de autores renomados e que muito contribuíram com o desenvolvimento do mesmo.
A justificativa usada para a escolha do presente tema foi à necessidade de se ressaltar a importância que a liderança possui, isso por que o modelo de gestão pública sofre com uma série de interesses que, nem sempre são voltados para a população.
O artigo foi dividido em duas partes, sendo que a primeira fala sobre os aspectos positivos de haver diversas lideranças na gestão pública, o que um líder pode representar para a qualidade de vida da população, e o segundo fala sobre os problemas existentes quando um gestor público não é um líder nato, como os contrastes sociais e até mesmo a corrupção, que é um problema crônico.
O artigo irá contribuir para que as pessoas passem a visualizar um pouco mais a importância da liderança no modelo de gestão pública, e como se trata de uma necessidade de se conhecer o perfil dos candidatos ao cargo de gestor público.
Nas considerações finais, o artigo mostra como é importante que haja mais pessoas preparadas para ocuparem o cargo de gestores públicos, ou, pelo menos trabalharem em conjunto com esse profissional, sempre com o intuito de beneficiar a sociedade e acabar com os abismos existentes que abalam a estrutura social existente.
DESENVOLVIMENTO
Quando se fala em gestão pública, a primeira coisa que muitas pessoas pensam é justamente na figura do gestor, assim como, o importante papel que esse profissional escolhido pela população possui para a sociedade (Cunha, 2010).
Porém, também é preciso analisar que se trata de um modelo onde não se pode ser realizado por uma única pessoa, por essa razão, na grande maioria dos casos, se não em todos, os gestores sempre possuem uma equipe para o seu auxílio.
Relacionada com poder, a palavra chefia também é vista com certas reservas, sendo sempre associada com imposição e superioridade, ao passo que o líder é tido como aquele que consegue entender a vontade e o desejo da maioria e traduzi-la numa linguagem aceitável por todos, para, a partir daí, conduzir o grupo a concretização desses desejos independentemente de sua própria vontade e interesse.
De acordo com Caetano (2007) essa liderança é importante por fazer com que os demais profissionais que estão inseridos em um mesmo contexto, também realizem o trabalho com a mesma qualidade, o que se mostrará em benefícios para a população, para o modo de vida de todos.
As gestões públicas atualmente vêm deixando de serem autoritárias, e isso é muito importante de ser especificado, uma vez que, rompe-se com uma cultura onde um gestor administra de maneira imperial, hoje, um número muito mais elevado de pessoas participam desse processo tão importante para a qualidade de vida da população (Corbari, 2004. p. 81).
Essas pessoas que são contratadas ou escolhidas pelos gestores são responsáveis também pela administração, em outras palavras, também são fundamentais para o futuro da sociedade, ou seja, são uma extensão do processo de gestão.
O mais importante é que liderança não pode ser sinônimo de pressão, cobranças desmedidas, perseguição e muito menos assédios, e sim, uma extensão do processo de coordenação, algo que mostra a necessidade de desenvolvimento.
Por esse motivo, as lideranças que os gestores possuem precisam estar em acordo com o nível de desempenho que cada função possui, ou seja, é fundamental que exista uma série de pré-requisitos básicos para a formação ou mesmo a contratação de pessoas (Marini, 2004).
A gestão pública pautada em uma liderança que beneficie a população possui alguns fatores que precisam ser levados em consideração, com destaque para a emergencial necessidade em haver troca de informações e um bom planejamento.
Segundo a concepção de Hunter (2006) a troca de informações é fundamental entre todas as lideranças que um administrador possui, isso devido à complexidade que existe no processo de administração, existindo uma série de setores que necessitam estar trabalhando de maneira harmônica e eficaz
Isso é, a liderança precisa ser exatamente a mesma em todos os lugares, uma mesma filosofia de trabalho, de forma que a população entenda muito bem seu funcionamento e adapte-se a ela de uma maneira mais rápida, apresentando melhores resultados.
Com isso, é comum que as pessoas que são escolhidas pelos gestores para ocuparem cargos estratégicos, mantenham fiéis às propostas escolhidas a adotas por cada administrar, para que esse tempo em que as reuniões deveriam acontecer, e que não acontecem não prejudiquem a qualidade da administração (Martins, 1997. p. 110).
A liderança, porém, não pode ocorrer sem planejamento, aliás, gestão alguma consegue ser realmente eficaz sem um bom planejamento, para isso, no entanto, é preciso que se conheça as principais necessidades e dificuldades que cada localidade pertencente à administração possui.
Cada profissional que possui um cargo em que desfruta de certo tipo de liderança, deve fazer com que seus setores realmente trabalhem de maneira a desenvolver a máquina administrativa, um trabalho extremamente importante para o futuro da sociedade (Oliveira, 2010).
É justamente essa cobrança que é realizada pelos profissionais escolhidos pelos gestores é que garantem que os servidores públicos continuarão trabalhando em alto nível, elevando os benefícios para a qualidade de vida das pessoas.
A liderança em uma mesma figura apenas limita muito a eficácia do trabalho, por exemplo, um prefeito de uma grande cidade nem mesmo consegue conhecer todas as dificuldades que a mesma possui, por esse motivo, não consegue idealizar um bom planejamento.
O ideal é que o administrador público saiba escolher com coesão os profissionais que estarão acompanhando o modelo de gestão, e que ocuparão um cargo de liderança junto há um dos setores que serão administrados, e que também são cobrados de maneira muito vigorosa por parte da população (Bennis, 2020).
O que acontece é que existem muitos gestores que não possuem essa preocupação, porém, liderança em relação ao processo de gestão pública deve ser sinônimo de conhecimento, de experiência, isso é algo muito importante e que deve ocorrer em todos os lugares.
A liderança compartilhada por um grupo de pessoas, faz com que o alcance do gestor seja algo muito maior, tendo um número de profissionais em seu auxílio, que lhes passe todas as dificuldades existentes, enriquecendo a qualidade do trabalho e também a solução dos diversos problemas existentes.
Segundo Ouimet (2002) também é importante que o gestor esteja em acordo de ouvir cada um de seus representantes, ou seja, que estejam flexíveis em relação às mudanças existentes, esse é o principal benefício que a liderança formada por um grupo de pessoas.
Claro que existem pessoas que irão se queixar desse modelo de administração, até porque existem profissionais que já ocupam cargos importantes, porém, as pessoas nem sempre conhecem as atribuições que cada um dos funcionários públicos possui.
É o que acontece com a figura dos vereadores, que são imensamente cobradas pela população, algo que por sinal é completamente compreensível, no entanto, esses profissionais apenas devem se preocupar em fiscalizar as ações realizadas pelos gestores, se as mesmas condizem com os custos e necessidades que cada localidade apresenta.
Claro que existem os vereadores da parte aliada, ou seja, que trabalham com os mesmos interesses que os gestores, e que também são verdadeiras lideranças nesse sentido, e que também podem realizar um trabalho de qualidade nesse sentido, no entanto, essa não é a função principal desses servidores públicos (Stéfano, 2004. p. 74).
Um gestor que trabalha tendo uma forte liderança sobre as pessoas que estão a sua volta também é importante no ponto de vista motivacional, estimulando os que estão a sua volta como sendo engrenagens importantes nesse processo tão importante e que impacta tanto a vida das pessoas quanto a gestão pública.
É preciso que a pessoa tenha personalidade para que seja considerada como um verdadeiro líder, e que saiba como cobrar de maneira correta, responsável a todos os que estão à sua volta, uma qualidade que poucas pessoas reparam, mas, que possui uma importância ímpar nesse sentido.
Por essa razão, as pessoas antes de escolherem quem será o seu representante no processo de gestão pública, independentemente da esfera, devem analisar a figura de cada pessoa, e saber se, de fato, trata-se de um verdadeiro líder nato, e que irá beneficiar a todos os que estão dependendo deste profissional para conquistarem uma vida melhor (Bergamini, 1994).
Nesse sentido, é fundamental citar o fato de o gestor não dever apenas ser mais uma pessoa que apenas dá ordens aos demais funcionários, mas uma pessoa que sabe como se articular com os demais, que busca ampliar o seu conhecimento ouvindo os demais que se encontram a sua volta
Segundo Diniz (2004), a comunicação entre administradores e colaboradores, facilitam e fazem toda a diferença no sucesso organizacional, comunicar e estimular paixão pela missão da organização, é um dos grandes papéis dos administradores do século XXI.
Como se trata de um processo extremamente complexo o trabalho do gestor público, o mínimo que se espera é que, esse representante da população entenda as dificuldades que terá pela frente, conte com o apoio da população, e acima de tudo, saiba realmente o que é ser um líder nato, que coloque os interesses da comunidade a frente dos seus (Saraiva Silva, 2002).
Muitas organizações públicas não contam com essa sensibilidade, ou seja, de ampliar o leque de informações que os funcionários realmente desejam, fazendo apenas com que os mesmos busquem uma produção maior a cada dia
O fato é que os funcionários possuem sim o desejo de serem um pouco mais participativos, fazendo um diferencial a mais para o sucesso da organização, contudo, poucos são os gestores que sabem valorizar esse tipo de atitude
Em outras palavras, o gerenciamento que as organizações públicas vêm adotando, ou pelo menos deveriam, é de uma gestão mais humanística, com a troca de experiências e de informações, e onde todos os colaboradores possuem seu viés de importância
Quando um gestor público não possui liderança da maneira como dever ser, ou seja, de acordo com a ordem natural desse processo, a sociedade pode se ver extremamente prejudicada, isso por que se trata de uma qualidade fundamental para as pessoas que irão ocupar esse cargo de importância tão elevada (Cavalcanti, 2006. p. 101).
Existe na administração pública uma série de interesses, pessoas que estão em busca de algum tipo de benefício, ou para si, ou mesmo para sua empresa, por esse motivo, existe grande pressão sobre os ombros dos gestores públicos.
Para Cavalcanti (2006) se todos os gestores realmente fossem pessoas de personalidade, ou seja, verdadeiros líderes, não haveria tantos contrastes sociais existentes, algo que, inclusive, já deveria ter ficado no passado, mas, que infelizmente, continua existindo.
Para Blanchard (2007), os líderes podem usar as novas idéias, que vem em forma de informação, como fonte de energia, encorajando o diálogo aberto sobre as mais diversas questões para o melhor andamento da organização e com o relacionamento entre colegas.
É preciso que os gestores tenham a coragem de tomar as decisões certas, mesmo que isso faça com que algum setor, classe ou mesmo grupo de pessoas venham a ser prejudicadas, o mais importante é que se corrijam os problemas existentes (Saraiva Neto, 2002).
Não é somente as pessoas que detém o capital que tentam influenciar a todo o custo a figura do gestor público, as diversas classes existentes também sempre buscam o melhor para si, isso claro, de acordo com os seus interesses, sendo que um gestor que realmente possui uma forte liderança, sabe como atender de maneira correta aos desejos de todos, sempre buscando beneficiar o bem comum.
É de fundamental importância que os gestores passem a se preocupar em ter uma representatividade maior junto à população, algo que nem de longe acontece na atualidade, um administrador que realmente possui uma postura eficaz em relação à liderança, não chega a ser sentido pelos populares sobre a sua falta, uma vez que, as pessoas que estão a sua volta trabalham de maneira que supram sua ausência (Cunha, 2010).
Uma das principais dificuldades existentes em relação ao processo de gestão é a motivação dos servidores públicos, e também, as disputas que existem entre os mais diversos tipos de cargos existentes, o que fica ainda mais nítido quando se trata de um modelo de gestão compartilhada, onde o gestor possui uma série de representantes.
Isso por que essas pessoas que trabalham como cargos comissionados nem sempre sabem como se relacionar com quem está ao seu redor, em outras palavras, não conhecem a metodologia do trabalho, e por vezes, cobram de uma maneira desmedida os servidores públicos definitivos, havendo uma série de atritos nesse sentido (Moreira Neto, 2020. p. 73).
De acordo com Junquilho (2000) quando o gestor não é um líder no sentido literal da figura, não sabe como controlar esse tipo de situação, e muitas vezes fica ao lado dos funcionários que ele mesmo contratou, o que apenas aumenta ainda mais a insatisfação por parte desses servidores definitivos.
É de fundamental importância que haja um mínimo de neutralidade por parte dos gestores públicos, esse é um pré-requisito fundamental para o sucesso de seu modelo de gestão, e algo que deve sempre ser levado em consideração.
Comprometimento também tem relevância, pois é uma relação forte entre um indivíduo identificado e envolvido com uma organização, e pode ser caracterizado por três fatores: estar disposto em exercer um esforço considerável em benefício da organização; a crença e a aceitação dos valores e objetivos da organização e um forte desejo de se manter como membro da organização (Medeiros, 2020, p. 24).
Atualmente, como muitos municípios brasileiros vêm enfrentando problemas de cunho financeiro, estão aparecendo os mais diversos tipos de blocos municipais, justamente para aliviar os cofres públicos e melhorar a qualidade do processo de gestão, no entanto, sem liderança, nunca o município do gestor será atendido realmente da maneira como necessita.
Ainda de acordo com Junquilho (2000) é sempre muito importante que o gestor público se lembre que o mais importante é o que ele decidir, e que não deve se preocupar com o que os outros falam ou mesmo tentam impor, se foi escolhido pela população, esse administrador reúne condições para a realização de um trabalho de qualidade, algo fundamental na vida em sociedade, e para se minimizar os efeitos dos imensos contrastes sociais existentes na atualidade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente artigo procurou demonstrar como a liderança é um requisito fundamental para qualquer processo de gestão que possa ser considerado como qualificado, que vise realmente contribuir com benefícios para toda a população.
A figura do líder atualmente mudou muito e isso realmente tem sido um grande ganho para a humanidade, uma vez que, as figuras de pessoas que não aceitam as opiniões dos outros, que agem com falta de decoro e não pensam no bem comum estão, cada vez mais, ficando presas num passado e não mais aparecendo.
A liderança é fundamental por uma série de fatores no processo de gestão pública, como é o caso da motivação em relação aos servidores públicos, que com o tempo vão desanimando com a mesma rotina sempre, e também para mostrar que, de fato todos os profissionais são monitorados, o que denota a importância de todos, sem exceção.
Um planejamento bem realizado e interação entre os membros de uma equipe representam estratégias fundamentais para um modelo de gestão pública, pautados na liderança, isso quer dizer que, um administrador público deve ter tempo para se reunirem com os seus profissionais, e também traçarem metas e etapas a serem cumpridas, algo que ira tornar o trabalho mais qualificado.
O artigo citou a importância de o gestor ser líder perante uma equipe, isso é fundamental para o desenvolvimento de um modelo eficaz de gestão pública, isso por que esse profissional não pode estar em todos os lugares, muito menos em municípios de grande porte, de maneira que, uma liderança, que é o administrador público deve ser a principal, mas, deve ter outras abaixo dele que mostram como existe uma metodologia de trabalho que precisa ser conhecido por todos.
Quando o gestor não possui o espírito de liderança, os problemas em sua gestão se mostram contundentes, isso por que muitas pessoas pressionam, existe o jogo de interesses e o administrador não sabe o que realmente necessita fazer para que seu trabalho realmente vise beneficiar a população.
De maneira que, quando as pessoas não conseguem visualizar liderança no candidato a gestor público, esse realmente não merece uma oportunidade de ocupar um cargo de importância tão grande, e que faz a diferença á favor da sociedade.
Liderança no processo de gestão pública é um dos principais motivadores para que as coisas ocorram da maneira certa, em outras palavras, que haja planejamento, diálogo, metas a serem cumpridas, e que o gestor público sempre se lembre bem de ajudar as pessoas da maneira como as mesmas merecem, principalmente trabalhando em prol do bem comum e da coletividade, deixando de lado interesses pessoais, ou pressão de pessoas que detém um grande capital, ou seja, o tão negativo controle governamental por parte de empresários.
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