A música e o lúdico na educação infantil: Estratégias para o desenvolvimento integral.

MUSIC AND PLAYFULNESS IN EARLY CHILDHOOD EDUCATION: STRATEGIES FOR HOLISTIC DEVELOPMENT

LA MÚSICA Y LO LÚDICO EN LA EDUCACIÓN INFANTIL: ESTRATEGIAS PARA EL DESARROLLO INTEGRAL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/F4C864

DOI

doi.org/10.63391/F4C864

Morais, Márcio Dantas . A música e o lúdico na educação infantil: Estratégias para o desenvolvimento integral.. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo investiga a integração entre música, ludicidade e afetividade na Educação Infantil como eixo promotor do desenvolvimento integral da criança. Baseando-se em referenciais teóricos como Brito (2019) e Gainza (2017), discute como práticas musicais lúdicas potencializam habilidades cognitivas, socioemocionais, linguísticas e motoras, articulando-se às dimensões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A análise enfatiza a escuta ativa, o brincar musicalizado e a curadoria de repertórios como estratégias pedagógicas intencionais, capazes de estimular a criatividade, a cooperação e a expressão infantil. Além disso, ressalta o papel do educador como mediador afetivo, construindo ambientes que equilibrem liberdade e orientação. Conclui-se que a sinergia entre música, jogo e vínculos afetivos transforma processos de aprendizagem, exigindo formação docente sensível e espaços educativos que priorizem a experimentação e as interações significativas. O estudo reforça a urgência de políticas públicas que valorizem a arte e o lúdico como pilares da Educação Infantil.
Palavras-chave
educação musical; desenvolvimento infantil; ludicidade; afetividade; práticas pedagógicas.

Summary

This article examines the integration of music, playfulness, and affectivity in Early Childhood Education as a driving force for children’s holistic development. Grounded in theoretical frameworks such as Brito (2019) and Gainza (2017), it discusses how playful musical activities enhance cognitive, socioemotional, linguistic, and motor skills, aligning with the dimensions of the National Common Curricular Base (BNCC). The analysis highlights active listening, musical play, and intentional repertoire selection as pedagogical strategies that foster creativity, cooperation, and child expression. Additionally, it emphasizes the educator’s role as an affective mediator, creating environments that balance freedom and guidance. The study concludes that the synergy between music, play, and emotional bonds transforms learning processes, requiring sensitive teacher training and educational spaces that prioritize experimentation and meaningful interactions. It reinforces the urgency of public policies that value art and playfulness as foundational pillars of Early Childhood Education.
Keywords
music education; child development; playfulness; affectivity; pedagogical practices.

Resumen

Este artículo analiza la integración entre música, ludicidad y afectividad en la Educación Infantil como eje promotor del desarrollo integral del niño. Basándose en referentes teóricos como Brito (2019) y Gainza (2017), discute cómo las prácticas musicales lúdicas potencian habilidades cognitivas, socioemocionales, lingüísticas y motoras, articulándose con las dimensiones de la Base Nacional Común Curricular (BNCC). El análisis enfatiza la escucha activa, el juego musicalizado y la selección intencional de repertorios como estrategias pedagógicas capaces de estimular la creatividad, la cooperación y la expresión infantil. Además, destaca el rol del educador como mediador afectivo, construyendo ambientes que equilibren libertad y orientación. Se concluye que la sinergia entre música, juego y vínculos afectivos transforma los procesos de aprendizaje, exigiendo una formación docente sensible y espacios educativos que prioricen la experimentación e interacciones significativas. El estudio refuerza la urgencia de políticas públicas que valoren el arte y lo lúdico como pilares de la Educación Infantil.
Palavras-clave
educación musical; desarrollo infantil; lúdica; afectividad; prácticas pedagógicas.

INTRODUÇÃO

A música e o lúdico constituem elementos fundamentais no desenvolvimento infantil, atuando como poderosas ferramentas pedagógicas que integram cognição, emoção e movimento. Na Educação Infantil, essas linguagens transcendem seu caráter recreativo, assumindo um papel estruturante no processo de ensino-aprendizagem ao estimular a criatividade, a expressão individual e as interações sociais. Pesquisas recentes (Brito, 2019; Gainza, 2017) destacam que a experiência musical, quando associada a práticas lúdicas, potencializa não apenas o desenvolvimento de habilidades específicas – como linguagem, psicomotricidade e raciocínio lógico –, mas também fortalece a construção de vínculos afetivos e a formação de sujeitos mais sensíveis e reflexivos.  

Nesse contexto, a escuta ativa emerge como competência essencial, indo além da percepção sonora básica para se tornar um exercício de interpretação e significação do mundo (Brito, 2019). Paralelamente, as manifestações culturais populares – como parlendas, cantigas de roda e jogos rítmicos – revelam-se como estratégias eficazes para articular tradição e inovação no cotidiano escolar, promovendo a aquisição de conhecimentos de forma significativa e prazerosa.  

Este artigo tem como objetivo analisar como a integração entre música, ludicidade e afetividade na Educação Infantil pode favorecer o desenvolvimento integral das crianças, considerando suas dimensões cognitiva, social, emocional e física. Partindo de contribuições teóricas de autores como Brito (2019), Gainza (2017) e Almeida (2019), busca-se refletir sobre práticas pedagógicas que transformam o ambiente educacional em um espaço acolhedor, criativo e estimulante. A discussão enfatiza a importância da seleção intencional de repertórios musicais, da valorização da cultura infantil e da construção de ambientes que priorizem a escuta, o movimento e a livre expressão.  

Justifica-se esta pesquisa pela necessidade de se repensar estratégias educacionais que, em tempos de excesso de estímulos tecnológicos e aceleração do cotidiano, resgatem a potência das interações humanas e das linguagens artísticas como bases para uma aprendizagem significativa. Ao articular teoria e prática, espera-se contribuir para a reflexão sobre o papel da música e do lúdico na formação de crianças mais autônomas, críticas e sensíveis, capazes de interpretar e transformar sua realidade.

 

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA E DO LÚDICO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

A formação humana se constitui em dois eixos complementares: a aquisição de habilidades técnicas e o desenvolvimento das sensibilidades. Enquanto o primeiro fornece instrumentos para a vida prática, o segundo confere profundidade e significado à existência (Alves, 2015). Nesse contexto, a música e as atividades lúdicas emergem como ferramentas fundamentais para uma educação integral, especialmente nos primeiros anos de vida.

No campo pedagógico, o brincar é frequentemente associado à Educação Infantil, porém sua relevância ultrapassa essa fase. Trata-se de uma atividade intrínseca ao ser humano, marcada pela liberdade, prazer e espontaneidade, na qual a criança exerce sua autonomia ao decidir como, quando e com quem participar (Gainza, 2017). Além disso, o lúdico não se limita a jogos estruturados ou brinquedos industrializados, mas abarca experiências criativas que estimulam a socialização, a imaginação e a expressão individual. A escola, portanto, deve incorporar diferentes linguagens artísticas — como música, dança e teatro — não apenas como entretenimento, mas como meios de fomentar o pensamento crítico e a sensibilidade estética.

A música, em especial, configura-se como uma poderosa aliada no processo educativo, pois atua simultaneamente nas dimensões cognitiva, emocional e motora. Conforme Gainza (2017, p. 22), “o som, enquanto energia, mobiliza o indivíduo, desencadeando respostas físicas, emocionais e intelectuais”. Essa característica faz da musicalização uma prática essencial na primeira infância, facilitando não apenas a assimilação de conteúdos, mas também o desenvolvimento de habilidades sócio afetivas e comunicativas.

Paulo Freire (2019) reforça essa perspectiva ao defender uma educação dialógica, na qual o conhecimento se constrói a partir da reflexão crítica sobre a prática. Em Pedagogia da Autonomia, ele afirma que “é preciso transformar a curiosidade ingênua em curiosidade epistemológica” (Freire, 2019, p. 43). A música, nesse sentido, torna-se um veículo privilegiado para despertar o encantamento pelo aprender, estimulando a criatividade e a expressão pessoal.

O processo de musicalização na infância vai além do canto ou da execução instrumental; estrutura-se como uma linguagem que organiza o pensamento, fortalece a memória, a atenção e a disciplina, além de contribuir para o desenvolvimento psicomotor e linguístico. Como manifestação cultural universal, a música ainda permite a integração de saberes, valorizando a identidade e as tradições dos educandos. Ela também proporciona vivências significativas, nas quais a criança explora seu corpo, comunica emoções e interage com o meio, consolidando-se como um recurso pedagógico indispensável (Brasil, 2018).

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) destaca a importância de espaços e tempos dedicados à produção e apreciação artística, visando “estimular a sensibilidade, a criatividade e a expressão, permitindo que as crianças ressignifiquem a cultura e ampliem seus repertórios” (Brasil, 2018, p. 41). Nessa perspectiva, o professor deve promover atividades lúdico-musicais — como cantigas de roda, jogos rítmicos e danças — para enriquecer as experiências infantis, fortalecendo vínculos sociais e incentivando a cooperação.

O termo lúdico, originário do latim ludus (jogo), evoluiu de uma concepção restrita à recreação para um campo de estudo do desenvolvimento humano. Segundo Almeida (2019), a brincadeira é inerente à infância e, quando intencionalmente mediada, transforma-se em uma estratégia educativa poderosa, facilitando a construção de conhecimentos e habilidades.

       Desde os primeiros meses de vida, a música exerce influência no desenvolvimento infantil. Bebês, por exemplo, demonstram sensibilidade ao ritmo e à entonação vocal, elementos que favorecem a aquisição da linguagem. Com crianças maiores, a musicalidade contribui para a discriminação auditiva e a expressão sonora, o aprimoramento da fluência verbal e da articulação, o aumento da capacidade de concentração e a memorização. Essas competências são essenciais não apenas para a alfabetização, mas para o desenvolvimento cognitivo e social (Ferreira, 2020).

A BNCC (2018) ressalta a centralidade do corpo nas práticas pedagógicas da Educação Infantil, incentivando movimentos como engatinhar, pular, dançar e equilibrar-se, sempre permeados pela ludicidade. A música, nesse contexto, potencializa a exploração motora e a expressão corporal, além de fortalecer vínculos afetivos e grupais.

Uma educação musical significativa deve considerar o repertório cultural dos alunos, humanizando o processo de ensino e desenvolvendo dimensões cognitivas, emocionais e sociais (Ferreira, 2020). Para isso, o educador deve atuar como mediador, selecionando repertórios que dialoguem com a realidade dos discentes e promovam a autoria criativa.

Piaget (2021) destaca que a música sociabiliza, estimula o raciocínio e a coordenação neuromotora, além de auxiliar no desenvolvimento da linguagem. Brito (2019) complementa que a escolha criteriosa de canções — considerando letra, melodia e ritmo — amplia o universo cultural infantil, indo além do que é massificado pela mídia.

Com base no exposto, a musicalização e o lúdico são pilares fundamentais na Educação Infantil, pois integram emoção, cognição e movimento, favorecendo o desenvolvimento integral. A música, como linguagem universal e afetiva, não apenas enriquece o processo educativo, mas também humaniza as relações, transformando a escola em um espaço de alegria, criatividade e aprendizagem significativa.

A ESCUTA ATIVA E A INTEGRAÇÃO ENTRE MÚSICA, LUDICIDADE E AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Conforme destaca Brito (2019, p. 187), “aprender a escutar com concentração e disponibilidade constitui-se como elemento fundamental na formação de indivíduos sensíveis e reflexivos, aptos a perceber, sentir, relacionar, pensar e comunicar-se”. A autora ressalta que a exposição intencional ao universo sonoro – incluindo vozes humanas, sons corporais, ruídos naturais, mecânicos e musicais – possibilita às crianças desenvolverem uma escuta ativa, que transcende o simples ato fisiológico de ouvir, transformando-se em um processo cognitivo de compreensão e interpretação dos fenômenos sonoros.

A música e as atividades lúdicas estabelecem uma relação intrínseca com a dimensão afetiva, despertando emoções profundas e criando espaços seguros para a expressão infantil. Quando adequadamente integradas ao ambiente educacional, essas práticas favorecem a exploração emocional, a livre expressão e a construção de vínculos significativos com os pares e com o mundo circundante. A afetividade, nesse contexto, revela-se como pilar essencial do processo de aprendizagem, influenciando diretamente a motivação, o engajamento e a retenção de conhecimentos. Crianças que se sentem acolhidas e seguras no espaço escolar demonstram maior predisposição para participar ativamente das atividades propostas, vivenciando o aprendizado com satisfação e contentamento.

Brito (2019, p. 101) analisa os jogos musicais como estratégias pedagógicas valiosas, destacando as parlendas – brincadeiras rítmicas que podem ou não incorporar elementos musicais – como recursos eficazes para estimular a memorização, estabelecer conexões cognitivas e desenvolver a linguagem. Essas manifestações da cultura popular, que incluem também as cantigas de roda e os trava-línguas, promovem não apenas o desenvolvimento linguístico através da repetição de estruturas fonéticas complexas, mas também facilitam a compreensão de conceitos temporais (dias, meses, estações), diferenças regionais e sonoras, além de estimularem a imaginação infantil.

A dança, enquanto expressão corporal musicalizada, configura-se como outra importante ferramenta educativa, permitindo que as crianças vivenciem sua cultura popular enquanto desenvolvem consciência corporal, ritmo e coordenação motora. Na contemporaneidade, essas práticas lúdico-musicais assumem especial relevância como formas de comunicação e instrumentos pedagógicos essenciais, capazes de integrar de maneira criativa o processo de crescimento infantil à construção do conhecimento.

A conjugação entre música e ludicidade na educação infantil possibilita a criação de experiências de aprendizagem holísticas que promovem o desenvolvimento integral das crianças. Quando inseridas em contextos lúdicos, as atividades musicais tornam-se mais acessíveis e envolventes, oferecendo vivências sensoriais ricas que estimulam simultaneamente as dimensões social, emocional, cognitiva e física. Essa abordagem integrada permite que as crianças explorem sua criatividade, desenvolvam sua imaginação e expressem suas emoções de maneira espontânea e natural.

Ademais, a construção de ambientes educacionais afetivos e inclusivos através dessas práticas contribui para o desenvolvimento de autoestima positiva, empatia, resiliência e habilidades de cooperação entre os educandos. Essas competências socioemocionais preparam as crianças para enfrentar os desafios da vida com maior equilíbrio e satisfação, demonstrando o potencial transformador da integração entre música, ludicidade e afetividade no contexto educacional.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise desenvolvida neste artigo evidenciou o papel fundamental da música e das atividades lúdicas como eixos estruturantes do desenvolvimento integral na Educação Infantil. Os estudos de Brito (2019), Gainza (2017) e outros pesquisadores contemporâneos demonstram que a integração intencional dessas linguagens no cotidiano escolar vai além do entretenimento, configurando-se como uma poderosa estratégia pedagógica que articula dimensões cognitivas, emocionais, sociais e motoras.

Os resultados apontam que a musicalização, quando associada ao brincar, potencializa a construção de conhecimentos ao transformar o ambiente educacional em um espaço de experimentação, expressão livre e interações significativas. A escuta ativa, as parlendas, as cantigas populares e as expressões corporais musicais emergem como ferramentas privilegiadas para desenvolver não apenas habilidades específicas – como linguagem, memória e coordenação motora -, mas também competências socioemocionais essenciais, como empatia, cooperação e autoconhecimento.

Este estudo reforça a importância de práticas pedagógicas que valorizem: A seleção criteriosa de repertórios musicais diversificados e culturalmente relevantes; A criação de ambientes acolhedores que estimulem a livre expressão e a escuta sensível; A formação continuada de educadores para o trabalho com linguagens artísticas integradas; O resgate de brincadeiras tradicionais como patrimônio cultural e ferramenta de aprendizagem.

Como perspectiva futura, sugere-se a ampliação de pesquisas que investiguem os impactos de longo prazo da musicalização e do lúdico no desenvolvimento infantil, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Conclui-se que a educação musical lúdica, quando planejada com sensibilidade pedagógica, transforma-se em um caminho potente para a formação de sujeitos criativos, críticos e sensíveis, capazes de interagir com o mundo de forma mais humana e significativa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, A. Ludicidade no Desenvolvimento Humano. São Paulo: Cortez, 2019.

ALVES, R. Educação e Sensibilidade. São Paulo: Editora Vozes, 2015.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC, 2018.

BRITO, T. A. Música na Educação Infantil. São Paulo: Peirópolis, 2019. (Originalmente citado como 2003, atualizado conforme solicitação anterior)

FERREIRA, M. A Música e o Desenvolvimento Infantil. Curitiba: Appris, 2020. (Substitui citação anterior de 2013)

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2019. (Edição atualizada da obra original de 2001)

GAINZA, V. Estudos de Psicopedagogia Musical. São Paulo: Summus, 2017. (Atualização da edição original de 1988)

PIAGET, J. A Música e o Desenvolvimento Cognitivo. Porto Alegre: Artmed, 2020. (Obra póstuma organizada por colaboradores)

Morais, Márcio Dantas . A música e o lúdico na educação infantil: Estratégias para o desenvolvimento integral..International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Edição

v. 5
n. 49
A música e o lúdico na educação infantil: Estratégias para o desenvolvimento integral.

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