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Resumo
INTRODUÇÃO
As tecnologias Assistivas (TA) surgem da necessidade de ferramentas que contribuam para que a inclusão ocorra na prática, os espaços em que as TAS estão presentes são variados e vão desde a possibilidade de uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida utilizar espaços sociais e fazerem parte do ambiente escolar, tendo suas garantias de acessos e aprendizagens por todo o ambiente educacional (Brasil, 2021).
A busca por inclusão para pessoas com deficiência utiliza da TA para criar possibilidades de eliminação, redução e superação das dificuldades físicas, comunicativas e cognitivas dos sujeitos, tais recursos permitem o desenvolvimento social e humano, criando tecnologias que incentivem a busca pelo conhecimento para o melhoramento dos espaços sociais de todas as suas esferas, a partir do processo de entender as diversidades humanas existentes, agregando todos os sujeitos com equidade, de maneira que seus direitos de acessos sejam garantidos independente das condições, físicas, motoras ou sensoriais presentes (Brasil, 2021).
Assim a TA faz parte do ambiente educacional desde a estrutura arquitetônica para a possibilidade de acesso e locomoção a partir de rampas, barras de apoio entre outras que possibilitam o ir e vir dos educandos a partir das suas capacidades físicas que por vezes ocorrem com a utilização de recursos como cadeiras de rodas, bengalas andadores, recursos pedagógicos necessários para a prática educativa como materiais de acessibilidade e recursos digitais possibilitadores de interação e aprendizagem (Bersch, 2017).
A importância das tecnologias na vida e no dia a dia da sociedade é imprescindível, visto que as tecnologias proporcionam um melhoramento na qualidade de vida de todos, para crianças com Deficiência Intelectual (DI) por exemplo, o uso das tecnologias estão presentes desde a descoberta do diagnóstico, isso por que os recursos direcionados para os cuidados de uma criança com DI a partir das necessidades de exames, avaliações e acompanhamentos na saúde, na educação e na interação social (Ke et al, 2015).
O DSM-V (2022) descreve as características para critério de diagnóstico para o DI com os seguintes sintomas: déficits de maneira geral em habilidades mentais, como nos processos cognitivos, no pensamento abstrato, raciocínio, quando observado e comparado a outras crianças da mesma faixa de desenvolvimento pode ser visto as diferenças existentes no funcionamento adaptativo, existindo limitações na comunicação, na participação social e na autonomia dos educandos com DI diante dos ambientes sociais que este está inserido, iniciado ainda no processo de desenvolvimento entre a infância e a adolescência (DSM-V, 2022).
Compreender as características da DI permite que seja compreendido os desafios que os educandos enfrentam para aprender e que os educadores enfrentam para lecionar, assim as Tecnologias assistivas podem ser utilizadas como pontes que permitam o transpassar do conhecimento a partir de uma estrutura direcionada, estruturada e ética, com isso se tem os recursos de Aplicativos (Apps) digitais tendo em si o fundamento de utilizar um recurso digital elabora e desenvolvido para os educandos com necessidades especiais, permitindo que o educando trabalhe o pensamento reflexivo, a possibilidade de resolução de problemas, a contribuição em aprendizagem fortalecida pelas possibilidades de alcançar o desenvolvimento do educado (Reis et al, 2025).
O educador tem por responsabilidade buscar o conhecimento acadêmico das Tecnologias da Informação e Comunicação, tendo a partir disso formação de compreensão digital, direcionadas para a realização de uma educação inclusiva, sabendo que a tecnologia está além dos muros das escolas, os recursos digitais fazem parte da vida cotidiana das pessoas, podendo ser acessadas de vários lugares. (Silva, Miranda, 2005).
Os Apps educativos surgem com o compromisso de trazer melhorias para os processos educacionais, sejam eles em pautas de organização de conteúdos pedagógicos até os utilizados com os educandos em sala de aula, o que determina que um App educativo será uma tecnologia assistiva será se o seu direcionamento estará totalmente direcionado ao melhoramento da prática de ensino do educado com deficiência, nesse caso o modelo de App descrito para educandos com DI direcionado ao processo de alfabetização, com sua estrutura e potencialidade para a aprendizagem dos educandos com DI, o Silabando é um App gratuito criado a partir de recursos multimídias, com dinamismo, buscando trabalhar para que o educando construa uma palavras das simples as complexas (Andrade et al, 2024).
DESENVOLVIMENTO
A transformação da aprendizagem a partir de recursos digitais tem a sua expansão a partir do desenvolvimento da sociedade diante das tecnologias, visto que por muito tempo as ferramentas utilizadas em sala de aula eram caderno e livro feitos de papel, e com uma quantidade menor de estímulos possíveis e por vezes pouco atrativo aos educandos os recursos digitais chegam para complementar o que já havia, permitindo um maior acesso de recursos educativos (Oliveira et al, 2006).
Para que ferramentas digitais possam ser utilizadas em contribuição da aprendizagem é importante que os educadores compreendam como as tecnologias funcionam, e como podem desenvolver atividades a partir de recursos digitais buscando o avanço do ensino de maneira colaborativa, uma vez que a inclusão digital inicia-se pela busca do conhecimento dos meios digitais pelo educador, tornando possível o uso de maneira educativa de aplicativos, mídias digitais, entre outros recursos (Oliveira et al, 2006).
Diante disso, a formação continuada dos educadores para a busca em compreender os avanços do processo de ensino e aprendizagem a partir dos meios digitais e da sua aplicação em sala de aula tem grande importância para as novas maneiras de se aplicar o ensino, com a busca da sua utilização de maneira efetiva, por meio da interação e da colaboração entre educadores e educandos (Pereira, et al, 2016).
Os recursos digitais como por exemplo os aplicativos educativos, possibilitam uma modificação na maneira em que a educação acontece, utilizando de uma nova perspectiva para a troca de conhecimento que ocorre entre educador e educando, o uso do recurso digital permite que a transferência do conhecimento seja realizada a partir da interação, do compartilhamento de informação de maneira digital (Kenski, 2012).
A partir desse formato de ensino que utiliza de ferramentas digitais para a aplicação do ensino e aprendizagem, por este motivo se faz necessário que o educando tenha o conhecimento acadêmico e digital e a busca por formação continuada, em áreas pertinentes as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICS), direcionadas a educação de maneira inclusiva, compreendendo que tal conhecimento está além da escola, uma vez que recursos digitais podem ser acessados fora de sala de aula. (Silva, Miranda, 2005).
Utilizar recursos digitais se tornou indispensável na vida cotidiana, todos os ambientes sociais estão incorporados por recursos digitais, aplicativos são utilizados para todos os grupos sociais e ambientes possíveis, desse modo é compreendido que utilizar ferramentas digitais se tornou necessário por contribuir com os processos educacionais, de forma ativa, dinâmica, permitindo a aproximação dos que a utiliza (Brasil, 2018).
Com a busca de utilizar tecnologias para aprimorar e melhorar os processos educacionais para as pessoas com deficiência, foi instituído em novembro de 2006 pela Portaria nº 142, o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), estabelecido pelo Decreto nº 5.296/2004 a autenticidade e o desenvolvimento da Tecnologia Assistiva no Brasil, com o objetivo de permitir o alcance de autonomia para as pessoas com deficiência, buscando identificar os entraves aos acessos existentes, indentificando-os, compreendendo-os e modificando-os diante aos novos conceitos de deficiência (Brasil, 2009).
A Tecnologia Assistiva engloba todos os regimes de desenvolvimento do ser humano, buscando contribuir com recursos que favoreçam desde funções básicas que incluem a autonômia para o autocuidado, até a performace de habilidades que contribuem para o desenvolvimento profissional do sujeito na vida adulta, com o propósito de abranger todas as áreas da vida do sujeito com deficiência, desde suas necessidades até as suas capacidades, buscando agregar recursos que compensem limitações existentes como funções motoras, sensoriais e/ou mentais (Brasil, 2009).
A possibilidade de auxiliar a vida cotidiana dos sujeitos através das possibilidades existententes nos grupos de Tecnologias assistivas, vão do suporte a vida prática, como a remodelação de objetos usados no dia a dia, como talheres, lápis, suporte para a elaboração de tarefas como dobrar roupas, aplicando marcações para permitir a compreensão das dobras, ou o mesmo processo em sala de aula pode ocorrer diante atividades de doraduras que precisam ser realizadas com os educandos, para além dessas tecnologias assistivas destinadas a educandos com alguma restrição motora, se tem as tecnologias assistivas de comunicação aumentativa e alternativa, direcionada aos sujeitos não verbais, ou com disfunção na fala de maneira que a prejudique na comunicação entre seus pares (Bersch, 2017).
Tendo ainda os recursos de acessibilidade a computadores desenvolvidos para que sejam utilizados por pessoas com deficiências, de maneira que a estrutura física (hardware) e lógica (software) do dispositivo possibilitando que pessoas com disfunções sensoriais, intelectuais e/ou motoras utilizarem os recursos tecnológicos de computadores de maneira que estes sejam adaptados as necessidades e demandas dos seus usuários, além dos acessos aos computadores pode ser possível a integração de sistemas que permitam o controle do ambiente, como o fechamento de portas e janelas, possibilidades de recebimento de ligações telefônicas, entre outros processos que ocorrem dentro do ambiente familiar do sujeito, podendo receber os comandos para as tarefas de controle por comando de voz, ou comandos de bater palmas, entre outros, dependerá das capacidades e habilidades pré-existentes ao sujeito que as utilizará (Bersch, 2017).
A acessibilidade a partir da arquitetura também é um componente das tecnologias assistivas, por permitir a garantia da acessibilidade e da locomoção dos sujeitos, seja no ambiente escolar ou nos demais espaços públicos, estruturas que possibilitam o acesso como as rampas, os elevadores, barras de apoio entre outros, permitem mais do que a possibilidade de ir e vir, mas gera a possibilidade de partilhamento, presença e permanência em espaços como a escola (Bersch, 2017). Além dos elementos arquitetônicos para as possibilidades de locomoção, há a possibilidade de recursos como bengalas, andadores, cadeiras de rodas no geral que são recursos utilizados pelas pessoas que necessitam de um suporte de apoio constante (Bersch, 2017).
Tecnologias como as próteses que possibilitam a inserção de um mecanismo artificial para ser inserido no local de um membro ausente no corpo, ou as órteses que são colocadas junto ao corpo proporcionando apoio e estabilidade física ao sujeito, fazem parte do grupo de tecnologias assistivas, por vezes esses mecanismos são feitos sobre medida, e permitem que o sujeito possa ter maior qualidade de vida e se desenvolva de maneira mais adaptativa (Bersch, 2017).
Nota-se que as tecnologias assistivas estão além dos processos apenas computacionais ou digitais, elas abrangem todo o tipo de tecnologia que possibilite um melhoramento na vida dos sujeitos diante as suas condições, necessidades e potencializando habilidades, também conhecida como tecnologia de apoio, fundamental para a crianção de possibilidades de desenvolvimento desde a infância, abrangendo recursos e serviços projetados para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais, buscando melhor desenvolvimento das pessoas com deficiência, transtorno ou qualquer que sejam as limitações que necessitem da utilização de tais recursos (Bersch, 2017).
Com o foco em proporcionar a autonomia, a confiança, a independência, a capacidade de compreensão que se é necessário que todos os sujeitos tenham acesso a todos os espaços com equidade, respeito e suporte, proporcionando assim qualidade de vida e inclusão social em todos os ambientes que fazem parte do desenvolvimento humano, como a escola e o acesso a educação, do direito a lazer, saúde e segurança, o acesso ao trabalho, do direito a não discriminação, a liberdade, do direito a vida, conforme descrito na Lei de inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), de nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Brasil, 2015).
As tecnologias Assistivas são diretamente direcionadas para o público que demanda de suporte a partir de características específicas impostas pela deficiência ou transtorno presente, isso traz a compreensão que o recursos que é utilizado de maneira igual, com o mesmo objetivo por todos os educandos de uma escola por exemplo é uma ferramenta pedagógica para a prática educativa, não sendo uma tecnologia assistiva por não estar direcionada as demandas e necessidades de um educando com deficiência (Bersch, 2017).
Conforme descrito no Decreto nº 10.645, de 11 de março de 2021 da seguinte maneira:
Tecnologia assistiva ou ajuda técnica – os produtos, os equipamentos, os dispositivos, os recursos, as metodologias, as estratégias, as práticas e os serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, com vistas à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (Brasil, 2021).
A implementação das tecnologias assistivas busca incluir socialmente as pessoas com deficiências, eliminar, reduzir, superar as dificuldades existentes diante das necessidades motoras, sensoriais e mentais dos sujeitos que portam algum tipo de deficiência, onde sem o suporte direcionado e devido não teriam possibilidades de fazerem parte de ambientes públicos, geradores de desenvolvimento, além do incentivo que profissionais busquem capacitação para desenvolverem tecnologias assistivas fortalecendo assim a importância do conhecimento das necessidades das pessoas com deficiências diante suas condições, sejam elas físicas, motoras ou sensoriais (Brasil, 2021).
A Tecnologia Assistiva não restringe-se a equipamentos de alta tecnologia; mas está resente no desenvolvimento de recursos de menores custos, que permitam tornar o ambiente adaptável a todos os participantes do espaço, com ferramentas para que possa ser realizado tarefas que seriam impossíveis, ou teriam uma exigência grande o bastante para impossibilitar a realização de tarefas que se tornam possíveis a partir de tecnologias direcionadas as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas com deficiência (Bersch, 2017).
Os recursos utilizados como tecnologia assistiva no ambiente educacional para educandos com deficiência são diversos e todos estes dependem das demandas de cada educando, das suas necessidades e dos objetivos de alcance, ou seja para deficiência visual se é necessário a prática da leitura em braille, para deficiência auditiva a necessidade de um intérprete de Libras, para deficiência física a necessidade do uso de cadeiras de rodas, mesa adaptável, recursos para a comunicação de maneira alternativa, jogos adaptados, todos os recursos devem ser direcionados aos educandos conforme suas necessidades e assim utilizados para que se possibilite uma prática educativa com maior inclusão (Brasil, 2009).
Diante de direitos para a acessibilidade e a inclusão se é necessário a compreensão das demandas existentes nos ambientes educacionais e como proceder diante as dinâmicas e exigências de cada educando que possua uma deficiência, trazendo o exemplo de educandos com Deficiência Intelectual (DI), ou segundo a OMS CID-11 que utiliza do termo Transtorno do Desenvolvimento Intelectual, define que os níveis de gravidade do Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual), vai de leve á profundo, modificando os recursos e as necessidades de cada sujeito conforme a gravidade da deficiência (DSM-V, 2022).
Para compreender de melhor maneira como as tecnologias assisitvias contribuem para a inclusão e o suporte de um educando com DI no ambiente escolar, se faz necessário compreender os sintomas, diagnóstico e comorbidades existentes para pessoas portadoras de DI, segundo DSM-V (2022), as características para critérios de diagnóstico de uma criança com DI são os déficits de maneira geral em habilidades mentais, como nos processos cognitivos, o pensamento abstrato, raciocínio, ao observar e comparar a criança com outras da sua mesma faixa de desenvolvimento existir prejuízo no seu funcionamento adaptativo, ou seja existem limitações na comunicação, participação social e da autonômia nos ambientes sociais que se está inserido, o início dos sintomas são sempre em período do desenvolvimento da criança (DSM-V, 2022).
As causas da Deficiência Intelectual são diversas, podendo ser por problemas cromossômico, fatores na gestação e como esta foi conduzida, até mesmo ao processo de parto e o período pós parto, na infância ou adolescência, ou se desenvolver ainda na barriga dependendo dos cuidados de saúde no período gestacional, como pode desencadear uma deficiência no cenário de um trabalho de parto com complicações, ou após o nascimento, caso ocorra um acidente que gere um traumatismo craniano, por infecções entre outros fatores de risco (Ke et al, 2015).
Os desafios para crianças com DI a partir de um quadro clínico estão relacionados a fala, onde se é observado por vezes o atraso no desenvolvimento da linguagem, da expressão e da fala, acompanhando o grau de gravidade da deficiência, ou seja, para o grau leve se é possível o alcance de maiores habilidades, se é grau profundo se fará necessário a utilização de recursos que possibilitem a comunicação com maior assertividade (Ke et al, 2015).
A percepção e a cognição tendem a ser prejudicadas também, perceber os estímulos existentes no ambiente e diferenciar situações é uma tarefa difícil, do mesmo modo que habilidades de análise, raciocínio, compreensão, cálculo, onde crianças com gravidade leve pode alcançar aprendizagens como a leitura com uma idade um pouco mais avançada que uma criança sem deficiência, e para gravidade profunda não se desenvolve a mesma capacidade (Ke et al, 2015).
A capacidade que se tem para concentração e memória é mínima, e os comportamentos e movimentos corporais ocorrem com uma falta de coordenação motora, como as esteriotipias que são os movimentos de balançar o corpo ou as mãos, comportamentos autodestritivos ou destrutivos também fazem parte dos desafios existentes diante da DI, levando ainda em consideração que os problemas de saúde atrelados a DI são presentes em quadros de epilepsia, paralisia cerebral, transtorno de ansiedade, transtorno desafiador opositivo Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo estes transtornos diretamente ligados ao desenvolvimento cognitivo, social e emocional da criança (Ke et al, 2015).
Com tantas características presentes diante de diagnósticos de crianças com DI, os estímulos aplicados no ambiente escolar devem ser direcionados conforme as demandas pré-existentes das crianças com o dignóstivo de DI, sabendo-se do quão desafiador pode ser tanto para o educador quanto para o educando os obstáculos a serem ultrapassados, a inserção de um recurso adaptativo, e o uso de ferramentas pedagógicas adequadas que contribuam para os avanços desses educandos permitirá que se crie um ambiente estimulante ao desenvolvimento, respeitando o ritmo e as particularidades de cada educando (Filho, 2002).
As ferramentas tecnológicas no geral estão tomando cada vez mais espaço no ambiente escolar, diante de uma sociedade totalmente digitalizada, por este motivo se faz importante compreender as necessidades de educandos com necessidades especiais e direcionar os recursos para o melhoramento educacional, social e cognitivo, minimizando ou eliminando o que se é considerado como barreiras para os educandos que precisam de apoio, atenção e suporte diferenciado, sejam eles motores, comunicativo, cognitivo, realizados nas tarefas do cotidiano ou em processos pedagógicos (Filho, 2022).
As tecnologias assistivas tem em sua prática fazer com que o sujeito faça parte da sociedade garantindo a esta estrutura em uma diversidade de áreas e setores, desde adaptação de espaços com possibilidades de mobilidades vistas na arquitetura, como nas formas que a aprendizagem deva ocorrer para crianças com DI, abrangendo desde recursos concretos de estruturas físicas até as adaptações e melhoramentos da aplicação da educação (Brasil, 2021).
Para educandos com DI estudar se torna desafiador tanto para o educando quanto para o educador quando os recursos são limitantes diante as necessidades da criança, por este motivo as tecnologias assistivas devem ser inseridas para que o alcance dos objetivos ocorram, promovendo a funcionalidade dos espaços educativos, auxiliando os educandos a realizarem atividades, possibilitando a autonomia e independência, gerando qualidade de vida a partir do conhecimento das diversas potencialidades humanas, criar espaços para o diálogo e para a compreensão de que os desafios existem não pela existência de uma deficiência, mas sim pelo olhar limitado imposto socialmente que por vezes gera limitação (Conte et al, 2017).
Certo que o atendimento de educandos com DI deve ocorrer partindo do reconhecimento da diversidade humana, entendendo que existe um ser humano que está além da deficiência existente, com aspirações, percepções, incitações, entendendo a individualidade de cada educando, não negando os desafios, mas possibilitando diálogos que formem e abram espaço para a liberdade e a diversidade, expandindo os campos sociais para que possam se reformularem diante as diversas maneiras de existir do ser humano (Conte et al, 2017).
A partir dessa compreensão se torna possível desenvolver tecnologias assistivas direcionadas as necessidades de aprendizagem dos educandos de DI, através de recursos que estejam presentes em sala de aula, como ferramentas digitais como jogos, aplicativos entre outras multimídias que possam ser utilizados pelos educandos, e que são estruturadas com base em suas necessidades, considerando que a escola necessita da elaboração e organização de projeto e espaço para a existência de um ambiente planejado dando ao educando o acesso não somente a uma estrutura pedagógica mas também a fatores culturais e conhecimentos humanos com a escrita, a ética, a moralidade, todos estes recursos fortalecedores da capacidade de modificação da relação consigo, com o mundo em que o educando faz parte (Queiroz, 2000, apud Damasceno et al, 2002).
Para a inserção de uma tecnologia assistiva direcionada ao processo educativo é importante que compreenda a necessidade do público-alvo, qual a meta a ser cumprida, quais as ações que serão realizadas, quais as instalações tecnológicas que deverão acontecer e os equipamentos necessários de hardware e software, toda a estrutura dependerá dos objetivos de aprendizagem que vão acontecer a partir da estrutura realizada (Damasceno et al, 2002).
No entendimento político para a inclusão educacional os educandos tem o direito ao acesso ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), juntamente com a sua matrícula em sala de aula regular, ou seja é um formato de atendimento que possibilita uma educação de maneira especializada, sem que o educando se afaste do sistema comum de ensino, incluindo este no ambiente e proporcionando espaço para dinâmicas educativas direcionadas, complementado o ensino a partir de estratégias e recursos que busquem eliminar os obstáculos no convívio social e nos processos de aprendizagem (Veltrone et al, 2012).
A sala de AEE utiliza de recursos multifuncionais, sendo composta por tecnologias que contribuem para o ensino dos educandos com deficiência, ou seja, tem a sua estrutura pautada nas necessidades de aprendizagens dos educandos com DI, transtornos ou deficiências físicas, seus recursos permitem a acessibilidade organizada de maneira pedagógica, agregando valor ao ensino regular do educando, pois a medida que este evolui em habilidades se torna possível a interação social com maior destreza proporcionando qualidade de vida para o educando a partir do convívio com outras crianças, a utilização de recursos de apoio na AEE podem variar em suas dinâmicas, sendo incluindo as tecnologias digitais para a realização do desenvolvimento através das Tecnologia assistiva (Andrade, 2022).
O trabalho exercido pelos educadores nas salas de AEE direcionado aos educandos com DI, são variados e dependem da complexidade e da severidade da deficiência presente em cada criança, conforme já descrito neste trabalho, as necessidades de conhecimento contínuo por parte dos educandos estão presentes em esferas tecnológicas, legislativa e de compreensão dos impactos da deficiência na vida da criança, o educadores que compreende os desafios dos educandos poderão compreender quais os recursos que melhor se adequam o a partir dos déficits intelectuais, sensoriais e motores do educando (Andrade, 2022).
Como um recurso de tecnologia assistiva se tem a utilização dos aplicativos digitais como ferramenta de aprendizagem e inclusão de crianças do DI, visando a utilização dos recursos de maneira ética e apropriada a prática de ensino do educando, geram possibilidade de adaptações de conteúdos a serem lecionados pelo educador ao educando, personalizando o ensino conforme as particularidades presentes nos educandos, Reis et al (2025) citam Almeida e Souza (2019), com um olhar para os aplicativos da seguinte maneira: “os aplicativos, especialmente os educativos, possuem o potencial de adaptar-se ao ritmo do aluno, proporcionando um aprendizado mais individualizado e focado nas necessidades de cada um” (Almeida e Souza, 2019, apud Reis et al, 2025).
Crianças com DI segundo a Associação Americana de Deficiências Intelectuais e do Desenvolvimento (AAID), tem a condição da deficiência caracterizada por limitações no funcionamento intelectual referindo a capacidade de aprendizagem de maneira disfuncional com dificuldades de raciocínio, resposta a problemas entre outras dificuldades ligadas a inteligência, no comportamento adaptativo os desafios estão presentes na linguagem, nas demandas sociais como a habilidade de seguir regras, na autoestima, nos desafios em lidas com demandas de responsabilidade social, além das dificuldades existentes de autocuidado, rotinas e outros processos que são determinantes para o desenvolvimento do sujeito para uma vida com com autonomia, a DI tem sua origem no estágio de desenvolvimento do sujeito, descrita no período anterior aos 22 anos (Associação Americana de Deficiências Intelectuais e do Desenvolvimento (AAID, 2025).
Por estes motivos se faz importante a busca por estruturas tecnológicas que contribuam para o ensino das crianças com DI, conforme as necessidades dos educandos e dos seus níveis de aprendizagens já alcançados ou que devem ser buscados, o desenvolvimento de recursos que sejam geradores de desenvolvimento e aprendizagem, estruturar os ambientes com recursos de tecnologias assistivas digitais como aplicativos direcionados as demandas apresentadas pelos educandos potencializa a aprendizagem de maneira lúdica, dinâmica e estruturada, utilizando da interatividade para engajar os educandos desenvolvendo nestes habilidades cognitivas (Reis et al, 2025).
O retorno de resposta das atividades inseridas em Apps podem ser configuradas para ser imediatas, fazendo com que os educandos observem seus erros e acertos, gerando a estimulação para a continuidade da atividade, tendo como resposta reforçadora a motivação da criança no processo de repetição até que alcance o resultado correto, além da potencialidade que o App pode agregar as distintas demandas dos educandos, sabendo que os processos cognitivos são distintos para cada educando, os App podem ser adaptativos diante os desafios apresentados ou os avanços alcançados (Reis et al, 2025).
Tecnologias assistivas como os Apps tem o papel fundamental de permitir ao educando o pensamento reflexivo, a possibilidade de resolução de problemas, contribuindo para a aprendizagem não somente com o transpassar da informação mais como uma ponte para a ativação do conhecimento, do pensamento reflexivo, fortalecendo as possibilidades de alcance de aprendizagem do educado (Reis et al, 2025).
A utilização de Apps na prática de ensino em educandos com DI, contribuem com o ensino a partir de métodos ativos e focados nas demandas dos educandos, a implementação desses recursos pode ser feita por uma estrutura utilizada em sala de aula, com equipamentos e tecnologias que permitam o acesso aos softwares desenvolvidos para dispositivos, tanto em dispositivos móveis (smartphones, tablets) como em computadores (Volpato et al, 2017).
Independente do recurso físico (hardware) que será utilizado para a realização da atividade, os Apps educativos tem como princípio desenvolver habilidades cognitivas, comunicativa e social, a partir do engajamento do educando com o recurso utilizado, como exemplos de Apps para o desenvolvimento cognitivo Reis et al (2025), descreve três aplicativos que trabalham com memória, atenção, resolução de problemas, cada um deles utilizando um recurso específico de trabalho para o alcance do resultado (Reis et al, 2025).
Os Apps são: Lumosity, que oferta uma quantidade de jogos para o treinamento da memória, atenção, sendo utilizados por educandos com DI para o fortalecimento cognitivo através da interatividade; Elevate, App que tem seu foco em desenvolver habilidades matemáticas, de escrita e leitura, utiliza de atividades adaptativas, fazendo parte do currículo acadêmico do educado e sendo aplicado conforme seu nível de habilidade; Expressia, App utilizado para auxiliar na comunicação, estimulando a cognição e o processamento do pensamento, utilizando em suas atividades de forma adaptativa a Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA) (Reis et al, 2025).
Para além dos Apps para o desenvolvimento cognitivo Reis et al (2025), descreve aplicativos de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), como o LetMeTalk, App oferecido de maneira gratuita que tem um grande acervo de símbolos permitindo o desenvolvimento frases inteiras; Apps que permitam o planejamento e a organização de rotinas como o Trello que podem ser utilizados pelos educadores para o desenvolvimento de projetos para os educandos, com a possibilidade de verificar prazos e processos (Reis et al, 2025).
Existindo ainda Apps educativos para o processo de alfabetização utilizado pelos educandos de maneira estruturada e de grande potencial para a aprendizagem dos educandos com DI, como exemplo de App de alfabetização se tem o Silabando que proporciona a possibilidade de aprendizagem a partir da ludicidade, da estimulação e relevante para o educador e o educando, o Silabando é um App gratuito desenvolvido a partir de métodos visuais, sonoros e com dinamismo, com uma construção feita para que sejam realizados pelos educandos construções de palavras de fácil compreensão até as complexas, com grafias distintas conforme descrito no V Congresso Internacional de Educação Inclusiva (Andrade et al, 2024).
O App tem um grande diversidade de palavras destacadas por cores e por produção de áudio referente a palavra, determinando o treino para a memória, para a associação e a pronunciação, o educando tem a liberdade de escolha das sílabas, a partir do suporte de imagens que se relacionam a palavra, um fator importante para o uso de qualquer recurso educativo para educandos com DI precisam promover melhores condições motoras, cognitivas que proporcionem a aprendizagem a partir da ludicidade, para o alcance de resultados positivos do educado o educador deve ter uma boa compreensão do desenvolvimento deste, o conhecimento necessário sobre o educando permite uma melhor observação as características subjetivas, intelectuais do educando, compreendendo os desafios cognitivos, sociais, psíquicos e físico do educando Andrade et al, 2024).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A educação utiliza de ferramentas em sua estrutura para que conteúdos sejam lecionados como recursos fortalecedores do ensino e da aprendizagem, isso por que recursos como livros, cadernos entre outros materiais utilizados a muito tempo fazem parte do ambiente educacional, quando direcionado o olhar aos fatores de inclusão e de possibilidades de acesso do espaço educacional para todos os educandos, pode ser visto que a aprendizagem de crianças com Deficiência Intelectual (DI) só se torna eficaz, a partir do momento que se organiza um recurso para o atendimento deste educando, assim é fundamental que a utilização das ferramentas e dos métodos pedagógicos sejam adaptados as reais necessidades de desenvolvimento de cada educando presente na escola .
Incluir é uma tarefa que exige a busca do conhecimento por todos os participantes do processo educativo, principalmente do educador que precisa compreender as características de um diagnóstico para compreender as possibilidades de avanços existentes para os educandos que possuem alguma deficiência ou transtorno, e se tratando da DI, a existência de variações em níveis de gravidade em cada criança modificam a maneira que o educando deve trabalhar com ele, além do fato de buscar compreender quem é o ser humano que está além da DI, possuindo uma subjetividade e uma maneira única de compreensão do mundo.
As adaptações necessárias para o atendimento e o acompanhamento educacional de crianças com DI, são garantidos pela legislação, podendo ser observado o Decreto Nº 10.645 para a tecnologia assistiva como um avanço nos direitos desses sujeitos em todos os ambientes e com apoio e suporte diante da deficiência que o acompanha, levando esse contexto para o ambiente escolar, o acesso as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE), é um dos direitos de acesso de ducandos com DI, essa estrutura permite a utilização de Tecnologias Assistivas que contribuam para a prática de ensino destes, permitindo o desenvolvimento conforme suas habilidades e capacidades.
Tecnologia Assistiva (TA) tem em sua área de conhecimento a pesquisa para o desenvolvimento de recursos que buscam amplificar as capacidades funcionais de pessoas com deficiência de maneira geral, ou seja desenvolve recursos que possibilitam qualidade de vida para pessoas que serão acompanhados com a deficiência por toda a vida, mas também para pessoas com deficiência temporária ou mobilidade reduzida, proporcionando ao sujeito mais autonomia, independência e pertencimento diante dos ambientes sociais e nas distintas áreas da vida.
A TA permite que educandos com DI tenham acesso ao currículo educacional estruturado e desenvolvido mediante suas habilidades, permite que a participação dos educandos nas atividades escolares sejam ativas, criando um ambiente inclusivo e saudável para todos os seus integrantes, isso por que a escola é um ambiente de diversidade e de aprendizagem entre os pares, tornando possível a aprendizagem a partir da interação social que passa a ser possível com a utilização de um recursos tecnológico em sala de aula.
Os recursos são diversos para a aplicação do ensino em crianças com deficiência, determinados conforme cada necessidade como o Braille e o intérprete de Libras, recursos direcionados a pessoas com deficiência visual ou auditiva, para as crianças com DI os recursos são diversos, desde o reforçamento positivo pelo alcance de uma nova habilidade, adaptação de material para ser lecionado, o ensinar através das imagens, jogos, brincadeiras, todos pautados a uma estrutura ética e direcionada as possibilidades de desenvolvimento da criança, observando os jogos digitais como um recurso positivo e agregador para o processo educativo.
Além disso as mídias digitais surgem como uma ponte que une tecnologia, acessibilidade, aprendizagem e desenvolvimento em recursos que podem ser utilizados em casa e reforçado pela família, e que estão presentes em sala de aula de maneira interativa, dinâmica, proporcionando prazer ao educando que está aprendendo a partir de um recurso digital, Apps lúdicos como o descrito nesse artigo sendo este o Silabando tendem a tornar a alfabetização mais prazerosa fortalecendo o desenvolvimento de habilidades cognitivas como a memória, a atenção e a resolução de problemas de forma divertida.
O Silabando tem como recurso alfabetizar de maneira lúdica e dinâmica, proporcionando ao educando o feedback mediante seus acertos e erros, permitindo refazer a tarefa quando o erro ocorre, criando assim um processo de desenvolvimento de habilidades cognitivas e de aprendizagem no educando a partir da compreensão da linguagem da grafia e da estrutura linguística.
O meio tecnológico está mais que consolidado na sociedade, em todos os ambientes se é observado o quanto a interatividade e as facilidades proporcionadas pelas tecnologias fazem parte da vida cotidiana de todas as pessoas, no ambiente escolar não poderia ser diferente uma vez que a escola faz parte do desenvolvimento da sociedade a partir do processo de ensino aprendizagem, que ocorrem não somente pelo desenvolvimento linguístico ou matemático, mas pela interação social, a observação da diversidade existente no espaço educacional e por ser o princípio de formação de crianças que quando adultos ocuparão espaços de trabalho e desenvolvimento da sociedade.
Por este motivo integrar Apps como TA, traz equidade aos educandos presentes, compreendendo que todos tem direito ao ensino e ao desenvolvimento, mas que cada criança aprende e se desenvolve de uma maneira distinta, e crianças com DI, não aprendem menos ou mais, aprendem conforme suas capacidades e habilidades, mediante aos recursos que potencializam suas habilidades podendo leva-los a alcançarem níveis de desenvolvimento que estão além do olhar de capacitismo que estes vivem por vezes, tendo o apoio e o suporte dos educadores que buscam desenvolver Apps que proporcionem autonomia e conhecimento a estes educandos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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