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Resumo
INTRODUÇÃO
As crescentes transformações ambientais, impulsionadas pelo crescimento desordenado e pela limitada conscientização da população, têm causado grandes prejuízos econômicos que afetam a vida de todos no planeta (Conde, 2016).
Nesse sentido, a Educação Ambiental (EA) desempenha um papel fundamental, buscando promover políticas para um ambiente menos impactado e fomentar a adoção de práticas sustentáveis, que objetivem significativas mudanças nas relações entre a sociedade e o meio ambiente (Petri; Fonseca, 2020).
Desde o século XX, a EA tem sido central nos debates globais e nas principais agendas políticas, integrando-se aos currículos escolares como ferramenta para formar cidadãos críticos e conscientes, capazes de tomar decisões informadas sobre o meio ambiente (UNESCO, 2022).
No Brasil, a Constituição Federal promulgada em 1988, traz elementos importantes na defesa do meio ambiente, ressaltando em seu Art. 225 a preservação e conservação dos recursos naturais, permitindo “um meio ambiente ecologicamente equilibrado” e como um “bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida” e impõe ao “Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações” (Brasil, 1988). Ainda segundo nosso arcabouço jurídico, desta vez enfatizando as políticas ambientais dentro do ambiente escolar, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica se baseiam e também reconhecem a relevância e a obrigatoriedade da Educação Ambiental, através de sua resolução do CNE Nº 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012. Brasília, DF: MEC, 2012, que aprovou o parecer CNE/CP nº 8, de 6 de março de 2012, estabelecendo e definindo que a educação para a cidadania compreende a dimensão política do cuidado com o meio ambiente, sendo mais um componente essencial de amparo e cuidado com meio ambiente, devendo estar presente em todos os níveis e modalidades do processo educativo, reforçando o papel educativo de conscientização sobre o assunto, trazendo aos educadores e educandos fatores de extrema importância para a melhoria de vida do planeta (Brasil, 2018). Através da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a educação ambiental confirma seu papel na formação integral dos estudantes e na promoção de uma cidadania ativa convergindo seus objetivos da Agenda 2030 da ONU, que orienta os países a garantir que todos os estudantes adquiram conhecimentos e habilidades para promover o desenvolvimento sustentável (ONU, 2023).
Apesar desse robusto arcabouço legal, a efetiva inserção da EA no ensino fundamental – etapa estratégica para a formação de valores e visão de mundo (Loureiro, 2021) ainda representa um grande desafio (Gonçalves; Almeida, 2022). Diversos fatores dificultam sua inserção significativa no cotidiano escolar, como a fragmentação do conhecimento, a falta de formação continuada dos docentes, a escassez de recursos didáticos adequados e, muitas vezes, a ausência de uma abordagem interdisciplinar (Pereira et al., 2023). Como as questões ambientais ainda estão muito superficiais nos debates escolares, é fundamental que as trocas de opiniões e o compartilhamento de conhecimentos contribuam para resolver esse problema (Asano; Poletto, 2017).
Diante da urgência imposta pela crise climática e pela necessidade de formar cidadãos ecologicamente conscientes desde os anos iniciais de escolarização, torna-se imperativo compreender os entraves à efetivação da Educação Ambiental no ensino fundamental (ONU, 2023; (Menezes; Carvalho, 2021). A superação desses desafios é importante para que a EA promova uma formação crítica, interdisciplinar e voltada para a sustentabilidade e cidadania.
Diante disso, esta revisão de literatura teve como objetivo descrever e analisar desafios da educação ambiental no ensino fundamental, buscando identificar as principais dificuldades e estratégias para aprimorar o ensino de EA nas escolas brasileiras.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
TIPO DE ESTUDO E JUSTIFICATIVA
Esta pesquisa configura-se como uma revisão integrativa da literatura, cujo objetivo principal foi descrever e analisar os desafios da educação ambiental no ensino fundamental. Conforme Lakatos e Marconi (2021), essa abordagem é apropriada para construir fundamentos teóricos, analisar tendências e lacunas em um campo específico do conhecimento. No contexto da educação, especialmente em temas emergentes como a educação ambiental, essa estratégia metodológica possibilita compreender como o assunto vem sendo tratado na literatura científica e quais são os obstáculos recorrentes identificados por diferentes autores (Souza et al., 2022).
ESTRATÉGIA DE BUSCA
A busca pelos artigos foi realizada em março de 2025 no portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A estratégia de busca utilizou a seguinte combinação de descritores, empregando operadores booleanos: (“desafios” and “educação ambiental” e “ensino fundamental”. Foram selecionados apenas artigos publicados em português, com acesso aberto e texto completo.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO
Inclusão: Foram selecionados artigos publicados entre 2014 a 2024; escritos em português; disponíveis na íntegra e que abordassem especificamente os desafios da educação ambiental no contexto do ensino fundamental.
Exclusão: Artigos duplicados, artigos de revisão de literatura (para focar em estudos primários); teses, dissertações, livros ou capítulos de livros e estudos que não apresentassem foco principal nos desafios da educação ambiental no ensino fundamental (ex: estudos sobre outros níveis de ensino, abordagens muito amplas da EA sem foco em desafios ou pesquisas realizadas fora do Brasil).
PROCESSO DE SELEÇÃO DOS ARTIGOS
O processo de seleção dos artigos seguiu etapas rigorosas, conforme detalhado a seguir e ilustrado na Figura 1:
Busca Inicial: A aplicação da estratégia de busca resultou em 65 artigos.
Triagem por Título e Resumo: Nesta fase, foram excluídos 18 artigos com base na leitura de seus títulos e resumos. Desses, 1 era duplicado, 4 eram revisões de literatura e 13 não apresentavam aderência inicial ao tema, resultando em 47 artigos pré-selecionados.
Leitura na Íntegra: Os 47 artigos restantes foram lidos na íntegra para uma análise aprofundada. Após essa leitura, 35 artigos foram excluídos por não atenderem plenamente aos critérios de inclusão. As principais razões para exclusão nesta etapa foram: 12 artigos abordavam a educação ambiental em contextos muito amplos, sem foco nos desafios do ensino fundamental; 2 tratavam da educação ambiental no ensino médio; e 1 abordava o tema em um contexto internacional.
Seleção Final: Ao final do processo, 12 artigos foram considerados aderentes aos objetivos do estudo e compuseram o corpus de análise desta revisão. Esses artigos foram posteriormente submetidos à análise de conteúdo para a extração e síntese dos dados relevantes.”
Figura 1 – Fluxograma com informações sobre a coleta de dados no Portal de periódicos da CAPES, incluindo a base de pesquisa bibliográfica, números de artigos identificados e seus descritores.

Fonte: Base de dados, 2025.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Esta seção apresenta os resultados da revisão de literatura, consolidando as informações extraídas dos 12 artigos científicos selecionados. O principal objetivo foi identificar e analisar os desafios da educação ambiental (EA) no ensino fundamental e as estratégias propostas para superá-los. A Tabela 1, a seguir, detalha os periódicos, títulos e autores dos artigos que compuseram a base documental desta pesquisa, conforme metodologia adotada.
Tabela 1- Artigos selecionados para a revisão sobre desafios e estratégias da Educação Ambiental no ensino fundamental.


Fonte: Elaboração do autor com base em pesquisas (2025)
PRINCIPAIS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL
A análise dos artigos selecionados revelou um conjunto de desafios persistentes na implementação efetiva da Educação Ambiental (EA) no ensino fundamental que podem ser agrupados em três categorias principais:
Capacitação e Suporte Docente: Um dos pontos mais recorrentes é a carência de formação e qualificação adequada para os docentes. Muitos professores sentem-se inseguros para abordar questões ambientais em sala de aula, evidenciando uma falta de conhecimento aprofundado ou de capacitação específica para tratar o tema de forma interdisciplinar (Oliveira; Souza, 2023). Essa lacuna na formação resulta em um ensino que, muitas vezes, se limita a problemas ambientais cotidianos, sem aprofundar suas vertentes socioeconômicas ou históricas, e também a falta de tempo e recursos para o desenvolvimento contínuo de projetos de EA (Loureiro, 2022).
Integração Curricular e Abordagem Superficial: Os estudos apontam para a fragmentação curricular e a ausência de uma abordagem interdisciplinar consistente. A EA frequentemente é tratada de maneira pontual, restrita a datas comemorativas ou a projetos isolados, sem uma integração orgânica com as demais disciplinas (De lima; Pato, 2021). Cadoná et al. (2015) destaca que um dos maiores desafios da educação, está na inserção dos conteúdos, pois a cada dia surgem novos desafios sobre temática. Além disso, a temática ambiental no ensino fundamental ainda é frequentemente abordada de forma superficial em uma abordagem segmentada que impede que os alunos desenvolvam uma compreensão sistêmica das questões ambientais e percebam a transversalidade da EA no seu cotidiano e em diferentes áreas do conhecimento (Oliveira; Souza, 2023).
Engajamento de Alunos e Percepção: A percepção e o envolvimento dos alunos também emergem como um desafio. Alguns estudos indicam que a maioria dos alunos desconhece os projetos de educação ambiental existentes nas escolas, o que pode levar a um distanciamento do foco e da relevância do tema (Santos et al., 2022). Esse cenário reforça a necessidade de abordagens que promovam maior conscientização e envolvimento ativo dos estudantes.
ESTRATÉGIAS E SOLUÇÕES PROPOSTAS
Apesar dos desafios identificados, a literatura revisada aponta diversas estratégias e soluções promissoras para fortalecer a Educação Ambiental no ensino fundamental:
Metodologias Ativas e Aprendizagem Baseada em Projetos: A adoção de metodologias ativas e da aprendizagem baseada em projetos é consensual entre os autores como um caminho eficaz para superar a superficialidade e a descontextualização do ensino de EA (Ferreira et al., 2023). A abordagem lúdica para o trabalho com o meio ambiente, permite o desenvolvimento cognitivo e o estímulo ao posicionamento crítico (Costa; Costa, 2018). Também por meio da ludicidade, demonstra-se, contudo, a importância do papel do educador nas intervenções, sendo essencial que esteja em sintonia com os alunos e demonstrando disposição não apenas para ensinar, mas também para aprender com eles. Nesse sentido, acredita-se que a formação docente deve, desde a graduação, incluir atividades de ensino-aprendizagem que tragam conteúdos lúdicos (Baía, 2016). Ainda sobre a ludicidade, esses tipos de experiências contribuíram significativamente para a assimilação de novas ideias, especialmente quando se pretende abordar outros elementos, como à gestão dos resíduos sólidos, onde a construção e ressignificação de conceitos, bem como para o desenvolvimento de uma consciência crítica acerca de práticas mais saudáveis e sustentáveis no que se refere ao descarte e o reaproveitamento de resíduos (Stedile et al., 2021).
Experiências com oficinas, práticas como plantio de árvores, a produção de manuais educativos, visitas de campo e a criação de materiais visuais são exemplos de atividades que também podem aprofundar a temática ambiental e promover maior engajamento dos alunos e da interdisciplinaridade (Modesto; Santos, 2020; Costa; Almeida, 2023). Em um trabalho realizado por (Fuzzi et al., 2015), professores relataram ter apreciado significativamente as oficinas, demonstrando interesse e disposição para a realização de novas atividades semelhantes. Mostraram-se receptivos e ressaltaram a importância de prepararmos mais ações educativas a serem desenvolvidas com os estudantes.
Técnicas ativas, como a criação de hortas escolares e projetos com resíduos e coleta seletiva, demonstraram gerar melhor percepção e envolvimento com o tema (Costa; Almeida, 2023). De acordo com Breve et al., (2021), os docentes relataram a importância de hortas e o estímulo à alimentação saudável e a segurança alimentar dos alunos. Tais iniciativas, além de favorecerem o aprendizado prático e interdisciplinar, contribuem para a formação de hábitos alimentares mais conscientes.
Formação Docente e Parcerias: Conforme evidenciado em pesquisa conduzida por Asano et al. (2021), observa-se que os docentes tendem a compreender a Educação Ambiental (EA) predominantemente como um processo voltado à preservação do meio ambiente. No entanto, os dados revelam a ausência de práticas efetivas e de ações permanentes que consolidam a temática ambiental no cotidiano educacional.
Desta forma, a formação continuada de professores é destacada como uma medida essencial para capacitá-los a abordar a EA de forma interdisciplinar e contextualizada, superando a insegurança e a falta de qualificação inicial (Ferreira et al., 2023). A articulação de parcerias com órgãos ambientais e outras instituições externas à escola também tem se mostrado uma estratégia eficaz para fortalecer a Educação Ambiental (EA). Essas colaborações ampliam o acesso a recursos didáticos, promovem a formação continuada de educadores e proporcionam vivências práticas significativas aos estudantes (Jacobi, 2023).
Faz-se necessário promover vivências e experiências diretas em ambientes naturais, capazes de despertar emoções e sensações que favoreçam o desenvolvimento de atitudes e comportamentos mais adequados e conscientes em relação à natureza (Tavares; Silva, 2020).
Políticas Educacionais Transversais: A análise dos estudos reforça a necessidade de políticas educacionais mais eficazes que incentivem a transversalidade da educação ambiental no currículo. Conforme preconizado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), as escolas devem ser estimuladas a engajar-se em ações práticas que favoreçam o cuidado ambiental e promovam o senso de responsabilidade ecológica nos alunos, garantindo que a EA seja uma dimensão integrada à vida escolar (Ferreira et al., 2023).
Os resultados desta revisão demonstram que, embora a relevância da Educação Ambiental no ensino fundamental seja amplamente reconhecida e amparada por legislação, sua implementação enfrenta obstáculos significativos, principalmente relacionados à formação docente, à integração curricular e ao engajamento de alunos. Embora ela seja amplamente debatida no Brasil, sua inserção efetiva no contexto escolar da instituição analisada ainda não se encontra consolidada. A escola, enquanto espaço formativo e de transformação social, demanda atenção quanto ao seu papel, aos desafios enfrentados e aos obstáculos que impedem a implementação de práticas pedagógicas integradoras (Procópio et al., 2021).
As estratégias propostas na literatura, como o uso de metodologias ativas e a promoção de parcerias, oferecem caminhos promissores para superar esses desafios e garantir uma EA mais eficaz e transformadora. A efetividade dessas soluções, contudo, depende de um esforço conjunto de políticas educacionais, formação continuada e engajamento da comunidade escolar.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta revisão de literatura que objetivou descrever e analisar os desafios da educação ambiental (EA) no ensino fundamental permitiu identificar que, embora a EA seja um tema de crescente relevância e amparada por robusto arcabouço legal no Brasil, sua implementação no contexto escolar ainda enfrenta obstáculos significativos. Os achados indicam que a superficialidade no tratamento do tema, a fragmentação curricular e a carência de formação continuada e suporte para os docentes são barreiras predominantes para a efetivação de uma prática educativa ambiental contínua e aprofundada.
Conclui-se que a descontinuidade e a falta de repercussão dos estudos e projetos ambientais, muitas vezes restritos a ações pontuais e desarticuladas do currículo, contribuem para a limitada percepção e conscientização dos envolvidos. A dependência de fontes informais como a televisão e a internet para a abordagem do tema, sem o devido aprofundamento ou mediação pedagógica, agrava essa lacuna.
Para que a Educação Ambiental alcance seus objetivos de formar cidadãos com conduta pautada na conscientização e na conservação dos recursos naturais, torna-se imperativo que o processo educativo seja contínuo e integrado ao cotidiano escolar.
Ademais, o desenvolvimento de atividades de EA, por mais simples que possam parecer, é possível perceber uma mudança efetiva de atitudes e valores possibilitando o reconhecimento do campo de atuação e a vivência de práticas educativas (Torales-Campos, et al. 2017).
O comprometimento da sociedade com o desenvolvimento sustentável exige que a EA seja compreendida e praticada como uma ferramenta emancipadora, capaz de promover a reflexão ética sobre o modelo de desenvolvimento (Freitas; Lima, 2020) e fomentar um pensamento crítico e responsável.
A partir de uma análise feita por (Silva, et al. 2020) constata-se que a escola desempenha um papel fundamental na formação de uma consciência voltada à preservação ambiental, uma vez que o ambiente escolar constitui um espaço privilegiado para o desenvolvimento de ações educativas que favoreçam a inserção dos indivíduos em temáticas relacionadas à conservação do meio ambiente. E desta forma a EA revela-se uma ferramenta eficaz para despertar a consciência sobre as questões ambientais, promovendo a disseminação de boas práticas de manejo e contribuindo para a melhoria da qualidade ambiental (Costa, et al., 2021).
Sugere-se então que futuras investigações aprofundem a avaliação da eficácia das metodologias ativas e dos projetos de EA implementados, bem como explorem as percepções de diferentes atores escolares (gestores, pais, alunos) sobre a temática. Tais estudos poderão subsidiar a elaboração de políticas educacionais mais eficazes e o desenvolvimento de práticas pedagógicas que promovam o engajamento e a participação dos estudantes de forma política, ecológica e socialmente responsável, atendendo aos objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para a educação básica.
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