Desigualdade étinico-racial na umbanda: Um estudo sobre representatividade e branqueamento religioso na zona norte do Rio de Janeiro

ETHNIC-RACIAL INEQUALITY IN UMBANDA: A STUDY ON REPRESENTATION AND RELIGIOUS WHITENING IN THE NORTHERN ZONE OF RIO DE JANEIRO

DESIGUALDAD ÉTNICO-RACIAL EN LA UMBANDA: UN ESTUDIO SOBRE REPRESENTACIÓN Y BLANQUEAMIENTO RELIGIOSO EN LA ZONA NORTE DE RÍO DE JANIERO

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/79B3A7

DOI

doi.org/10.63391/79B3A7

Alves, Grazielly Xavier de Assis. Desigualdade étinico-racial na umbanda: Um estudo sobre representatividade e branqueamento religioso na zona norte do Rio de Janeiro. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A Umbanda, religião brasileira de raízes africanas e indígenas, enfrenta um paradoxo contemporâneo: embora derive de culturas marginalizadas, apresenta, em muitos de seus espaços, a predominância de praticantes brancos e a escassez de protagonismo negro e indígena. Este artigo de revisão bibliográfica investiga essa disparidade étnica nos terreiros da Zona Norte do Rio de Janeiro, analisando seus aspectos históricos, sociais e culturais. Aborda o processo de branqueamento ocorrido desde a fundação da religião, com ênfase nas influências do espiritismo kardecista e do catolicismo, que contribuíram para o distanciamento das tradições afro-indígenas originais. Examina-se ainda a composição étnica dos terreiros com base em dados do Censo 2022, revelando uma significativa maioria de praticantes brancos, em contraste com a herança cultural da religião. A pesquisa destaca as consequências desse cenário: apropriação cultural, invisibilidade de lideranças negras e indígenas, e enfraquecimento da luta contra o racismo religioso. Por fim, o artigo defende a valorização das raízes autênticas da Umbanda como forma de garantir sua representatividade e fortalecer sua identidade. O estudo contribui para os debates sobre diversidade, pertencimento e justiça racial no campo religioso brasileiro.
Palavras-chave
identidade religiosa; branqueamento cultural; intolerância religiosa; representatividade étnica; religiões afro-brasileiras.

Summary

Umbanda, a Brazilian religion with African and Indigenous roots, faces a contemporary paradox: although it originates from marginalized cultures, it often displays a predominance of white practitioners and a lack of Black and Indigenous leadership within its religious spaces. This literature review investigates the ethnic disparity in Umbanda terreiros located in the North Zone of Rio de Janeiro, analyzing its historical, social, and cultural aspects. It discusses the whitening process that has occurred since the religion’s founding, emphasizing the influences of Kardecist Spiritism and Catholicism, which contributed to the distancing from its original Afro-Indigenous traditions. The study also examines the ethnic composition of the terreiros based on data from the 2022 Census, revealing a significant majority of white practitioners, in contrast to the religion’s cultural heritage. The research highlights the consequences of this scenario: cultural appropriation, the invisibility of Black and Indigenous leadership, and the weakening of the fight against religious racism. Finally, the article advocates for the appreciation of Umbanda’s authentic roots as a means of ensuring representativity and strengthening its identity. This study contributes to ongoing debates on diversity, belonging, and racial justice within the Brazilian religious context.
Keywords
religious identity; cultural whitening; religious intolerance; ethnic representation; afro-brazilian religions.

Resumen

La Umbanda, religión brasileña de raíces africanas e indígenas, enfrenta un paradoxo contemporáneo: aunque se origina en culturas históricamente marginadas, en muchos de sus espacios religiosos se observa la predominancia de practicantes blancos y una escasa presencia de liderazgos negros e indígenas. Este artículo de revisión bibliográfica investiga dicha disparidad étnica en los terreiros ubicados en la Zona Norte de Río de Janiero, analizando sus aspectos históricos, sociales y culturales. Se aborda el proceso de blanqueamiento ocurrido desde la fundación de la religión, con énfasis en las influencias del espiritismo kardecista y del catolicismo, que contribuyeron al distanciamiento respecto a las tradiciones afro-indígenas originales. Asimismo, se examina la composición étnica de los terreiros a partir de los datos del Censo 2022, los cuales revelan una mayoría significativa de practicantes blancos, en contraste con la herencia cultural de la Umbanda. La investigación destaca las consecuencias de este escenario: apropiación cultural, invisibilización de liderazgos negros e indígenas, y debilitamiento de la lucha contra el racismo religioso. Finalmente, el artículo aboga por la valorización de las raíces auténticas de la Umbanda como forma de garantizar su representatividad y fortalecer su identidad. El estudio contribuye a los debates sobre diversidad, pertenencia y justicia racial en el ámbito religioso brasileño.
Palavras-clave
identidad religiosa; blanqueamiento cultural; intolerancia religiosa; representación étnica; religiones afrobrasileñas.

INTRODUÇÃO

A Umbanda, religião genuinamente brasileira, emerge no cenário religioso nacional no início do século XX, no Rio de Janeiro, como um fenômeno de sincretismo cultural e religioso (Ferreira, Andrade e Pereira, 2025). Fruto da confluência de elementos do catolicismo popular, do espiritismo kardecista e, fundamentalmente, das ricas tradições africanas e indígenas, a Umbanda se estabeleceu como um espaço de fé e acolhimento para milhões de brasileiros (Gomes et al., 2013). Sua rápida expansão e a diversidade de seus ritos e crenças a tornaram um campo fértil para estudos sociológicos, antropológicos e históricos, que buscam compreender suas complexas dinâmicas internas e sua relação com a sociedade brasileira (Chiesa, 2020).

No entanto, apesar de suas raízes profundas nas culturas africanas e indígenas, a Umbanda tem sido objeto de discussões crescentes sobre a disparidade étnica em seus terreiros, especialmente no que tange à prevalência de corpos brancos e à escassez de protagonismo negro e indígena (Oro, 2002). Essa problemática, que se manifesta de diversas formas, desde a composição racial dos frequentadores e líderes até a interpretação e valorização de suas próprias origens, levantando questões cruciais sobre as implicações sociais e culturais desse fenômeno (Camargo, 2019). A Zona Norte do Rio de Janeiro, região com uma significativa concentração de terreiros de Umbanda, serve como um microcosmo para a observação e análise dessas dinâmicas, revelando tensões e contradições inerentes à construção da identidade umbandista no Brasil (Heim, Araújo e Hoshino, 2018). 

Este artigo de revisão bibliográfica tem como objetivo principal analisar as implicações sociais e culturais da disparidade étnica nos terreiros de Umbanda na Zona Norte do Rio de Janeiro, explorando a prevalência de corpos brancos e a escassez de protagonismo negro e indígena. Para tanto, buscou-se contextualizar historicamente o surgimento da Umbanda e o processo de branqueamento em sua formação, discutir a composição étnica atual dos terreiros, com base em dados disponíveis e analisar as consequências dessa disparidade para a identidade religiosa, a representatividade e a luta contra o racismo religioso.

A relevância deste estudo reside na necessidade de aprofundar o debate sobre as questões raciais dentro das religiões de matriz africana, contribuindo para a valorização de suas raízes e para a promoção de uma Umbanda mais inclusiva e representativa de sua verdadeira essência. 

O artigo está estruturado em cinco seções principais: introdução, fundamentação teórica, análise da composição étnica, implicações sociais e culturais, e conclusão, seguidas pelas referências bibliográficas, conforme metodologia PRISMA (Harrad, 2015).

REVISÃO DE LITERATURA

RACISMO RELIGIOSO E BRANQUEAMENTO NA UMBANDA

Para compreender a disparidade étnica nos terreiros de Umbanda, é fundamental explorar os conceitos de racismo religioso e branqueamento, que se entrelaçam na formação e desenvolvimento dessa religião no Brasil (Marinho, 2022). Segundo esta autora, o racismo religioso pode ser definido como a discriminação, preconceito ou intolerância baseados em crenças ou práticas religiosas, frequentemente direcionados a religiões de matriz africana. No contexto brasileiro, essa forma de racismo manifesta-se através de estigmatização, violência e deslegitimação dessas religiões, perpetuando uma hierarquia social que privilegia o cristianismo e marginaliza as expressões de fé afro-brasileiras (Pereira, Santos e Oleto, 2022).

O conceito de branqueamento, por sua vez, refere-se a um processo social e ideológico que busca diluir ou apagar as características raciais e culturais de grupos não-brancos, assimilando-os a padrões eurocêntricos (Capelasso e Caniato, 2024). Na Umbanda, o branqueamento não se restringe apenas à composição étnica de seus praticantes, mas também se reflete na reinterpretação de suas doutrinas, ritos e símbolos, muitas vezes em detrimento de suas raízes africanas e indígenas. Esse fenômeno histórico é crucial para entender a prevalência de corpos brancos e a escassez de protagonismo negro e indígena nos terreiros, mesmo em uma religião que tem suas bases fincadas na cultura afro-brasileira (Barros, 2022).

A gênese da Umbanda, conforme analisado por diversos estudiosos, está intrinsecamente ligada a esse processo de branqueamento. A anunciação da Umbanda em 1908, por Zélio Fernandino de Moraes, um jovem branco da classe média fluminense, e a figura do Caboclo das Sete Encruzilhadas, são marcos que, embora fundadores, carregam em si as contradições de uma religião que se apropria de elementos africanos e indígenas sem, contudo, dar protagonismo aos seus verdadeiros herdeiros étnicos (Padrinho, 2013). Este mesmo autor conta que a narrativa da fundação da Umbanda por Zélio, um médium branco, e a posterior revelação de que o Caboclo das Sete Encruzilhadas seria um padre jesuíta branco, evidenciam uma tentativa de legitimar a religião perante a sociedade branca da época, distanciando-a das macumbas populares e das religiões de matriz africana, que eram alvo de intensa perseguição e preconceito.

Essa busca por legitimidade levou a Umbanda a incorporar elementos do Espiritismo Kardecista e do Catolicismo, o que contribuiu para seu reconhecimento social, mas também para o apagamento de suas raízes mais autênticas. A hierarquia das entidades na Umbanda, com a valorização de Caboclos (representando o indígena idealizado) e Pretos Velhos (representando o negro escravizado, mas em posição de subalternidade), e a demonização de Exus, reflete a estrutura social racista da época e a necessidade de se adequar a ela para sobreviver (Jorge, 2013).

O intercâmbio entre Umbanda e Espiritismo, embora tenha facilitado a difusão de crenças e práticas, também representou uma estratégia de branqueamento (Duccini, 2011). Segundo esta autora, o espiritismo, já buscando sua própria legitimação e distanciamento das práticas consideradas “inferiores” como as macumbas, ofereceu à Umbanda um modelo de organização e discurso que enfatizava a caridade e o “amor ao próximo”, distanciando-a ainda mais de suas origens africanas e indígenas. Desta forma, esse processo resultou em uma “tribo de brancos” que podiam acessar os “serviços espirituais” sem se associar diretamente às religiões afro-brasileiras estigmatizadas.

Segundo Campos e Neri (2020), essa apropriação cultural, onde elementos de religiões de matriz africana e indígena são descontextualizados e ressignificados para atender a uma narrativa eurocêntrica, e é um dos pilares da disparidade étnica observada nos terreiros, já que falta de reconhecimento do protagonismo negro e indígena na construção da Umbanda não apenas invisibiliza a contribuição dessas comunidades, mas também perpetua um ciclo de racismo e exclusão dentro da própria religião. 

A COMPOSIÇÃO ÉTNICA NOS TERREIROS DE UMBANDA: UMA ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E ESCASSEZ

Apesar de suas raízes africanas e indígenas, a composição étnica dos praticantes de Umbanda no Brasil tem sido objeto de debate e estudo, revelando uma prevalência de pessoas brancas e pardas. Dados do Censo 2022, por exemplo, indicam que entre os umbandistas e candomblecistas, pessoas brancas (42,7%) e pardas (26,3%) constituem a maioria dos religiosos (Toledo, 2025). Essa estatística, embora geral para o Brasil, reflete uma tendência de branqueamento que se manifesta também nos terreiros do Rio de Janeiro.

Estudos e mapeamentos de casas de religiões de matriz africana no Rio de Janeiro, como os realizados pela PUC-Rio e SEPPIR-PR em 2011, apontam que a Zona Norte da cidade, juntamente com a Zona Oeste, concentra um número significativo de comunidades afro-religiosas. No entanto, a disponibilidade de dados específicos sobre a composição étnica detalhada por região, como a Zona Norte, é limitada em pesquisas abertas. A análise do artigo sobre racismo religioso e branqueamento na Umbanda (Evangelista, 2022), já indicou a forte influência da classe média branca no delineamento da religião, o que sugere uma prevalência histórica de brancos em posições de liderança e frequentadores.

A escassez de protagonismo negro e indígena, apesar da origem e fundamentação da Umbanda em suas culturas, é uma das implicações mais visíveis desse processo de branqueamento. A narrativa da fundação da Umbanda, centrada em Zélio Fernandino de Moraes, um médium branco, e a figura do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que se revelou ser um padre jesuíta branco, reforçam a ideia de que a religião foi moldada para ser aceita por uma sociedade predominantemente branca e eurocêntrica (Veiga, 2021). Isso não significa que pessoas negras e indígenas não frequentem ou liderem terreiros, mas que a estrutura e a representação da Umbanda muitas vezes não refletem a diversidade de suas origens.

Essa disparidade levanta questões sobre a representatividade e a autenticidade da Umbanda. Se a religião se baseia em elementos culturais africanos e indígenas, a ausência ou sub-representação de seus descendentes em posições de destaque pode levar a uma descaracterização de suas raízes e a uma perpetuação de desigualdades. 

IMPLICAÇÕES SOCIAIS E CULTURAIS DA DISPARIDADE ÉTNICA

A disparidade étnica nos terreiros de Umbanda, caracterizada pela prevalência de corpos brancos e a escassez de protagonismo negro e indígena, acarreta uma série de implicações sociais e culturais que afetam a identidade da religião, a experiência de seus praticantes e a percepção da sociedade em geral (Pereira, 2023). Segundo este autor, o impacto mais evidente é a descaracterização da identidade da Umbanda, que, ao ser moldada por uma perspectiva eurocêntrica, distancia-se de suas raízes africanas e indígenas, essenciais para sua formação e significado.

Essa descaracterização se manifesta na apropriação cultural, onde elementos sagrados e rituais de origem africana e indígena são esvaziados de seu contexto original e ressignificados para se adequarem a uma visão mais “branca” e “aceitável” pela sociedade dominante. Isso não apenas empobrece a riqueza cultural da Umbanda, mas também contribui para a invisibilidade e o apagamento das contribuições dos povos africanos e indígenas para a construção da religião (Franco, Bezerra e Gonzáles, 2020). Segundo estes autores, a falta de reconhecimento do protagonismo negro e indígena na Umbanda perpetua um ciclo de racismo estrutural, onde a história e a cultura desses povos são marginalizadas mesmo dentro de um espaço que deveria ser de valorização e celebração de suas heranças.

Para os praticantes negros e indígenas, essa disparidade étnica pode gerar desafios significativos. A ausência de representatividade em posições de liderança e a predominância de narrativas que minimizam a importância de suas origens podem levar a um sentimento de não pertencimento e à dificuldade de se identificar plenamente com a religião (Pinho e Sansone, 2018). Segundo esses autores, além disso, a perpetuação de estereótipos e preconceitos raciais dentro dos próprios terreiros, mesmo que de forma velada, pode reproduzir as dinâmicas de racismo presentes na sociedade mais ampla. Afirmam ainda que a intolerância religiosa, que afeta desproporcionalmente as religiões de matriz africana, é agravada por essa disparidade étnica. Assim, segundo eles, quando a Umbanda é percebida como uma religião “embranquecida”, ela pode perder parte de sua capacidade de resistência e de sua voz na luta contra o preconceito e a discriminação.

De acordo com Barros (2022):

O racismo religioso, no caso das especulações sobre origem da umbanda, se baseia nos discursos hierarquizantes que expressam a discriminação e a intolerância religiosa, que operam valorando manifestações mais embranquecidas ou mais próximas da cultura branca, localizando-as não só verticalmente, uma sobre a outra, mas horizontalmente, uma em oposição à outra.

Em suma, a disparidade étnica nos terreiros de Umbanda não é apenas uma questão de números, mas um reflexo de processos históricos e sociais complexos que impactam profundamente a religião e seus adeptos. O reconhecimento e a valorização do protagonismo negro e indígena são passos fundamentais para a construção de uma Umbanda mais justa, inclusiva e fiel às suas verdadeiras origens. A próxima e última seção apresentará as considerações finais e sugestões para futuras pesquisas e ações.

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Este estudo analisou a disparidade étnica nos terreiros de Umbanda na Zona Norte do Rio de Janeiro, revelando que, embora a religião tenha raízes afro-indígenas, sua composição atual é marcada pela predominância de praticantes brancos e pela ausência significativa de representatividade negra e indígena. A análise histórica e conceitual mostrou que processos de legitimação social colaboraram para o distanciamento das tradições originárias, impactando diretamente a identidade da religião e contribuindo para práticas de apropriação cultural e exclusão dentro dos próprios espaços religiosos.

Diante desse cenário, torna-se necessário reconhecer e valorizar ativamente o protagonismo dos povos negros e indígenas na Umbanda, promovendo uma reconstrução de suas narrativas e práticas. O fortalecimento da representatividade étnica nas lideranças espirituais e a reafirmação das raízes culturais da religião são passos fundamentais para combater o racismo estrutural e resgatar a essência inclusiva e acolhedora da Umbanda. Com isso, espera-se contribuir para uma sociedade mais equitativa, em que as expressões religiosas possam refletir com fidelidade suas origens e promover justiça social.

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