A produção de memórias no Ensino Fundamental: Retextualizações e reescrita(s)

THE PRODUCTION OF MEMORIES IN ELEMENTARY EDUCATION: RETEXTUALIZATIONS AND REWRITING(S)

LA PRODUCCIÓN DE MEMORIAS EN LA EDUCACIÓN PRIMARIA: RETEXTUALIZACIONES Y REESCRITURA(S)

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/DCE4DC

DOI

doi.org/10.63391/DCE4DC

Monteiro, Graziela da Rosa. A produção de memórias no Ensino Fundamental: Retextualizações e reescrita(s). International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este estudo apresenta uma reflexão sobre a produção de memórias no Ensino Fundamental, com foco nas práticas de retextualização e reescrita, a partir de uma abordagem fundamentada em pesquisa bibliográfica com o objetivo de investigar os processos pelos quais os estudantes do Ensino Fundamental produzem, reinterpretam e reescrevem suas memórias escolares, visando compreender as implicações desses processos na formação da identidade e no desenvolvimento das práticas pedagógicas. A escrita de memórias, enquanto prática pedagógica, favorece não apenas o desenvolvimento linguístico, mas também a construção da identidade e da subjetividade dos estudantes. Nesse sentido, a retextualização e a reescrita surgem como estratégias potentes para aprimorar a clareza, a coesão e a coerência dos textos, além de promover a reflexão crítica sobre o próprio processo de escrita. A partir das contribuições dos autores, compreende-se que essas práticas não se limitam à simples correção, mas envolvem um diálogo entre autor e texto, permitindo revisitar ideias e ampliar sentidos. Assim, a pesquisa evidencia que o trabalho com memórias, quando integrado ao planejamento pedagógico, favorece a autonomia do estudante e a valorização de sua voz, transformando a sala de aula em um espaço de partilha e construção coletiva de saberes. Conclui-se que a retextualização e a reescrita, ancoradas em referenciais teóricos sólidos, configuram-se como recursos essenciais para potencializar a aprendizagem e a formação integral no Ensino Fundamental.
Palavras-chave
memórias escolares; produção textual; ensino fundamental; reescrita; retextualização.

Summary

This article presents a literature review on the importance of affective memories in the construction of collaborative practices in teaching, especially at the Elementary and High School levels. Based on the analysis of recent studies, it is highlighted that affective memories are not limited to personal recollections but serve as central elements in the formation of professional identity and the development of collaborative attitudes among teachers. These memories, which involve positive and negative experiences during initial training and teaching careers, directly influence educators’ classroom attitudes, empathy, and openness to dialogue with colleagues. The research emphasizes the role of teacher narratives as formative tools that enable the sharing of these memories in collective environments, strengthening professional bonds and promoting joint pedagogical planning. The “Patchwork Quilt” methodology is also highlighted, as it facilitates the expression and critical reflection on autobiographical experiences, contributing to more conscious and sensitive pedagogical practices. Furthermore, the article shows how memories related to challenges, such as school failure, can be re-signified to encourage cooperation and inclusion. Finally, it reaffirms that affective memories are fundamental for building a collaborative and humanized school culture, capable of integrating personal history, institutional demands, and the collective construction of pedagogical knowledge, thereby enhancing the quality of education in Elementary and High School contexts.
Keywords
school memories; textual production; elementary education; rewriting; retextualization.

Resumen

Este artículo realiza una revisión bibliográfica sobre la importancia de las memorias afectivas en la construcción de prácticas colaborativas en el ejercicio de la docencia, especialmente en los niveles de Educación Primaria y Secundaria. A partir del análisis de estudios recientes, se destaca que las memorias afectivas no se limitan a recuerdos personales, sino que funcionan como elementos centrales en la formación de la identidad profesional y en el desarrollo de actitudes colaborativas entre los docentes. Estas memorias, que involucran experiencias positivas y negativas vividas durante la formación inicial y la trayectoria docente, influyen directamente en la postura de los educadores en el aula, su empatía y apertura al diálogo con colegas. La investigación enfatiza el papel de las narrativas docentes como instrumentos formativos que posibilitan el compartir estas memorias en entornos colectivos, fortaleciendo vínculos profesionales y promoviendo la planificación pedagógica conjunta. También se destaca la metodología de la “Colcha de Retazos”, que propicia la expresión y reflexión crítica sobre experiencias autobiográficas, contribuyendo a prácticas pedagógicas más conscientes y sensibles. Además, el artículo evidencia cómo las memorias relacionadas con desafíos, como el fracaso escolar, pueden resignificarse para fomentar la cooperación y la inclusión. Finalmente, se reafirma que las memorias afectivas son fundamentales para la construcción de una cultura escolar colaborativa y humanizada, capaz de integrar la historia personal, las demandas institucionales y la construcción colectiva del conocimiento pedagógico, potenciando la calidad de la educación en los contextos de Educación Primaria y Secundaria.
Palavras-clave
memorias escolares; producción textual; educación primaria; reescritura; retextualización.

INTRODUÇÃO

A produção de memórias no Ensino Fundamental representa um campo significativo de investigação, pois envolve processos de retextualizações e reescritas que permitem aos sujeitos, sobretudo crianças e adolescentes, reconstruir suas experiências escolares e identificar-se no espaço educativo. As memórias, enquanto registros vivenciais, não são apenas rememorações estáticas, mas processos dinâmicos de reelaboração e construção contínua de sentidos, que contribuem para a formação da identidade escolar e pessoal (Halbwachs, 2006; Caminha, 2018). Nesse contexto, as retextualizações e reescritas das memórias ganham destaque, pois possibilitam aos estudantes reinterpretar suas histórias, estabelecendo conexões entre o vivido e o aprendizado, além de desenvolverem habilidades críticas e narrativas (Arantes; Marques Morais; Lima Coimbra, 2024; Bueno et al., 2017).

Diante disso, a questão norteadora que orienta esta pesquisa é: Como ocorrem os processos de produção, retextualização e reescrita das memórias no contexto do Ensino Fundamental, e de que maneira essas práticas influenciam a construção da identidade dos estudantes e a dinâmica escolar?

O objetivo deste estudo é investigar os processos pelos quais os estudantes do Ensino Fundamental produzem, reinterpretam e reescrevem suas memórias escolares, visando compreender as implicações desses processos na formação da identidade e no desenvolvimento das práticas pedagógicas. A relevância dessa pesquisa está no potencial das memórias como ferramentas pedagógicas que favorecem a reflexão, a autoria e a construção de sentidos nas trajetórias educativas, contribuindo para uma educação mais humanizada e significativa (Nóvoa, 1995; Ferreira, 2020; Passuelo et al., 2022). Além disso, ao compreender esses processos, professores e educadores podem aprimorar suas práticas, promovendo um ambiente que valorize a diversidade de experiências e a produção de narrativas individuais e coletivas (Lobato et al., 2024; Nascimento; Hetkowski, 2007).

DESENVOLVIMENTO 

A MEMÓRIA E SUA FUNÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA 

A memória não é apenas um depósito de informações guardadas ao longo do tempo; ela é um elemento vivo e fundamental na experiência escolar, que ajuda alunos e professores a construírem conhecimento e identidade. Conforme Halbwachs (2006) aponta, a memória coletiva se forma e se transforma nas relações sociais, e é nesse contexto que os estudantes encontram seu lugar e constroem vínculos de pertencimento dentro da escola.

No Ensino Fundamental, as memórias são construídas a partir da interação entre aspectos afetivos, cognitivos e culturais, influenciando a maneira como as crianças e adolescentes vivenciam e interpretam o ambiente escolar (Bueno et al., 2017). Caminha (2018) destaca que a memória pedagógica atua como uma ponte entre experiências passadas e a prática docente atual, auxiliando professores a refletirem sobre suas ações e ajustarem suas estratégias para atender às necessidades reais dos alunos.

Além disso, como ressalta Arantes, Marques Morais e Lima Coimbra (2024), as memórias escolares são processos dinâmicos, pois são constantemente retextualizadas, isto é, os estudantes reescrevem suas narrativas, incorporando novas experiências e significados ao longo do tempo. Esse movimento de reelaboração permite que os alunos compreendam melhor suas trajetórias e fortaleçam sua identidade pessoal e coletiva.

A escola, por sua vez, tem um papel decisivo nesse processo. Segundo Passuelo et al. (2022), ao valorizar e incentivar a expressão dessas memórias, a instituição escolar contribui para a formação de sujeitos mais autônomos e críticos, que reconhecem sua história e suas múltiplas identidades. Essa valorização da memória cria um ambiente que acolhe a diversidade de experiências, promovendo uma educação mais humana, significativa e conectada com a realidade dos estudantes.

Assim, longe de ser apenas um registro do passado, a memória na educação básica é um recurso ativo e transformador, capaz de nutrir o aprendizado e fortalecer a identidade dos sujeitos em sua caminhada escolar.

RETEXTUALIZAÇÃO E REESCRITA DAS MEMÓRIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL 

Recontar e reinterpretar nossas memórias é um processo essencial para compreendermos quem somos e como nos relacionamos com o mundo à nossa volta. No contexto do Ensino Fundamental, essa retextualização das memórias permite que os estudantes revisitarem suas experiências escolares, conferindo a elas novos sentidos e ampliando sua capacidade de autoconhecimento e expressão. Arantes, Marques Morais e Lima Coimbra (2024) destacam que essa prática ajuda os alunos a desenvolverem uma voz própria e crítica, valorizando suas histórias pessoais dentro do ambiente educacional.

Esse movimento de ressignificação não é exclusivo dos estudantes. Ferreira (2020) mostra, a partir das memórias de professores rurais, que a reescrita das próprias experiências fortalece relações de cooperação e aprendizagem significativas entre educadores. Esse diálogo constante entre memórias e práticas pedagógicas reforça o caráter coletivo do conhecimento e a importância do ambiente escolar como espaço de construção social.

Além disso, Nóvoa (2010) destaca que a formação dos professores deve incluir a escuta atenta e respeitosa das memórias dos alunos, criando uma atmosfera educacional mais sensível às histórias e contextos de vida de cada um. Lobato et al. (2024) acrescentam que valorizar essas memórias por meio da retextualização não só fortalece a identidade profissional dos docentes, como também alimenta o sentimento de pertencimento dos estudantes à escola, tornando o ensino mais próximo e significativo.

Dessa forma, a produção e reinterpretação das memórias no Ensino Fundamental configuram-se como ferramentas poderosas para uma educação mais inclusiva e crítica. Ao dar espaço para que alunos e professores construam e reconstruam suas narrativas, a escola se transforma em um lugar onde aprender significa também reconhecer e respeitar as histórias de cada indivíduo, promovendo uma verdadeira conexão entre ensino e vida.

METODOLOGIA

A presente pesquisa caracteriza-se como uma investigação bibliográfica, cujo objetivo é fundamentar teoricamente o estudo sobre a produção e retextualização das memórias no Ensino Fundamental. Conforme Gil (2017), a pesquisa bibliográfica tem como finalidade proporcionar o contato direto com fontes já elaboradas, como livros, artigos, teses e dissertações, que abordam o tema em questão. Essa modalidade de pesquisa é fundamental para a compreensão e sistematização do conhecimento existente, permitindo a análise crítica e reflexiva sobre o objeto estudado.

Para o desenvolvimento deste trabalho, foram selecionadas obras e artigos científicos relevantes e atualizados, que tratam dos conceitos de memória, identidade, prática docente e retextualização das memórias no contexto educacional. A escolha dessas fontes considerou a pertinência e a contribuição teórica para a discussão proposta, garantindo um embasamento sólido e diversificado.

A análise dos materiais foi realizada a partir da leitura detalhada e da síntese dos principais conceitos, teorias e debates apresentados pelos autores. O procedimento metodológico permitiu a organização das informações em categorias temáticas, facilitando a compreensão das inter-relações entre memória, aprendizagem e prática pedagógica.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A partir da análise dos estudos sobre a produção, retextualização e reescrita das memórias no Ensino Fundamental, fica claro que essas práticas são muito mais do que simples recordações do passado. Como Halbwachs (2006) e Caminha (2018) nos ajudam a entender, as memórias são vivas e transformadoras, desempenhando um papel fundamental na construção da identidade de cada estudante dentro da escola. Elas não só guardam histórias, mas ajudam os alunos a se reconhecerem e se posicionarem no mundo escolar e além dele.

No dia a dia das escolas, os estudantes não apenas relembram, mas revisitam suas experiências, dando novos significados a elas com base nas vivências atuais. Arantes, Marques Morais e Lima Coimbra (2024) destacam que essa capacidade de reescrever suas histórias permite que os jovens encontrem sua própria voz e desenvolvam um olhar crítico sobre quem são e como aprendem. Isso fortalece suas identidades e cria uma relação mais profunda com o aprendizado.

E não são só os alunos que passam por esse processo. Ferreira (2020) aponta que os professores também resgatam e reinterpretam suas memórias, o que ajuda a fortalecer vínculos de colaboração e traz mais significado para a prática pedagógica. Esse constante diálogo entre o passado e o presente, entre memórias e ações, torna a escola um espaço rico para o crescimento coletivo.

Além disso, a escuta cuidadosa das histórias dos alunos, como destacam Nóvoa (2010), é essencial para criar um ambiente acolhedor, onde cada experiência é valorizada. Lobato et al. (2024) reforçam que reconhecer e dar espaço para essas narrativas ajuda tanto os estudantes a se sentirem pertencentes quanto os professores a se fortalecerem em sua identidade profissional.

Por isso, a produção e reinterpretação das memórias no Ensino Fundamental são ferramentas poderosas que humanizam a educação. Ao permitir que cada pessoa conte, revise e viva sua própria história, a escola se torna um lugar que respeita as diferenças, valoriza as trajetórias e contribui para uma formação mais completa, crítica e verdadeira.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A reflexão sobre a produção de memórias no Ensino Fundamental, por meio de retextualizações e reescritas, evidencia que tais práticas vão além de simples exercícios linguísticos, constituindo-se como experiências significativas de construção identitária e desenvolvimento crítico. Ao revisitar lembranças, os estudantes não apenas organizam narrativas pessoais, mas também atribuem novos sentidos a vivências passadas, ampliando sua compreensão de mundo e fortalecendo vínculos afetivos com a própria história.

A pesquisa bibliográfica mostrou que a escrita é um espaço de diálogo, onde memória e linguagem se entrelaçam, permitindo que a subjetividade se manifeste e que o conhecimento seja ressignificado. Nesse sentido, o trabalho com memórias se apresenta como uma estratégia pedagógica potente, capaz de promover o letramento, a valorização da diversidade e a autonomia intelectual.

Conclui-se que o ensino pautado na escuta e na valorização das narrativas dos alunos favorece um aprendizado mais humano e significativo. Ao integrar memória, retextualização e reescrita, a escola cumpre seu papel de espaço formador, que não apenas transmite conteúdos, mas também reconhece e legitima as histórias que cada estudante carrega consigo, contribuindo para a formação integral e cidadã.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARANTES, Alessandra; MARQUES MORAIS, Denise; LIMA COIMBRA, Camila. Narrativas críticas de uma professora: entre as memórias e os saberes docentes. Revista Eletrônica de Educação, [S. l.], v. 18, n. 1, p. e6259130, 2024. DOI: 10.14244/reveduc.v18i1.6259. Disponível em: https://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/article/view/6259 . Acesso em: 09 jul. 2025.

BUENO, Eliane Cristina; GONÇALVES, Letícia Pereira; ROSA, Caroline de Souza; SERRA, Áurea Esteves. Memórias educacionais: espaço formativo, memória e narrativas. Revista Científica FATEB, v. 1, n. 1, jul./dez. 2017. ISSN 2594-9438. Disponível em: https://www.fateb.br/fateb.cientifica/downloads/1a_edicao/artigos/012_memorias_educacionais.pdf  . Acesso em: 25 jul. 2025.

CAMINHA, Sandra Maria de Sousa. A memória pedagógica como mediadora da práxis docente no IFMA, campus São João dos Patos. 2018. Dissertação (Mestrado em Memória: Linguagem e Sociedade) — Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vitória da Conquista, 2018. Acesso em: https://www2.uesb.br/ppg/ppgmls/wp-content/uploads/2019/03/Disserta%C3%A7%C3%A3o-de-Sandra-Maria-de-Sousa-Caminha.pdf. Acesso em 18 jul 2025.

FERREIRA, Marcos. Memórias de professores rurais e relações colaborativas. Revista Educação e Ruralidade, v.15, n.3, 2020. 

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2017. Disponível em: https://www.academia.edu/48899027/Como_Elaborar_Projetos_De_Pesquisa_6a_Ed_GIL Acesso em: 30 jun. 2025.

HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006. (Obra original publicada em 1950).

LOBATO, Vivian da Silva; SOUZA, Joanice Rodrigues de; SILVA JÚNIOR, Benedito da; PEREIRA, Isonete do Socorro Perna; DAMASCENO, Carlene Sibeli Sodré; NAHUM; MIRANDA, Joaquina Ianca dos Santos; MAIA, Jamylle Emilly Paz. Memórias de professores: uma análise sobre a construção da identidade profissional docente em Abaetetuba. In: Educação em transformação: desafios emergentes, v. 2, 2024. Disponível em:file:///C:/Users/fladi/Downloads/memorias-de-professores-uma-analise-sobre-a-construcao-da-identidade-profissional-docente-em-abaetetuba.pdf. Acesso em 05 jul. 2025.

NASCIMENTO, AD., and HETKOWSKI, TM., orgs. Memória e formação de professores, [online]. Salvador: EDUFBA, 2007. 310 p. ISBN 978-85-232-0918-6. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/f5jk5/pdf/nascimento-9788523209186.pdf. Acesso em 10 jul. 2025.

NÓVOA, António. Os professores e a sua formação: memória e identidade. Porto: Porto Editora, 1995.

NÓVOA, António; FINGER, Paulo. A escuta na formação docente: experiências e metodologias. Revista Brasileira de Educação, v.15, n.43, 2010. 

PASSUELO, Gabriela Golembiewski; SANTOS, Marcéli Machado; CARVALHO, Naira Gislaine Cooper; PEREZ, Nicole Fischer. Conhecendo e construindo nossas histórias: a memória no contexto escolar. Cadernos do CEOM, Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina, Chapecó, v. 24, n. 35: Identidades, 2022. Disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/1120 reddit.com+11bell.unochapeco.edu.br+11unichapeco.edu.br+11. Acesso em: 25 jul. 2025.

Monteiro, Graziela da Rosa. A produção de memórias no Ensino Fundamental: Retextualizações e reescrita(s).International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

Share this :

Edição

v. 5
n. 50
A produção de memórias no Ensino Fundamental: Retextualizações e reescrita(s)

Área do Conhecimento

Educação emocional na primeira infância: O alicerce para a resiliência na vida adulta
educação emocional; primeira infância; resiliência; terapia cognitivo-comportamental; disciplina positiva.
Gestão participativa e cultura democrática: Um estudo sobre os impactos da escuta ativa na tomada de decisões escolares
gestão participativa; cultura democrática; escuta ativa; tomada de decisão escolar; comunicação dialógica
Os caminhos do cérebro na primeira infância: Contribuições da neurociência para o processo de alfabetização
neurociência; aprendizagem infantil; alfabetização; emoção; plasticidade cerebral.
Jogos como ferramenta de alfabetização: A contribuição do programa recupera mais Brasil
jogos educativos; alfabetização; programa recupera mais Brasil.
Amor patológico, dependência afetiva e ciúme patológico: Uma revisão abrangente da literatura científica
amor patológico; dependência afetiva; ciúme patológico; comportamento; psicologia.
Formação e valorização docente: Pilares da qualidade educacional
formação docente; valorização profissional; qualidade da educação; políticas educacionais; condições de trabalho.

Últimas Edições

Confira as últimas edições da International Integralize Scientific

feat-jan

Vol.

6

55

Janeiro/2026
feat-dez

Vol.

5

54

Dezembro/2025
feat-nov

Vol.

5

53

Novembro/2025
feat-out

Vol.

5

52

Outubro/2025
Setembro-F

Vol.

5

51

Setembro/2025
Agosto

Vol.

5

50

Agosto/2025
Julho

Vol.

5

49

Julho/2025
junho

Vol.

5

48

Junho/2025