Os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar

FACTORS CONTRIBUTING TO THE DEVELOPMENT OF ANXIETY IN SCHOOL-AGE CHILDREN: A BIBLIOGRAPHIC REVIEW AT THE DOCTORAL LEVEL

FACTORES QUE CONTRIBUYEN AL DESARROLLO DE LA ANSIEDAD EN NIÑOS EN EDAD ESCOLAR: UNA REVISIÓN BIBLIOGRÁFICA A NIVEL DOCTORADO

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/6CDCFA

DOI

doi.org/10.63391/6CDCFA

Alves, Daiane Albano . Os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A incidência crescente de ansiedade entre crianças em idade escolar tem se revelado um desafio relevante para a educação e para a promoção da saúde mental na infância. O contexto escolar, por sua complexidade emocional, social e cognitiva, pode atuar como agente disparador de sintomas ansiosos, influenciado por fatores familiares, pedagógicos e culturais. Este estudo tem como finalidade compreender os elementos que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças no ambiente escolar, considerando a multiplicidade de determinantes envolvidos. A pesquisa possui abordagem qualitativa e foi conduzida por meio de revisão bibliográfica, com análise de produções acadêmicas nacionais e internacionais nas áreas da psicologia do desenvolvimento, educação e neurociência. As fontes foram selecionadas com base na atualidade, relevância teórica e rigor metodológico. Os resultados apontam que a ansiedade infantil está relacionada à pressão por desempenho, rotinas escolares rígidas, ausência de escuta afetiva, uso excessivo de recursos tecnológicos e fragilidades nos vínculos familiares. A análise evidencia que práticas pedagógicas autoritárias, ausência de espaços seguros de expressão emocional e estímulos descontextualizados também atuam como fatores de risco. Conclui-se que o enfrentamento da ansiedade escolar exige ações integradas que articulem escola, família e sociedade, com foco na criação de ambientes acolhedores, flexíveis e promotores de bem-estar emocional.
Palavras-chave
ansiedade infantil; educação escolar; saúde mental; desenvolvimento emocional; fatores psicossociais.

Summary

The increasing incidence of anxiety among school-age children has emerged as a relevant challenge for education and the promotion of mental health in childhood. The school context, due to its emotional, social, and cognitive complexity, may act as a trigger for anxious symptoms, influenced by familial, pedagogical, and cultural factors. This study aims to understand the elements that contribute to the development of anxiety in children within the school environment, considering the multiplicity of determinants involved. The research adopts a qualitative approach and was conducted through a bibliographic review, analyzing national and international academic publications in the fields of developmental psychology, education, and neuroscience. The sources were selected based on their currency, theoretical relevance, and methodological rigor. The results indicate that childhood anxiety is associated with performance pressure, rigid school routines, lack of affective listening, excessive use of technological resources, and weakened family bonds. The analysis reveals that authoritarian pedagogical practices, absence of emotionally safe spaces, and decontextualized stimuli also function as risk factors. It is concluded that addressing school-related anxiety requires integrated actions that involve school, family, and society, focusing on the creation of welcoming, flexible, and emotionally supportive learning environments.
Keywords
childhood anxiety; school education; mental health; emotional development; psychosocial factors.

Resumen

La creciente incidencia de ansiedad entre niños en edad escolar se ha convertido en un desafío relevante para la educación y la promoción de la salud mental en la infancia. El entorno escolar, por su complejidad emocional, social y cognitiva, puede actuar como desencadenante de síntomas ansiosos, influenciado por factores familiares, pedagógicos y culturales. Este estudio tiene como propósito comprender los elementos que contribuyen al desarrollo de la ansiedad en niños dentro del contexto escolar, considerando la multiplicidad de determinantes implicados. La investigación adopta un enfoque cualitativo y fue realizada mediante una revisión bibliográfica, analizando publicaciones académicas nacionales e internacionales en las áreas de psicología del desarrollo, educación y neurociencia. Las fuentes fueron seleccionadas según su actualidad, relevancia teórica y rigor metodológico. Los resultados señalan que la ansiedad infantil está relacionada con la presión por rendimiento, las rutinas escolares rígidas, la ausencia de escucha afectiva, el uso excesivo de recursos tecnológicos y la fragilidad de los vínculos familiares. El análisis muestra que las prácticas pedagógicas autoritarias, la carencia de espacios seguros para la expresión emocional y los estímulos descontextualizados también actúan como factores de riesgo. Se concluye que el abordaje de la ansiedad escolar requiere acciones integradas entre escuela, familia y sociedad, enfocadas en la creación de entornos educativos acogedores, flexibles y promotores del bienestar emocional.
Palavras-clave
ansiedad infantil; educación escolar; salud mental; desarrollo emocional; factores psicosociales

INTRODUÇÃO 

A crescente prevalência de transtornos de ansiedade entre crianças em idade escolar tem se tornado uma preocupação relevante no campo da educação e da saúde mental. A literatura científica recente aponta para uma multiplicidade de fatores que influenciam essa condição, incluindo pressões acadêmicas, dinâmicas familiares, exposição precoce a tecnologias digitais e mudanças nas interações sociais. Pesquisadores como Cai et al. (2025), Crepalde et al. (2025) e Gao e Liu (2025) destacam que a complexidade emocional do contexto escolar pode atuar como agente desencadeador de sintomas ansiosos, sobretudo quando não há espaços adequados para a escuta afetiva e a expressão emocional. 

A escola, como ambiente formativo, desempenha papel central nesse cenário, pois não apenas transmite conhecimento, mas também influencia diretamente o bem-estar psicológico das crianças. A motivação desta pesquisa decorre da necessidade de aprofundar a compreensão sobre os mecanismos que contribuem para o surgimento da ansiedade infantil no espaço escolar, considerando as suas implicações no processo de desenvolvimento. 

O problema de investigação reside em identificar quais fatores escolares e familiares se relacionam com a manifestação de ansiedade em crianças no ensino fundamental. O objetivo geral é compreender os elementos psicossociais, pedagógicos e familiares que favorecem o surgimento da ansiedade em idade escolar. Como objetivos específicos, pretende-se: identificar a prevalência de sintomas ansiosos em crianças do ensino fundamental; analisar a influência da estrutura familiar na regulação emocional infantil; investigar as condições escolares que atuam como gatilhos para a ansiedade; e propor estratégias de intervenção baseadas em evidências no contexto educacional. 

A relevância desta pesquisa abrange quatro esferas interdependentes. No campo acadêmico, contribui para a ampliação do debate sobre saúde mental na infância; no âmbito social, subsidia políticas públicas voltadas à prevenção de transtornos emocionais; na dimensão profissional, fornece elementos para a formação de educadores e psicólogos escolares; e no nível pessoal, favorece a compreensão por parte de pais e responsáveis sobre os efeitos da ansiedade no desenvolvimento infantil. 

A metodologia adotada será qualitativa, baseada em revisão bibliográfica com análise interpretativa de estudos publicados em periódicos científicos e documentos institucionais nas áreas da psicologia, educação e neurociência. O aprofundamento dos procedimentos metodológicos será apresentado na seção específica deste artigo.

METODOLOGIA

A metodologia adotada neste estudo é de natureza qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica realizada entre os anos de 2020 e 2025. A escolha por esta abordagem justifica-se pela necessidade de interpretar criticamente os avanços teóricos recentes sobre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar, considerando suas múltiplas dimensões — emocional, social, pedagógica e familiar. A seleção das obras consultadas priorizou publicações científicas nacionais e internacionais indexadas em bases confiáveis, como Scopus, Web of Science, SciELO e PubMed, bem como documentos institucionais emitidos por organismos especializados, como o UNICEF.

Foram utilizados critérios rigorosos para inclusão dos textos: alinhamento temático com a proposta da pesquisa, consistência metodológica, relevância teórica e atualidade das discussões. Os materiais foram organizados por categorias interpretativas, que permitiram observar convergências entre os estudos quanto à identificação de fatores escolares e familiares associados aos sintomas ansiosos. A análise foi conduzida por meio de leitura reflexiva e síntese crítica, com foco na articulação dos dados teóricos às proposições estruturais da investigação.

O corpus bibliográfico inclui artigos sobre saúde mental infantil, psicologia do desenvolvimento, estratégias educacionais, vulnerabilidade social e práticas de cuidado escolar. O tratamento dos dados teóricos foi orientado pela busca de padrões e lacunas que pudessem subsidiar reflexões qualificadas sobre os desafios contemporâneos da infância escolarizada frente aos riscos emocionais associados à ansiedade. O detalhamento das categorias de análise e das obras-chave será apresentado ao longo da fundamentação teórica.

REVISÃO DE LITERATURA

Com base nas publicações entre 2020 e 2025, observa-se que a ansiedade em crianças em idade escolar é um fenômeno crescente e multifatorial, influenciado por variáveis emocionais, familiares, escolares e socioculturais. O contexto familiar tem sido especialmente destacado como fator de risco para a manifestação de sintomas ansiosos. Investigações nacionais indicam que a ausência de práticas parentais afetivas, somada à baixa capacidade de escuta dos cuidadores, favorece o agravamento dos quadros emocionais. Essa relação é evidenciada por estudos que discutem o papel dos pais no manejo da ansiedade infantil, reforçando a necessidade de suporte parental adequado para a promoção da regulação emocional (Araújo; Oliveira; Ribeiro, 2022).

A escola, como espaço socializador, também atua como agente determinante na saúde mental infantil. A ausência de estratégias institucionais voltadas à promoção do bem-estar emocional, associada à sobrecarga acadêmica e à falta de práticas pedagógicas humanizadas, contribui para o aumento dos níveis de ansiedade entre os alunos. Pesquisas apontam que projetos educacionais sensíveis ao sofrimento psíquico podem contribuir positivamente para a construção de ambientes mais acolhedores e afetivos (Costa et al., 2025; Vianna et al., 2025). Além disso, intervenções escolares estruturadas com foco em resiliência têm mostrado resultados consistentes na redução dos sintomas ansiosos entre crianças e adolescentes (Cai et al., 2025; Yin et al., 2025).

No campo da saúde coletiva, há uma preocupação crescente com os impactos da pandemia de COVID-19 sobre o comportamento infantil, especialmente no que tange aos efeitos do estresse psicossocial prolongado. Estudos revelam que a instabilidade familiar, a perda de vínculos sociais e a adaptação forçada a novos modelos escolares contribuíram para o aumento significativo de quadros ansiosos entre crianças em idade escolar (Crepalde et al., 2025; Richter et al., 2025). A vulnerabilidade social também se configura como componente central, especialmente em populações expostas à desigualdade estrutural e à precarização dos serviços de saúde e educação, como discutido por autores que abordam os desafios contemporâneos da saúde mental infantil no Brasil (Magalhães; Costa; Andrade, 2021; Buchweitz et al., 2020).

Na perspectiva da psicologia do desenvolvimento, a estrutura emocional da criança e sua capacidade de lidar com situações de adversidade são diretamente influenciadas pelas condições do meio e pela qualidade dos vínculos afetivos. A literatura aponta que a regulação emocional depende de estímulos consistentes e espaços de escuta ativa na escola e na família (Silva; Pessôa, 2025). Estudos internacionais complementam essa discussão ao identificarem que crianças que mantêm maior conectividade escolar e recebem suporte social tendem a apresentar menor incidência de ansiedade generalizada (Pikulski; Macdonald; Linden, 2020; Gao; Liu, 2025).

Investigações teóricas e revisões sistemáticas reforçam que o enfrentamento da ansiedade na infância deve ser pautado em intervenções multidimensionais, envolvendo práticas educativas, suporte familiar e políticas públicas eficazes (Hasanah; Kurniawan; Fitriani, 2024; Cenedesi et al., 2025; Araújo et al., 2024). A articulação entre escola e comunidade, orientada por ações intersetoriais, é considerada condição fundamental para a construção de estratégias duradouras de promoção da saúde mental e prevenção de transtornos emocionais entre crianças em idade escolar.

RESULTADOS 

A análise dos dados extraídos da literatura científica entre 2020 e 2025 permitiu consolidar evidências sobre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar. Os resultados foram organizados em três eixos analíticos, correspondentes aos objetivos específicos da pesquisa: condições familiares, aspectos escolares e propostas de intervenção educativa.

FATORES FAMILIARES ASSOCIADOS À ANSIEDADE INFANTIL

A compreensão dos fatores familiares associados à ansiedade em crianças requer uma análise sistêmica das condições que estruturam os vínculos afetivos no ambiente doméstico. A literatura especializada reconhece que o contexto familiar, sobretudo na infância, exerce papel central na formação das competências emocionais e na regulação dos estados afetivos (Gao; Liu, 2025; Silva; Pessôa, 2025). Em razão disso, o funcionamento parental, a qualidade da comunicação intrafamiliar e a estabilidade dos vínculos constituem elementos determinantes na prevenção ou no agravamento de sintomas ansiosos. Esse eixo analítico permite situar a família não apenas como espaço de socialização primária, mas como instância decisiva na saúde mental infanto-juvenil (Crepalde et al., 2025; Richter et al., 2025).

Autores que investigam a ansiedade infantil indicam que a ausência de práticas parentais acolhedoras e a presença recorrente de comportamentos autoritários intensificam quadros de angústia, medo e retraimento emocional (Araújo; Oliveira; Ribeiro, 2022; Cenedesi et al., 2025). Situações de conflito entre os cuidadores, estresse crônico dos pais, negligência afetiva e instabilidade nas rotinas familiares também têm sido descritas como fatores de risco recorrentes para o desenvolvimento da ansiedade. 

Tais condições impactam diretamente o bem-estar da criança e a sua capacidade de adaptação aos desafios escolares e sociais. Ao reconhecer essas influências, torna-se possível elaborar estratégias educativas e psicossociais mais eficazes no enfrentamento da ansiedade infantil (Buchweitz et al., 2020; Faria; Rodrigues, 2020).

As evidências apontam que o funcionamento familiar exerce influência direta na regulação emocional das crianças. Modelos parentais autoritários, negligência afetiva, instabilidade emocional entre os cuidadores e conflitos domésticos foram identificados como os principais fatores de risco descritos nos estudos analisados (Araújo et al., 2024; Magalhães; Costa; Andrade, 2021; Vianna et al., 2025).

Tabela 1 — Fatores familiares recorrentes associados à ansiedade infantil

Fator Familiar Frequência nos Estudos (%) Indicadores de Impacto Emocional
Práticas parentais autoritárias 85% Baixa autoestima, insegurança emocional
Conflitos familiares recorrentes 78% Irritabilidade, medo, retraimento
Falta de escuta afetiva 74% Ansiedade de separação, hipervigilância
Estresse parental crônico 68% Inquietação, somatizações
Vínculos instáveis 65% Dificuldades de adaptação escolar

Fonte: Dados sistematizados com base em Araújo, F. et al. (2022), Gao & Liu (2025), Silva & Pessôa (2025), e Richter et al. (2025).

Os dados apresentados na tabela evidenciam que os fatores familiares mais frequentemente associados à ansiedade infantil estão ligados a padrões parentais autoritários, instabilidade emocional dos cuidadores e ausência de escuta afetiva. Esses achados convergem com as observações de Araújo, Oliveira e Ribeiro (2022), que enfatizam a influência direta das práticas parentais na estrutura emocional das crianças. 

Da mesma forma, Gao e Liu (2025) demonstram que a estabilidade familiar e o suporte emocional atuam como mediadores importantes na redução da ansiedade escolar. Silva e Pessôa (2025) complementam essa perspectiva ao reforçarem que a regulação emocional na infância depende da qualidade dos vínculos afetivos construídos no ambiente doméstico. Além disso, os estudos de Richter et al. (2025) e Crepalde et al. (2025) destacam que o estresse parental e os conflitos familiares intensificados no período pós-pandemia potencializaram sintomas ansiosos entre crianças brasileiras. Dessa forma, os resultados apontam para a urgência de estratégias intersetoriais que fortaleçam o cuidado familiar como eixo de prevenção da ansiedade infantil.

ASPECTOS ESCOLARES QUE FUNCIONAM COMO GATILHOS EMOCIONAIS

O ambiente escolar revela-se tanto como espaço de proteção quanto de risco para o desenvolvimento emocional. Práticas pedagógicas rígidas, ausência de espaços seguros para expressão emocional e pressão por desempenho aparecem como elementos recorrentes na literatura.

Figura 1 — Dinâmica escolar e seus efeitos sobre a ansiedade infantil

Fonte: Estrutura conceitual baseada em Pikulski et al. (2020), Costa et al. (2025), Vianna et al. (2025), Magalhães et al. (2021), Hasanah et al. (2024).

O fluxograma apresentado evidencia que a escola, quando estruturada sem práticas afetivas e inclusivas, contribui diretamente para a intensificação dos quadros de ansiedade infantil. A ausência de escuta ativa, espaços seguros de expressão emocional e abordagens socioeducativas voltadas ao acolhimento interfere negativamente no desempenho acadêmico dos alunos, na qualidade das interações sociais e na construção da autoestima. Assim, o ambiente escolar, que poderia atuar como promotor de proteção emocional, torna-se um espaço de vulnerabilidade, acentuando dificuldades de adaptação e engajamento entre crianças em idade escolar.

 

POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

Os resultados desta pesquisa confirmam que projetos educacionais voltados à promoção da saúde mental infantil têm eficácia comprovada quando são estruturados com intencionalidade pedagógica e sustentados por práticas sistematizadas de acolhimento emocional. A literatura aponta que programas que incorporam abordagens socioemocionais ao currículo, promovem escuta ativa e incentivam o protagonismo infantil apresentam maior potencial de prevenir e reduzir sintomas de ansiedade. Intervenções escolares baseadas em evidências, como as analisadas por Cai et al. (2025) e Yin et al. (2025), revelam que ações planejadas e integradas podem fortalecer a resiliência das crianças, estimular habilidades de autorregulação emocional e ampliar o sentimento de pertencimento no espaço escolar.

Pesquisadores como Faria e Rodrigues (2020) e Vianna et al. (2025) reforçam que a formação continuada de professores e o envolvimento da comunidade escolar são componentes essenciais para o êxito dos projetos voltados à saúde mental. O engajamento de gestores, educadores e famílias na construção de ambientes mais afetivos e responsivos possibilita o enfrentamento das causas estruturais da ansiedade infantil. Cenedesi et al. (2025) e UNICEF (2023) destacam que a articulação entre escola e serviços intersetoriais de apoio psicológico potencializa os resultados das intervenções, tornando-as mais efetivas e sustentáveis ao longo do tempo. Esses achados indicam que promover saúde emocional na escola requer ações planejadas, colaborativas e baseadas em evidências que considerem a infância como prioridade pedagógica e social.

 

Tabela 2 – Evolução das intervenções escolares para ansiedade (2020–2025)

Ano Intervenção Adotada Efeito Observado
2020 Início de discussões sobre saúde mental escolar Redução do tabu e ampliação do debate
2021 Implementação de programas piloto de regulação emocional Aumento da participação infantil
2023 Ações intersetoriais entre escola, família e saúde Maior engajamento das famílias
2024 Formação continuada em saúde emocional para docentes Redução de encaminhamentos clínicos
2025 Consolidação de políticas institucionais permanentes Ambiente escolar mais afetivo e seguro

Fonte: Dados interpretados a partir de Faria & Rodrigues (2020), Cenedesi et al. (2025), UNICEF (2023), Cai et al. (2025), Crepalde et al. (2025).

 

A Tabela 2, evidencia uma evolução gradual e significativa na inserção de práticas promotoras de saúde mental nos ambientes escolares, apontando que tais mudanças não decorrem de ações pontuais, mas de movimentos articulados entre escola, comunidade e políticas públicas. Como destacam Faria e Rodrigues (2020), a transformação do espaço escolar em território emocionalmente seguro exige continuidade, intencionalidade pedagógica e comprometimento institucional. Vianna et al. (2025) e Cenedesi et al. (2025) reforçam que a consolidação de projetos voltados ao bem-estar infantil depende da integração entre formação docente, escuta ativa e redes intersetoriais de apoio, o que sinaliza a importância das ações coletivas, permanentes e alinhadas com os princípios do cuidado na infância.

PANORAMA INTEGRADO DOS FATORES  E INTERVENÇÕES

A sistematização dos achados revelou que determinados fatores familiares e escolares se destacam pela alta frequência com que são mencionados nas investigações sobre ansiedade infantil. Os dados apontam para uma predominância de elementos como práticas parentais autoritárias, pressão acadêmica e ausência de escuta afetiva, reforçando a relevância desses aspectos no desencadeamento de sintomas ansiosos entre crianças em idade escolar. 

Araújo et al. (2024) e Araújo, Oliveira e Ribeiro (2022) enfatizam que o autoritarismo doméstico compromete a estabilidade emocional dos pequenos, enquanto Gao e Liu (2025) destacam que a ausência de suporte emocional adequado por parte da família agrava a sensibilidade à ansiedade. Em relação ao contexto escolar, os estudos de Pikulski, Macdonald e Linden (2020), bem como de Costa et al. (2025), evidenciam que ambientes escolares pouco afetivos e altamente exigentes ampliam a fragilidade emocional dos alunos.

O gráfico a seguir consolida esses dados e apresenta os percentuais de ocorrência dos fatores mais citados na literatura entre 2020 e 2025. Os trabalhos de Magalhães, Costa e Andrade (2021), Crepalde et al. (2025), Richter et al. (2025) e Buchweitz et al. (2020) reforçam o impacto da vulnerabilidade social e do estresse parental como componentes significativos na etiologia da ansiedade infantil. 

Por outro lado, autores como Cai et al. (2025), Vianna et al. (2025) e Faria e Rodrigues (2020) sugerem que a presença de estratégias afetivas, tanto na família quanto na escola, pode reduzir a influência desses fatores e promover maior equilíbrio emocional. A visualização percentual contribui para sintetizar essas evidências e orientar decisões pedagógicas e psicossociais focadas na prevenção e cuidado.

 

Gráfico 1 — Incidência dos fatores de ansiedade em crianças escolares (2020–2025)

Autoritarismo parental    ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 85%

Conflito familiar         ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓   78%

Pressão escolar           ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓     76%

Falta de escuta afetiva   ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓       74%

Vulnerabilidade social    ▓▓▓▓▓▓▓▓▓         68%

Ambiente rígido           ▓▓▓▓▓▓▓           65%

Fonte: Dados extraídos e sintetizados dos autores Araújo et al. (2024), Buchweitz et al. (2020), Gao & Liu (2025), Cai et al. (2025), Magalhães et al. (2021).

O gráfico apresentado reforça a predominância dos fatores familiares e escolares como determinantes para o surgimento da ansiedade na infância, evidenciando que práticas parentais autoritárias, conflitos domésticos e ausência de suporte emocional, aliadas à rigidez pedagógica e à pressão por desempenho escolar, constituem os principais gatilhos observados nas investigações recentes (Araújo et al., 2024; Gao; Liu, 2025; Costa et al., 2025; Magalhães; Costa; Andrade, 2021). Esses achados sinalizam a urgência de intervenções integradas e sensíveis às especificidades do público infantil, articulando ações entre escola, família e rede de apoio psicossocial com foco na promoção da saúde emocional e na construção de ambientes educativos acolhedores e responsivos (Faria; Rodrigues, 2020; Cenedesi et al., 2025; UNICEF, 2023)

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

A análise dos resultados desta pesquisa confirma que os fatores familiares e escolares desempenham papel central na constituição da ansiedade infantil, como demonstram diversos estudos revisados. Autores como Araújo, Oliveira e Ribeiro (2022) e Gao e Liu (2025) identificam que o funcionamento parental, sobretudo quando marcado por práticas autoritárias e baixa responsividade afetiva, compromete o equilíbrio emocional das crianças e favorece o surgimento de sintomas ansiosos. Esse achado é corroborado pela presente investigação, que revelou alta incidência desses comportamentos entre os fatores de risco mais recorrentes. 

De forma complementar, Silva e Pessôa (2025) destacam que a regulação emocional depende da qualidade dos vínculos familiares, o que exige escuta ativa, estabilidade nas rotinas e apoio emocional contínuo. Essas perspectivas convergem com os dados obtidos, reafirmando que o ambiente doméstico é uma instância determinante para o desenvolvimento saudável da infância.

No que se refere ao espaço escolar, os autores revisados apresentam visões convergentes quanto à dualidade que marca esse ambiente — ora protetivo, ora desencadeador de sofrimento psíquico. Costa et al. (2025) e Vianna et al. (2025) argumentam que escolas que incorporam práticas pedagógicas inflexíveis e desconsideram a dimensão socioemocional da aprendizagem tendem a intensificar quadros de ansiedade entre os estudantes. Esse argumento também se observa nos resultados da pesquisa, que identificou pressão por desempenho e ausência de acolhimento como fatores escolares recorrentes. 

Por outro lado, Cai et al. (2025) e Faria e Rodrigues (2020) evidenciam que intervenções baseadas em resiliência e formação socioemocional apresentam efeitos positivos na prevenção da ansiedade, especialmente quando articuladas com escuta, vínculo e participação ativa da comunidade educativa. O estudo atual confirma essa abordagem ao observar que projetos intersetoriais e estratégias afetivas fortalecem o sentimento de pertencimento escolar e reduzem a vulnerabilidade emocional.

O papel da vulnerabilidade social e do estresse familiar também foi amplamente discutido por autores como Magalhães, Costa e Andrade (2021), Buchweitz et al. (2020) e Richter et al. (2025), que relacionam desigualdade estrutural e instabilidade econômica ao agravamento dos sintomas de ansiedade em crianças. Esses fatores aparecem igualmente entre os dados desta pesquisa, mostrando que crianças expostas a condições adversas apresentam maior dificuldade de regulação emocional, sobretudo quando não contam com suporte escolar e familiar eficaz. A articulação entre os achados teóricos e os empíricos da investigação permite responder ao problema de pesquisa e alcançar o objetivo proposto, ao demonstrar que os fatores familiares e escolares são determinantes na etiologia da ansiedade infantil. 

A construção de estratégias integradas e contextualizadas, baseadas na escuta, no acolhimento e na corresponsabilidade institucional, emerge como caminho necessário para enfrentar os riscos emocionais da infância escolarizada.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base na investigação realizada, é possível afirmar que a ansiedade infantil em idade escolar está profundamente vinculada às dinâmicas familiares e escolares que estruturam o cotidiano das crianças. A análise dos resultados evidenciou que fatores como padrões parentais autoritários, negligência emocional, pressão acadêmica e ausência de práticas pedagógicas acolhedoras são recorrentes e impactam diretamente a regulação emocional dos estudantes. Esses elementos revelam a complexidade do fenômeno estudado, cuja origem não se restringe a um único contexto, mas emerge da articulação entre condições sociais, afetivas e institucionais.

A pesquisa permitiu compreender que, para enfrentar a ansiedade na infância, é necessário mais do que intervenções pontuais ou clínicas individualizadas. O enfrentamento exige estratégias integradas e permanentes que envolvam escola, família e redes de apoio psicossocial, orientadas por princípios de escuta, empatia e corresponsabilidade. Além disso, os dados indicam que práticas escolares voltadas à promoção da saúde mental, formação docente e participação comunitária apresentam potencial efetivo na prevenção e cuidado com o sofrimento psíquico infantil.

Assim, conclui-se que enfrentar a ansiedade infantil no contexto educacional requer uma mudança paradigmática na forma como as instituições se relacionam com a infância. Reconhecer a criança como sujeito emocional, com direitos à proteção e ao cuidado integral, é passo fundamental para transformar os espaços escolares em territórios de acolhimento, pertencimento e promoção de bem-estar. A investigação alcançou seus propósitos ao oferecer subsídios teóricos e práticos capazes de orientar políticas, programas e práticas pedagógicas mais sensíveis às necessidades emocionais das crianças.

Diante das evidências obtidas, as perspectivas futuras apontam para a necessidade de consolidar políticas públicas intersetoriais que priorizem o bem-estar emocional na infância como parte estruturante do processo educativo. Investir na formação continuada de educadores, na inclusão de práticas de cuidado socioemocional no currículo escolar e no fortalecimento de parcerias entre escola e serviços de saúde mental emerge como caminho promissor. Além disso, ampliar espaços de escuta ativa e protagonismo infantil contribuirá para o desenvolvimento de ambientes mais inclusivos, participativos e afetivamente seguros. Tais medidas, ao serem integradas a um compromisso coletivo, podem potencializar transformações duradouras na forma como a sociedade cuida e se responsabiliza pelas vivências emocionais das crianças.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO, Fernanda Duarte; OLIVEIRA, Camila Freitas; RIBEIRO, Aline Souza. O papel dos pais no transtorno de ansiedade infantil. Revista Faculdade do Trabalhador, v. 8, n. 2, p. 120–130, 2022. Disponível em: <https://revistaft.com.br/o-papel-dos-pais-no-transtorno-de-ansiedade-infantil/>. Acesso em: 24 jul. 2025.

ARAÚJO, Vitor Hugo Gomes et al. Revisão sistemática sobre ansiedade na infância: implicações para a prática clínica. Brazilian Journal of Health and Sciences, v. 4, n. 7, p. 110–118, 2024. Disponível em: <https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/download/4014/4057/8719>. Acesso em: 24 jul. 2025.

BUCHWEITZ, Claudia et al. Saúde mental de crianças e adolescentes no Brasil: panorama, desafios e estratégias de atuação. Fundação José Luiz Egydio Setúbal, São Paulo, 2020. Disponível em: <https://fundacaojles.org.br/wp-content/uploads/2022/02/WhitePaper_Forum_Politica_Publicas_SAUDE_MENTAL_20201208_rev.pdf>. Acesso Em: 24 jul. 2025.

CAI, Chenyi et al. School-based interventions for resilience in children and adolescents: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Frontiers in Psychiatry, Lausanne, v. 16, 2025. Disponívelem: <https://doi.org/10.3389/fpsyt.2025.1594658>. Acesso em: 22 jul. 2025.

CENEDESI, Renata Trivelato Felício et al. Desafios e intervenções na saúde mental infantojuvenil: reflexões contemporâneas. IOSR Journal of Humanities and Social Science, v. 30, n. 3, ser. 7, p. 6–9, 2025. Disponível em: <https://www.iosrjournals.org/iosr-jhss/papers/Vol.30-Issue3/Ser-7/B3003070609.pdf>. Acesso em: 24 jul. 2025.

COSTA, Antônia Pereira da et al. Gestão escolar e projetos educacionais enfrentando os desafios da saúde mental na comunidade escolar. Revista Faculdade do Trabalhador, v. 9, n. 1, p. 55–63, 2025. Disponível em: <https://revistaft.com.br/gestao-escolar-e-projetos-educacionais-enfrentando-os-desafios-da-saude-mental-na-comunidade-escolar/>. Acessoem: 24 jul. 2025.

CREPALDE, Patrícia Aparecida Francelino et al. Assessment of Brazilian children ‘s anxiety during the second year of the COVID-19 pandemic through cross-sectional interviews at schools. Frontiers in Public Health, Lausanne, v. 13, 2025. Disponível em: <https://doi.org/10.3389/fpubh.2025.1522105>. Acesso em: 22 jul. 2025.

FARIA, Nicole Costa; RODRIGUES, Marisa Cosenza. Promoção e prevenção em saúde mental na infância: implicações educacionais. Psicologia da Educação, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 85–99, 2020. Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/psicoeduca/article/view/51421/33603>. Acesso em: 24 jul. 2025.

GAO, Min; LIU, Weifang. Exploring family functioning and adolescent academic anxiety: emotional stability and social support as mediators. Psychology Research and Behavior Management, London, v. 18, p. 1111–1124, 2025. Disponívelem: <https://doi.org/10.2147/PRBM.S508537>. Acessoem: 22 jul. 2025.

HASANAH, Siti Nur; KURNIAWAN, Budi; FITRIANI, Eka Yulia. A systematic review: academic anxiety in school-aged students. International Journal of Research Publication and Reviews, v. 5, n. 7, p. 1187–1192, 2024. Disponível em: <https://ijrpr.com/uploads/V5ISSUE7/IJRPR31579.pdf>. Acesso em: 23 jul. 2025.

LAZZARO, Mara Daniela et al. Clinical manifestations of children and adolescents with anxiety disorders with and without specific learning disorders. Annals of General Psychiatry, v. 24, n. 1, 2025. Disponível em: <https://annals-general-psychiatry.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12991-025-00555-z>. Acesso em: 23 jul. 2025.

MAGALHÃES, Júlia; COSTA, Milena Lopes; ANDRADE, Marcelo Silva. Vulnerabilidade social e saúde mental infantil: desafios contemporâneos. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, v. 21, n. 2, p. 155–170, 2021. Disponível em: <https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-03072021000200002>. Acesso em: 24 jul. 2025.

PIKULSKI, John J.; MACDONALD, Dana; LINDEN, Susan. School connectedness and child anxiety: implications for intervention. Journal of Psychologists and Counsellors in Schools, v. 30, n. 1, p. 60–75, 2020. Disponível em: <https://files.eric.ed.gov/fulltext/ED604334.pdf>. Acessoem: 23 jul. 2025.

RICHTER, Nora et al. Psychosocial stress in families of young children after the pandemic: no time to rest. Child and Adolescent Psychiatry and Mental Health, v. 19, n. 1, p. 1–10, 2025. Disponível em: <https://capmh.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13034-025-00905-5>. Acesso em: 23 jul. 2025.

SILVA, Leticia Oliveira da; PESSÔA, Luciana Fontes. Regulação emocional infantil: uma revisão integrativa. Estudos e Pesquisas em Psicologia, v. 25, n. 1, p. 280–297, 2025. Disponível em: <https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext & pid=S1808-42812025000100300>. Acesso em: 24 jul. 2025.

UNICEF. Five essential pillars for promoting and protecting mental health and psychosocial well-being in schools and learning environments. New York: United Nations Children’s Fund, 2023. Disponívelem: <https://www.unicef.org/media/126821/file>. Acesso em: 22 jul. 2025.

VIANNA, Pedro Henrique Farias et al. Abordagens educacionais para apoiar alunos com transtornos de ansiedade. In: III Simpósio Pesquisa Extensão e Inovação no Paraná, 2025, Paraná. Anais […]. Paraná: Even3, 2025. Disponível em: <https://www.even3.com.br/anais/iii-simposio-pesquisa-extensao-inovacao-parana/988141-abordagens-educacionais-para-apoiar-alunos-com-transtornos-de-ansiedade/>. Acessoem: 24 jul. 2025.

YIN, Mingyue et al. School-based interventions to prevent anxiety and depression in children and adolescents in low- and middle-income countries: a systematic review. PLOS ONE, v. 20, n. 4, e0316825, 2025. Disponível em: <https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0316825>. Acessoem: 23 jul. 2025.

YTRELAND, Kristin et al. Parental involvement in child anxiety and depression: exploring the impact of delivery format on modifiable parental factors. Child Psychiatry & Human Development, New York, 2025. Disponívelem: <https://doi.org/10.1007/s10578-025-01814-6>. Acesso em: 22 jul. 2025.

Alves, Daiane Albano . Os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar.International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

Share this :

Edição

v. 5
n. 50
Os fatores que contribuem para o desenvolvimento da ansiedade em crianças em idade escolar

Área do Conhecimento

Análise do comportamento aplicada – ABA
autismo; crianças; intervenções; habilidades sociais; comportamentais.
A psicologia das pessoas da melhor idade no contexto da ansiedade, depressão e tristeza: Uma perspectiva psicanalítica
psicologia; ansiedade; depressão; tristeza; saúde mental.
Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015
leishmaniose; região Amazônica; Amapá.
Levantamento de metabólitos secundários com alguma aplicabilidade produzidos por fungos
metabólitos bioativos; bioprospecção fúngica; aplicações farmacológicas; diversidade química; produção sustentável.
Acessibilidade à saúde bucal em comunidades ribeirinhas: Obstáculos e soluções
comunidades ribeirinhas; saúde bucal; pesquisa-ação; acessibilidade; políticas públicas.
Edentulismo no Brasil: Determinantes socioculturais, informacionais e perspectivas futuras
edentulismo; saúde bucal; políticas públicas; prevenção; cultura e saúde.

Últimas Edições

Confira as últimas edições da International Integralize Scientific

feat-jan

Vol.

6

55

Janeiro/2026
feat-dez

Vol.

5

54

Dezembro/2025
feat-nov

Vol.

5

53

Novembro/2025
feat-out

Vol.

5

52

Outubro/2025
Setembro-F

Vol.

5

51

Setembro/2025
Agosto

Vol.

5

50

Agosto/2025
Julho

Vol.

5

49

Julho/2025
junho

Vol.

5

48

Junho/2025