Atividades físicas no contexto da atenção primária à saúde: Uma revisão de literatura no campo da educação física

PHYSICAL ACTIVITIES IN THE CONTEXT OF PRIMARY HEALTH CARE: A LITERATURE REVIEW IN THE FIELD OF PHYSICAL EDUCATION

ACTIVIDADES FÍSICAS EN EL CONTEXTO DE LA ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD: UNA REVISIÓN DE LA LITERATURA EN EL CAMPO DE LA EDUCACIÓN FÍSICA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/1DF47F

DOI

doi.org/10.63391/1DF47F

Sousa, João Anderson Feitosa de . Atividades físicas no contexto da atenção primária à saúde: Uma revisão de literatura no campo da educação física. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O crescimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) representa um dos principais desafios da saúde pública no Brasil. Nesse cenário, a Atenção Primária à Saúde (APS) se consolida como espaço estratégico para a promoção da saúde e a prevenção de agravos. A prática regular de atividades físicas tem sido reconhecida como uma importante ferramenta no enfrentamento dessas doenças, destacando a atuação do profissional de Educação Física no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Este artigo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre as atividades físicas desenvolvidas na APS, analisando suas contribuições para a saúde coletiva. Os resultados apontam que a presença do educador físico nas equipes multiprofissionais potencializa ações de promoção da saúde, previne agravos e fortalece a integralidade do cuidado. Conclui-se que a inserção qualificada da Educação Física na APS representa um avanço nas políticas públicas de saúde, com impacto positivo sobre os indicadores de morbimortalidade relacionados ao sedentarismo.
Palavras-chave
educação física; atenção primária à saúde; atividade física; promoção da saúde; doenças crônicas.

Summary

The increase in Non-Communicable Chronic Diseases (NCDs) is one of the main public health challenges in Brazil. In this context, Primary Health Care (PHC) stands out as a strategic space for health promotion and disease prevention. Regular physical activity has been recognized as an important tool in addressing these conditions, highlighting the role of Physical Education professionals within the Brazilian Unified Health System (SUS). This article aims to carry out a literature review on physical activity practices within PHC, analyzing their contributions to collective health. The findings indicate that the presence of physical education professionals in multidisciplinary teams enhances health promotion actions, prevents complications, and strengthens comprehensive care. It is concluded that the qualified inclusion of Physical Education in PHC represents progress in public health policies, with a positive impact on morbidity and mortality indicators related to sedentary lifestyles.
Keywords
physical education; primary health care; physical activity; health promotion; chronic diseases.

Resumen

El aumento de las Enfermedades Crónicas No Transmisibles (ECNT) representa uno de los principales desafíos para la salud pública en Brasil. En este escenario, la Atención Primaria de Salud (APS) se consolida como un espacio estratégico para la promoción de la salud y la prevención de enfermedades. La práctica regular de actividad física ha sido reconocida como una herramienta importante para enfrentar estas afecciones, destacando el papel del profesional de Educación Física en el Sistema Único de Salud (SUS). Este artículo tiene como objetivo realizar una revisión de la literatura sobre las actividades físicas desarrolladas en la APS, analizando sus contribuciones a la salud colectiva. Los resultados indican que la presencia del profesional de educación física en equipos multidisciplinarios potencia las acciones de promoción de la salud, previene agravios y fortalece la integralidad del cuidado. Se concluye que la inserción calificada de la Educación Física en la APS representa un avance en las políticas públicas de salud, con un impacto positivo en los indicadores de morbilidad y mortalidad relacionados con el sedentarismo.
Palavras-clave
educación física; atención primaria de salud; actividad física; promoción de la salud; enfermedades crónicas.

INTRODUÇÃO

A saúde pública brasileira tem enfrentado uma situação de crescente demanda por consultas especializadas relacionadas a doenças crônicas, como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, doenças cardíacas, entre outras. Essas doenças, que estão relacionadas à fatores comportamentais, como sedentarismo e dieta inadequada (Brasil, 2021), constituem juntas umas das principais causas de morbidade e mortalidade e baixa qualidade de vida da população.

Assim, nessa condição, as políticas de promoção da saúde (e prevenção de doenças) ganham destaque, principalmente dentro da Atenção Primária à Saúde (APS), considerada como a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

A APS é encarregada de fornecer cuidados de saúde integrados, abrangendo prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de problemas de saúde, apoio ao autocuidado envolvendo os próprios pacientes, lidando com toda a gama de suas demandas de saúde não resolvidas, e reabilitação quando o bom senso médico assim o dita. Starfield (2002) conclui que sistemas de saúde com uma atenção primária sólida proporcionam melhores resultados de saúde, fazem isso a um custo menor e têm maior equidade no acesso aos serviços. Isso ajuda na vigilância a longo prazo dos usuários, coordenação e integração do cuidado, laços mais estreitos entre as profissões de saúde e a comunidade. Sob esse ponto de vista, a implementação de ações interdisciplinares é crucial para melhorar a APS.

A atividade física regular é uma das estratégias de promoção de saúde mais eficazes e baratas disponíveis. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os adultos devem se engajar em pelo menos 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana para prevenção de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e melhor saúde mental e bem-estar. A OMS sugere que a atividade física e o exercício reduzem o risco de doenças cardiovasculares em 35%, diabetes tipo 2 em 30% e alguns tipos de câncer em 20% (OMS, 2020).

Na realidade brasileira, a Educação Física ganhou espaço na APS, principalmente a partir da criação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), que possibilitaram a atuação de profissionais de diversas áreas no cuidado à saúde, entre eles educadores físicos (profissionais de educação física). Eles criam atividades para promover a saúde, tais como: caminhadas, ginástica, práticas corporais, exercícios comunitários e outras iniciativas de educação em saúde. Essas ações são planejadas de forma integrada com outros membros da equipe de saúde da família e cooperam para enfrentar o problema do sedentarismo, favorecendo uma melhor qualidade de vida em saúde (Brasil, 2018).

O papel da APS para o profissional de Educação Física deve basear-se no conceito biopsicossocial de saúde, considerando a pessoa em sua totalidade e inserida em um contexto social e cultural. Segundo Ramos et al. e Malta et al. (2020), esse tipo de profissional de saúde nas Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS, popularmente conhecido como posto de saúde) na APS tem o potencial de aumentar o acesso à atividade física regular entre a população e também pode contribuir para o fortalecimento do vínculo entre usuários e serviços de saúde. Na visão dos autores, essa função é fundamental para fomentar o autocuidado, aumentar a autonomia e prevenir morbidades associadas ao sedentarismo e outros agravos.

Além dos óbvios benefícios físicos, praticar exercícios regularmente também tem um grande impacto na saúde mental — diminuindo principalmente os sintomas de ansiedade e depressão. A inclusão de práticas corporais no cuidado à saúde reforça o caráter emancipatório do SUS ao oferecer novos espaços de escuta e cuidado. Para Malta et al. e Machado (2020), os programas de atividade física oferecidos na APS são essenciais para aumentar a promoção da saúde e reduzir a sobrecarga de doenças crônicas no sistema de saúde.

No entanto, a incorporação de profissionais de Educação Física na APS tem enfrentado barreiras: indisponibilidade de infraestrutura física específica, recursos materiais limitados, pouco apoio da gestão e políticas públicas incipientes para essa categoria. Conforme afirmado por Farias Júnior et al. (2014), argumenta-se que as diretrizes precisam ser fortalecidas quanto à inclusão efetiva desses profissionais nas equipes de saúde, o que também deve garantir suas condições de trabalho e reconhecimento institucional. Para modelar a valorização da educação física na saúde pública, é necessário investimento em formação inicial e continuada e apoio frequente, por decisões das autoridades governamentais.

Em suma, a atividade física tem um papel fundamental no reforço da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a prevenção de doenças e promoção do bem-estar, além de ajudar na construção de um sistema de saúde mais saudável e eficaz como um todo. A inclusão de profissionais de Educação Física nas equipes de APS representa um avanço no caminho para a construção de um modelo de cuidado integral onde as pessoas e suas necessidades são colocadas no centro do cuidado.

Este trabalho tem como objetivo revisar a literatura sobre Educação Física dentro da Atenção Primária à Saúde, analisar como as atividades físicas contribuem para a promoção da saúde e adequação das DCNT no SUS. Busca enfatizar a importância dessa prática na saúde pública e novos caminhos para o fortalecimento de políticas públicas intersetoriais ligadas à atividade física no nível de atenção primária, por meio de visitas para avaliar produções científicas.

METODOLOGIA

A revisão da literatura adotou uma abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, empregando levantamentos bibliográficos de bases de dados eletrônicas entre elas SciELO, LILACS, PubMed e Google Scholar.

Descritores como: ‘atividade física’, ‘atenção primária à saúde’, ‘educação física’, ‘promoção da saúde’ (ou às vezes sem pontuação e com redação ligeiramente diferente) todos foram usados para conceber as seguintes palavras-chave em 300 palavras.

Entre 2010 e 2025, artigos em português, espanhol ou inglês que tratem diretamente do tema da atividade física na Atenção Primária à Saúde foram incluídos para análise ou revisão. 

Foram omitidos artigos sobre exercício em outros níveis ou para grupos especiais (como escolares, atletas) e publicações onde o mesmo resultado é apresentado duas vezes de formas diferentes.

A IMPORTÂNCIA DA APS E O ENFRENTAMENTO DAS DCNT

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são a principal causa de mortalidade global e brasileira, e a Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel fundamental no enfrentamento desse problema. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relata que as DCNT matam grande parte da população mundial, muitas das quais podem ser prevenidas por meio da mudança de hábitos saudáveis de vida.

A inatividade física é conhecida como um importante fator de risco para essas doenças. Assim, a oferta de programas de atividade física no contexto da saúde nesse nível (não apenas nesse, mas principalmente nesse, o primário) promove reduções nas taxas de morbidade e mortalidade, melhora a qualidade de vida e contribui para a redução dos custos relacionados ao tratamento de doenças.

A APS é considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e sua atuação se baseia na integralidade do cuidado, na longitudinalidade e na coordenação do cuidado em rede (Starfield, 2002). Através de ações como o controle dos fatores de risco (tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada e uso nocivo de álcool), o acompanhamento regular de pacientes e a educação em saúde, a APS pode reduzir significativamente a incidência e agravamento das DCNT.

De acordo com Malta et al. (2020), estratégias de prevenção e controle das DCNT, quando implementadas de forma contínua na APS, podem reduzir em até 80% os casos de doenças cardiovasculares e em 40% os casos de câncer. Além disso, a presença de equipes multidisciplinares, como ocorre na Estratégia Saúde da Família (ESF), permite intervenções mais eficazes, humanizadas e próximas da realidade dos usuários.

A ampliação do acesso, a qualificação dos profissionais e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à APS são fundamentais para enfrentar a crescente carga das DCNT no Brasil. Assim, reforçar a estrutura da APS é investir não apenas na saúde individual, mas na sustentabilidade do sistema de saúde como um todo.

A INSERÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA APS

De acordo com o Programa Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), o profissional de Educação Física começou a integrar-se e compartilhar atendimentos mais abertamente aos profissionais de saúde da família. Dada a política de desenvolvimento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), essa tendência surgiu ainda mais acentuada. Hoje, a equipe NASF não existe mais com essa nomenclatura, passando a ser chamada de equipe Multiprofissional ou E-multi. Porém, o trabalho desenvolvido pelos profissionais é quase o mesmo.

Esses profissionais orientam o público em atividades individuais e em grupo, organizando caminhadas (reais ou virtuais), exercícios de alongamento e ginástica no próprio posto de saúde ou algum espaço próximo a comunidade adequado para as práticas e entretenimentos recreativos. Além das Práticas Integrativas e Complementares (PICS), que são práticas baseadas na reflexologia, medicina tradicional chinesa e biomedicina. Eles também aconselham e promovem consultas sobre como ter um estilo de vida saudável.

Além disso, está estabelecido a partir da documentação de análise que o papel desempenhado por um educador físico na Atenção Primária à Saúde (APS) resulta em um aumento no número de usuários que persistem com exercícios, melhora no relacionamento entre a equipe de saúde e os pacientes, menos pressão sobre os serviços médicos através de consultas e hábitos de prescrição mais racionalizados.

Foi nesse contexto que o profissional de Educação Física passou a integrar as equipes multiprofissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), contribuindo diretamente com ações de promoção à saúde, educação corporal, grupos de caminhada, alongamento, reabilitação e orientações para o autocuidado (Brasil, 2018).

Segundo Farias Júnior et al. (2014), a presença desses profissionais contribui para a redução do sedentarismo e melhora da adesão da comunidade às práticas de autocuidado, promovendo não só benefícios físicos, mas também psicológicos e sociais. Além disso, seu trabalho colabora na identificação de limitações funcionais, prevenção de quedas em idosos e melhora do condicionamento físico de pacientes com DCNT.

A atuação do profissional de Educação Física, quando integrada ao modelo biopsicossocial da APS, amplia a efetividade das ações em saúde e promove o empoderamento dos usuários na construção de hábitos mais saudáveis (Ramos et al., 2020). Com isso, sua presença nos serviços públicos de saúde é fundamental para alcançar os objetivos da promoção da saúde de forma integral e resolutiva.

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS SOBRE OS BENEFÍCIOS

Conforme afirmado pela literatura, alguns condicionamentos físicos oferecem vantagens na Atenção Primária à Saúde, como aumento da aptidão cardiorrespiratória, redução da pressão arterial e controle glicêmico, além de resultar em perda de peso e ganhos psicológicos (diminuindo as taxas de ansiedade, estresse e sintomas depressivos).

Além disso, propõe-se que as intervenções de atividade física comunitária tenham uma alta capacidade de impacto, funcionando também como facilitadoras da integração social e do sentimento de pertencimento ao grupo.

De acordo com a World Health Organization (WHO, 2020), a atividade física regular reduz em até 35% o risco de doenças cardiovasculares, 30% o risco de diabetes tipo 2, e 20% o risco de câncer de mama e cólon. Esses dados reforçam o papel estratégico da prática corporal como ferramenta de promoção da saúde pública.

Estudos nacionais também comprovam tais benefícios. Em uma pesquisa realizada por Farias Júnior et al. (2014), a introdução de programas regulares de atividade física supervisionada na APS resultou em melhora do controle da pressão arterial, aumento da capacidade funcional e redução do índice de massa corporal (IMC) de usuários hipertensos e diabéticos. Além disso, os participantes relataram melhorias no humor, no sono e na autoestima.

Outro estudo, de Ramos et al. (2020), aponta que grupos de caminhada e atividades corporais coletivas promovidas por profissionais de Educação Física nas Unidades Básicas de Saúde (atualmente conhecidas como UAPS) aumentam a adesão ao tratamento e a autonomia dos usuários, além de reduzir a sobrecarga de consultas médicas, a procura por atendimentos de urgência e a internações hospitalares.

Essas evidências reforçam a importância da atuação inter e multiprofissional, com a valorização do profissional de Educação Física como um dos agentes ativos nas práticas de cuidado em saúde. Além disso, demonstram que políticas públicas voltadas à promoção da atividade física devem ser fortalecidas como forma de prevenção e manejo eficaz das DCNT no âmbito do SUS.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A inclusão da atividade física como parte dos cuidados primários de saúde tem se mostrado uma estratégia eficaz para a promoção da saúde, prevenção de doenças crônicas e elevação do nível básico de vida das pessoas; a ciência pode trabalhar com a política. A participação de profissionais de Educação Física nas equipes de saúde da família tanto fortalece a abordagem interdisciplinar quanto possibilita práticas e atividades físicas mais orientadas.

Políticas públicas que garantam a inserção e valorização desses profissionais, bem como investimento em infraestrutura, apoio dos gestores e educação continuada, são essenciais para consolidar essa estratégia nos cuidados primários de saúde.

Nesse sentido, a atuação interdisciplinar, com a inclusão do profissional de Educação Física nas equipes da Estratégia Saúde da Família e do NASF, hoje conhecido como Equipe E-Multi, fortalece as ações de promoção da saúde no SUS, aproximando os serviços da realidade social dos usuários. No entanto, para que esses benefícios sejam consolidados, é necessário o investimento em políticas públicas que garantam estrutura, formação profissional continuada e reconhecimento do papel desse profissional nos serviços de saúde.

Portanto, a Educação Física, quando integrada de forma efetiva à APS, não apenas contribui para o enfrentamento das DCNT, mas também para a construção de um modelo de atenção à saúde mais humanizado, resolutivo e voltado à promoção da autonomia e do bem-estar da população. Entretanto, sabe-se dos desafios diários que o SUS enfrenta para garantir a integralidade, equidade e universalidade (princípios fundamentais) de suas ações e serviços à população.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/. Acesso em: 08 ago. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Núcleo de Apoio à Saúde da Família – Volume 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/nucleo_apoio_saude_familia_cab28.pdf. Acesso em: 08 ago. 2025.

FARIAS JÚNIOR, J. C. de et al. A inserção do profissional de Educação Física na atenção básica à saúde: desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Florianópolis, v. 19, n. 3, p. 324–330, 2014. Disponível em: https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/452. Acesso em: 08 ago. 2025.

MALTA, D. C. et al. A vigilância das doenças crônicas não transmissíveis no contexto da saúde coletiva. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n. 4, p. 1417–1426, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/zyFtkHz3bVHQbMCyJvKzsKH/. Acesso em: 08 ago. 2025.

RAMOS, M. L. S. et al. A Educação Física no Sistema Único de Saúde: perspectivas e desafios na Atenção Primária à Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Florianópolis, v. 25, p. 1–10, 2020. Disponível em: https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/1505. Acesso em: 08 ago. 2025.

STARFIELD, Barbara. Primary care: balancing health needs, services, and technology. New York: Oxford University Press, 2002.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Guidelines on physical activity and sedentary behaviour. Geneva: WHO, 2020. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240015128. Acesso em: 08 ago. 2025.

Sousa, João Anderson Feitosa de . Atividades físicas no contexto da atenção primária à saúde: Uma revisão de literatura no campo da educação física.International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

Share this :

Edição

v. 5
n. 50
Atividades físicas no contexto da atenção primária à saúde: Uma revisão de literatura no campo da educação física

Área do Conhecimento

Análise do comportamento aplicada – ABA
autismo; crianças; intervenções; habilidades sociais; comportamentais.
A psicologia das pessoas da melhor idade no contexto da ansiedade, depressão e tristeza: Uma perspectiva psicanalítica
psicologia; ansiedade; depressão; tristeza; saúde mental.
Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015
leishmaniose; região Amazônica; Amapá.
Levantamento de metabólitos secundários com alguma aplicabilidade produzidos por fungos
metabólitos bioativos; bioprospecção fúngica; aplicações farmacológicas; diversidade química; produção sustentável.
Acessibilidade à saúde bucal em comunidades ribeirinhas: Obstáculos e soluções
comunidades ribeirinhas; saúde bucal; pesquisa-ação; acessibilidade; políticas públicas.
Edentulismo no Brasil: Determinantes socioculturais, informacionais e perspectivas futuras
edentulismo; saúde bucal; políticas públicas; prevenção; cultura e saúde.

Últimas Edições

Confira as últimas edições da International Integralize Scientific

feat-jan

Vol.

6

55

Janeiro/2026
feat-dez

Vol.

5

54

Dezembro/2025
feat-nov

Vol.

5

53

Novembro/2025
feat-out

Vol.

5

52

Outubro/2025
Setembro-F

Vol.

5

51

Setembro/2025
Agosto

Vol.

5

50

Agosto/2025
Julho

Vol.

5

49

Julho/2025
junho

Vol.

5

48

Junho/2025