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Resumo
INTRODUÇÃO
Desde os tempos mais primórdios a surdez era vista como invalidez para o ser humano, os limitando do convívio social e atividades laborativas. Sendo estudados meios de aprimorar a amplificação do som. A história conta que a primeira prótese auditiva elétrica surgiu no início do século XX, por Alexander Grahan Bell, em 1876, sendo professor de surdos em Boston, apaixonou-se por uma aluna surda, iniciando assim com várias experiências que buscavam o desenvolvimento para solução. (Lucilius, 2012)
Nos meados de 1896 na Inglaterra, houve o primeiro desenvolvimento de sistemas para auxiliá-los. No ano 1925, Bell idealizou o amplificador de carbono, possibilitando maior potência nos aparelhos auditivos. Tendo três tipos de próteses auditivas: analógicas, as digitalmente programáveis e as digitais. Que atualmente com o avanço da tecnologia tem se desenvolvido, com aparelhos recarregáveis, ajustados por sistemas práticos mesmo com distância. Possibilitando maneiras práticas de regulagem. (Pereira, 2015)
O sistema auditivo periférico é composto por: orelha externa, orelha média, e orelha interna, onde é captado as ondas sonoras que passam pelo canal auditivo, vibrando a membrana do tímpano, fazendo a cadeia ossicular vibrarem para a cóclea, onde são convertidos em sinais elétricos, sendo transmitidos ao nervo auditivo para cérebro.
As perdas auditivas podem ser classificadas desta forma: No momento que ocorre, antes durante ou após o nascimento, hereditária, local específico sendo na orelha externa, média ou interno, com grau de deficiência auditiva. Segundo o guia de orientação na avaliação audiológica básica do conselho de fonoaudiologia classifica o tipo de perda auditiva de acordo com Silman e Silverman (1997), como: Perda auditiva condutiva; perda auditiva sensório-neural; perda auditiva mista; (CF,2017) O grau de perda auditiva sendo a organização mundial de saúde: Normal – (0 a 25dBNa); Leve – (26 a 40dBNa); Moderada – (41 a 60dBNa); Severo – (61 a 80dBNa); Profundo (81dBNa).( OMS, 2014)
No processo da indicação de um AASI devemos solicitar uma avaliação otorrinolaringológica, a fim de descartar a possibilidade de uma intervenção medicamentosa e/ou cirúrgica, ou terá uma indicação de aparelho. Após essa orientação com o médico otorrinolaringologista, o fonoaudiólogo assume a orientação do caso, que são responsáveis para indicar, selecionar, adaptar e acompanhar o paciente que usará o aparelho. Vários fatores implicam na indicação de prótese auditiva, como: grau da surdez, faixa etária, anatomia da orelha, adaptação monoaural/binaural, prognóstico da surdez e aspecto financeiro.
O objetivo desse trabalho é colocar de forma clara o processo de adaptação de aparelhos auditivos, auxiliando os fonoaudiólogos a terem para leitura e aprendizagem de um material atualizado, sucinto e objetivo. Visando melhorar a (re)adaptação dos pacientes.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Evidenciar de forma clara o processo de adaptação de pacientes que fazem o uso de aparelho auditivo.
OBJETIVOS ESPECÍFICO
Identificar quais os principais riscos para a perda auditiva.
Identificar o papel do fonoaudiólogo indicação para o uso do aparelho auditivo.
METODOLOGIA
O presente trabalho trata-se sobre uma revisão da literatura com abordagem qualitativa. Para a pesquisa foram utilizados estudos de relação com o tema admitidos nas plataformas de dados SciELO ( Scientific Electronic Library Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e PUBMED ( National Library of Medicine), utilizando o Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Fatores de riscos, Linguagem, desenvolvimento infantil e Fonoaudiologia usando o boleando AND.
O estudo se trata de uma revisão bibliográfica, onde terá o objetivo de expor o processo de adaptação de pacientes que fazem o uso da prótese auditiva. Com o intuito de minimizar o não uso do aparelho, e aplicando orientações fonoaudiológicas para o processo. Será de grande importância para melhorar a qualidade de vida e a experiência do primeiro contato com o aparelho, e ajudar de forma objetiva de conhecimento específico e atualizados para o fonoaudiólogo.
O planejamento dessa pesquisa teve iniciativa diante de triagem e comentários de queixa do paciente, onde ele recebia o aparelho, porém não fazia uso. Com o intuito de identificar as possíveis dificuldades e orientações para melhorar a vivência e permanecia do uso da prótese. Será usando como base os livros :Prótese auditiva – Rachel de Carvalho Pereira; Audiológia – Fred H. Bess e Larry E. Humes. Constará de alguns exemplos dos últimas atualizações de próteses auditivas no mercado. O projeto de pesquisa será escrito seguindo as normas da ABNT.
Será realizado estudos em livros e artigos de interesse do tema, observando os achados importantes para aplicar de inclusão, na forma de exclusão serão os artigos ou achados que não contribuem e não falam do AASI.
DESENVOLVIMENTO
PRÓTESES AUDITIVAS
Os Aparelhos de Amplificação Sonora Individual-AASI ou Próteses Auditivas são pequenos aparelhos eletrônicos de amplificação que captam os sons dos ambientes e aumentada na intensidade do grau da perda auditiva. Sendo definidos de formas semelhantes por alguns autores, como: Segundo Lopes Filho, o aparelho auditivo é, basicamente, um mini amplificador, que tem como função conduzir o som efetivamente à orelha do indivíduo. Menegotto, Almeida e Lorio definem prótese auditiva como um sistema que capta o som do meio ambiente, aumenta sua intensidade e o fornece amplificado ao usuário. E segundo o Mello, Machado e Oliveira, o AASI possui finalidade de amplificar os sons ambientais e, principalmente, os sons da fala, aproveitando o máximo o som residual (Levy,2015).
A função principal é a amplificação sonora de forma mais adequada e satisfatória possível, restaurar a compreensão da fala. Sendo constituídos por: microfone, amplificador, receptor. A função do microfone é captar o som, do meio ambiente e o transformá-lo em onda elétrica equivalente, o qual será processado dentro da prótese auditiva. O amplificador aumenta a intensidade do sinal elétrico captado pelo microfone. É o responsável pelas características de ganho da prótese auditiva. E o receptor transforma a corrente elétrica em onda sonora equivalente agora amplificada e transmite a orelha do usuário. O som é transmitido através do molde auricular ou diretamente para a membrana timpânica do usuário (Pereira, 2015).
Atualmente, quando se trata do funcionamento, existem dois tipos de modelos de aparelhos: à pilha e recarregável. Com relação a qualidade do som, os dois modelos podem oferecer a amplitude e a qualidade sonora para o bom entendimento de palavras que o usuário necessita para recuperar a capacidade auditiva. O que difere é com relação à praticidade de cada tipo de equipamento e disponibilidade de níveis de tecnologia. Os aparelhos auditivos à pilha geralmente são as opções mais acessíveis no mercado. Esse modelo de aparelho auditivo geralmente está equipado com processadores mais simples facilitando a aquisição e acesso as pessoas, permitindo uma boa recuperação auditiva na maioria dos ambientes. Os aparelhos auditivos recarregáveis possuem carregadores portáteis que podem ser levados para todos os lugares e possui praticidade e durabilidade (Braga,2025).
TIPOS DE PRÓTESES AUDITIVAS
Os ASSI são variados entre tamanhos e formatos, selecionados e adaptados de forma destitua, específica e individual para cada paciente. Encontra-se atualmente esses modelos:
PRÓTESES RETROAURICULARES
Próteses retroauriculares é adaptado atrás do pavilhão auricular, o som é conduzido através de um tubo de plástico e do molde auricular, apesar desse modelo ser o mais utilizado pois serve para todos os tipos de perdas auditivas, é opção frequente de perdas severas e profundas.
PRÓTESES INTRA-AURICULARES
Próteses intra- auriculares é colocado diretamente no canal auditivo externo, e os componentes do aparelho estão instalados no molde auricular
PRÓTESES INTRACANAIS
Próteses auditivas intracanal é um dos modelos menores, e praticamente invisíveis.
PRÓTESES DE INTERCANAL PROFUNDO
É um modelo mini, colocado no canal auditivo externo mais profundo, tornando – o invisível
IMPLANTE COCLEAR
A parte externa do IC é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. A parte interna possui um recetor e estimulador, um elétrodo de referência e um conjunto de elétrodos que são inseridos dentro do ouvido interno por via cirúrgica. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular o nervo auditivo, velando os sinais para o cérebro.
MOLDES AURICULARES
É um acessório destinado a adaptar, conduzir e modificar a recepção sonora no conduto auditivo externo. Os moldes auriculares são peças individualmente confeccionadas, geralmente de acrílico ou silicone, que inseridas no meato acústico externo, tem como função primária conduzir o som amplificado pela prótese auditiva até a membrana timpânica. Podem ser fabricados com diversos materiais em diferentes estilos e configurações.
Antes de iniciar o processo de moldagem da orelha externa é necessário conhecer a anatomia dela, sendo importante examinar o pavilhão e o meato acústico externo através do otoscópio. A inspeção fornece ao fonoaudiólogo a importantes informações sobre o paciente, como: tamanho, comprimento forma e o contorno do MAE, além de verificar qualquer problema ou objetos estranhos que possa impedir a moldagem como presença de rolha ou cerume. Caso haja é necessário encaminhar o paciente ao otorrinolaringologista, antes da realização do molde.
As principais funções: Ligar acusticamente a prótese á orelha do usuário; prover uma vedação acústica satisfatória; reter a prótese no pavilhão auditivo; modificar acusticamente o sinal produzindo pela prótese; ser confortável para uso por um longo período de tempo; Ser confortável e esteticamente aceitado pelo paciente; Costuma –se usar o acrílico, silicone, rígido como materiais de confecção dos moldes. Para escolha de um modelo deve-se levar em consideração a perda auditiva, tecnologia e modelo da prótese. Outro fator importante é a ventilação que causa modificação acústica realizada nos moldes, consistindo na abertura de um orifício paralelo, diagonal ou externo ao canal do molde auricular. Controla (filtra) a resposta de baixas frequências, diminuindo o efeito de oclusão e a autofonia reduzindo a sensação de “ouvido tampado”, a ressonância do som produzido pela prótese e pelo molde; melhorar a clareza da fala, permitindo a entrada direta no CAE de sinais não amplificados, induzindo que a energia acústica de baixa frequência “escape pelo molde” (Levy,2015).
Podem ocorrer falhas na pré moldagem ou outros problemas associados, alergia ao material do molde, oclusão com ventilação com diâmetro inadequado para o grau da perda auditiva e modelo do molde e/ou comprimento inadequado. Podendo ter a presença de cerúmen e molde mal colocado.
INDICAÇÃO, SELEÇÃO E ADAPTAÇÃO DAS PRÓTESES AUDITIVAS
Inicialmente quando o paciente identifica ou é observado alguma dificuldade na audição, compreensão, é necessária uma avaliação com o otorrinolaringologista, havendo uma perda auditiva ou alteração que necessita de intervenção. É encaminhado ao fonoaudiólogo, profissional capacitado para realizar a seleção e adaptação dos AASI. Podendo levar de 3 a 30 dias, quando mais precoce o diagnóstico da perda auditiva, maiores são as chances de uma qualidade melhor de adaptação. Consiste ao fonoaudiólogo a orientação para cuidados e manuseios (Lopes,2013).
Perdas profundas são mais delicadas e merecem algumas considerações. Em crianças, o contato com o mundo sonoro favorecido pelo AASI propicia segurança e melhores desenvolvimentos linguístico e emocional, mesmo que a amplificação só possibilite ouvir sons ambientais, não sendo possível ouvir todos os sons da fala. São necessários estimulação e treinamento auditivo para que estas crianças possam ter consciência do mundo sonoro e, utilizar sua audição com amplificação.
Adultos com perdas profundas devem ser também avaliados quanto ao uso da prótese, pois, além de possibilitar maior segurança em momentos cotidianos, pode haver também auxílio na comunicação. A utilização de algumas pistas auditivas pode auxiliar na leitura orofacial, o que, no contexto, pode facilitar uma situação de comunicação. No caso de perdas severas e profundas é preciso estar atento ao momento em que ocorreu esta perda. Sabemos que perdas auditivas congênitas ou precoces prejudicam o desenvolvimento linguístico e de outras habilidades comunicativas dificultando seu processo de reabilitação auditiva. No caso de presbiacusia são indicados intracanais, minicanais, pois apresentam excelentes resultados acústicos, são montados com ventilação, e esteticamente discretos (Braga,2025).
Os fatores são fundamentais para a indicação das próteses auditivas, como: grau da surdez, faixa etária, anatomia da orelha, adaptação unilateral ou bilateral, prognóstico da surdez, estética e aspecto financeiro. É necessário para determinação das características físicas e eletroacústicas a realização de audiometria tonal por vias aérea e óssea, logoaudiometria e pesquisas de níveis de desconfortos para cada frequência e impedanciometria.
Na primeira fase de adaptação, é fundamental que o paciente faça um teste de aparelho auditivo, utilizando-o por um período de 3 a 7 dias, recebendo ajustes de acordo com as dificuldades relatadas. A segunda etapa ocorre após 30 dias de uso, com o retorno do paciente ao fonoaudiólogo para avaliação, limpeza e regulagem do equipamento, quando necessário. A próxima consulta deve ocorrer após 3 meses e, ao final do processo de adaptação, o paciente deve retornar ao médico para avaliação. E após 1 ano de reabilitação completa ou parcial, é realizado um novo exame de audiometria para avaliar a qualidade auditiva do paciente. Quanto mais o aparelho for utilizado, mais rápido será o processo. Em geral, as pessoas que conseguem uma melhor adaptação costumam usar o dispositivo por, no mínimo, 8 horas diárias.
ADAPTAÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA EM CRIANÇAS, ADULTOS E IDOSOS
ADAPTAÇÃO EM CRIANÇAS
A adaptação de AASI em bebês pode iniciar o quanto antes de forma precoce para conciliar com o desenvolvimento oral. Nesses casos deve-se ter em mãos o BERA, reavaliar a cada ano, até que se chegue em idade para audiometria comportamental e normalmente são casos de perdas neurossensoriais. Aparelhos mais indicados com faixa de frequência mais ampla são retro auriculares por motivo de crescimento (Pereira,2015).
A avaliação auditiva anual para acompanhar a perda e regulagem do aparelho. O objetivo da amplificação é fornecer ao bebê, de forma segura e confortável, o máximo de acesso ao estímulo da fala. O protocolo deve associar procedimentos prescritivos que combinem as variáveis eletroacústicas e psicoacústicas. Estudos recentes demonstram que crianças pequenas necessitam de uma relação sinal/ruído maior que os adultos O tempo de adaptação depende de cada criança e da determinação e do envolvimento positivo dos pais, que exercem um papel fundamental neste processo, da família e da escola (Levy, 2015).
Para os pais atuarem com maior tranquilidade e segurança, é necessário obter orientação e treinamento junto ao audiologista. O uso de AASI juntamente com um programa de atividade educativa, é fundamental para que a criança desenvolva habilidades acústicas necessárias à aquisição da linguagem oral (Pereira, 2015).
RESULTADOS
Mediante a aplicação do método de busca foram encontrados 266 artigos nas plataformas de pesquisa. Sendo encontrados 213 artigos na plataforma SciELO, 42 artigos no LILACS e 11 artigos na plataforma PUDMED. Foi realizado a inclusão dos artigos, que estejam entre os anos de 2010 à 2022 que abordasse a temática da área de desenvolvimento da linguagem, fatores de risco no período perinatais e que estavam disponibilizados de forma gratuitas.
Foram feitas a exclusão de 9 artigos devido ser duplicados, 229 foram excluídos por não abordar uma temática diante as perguntas norteadoras, sendo selecionados 28 artigos para leitura completa, após a finalização de análise foram selecionados 10 artigos para a execução do presente estudo. Para possibilitar o entendimento, o processo de busca foi exposto na figura um.
Figura 1 – Fluxograma da seleção de artigos
Fonte: Baseado em Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (Prisma)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os impactos da perda auditiva ainda sofrem influências de aspectos relacionados à assistência à saúde, a fatores sociodemográficos e clínicos. O uso de próteses auditivas é uma das formas de diminuir o impacto causado pela perda auditiva na vida do indivíduo. A amplificação sonora não se restringe apenas em tornar audíveis e satisfatórios os sons de fala, mas também proporciona a percepção de sinais ambientais, de perigo e alerta, essenciais para a independência no dia a dia e para a melhora da qualidade de vida terão algum tipo de perda auditiva. Sendo importante o estudo atualizado do processo da adaptação dos AASI, e citar a importância do fonoaudiólogo (Oms, 2021).
Essa pesquisa permitiu analisar o processo de adaptação de aparelhos de amplificação sonora, com atualizações tecnológicos e com protocolos que devem ser seguidos na indicação, seleção, adaptação e validação. Cabe estudos de pesquisas frequentes para novas atualizações de aparelhos para a melhor qualidade de atendimento prestado aos pacientes e necessidades específicas entre criança, adultos e idosos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LUCILIUS, Caius. 15 milhões de brasileiros têm problemas auditivos. Hospital das clínicas da Unicamp. Disponível em:< https://hc.unicamp.br/15-milhoes-de-brasileiros-tem-problemas-auditivos/#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,da%20popula%C3%A7%C3%A3o%20total%20do%20pa%C3%ADs.> Acesso: 20 de Março de 2023.
Pereira, Rachel. Prótese auditiva. Rio de Janeiro. LIVRARIA E EDITORA REVINTER LTDA, 2015.
ALMEIDA, K ; IÓRIO, M.C. Prótese auditiva : fundamentos teóricos e aplicações clínicas. 2 ed. São Paulo, Lovise, 2003. ′
BRAGA, S. R. S. Coleção CEFAC: Conhecimentos essenciais para atender bem o paciente com prótese auditiva. São José dos Campos: Pulso, 2025.
LOPES FILHO, Otacílio; CAMPIOTTO, Alcione Ramos; LEVY, Cilmara Cristina Alves da Costa; REDONDO, Maria do Carmo; ANELLI, Wanderlene. Novo Tratado de Fonoaudiologia. 3ed. São Paulo: Manole,2013
BRAGA, S. R. S. Coleção CEFAC: Conhecimentos essenciais para atender bem o paciente com prótese auditiva. São José dos Campos: Pulso, 2003.
PEREIRA, R. C. Prótese Auditiva. 1 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2015.
LEVY, Cilmara Cristina. Manual de Audiologia Pediátrica. 1 ed. São Paulo: Manole, 2015
BEVILACQUA, Maria Cecília; MARTINEZ, Maria Angelina Nardi; BALEN, Sheila Andreoli; PUPO, Altair Cadrobbi; REIS, Ana Cláudia Mirândola Bardosa; FROTA, Silvana. Tratado de Audiologia. 1ed. São Paulo: Santos Editora, 2011
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