Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por alterações na comunicação social, comportamentos repetitivos e dificuldades sensoriais. Diante dessas especificidades, o atendimento terapêutico deve ser pensado de forma integrada e individualizada.
É um distúrbio de desenvolvimento humano, resultado de uma perturbação de determinadas áreas do sistema nervoso central, que afetam a linguagem, o desenvolvimento cognitivo, intelectual e a capacidade de estabelecer relações com outras pessoas.” (Oliveira, 2020, p.03).
A compreensão sobre o TEA tem avançado consideravelmente nas últimas décadas, especialmente no que se refere às intervenções terapêuticas voltadas ao desenvolvimento e à inclusão social de crianças diagnosticadas. Dentre as práticas mais relevantes nesse campo, destaca-se a Terapia Ocupacional (TO), cuja abordagem amplia as possibilidades de atuação ao considerar o sujeito em sua totalidade — seus contextos, capacidades e desafios.
Nesse cenário, tanto a TO, como o atendimento terapêutico têm se consolidado como áreas fundamentais no acompanhamento clínico de crianças com TEA, por meio de intervenções mais humanizadas, centradas na funcionalidade e no cotidiano. O artigo em questão foi desenvolvido com foco no atendimento terapêutico de pessoas com TEA especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social, cujas condições de dependência comprometem a realização de atividades básicas e significativas da vida diária.
Tais limitações envolvem não apenas os cuidados pessoais, mas também o acesso à escolarização formal, a inserção em práticas de lazer e, em muitos casos, a possibilidade de participação no mundo do trabalho. A partir dessa realidade, adotou-se como principal estratégia a reorganização do setting terapêutico — conceito fundamental na TO que se refere ao ambiente e ao modo de intervenção voltado ao sujeito e suas necessidades.
Nesse sentido, o setting (espaço terapêutico) deixa de ser apenas um espaço físico fixo e passa a representar um recurso dinâmico, adaptável à singularidade de cada indivíduo. A flexibilização do setting, portanto, torna-se essencial para garantir a experimentação de novas formas de interação com o mundo, possibilitando o desenvolvimento de habilidades sociais, cognitivas, sensoriais e funcionais.
O Terapeuta Ocupacional atua em contextos diversos, com flexibilidade e adaptabilidade, é amplamente reconhecida na literatura da área. Por exemplo, Furtado (1999) discute a identidade profissional do terapeuta ocupacional, enfatizando a complexidade e a transdisciplinaridade da prática, sendo este um profissional que apresenta um setting flexível, por perpassar por vários espaços, com tempos distintos e com muitos objetivos e riqueza de situações que oportunizam ao sujeito uma relação terapêutica diferente do tradicionalismo de outras disciplinas
Enfim, o ‘setting’ terapêutico deve ser flexível, que se movimente, se transforme e possa ganhar novas formas e contornos, com elasticidade e plasticidade, nas múltiplas ações constituintes da profissão, se adaptando às demandas, e às propostas de atendimento com formatação de acordo com prioridades clínicas e/ou sociais e necessidades que emergem no processo terapêutico
Tal característica permite que o terapeuta ocupacional atue de forma não convencional, superando barreiras estruturais e simbólicas que, muitas vezes, perpetuam a exclusão social. E assim a análise desse contexto revela que, para além da intervenção clínica tradicional, é fundamental considerar os aspectos socioemocionais e socioculturais que atravessam a vida das pessoas com TEA. Ao flexibilizar o setting, o terapeuta ocupacional reconhece a potência da ação situada, ou seja, a importância de intervir nos ambientes onde o sujeito realmente vive, circula e experimenta o mundo, dentro da abordagem do atendimento terapêutico
Essa abordagem contribui para ressignificar o lugar da pessoa autista na sociedade, rompendo com a lógica da deficiência como sinônimo de incapacidade e abrindo espaço para a construção de trajetórias mais autônomas e participativas. Assim, a TO assume um papel estratégico no enfrentamento da exclusão e na promoção de práticas que afirmam a diversidade e a dignidade humana.
Diante desse cenário, surgem questões fundamentais: quais são as contribuições específicas da Terapia Ocupacional no atendimento terapêutico de crianças com TEA? Em que medida essa atuação pode potencializar o desenvolvimento, a autonomia e a inclusão dessas crianças?
O interesse em desenvolver este estudo decorre da relevância crescente da atuação da TO no campo do TEA. Apesar dos avanços teóricos e metodológicos, ainda existem lacunas na compreensão social e institucional sobre o papel do terapeuta ocupacional no atendimento terapêutico infantil. Assim, a pesquisa busca dar visibilidade à importância desta área e à forma como ela pode contribuir para o desenvolvimento global da criança, bem como subsidiar práticas interdisciplinares e inclusivas.
O objetivo do artigo é analisar as contribuições da TO no atendimento terapêutico de crianças TEA, portanto, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e bibliográfico. Foi realizada uma revisão crítica da literatura sobre a atuação da TO com crianças com TEA, a partir de artigos científicos, livros e produções acadêmicas publicadas nos últimos dez anos.
A análise crítica da literatura permite perceber que, ao atuar nos diversos contextos ocupacionais, o terapeuta contribui não apenas para o desenvolvimento de habilidades funcionais, mas também para a reconstrução do lugar social da criança com TEA. A TO, ao investir na potência do cotidiano e na significação das atividades, resgata a autonomia como direito e transforma a intervenção em um espaço de escuta, respeito e valorização das diferenças. Nesse sentido, a ocupação deixa de ser apenas uma tarefa e passa a ser entendida como possibilidade de participação social.
Enfim, o material analisado foi interpretado à luz de autores nacionais da área da saúde, educação e neurodesenvolvimento. Ao longo do artigo, serão discutidas as práticas de intervenção da Terapia Ocupacional no atendimento de crianças com TEA, enfatizando aspectos sensoriais, motores, cognitivos e sociais, bem como sua articulação com a equipe interdisciplinar e com a família.
DESENVOLVIMENTO
A TO é uma área da saúde que busca promover a autonomia e a independência dos sujeitos por meio da realização de atividades significativas. No contexto do TEA, o terapeuta ocupacional atua considerando as dificuldades sensoriais, motoras, cognitivas e sociais que impactam diretamente a funcionalidade da criança.
Desse modo, a TO desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de crianças com dentro do TEA, utilizando o brincar como recurso terapêutico essencial. Segundo Fagundes, Farias e Andrade (2023), o brincar não é apenas uma atividade lúdica, mas uma ferramenta terapêutica que promove o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas, afetivas e sensoriais. Através de atividades terapêuticas e lúdicas, a criança é estimulada a explorar, interagir e se expressar, facilitando a aquisição de novas habilidades e a superação de desafios do cotidiano. Além disso, o brincar terapêutico contribui para a melhoria da qualidade de vida da criança e de sua família, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo a inclusão social.
Uma alternativa fundamentada é a teoria da Integração Sensorial (IS) desenvolvida por Anna Jean Ayres (1972). Ayres descreve a integração sensorial como o processo neurológico que organiza as sensações do corpo e do ambiente, permitindo respostas adaptativas e funcionais. Essa abordagem é amplamente utilizada por terapeutas ocupacionais para ajudar crianças a desenvolver habilidades de cuidado pessoal, comunicação e socialização por meio de atividades estruturadas e brincadeiras
Além disso, estudos contemporâneos destacam a eficácia da TO baseada na Integração Sensorial. Por exemplo, Schaaf et al. (2013) demonstraram que intervenções estruturadas nesse modelo podem melhorar significativamente o desempenho ocupacional e a participação de crianças com TEA. Essas intervenções envolvem atividades planejadas que promovem a organização do comportamento e a interação adaptativa com o ambiente
O Terapeuta Ocupacional utiliza as estratégias que favorecem a integração sensorial e a organização do comportamento, possibilitando que a criança interaja com o meio de forma mais adaptada”. Essas estratégias envolvem atividades estruturadas, brincadeiras, rotinas e exercícios que ajudam a criança a desenvolver habilidades de cuidado pessoal, comunicação e socialização.
A Terapia Ocupacional com crianças com TEA deve considerar o ambiente como um fator terapêutico fundamental. Organizar o espaço, os estímulos e os recursos são essenciais para promover a autorregulação e facilitar o engajamento da criança nas atividades (Gomes & Andrade, 2018, p. 45).
Além disso, o terapeuta ocupacional é responsável por realizar a avaliação das habilidades funcionais da criança, identificar suas dificuldades e potencialidades e planejar um programa de intervenção específico. A Avaliação do Processamento Sensorial, por exemplo, é uma das ferramentas utilizadas para compreender como a criança responde aos estímulos do ambiente. Muitas crianças com TEA apresentam hipersensibilidade ou hipossensibilidade sensorial, o que afeta diretamente sua capacidade de concentração, sua regulação emocional e sua participação nas atividades da vida diária
Nessa perspectiva, a TO atua não apenas na reabilitação das funções alteradas, mas também na construção de estratégias que valorizem a singularidade do sujeito, respeitando seu tempo e seu modo de ser. O brincar, por exemplo, é ressignificado como ferramenta terapêutica, considerando os interesses da criança e sua forma própria de se relacionar com o mundo.
Brincar é uma atividade inerente ao comportamento infantil e essencial ao bem-estar da criança, pois colabora efetivamente para o seu desenvolvimento físico/motor, emocional, mental e social, além de ajudá-la a lidar com a experiência e dominar a realidade. Pode ser considerada como fonte de adaptação, e instrumento de formação, manutenção e recuperação da saúde (FONTES. 2010).
A relevância do brincar como recurso terapêutico tem sido amplamente discutida por diversos estudiosos da área da saúde e da educação, entre eles Azevedo e Fontes (2008), que apontam o brincar como um instrumento essencial no processo de desenvolvimento infantil e de reabilitação psicossocial., uma vez que a brincadeira proporciona à criança um contato com sentimentos de alegria, sucesso, realizações de seus desejos, bem como o sentimento de frustração. Esse jogo de emoções a ajuda a estruturar sua personalidade e a lidar com angústias
Esses autores destacam que o ato de brincar não se restringe apenas a uma atividade lúdica ou de entretenimento, mas constitui um meio de expressão, comunicação e elaboração de experiências subjetivas. Em contextos terapêuticos, especialmente aqueles voltados à infância, o brincar atua como um facilitador da escuta sensível do profissional, favorecendo a aproximação com a criança e o acesso às suas emoções, vivências e conflitos internos.
Ao longo da história, os resultados positivos do brincar têm sido documentados em diferentes abordagens clínicas e pedagógicas, evidenciando seus efeitos na promoção da autonomia, no fortalecimento das habilidades cognitivas, sociais e motoras, e na reconstrução de vínculos afetivos.
O brincar é então definido como uma modalidade terapêutica de escolha, permitindo melhorar as funções precisas da criança; é pelo brincar que o terapeuta ocupacional desenvolve as funções sensoriais, motoras ou cognitivas da criança. A avaliação do brincar também é considerada numa perspectiva do desenvolvimento, de maneira a medir as aquisições da criança em função de sua idade. (FERLAND, 2006, p. 40).
Azevedo e Fontes (2008) reforçam que, quando inserido de forma intencional no contexto terapêutico, o brincar permite à criança reorganizar simbolicamente situações difíceis, desenvolver a linguagem, experimentar papéis e criar soluções para problemas reais e imaginários. Assim, o brincar torna-se uma linguagem universal da infância, atravessada por significados terapêuticos profundos que potencializam a eficácia das intervenções, respeitando o tempo, o ritmo e a singularidade de cada sujeito.
A brincadeira proporciona à criança um contato com sentimentos de alegria, sucesso, realizações de seus desejos, bem como o sentimento de frustração. Esse jogo de emoções a ajuda a estruturar sua personalidade e a lidar com angústias.
Além disso, estudos como o de Oliveira (2020) enfatizam que a ludicidade é essencial na intervenção psicopedagógica com crianças com TEA, pois permite o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, cognitivas e sensório-motoras, respeitando as necessidades e interesses individuais de cada criança.
Ainda que a Terapia Ocupacional traga benefícios evidentes no atendimento terapêutico, o trabalho interdisciplinar é indispensável. A articulação com psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos, psiquiatras e educadores fortalece o cuidado integral e amplia as possibilidades de desenvolvimento.
É fundamental que o terapeuta ocupacional esteja inserido em uma equipe multiprofissional, pois só assim será possível compreender e intervir de maneira mais eficaz nas múltiplas dimensões que atravessam a vida da criança com TEA
A presença da família no processo terapêutico também é essencial. Quando os cuidadores são orientados e acolhidos, tornam-se parceiros ativos na promoção da autonomia e da inclusão da criança.
A atuação eficaz no cuidado de crianças com TEA requer uma abordagem multidisciplinar e o envolvimento ativo da família. Roiz e Figueiredo (2023) destacam que a adaptação das mães de crianças com TEA está diretamente relacionada à presença de uma rede de apoio que inclui profissionais de diversas áreas e o suporte familiar. A colaboração entre terapeutas ocupacionais, psicólogos, fonoaudiólogos, educadores e outros profissionais é essencial para oferecer intervenções integradas e personalizadas.
Além disso, o apoio da família é crucial para a continuidade das estratégias terapêuticas no ambiente doméstico, promovendo a generalização das habilidades adquiridas e contribuindo para o bem-estar geral da criança.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Terapia Ocupacional oferece contribuições valiosas no atendimento terapêutico de crianças com Transtorno do Espectro Autista, especialmente no que diz respeito à promoção da funcionalidade, da autorregulação e da inclusão social.
Ao considerar as especificidades sensoriais, motoras e cognitivas de cada criança, o terapeuta ocupacional atua de forma personalizada, respeitando os ritmos individuais e fortalecendo a participação nas atividades do cotidiano. Conclui-se que a atuação integrada da Terapia Ocupacional no contexto interdisciplinar é essencial para o cuidado eficaz e humanizado da criança com TEA.
A ampliação do olhar clínico para além dos sintomas visíveis do TEA permite à Terapia Ocupacional uma intervenção mais sensível às singularidades de cada criança. Ao compreender o comportamento não apenas como uma expressão de conduta, mas como um reflexo de demandas sensoriais e emocionais não atendidas, o terapeuta ocupacional contribui de maneira decisiva para a construção de estratégias reguladoras e adaptativas.
No campo sensorial, a Terapia Ocupacional destaca-se por suas abordagens centradas no processamento sensorial, permitindo que a criança explore e compreenda seu próprio corpo e as respostas que emite ao ambiente. Tal intervenção não apenas favorece a autorregulação, mas também amplia a capacidade de engajamento nas atividades da vida diária, promovendo maior autonomia e autoestima.
Ademais, o trabalho com as habilidades motoras finas e grossas, essencial no desenvolvimento de pré-requisitos para a escrita, a alimentação, a higiene e o brincar, confere à Terapia Ocupacional um papel fundamental no desenvolvimento global da criança. A intervenção motora, quando realizada de forma lúdica e contextualizada, favorece a aprendizagem e fortalece vínculos afetivos entre a criança e o terapeuta.
Outro aspecto relevante é a mediação das relações sociais por meio do brincar terapêutico, recurso amplamente utilizado pelos terapeutas ocupacionais. O brincar, como ferramenta de expressão e construção simbólica, permite que a criança com TEA experimente interações sociais de forma segura, aprendendo a compreender regras, turnos de fala, expressões emocionais e cooperação.
A atuação da Terapia Ocupacional no ambiente escolar também deve ser destacada. Ao colaborar com professores e equipe pedagógica, o terapeuta propõe adaptações ambientais e metodológicas que favorecem a permanência da criança na escola comum, promovendo equidade e condições reais de aprendizagem. Assim, a Terapia Ocupacional reforça os princípios da educação inclusiva e contribui para o cumprimento dos direitos das crianças com deficiência.
Do ponto de vista familiar, a Terapia Ocupacional estabelece um canal de escuta e orientação que fortalece o protagonismo da família no processo terapêutico. A capacitação dos cuidadores e a criação de rotinas familiares adaptadas são fundamentais para a continuidade do trabalho realizado em sessão, potencializando os avanços da criança no seu próprio ambiente.
E, por outro lado, é importante ressaltar que a eficácia da Terapia Ocupacional no atendimento a crianças com TEA depende de uma prática fundamentada em evidências científicas e em constante atualização. O investimento em formação continuada, pesquisa e avaliação sistemática das intervenções é indispensável para garantir resultados efetivos e éticos no cuidado à infância autista.
A atuação interdisciplinar, nesse contexto, é ampliada pela presença ativa da Terapia Ocupacional nas discussões clínicas. A colaboração entre fonoaudiólogos, psicólogos, médicos, psicopedagogos e outros profissionais se mostra mais eficiente quando o terapeuta ocupacional contribui com sua escuta qualificada e análise funcional do desempenho ocupacional da criança.
Por fim, conclui-se que a Terapia Ocupacional não apenas contribui para a melhora das habilidades adaptativas da criança com TEA, mas também promove sua dignidade, identidade e inclusão em todos os contextos da vida. É uma prática que valoriza o potencial humano, rompe com os estigmas e fortalece a autonomia, reafirmando o compromisso ético com uma sociedade mais justa, plural e acolhedora.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARAÚJO FERREIRA DE, R. et.al. Compreendendo as alterações sensoriais em crianças autistas: uma revisão literária. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, [S. l.], v. 6, n. 12, p. 694–705, 2024. DOI: 10.36557/2674-8169.2024v6n12p694-705.
Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/download/4663/4642/10168
Acesso em: 1 jun. 2025.
AYRES, A. J. (1972). Sensory Integration and Learning Disorders. Los Angeles: Western Psychological Services.
AZEVEDO D.M, Santos JJS, Justino MAR, Miranda FAN, Simpson CA. O brincar enquanto instrumento terapêutico: opinião dos acompanhantes. Rev Eletr Enf;10(1):137-44. 2008
DELGADO, P. G. Acompanhamento terapêutico: clínica e política no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 1998.
FERLAND, F. O modelo lúdico: o brincar, a criança com deficiência física e a terapia ocupacional. Rio de Janeiro. Memnonn. p.38. 2006
FERLAND, F. O Modelo Lúdico: a utilização do potencial terapêutico do brincar. Temas do Desenvolvimento, São Paulo, v.14, n.81, 2005.
FERLAND, F. O Modelo Lúdico: o brincar, a criança com deficiência física e a terapia ocupacional. 3.ed. São Paulo: Roca, 2006.
FONTES CMB, Mondini CCSD, Moraes MCAF, Bachega MI, Maximino NP. Utilizaçao do brinquedo terapêutico na assistência à criança hospitalizada. Rev Bras Educ Espec.;16(1):95-106. 2010
FURTADO, Elíana Anjos. Conversando sobre identidade profissional. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil, v. 10, n. 2-3, p. 46–48, 1999. Disponível em: https://revistas.usp.br/rto/article/view/224482
Acesso em: 1 jun. 2025.
GOMES, L. M.; ANDRADE, R. S. Intervenções terapêuticas em ambientes adaptados para crianças com TEA. Revista Brasileira de Terapia Ocupacional, v. 26, n. 1, p. 43-50, 2018.
MOTTA AB, Enumo SRF. Brincar no hospital: estratégia de enfrentamento da hospitalização infantil. Psicologia em Estudo.;9(1):19-28. 2004
OLIVEIRA, Daliane. Autismo: Intervenção Psicopedagógica. Rio de Janeiro: PsiqueEasy, v. 04, 2020.
ROIZ, Roberta Giampá. FIGUEIREDO. Mirela de Oliveira O processo de adaptação e desempenho ocupacional de mães de crianças no transtorno do espectro autista. Cad. Brasil. Ter. Ocup. 31 • 2023
https://www.scielo.br/j/cadbto/a/STMpXVZhRcfwYLKjxy4KdWF/
SCHAAF, R. C., Benevides, T., Kelly, D., & Mailloux, Z. (2013). Occupational therapy using a sensory integration–based approach with children with autism: A randomized controlled trial. The American Journal of Occupational Therapy, 68(5), 1-9.
ZEN, C. C.; Omairi, C. o modelo lúdico: uma nova visão do brincar para a terapia ocupacional. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 17, n.1, p. 43-51, Jan-Jun 2009.
Área do Conhecimento