Inclusão digital na escola: A tecnologia como recurso integrado na alfabetização dos alunos do 1º ano

DIGITAL INCLUSION AT SCHOOL: TECHNOLOGY AS AN INTEGRATED RESOURCE IN THE LITERACY OF 1ST GRADE STUDENTS

INCLUSIÓN DIGITAL EN LA ESCUELA: LA TECNOLOGÍA COMO RECURSO INTEGRADO EN LA ALFABETIZACIÓN DE ESTUDIANTES DE LER GRADO

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/2767B1

DOI

doi.org/10.63391/2767B1

Queiroz, Renata Cristina Pereira. Inclusão digital na escola: A tecnologia como recurso integrado na alfabetização dos alunos do 1º ano. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo científico aborda a inclusão digital na escola por meio da tecnologia como recurso integrado na alfabetização dos alunos do 1° ano. Essa temática está presente essencialmente pelo atual contexto tecnológico no qual o sujeito está a viver, nos dias atuais. Sendo assim, é um tema que despertou interesse e curiosidade, principalmente a partir das observações sobre a alfabetização dos alunos e a posição da escola perante à inclusão digital. O problema abordado foi: se a escola enxerga a inclusão digital como uma contribuição no processo de alfabetização dos alunos. O objetivo geral deste trabalho é entender se na escola pública acontece, de fato, à inclusão digital de forma a proporcionar o desenvolvimento na alfabetização dos alunos; os específicos que são destacados na discursão de análise de dados, oferecem suporte ao objetivo principal. Utiliza-se uma abordagem qualitativa e fundamentada em: Ferreiro (1994), Gil (2018), Kenski (2011), Sampaio (2013), Schwarzelmuller (2005) e Tajra (2001), entre outros. Finalizando, a presente pesquisa chegou à conclusão que as escolas públicas veem a tecnologia como grande potencializador na educação, porém, necessita-se de projetos voltados para a capacitação tecnológica do professor e para a estrutura e equipamentos para a escola.
Palavras-chave
inclusão digital; alfabetização; capacitação tecnológica do professor; impasses na educação.

Summary

This scientific article addresses digital inclusion in schools: technology as an integrated resource in the literacy development of first-grade students. This topic is essentially present in the current technological context in which we live, and thus, it is a topic that has sparked interest and curiosity, particularly based on observations of student literacy and the school’s stance on digital inclusion. The question addressed was: Do schools view digital inclusion as a contribution to student literacy development? The general objective of this work is to understand whether digital inclusion in public schools actually promotes student literacy development; the specific findings highlighted in the data analysis discussion support this main objective. A qualitative approach is used, based on the following authors: Ferreiro (1994), Gil (2018), Kenski (2011), Sampaio (2013), Schwarzelmuller (2005), and Tajra (2001), among others. In conclusion, this research concluded that public schools view technology as a significant enabler of education. However, projects focused on teacher technological training and school infrastructure and equipment are needed.
Keywords
digital inclusion; literacy; teacher technological training; educational impasses.

Resumen

Este artículo científico aborda la inclusión digital en las escuelas: la tecnología como recurso integrado en el desarrollo de la lectoescritura de estudiantes de primer grado. Este tema está presente en el contexto tecnológico actual y, por lo tanto, ha despertado interés y curiosidad, especialmente a partir de las observaciones sobre la lectoescritura estudiantil y la postura de las escuelas respecto a la inclusión digital. La pregunta abordada fue: ¿Consideran las escuelas la inclusión digital como una contribución al desarrollo de la lectoescritura estudiantil? El objetivo general de este trabajo es comprender si la inclusión digital en las escuelas públicas realmente promueve el desarrollo de la lectoescritura estudiantil; los hallazgos específicos destacados en la discusión del análisis de datos respaldan este objetivo principal. Se utiliza un enfoque cualitativo, basado en los siguientes autores: Ferreiro (1994), Gil (2018), Kenski (2011), Sampaio (2013), Schwarzelmuller (2005) y Tajra (2001), entre otros. En conclusión, esta investigación concluyó que las escuelas públicas consideran la tecnología como un facilitador significativo de la educación. Sin embargo, se necesitan proyectos centrados en la capacitación tecnológica del profesorado y en la infraestructura y el equipamiento escolar.
Palavras-clave
inclusión digital; alfabetización; formación tecnológica docente; impasses educativos.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho intitulado “Inclusão digital na escola: a tecnologia como recurso integrado na alfabetização dos alunos do 1° ano” é uma temática que vem causando inquietações e anseios nas práxis pedagógica. Por isso, levanta-se o seguinte questionamento: se a escola enxerga a inclusão digital como uma contribuição no processo de alfabetização dos alunos. 

Esta problemática surgiu por meio das dificuldades de acesso à tecnologia em sala de aula.Assim sendo, mostra-se exposto, o objetivo de entender se na escola pública acontece, de fato, à inclusão digital de forma a proporcionar o desenvolvimento na alfabetização dos alunos. Além disso, objetiva-se saber se a escola é inclusiva no processo tecnológico, identificar a utilização dos recursos tecnológicos na alfabetização das crianças, analisar de qual maneira é utilizado os recursos tecnológicos pelos professores, distinguir quais impasses enfrentados pela escola, por fim verificar a capacitação tecnológica do professor.

Para facilitar a compreensão do trabalho aqui descrito, dispõe-se de uma revisão de literatura, onde se enfoca a fundamentação teórica do conhecimento abordado para conhecer os acervos bibliográficos referentes ao tema. Esta pesquisa fundamenta-se em: Ferreiro (1994), Gil (2008), Kenski (2011), Sampaio (2013), Schwarzelmuller (2005) e Tajra (2001), entre outros. Partindo dessa proposição, a presente investigação iniciar-se-á na forma de pesquisa bibliográfica com autores que darão embasamento teórico para subsidiar o trabalho científico. 

DESENVOLVIMENTO

DA TECNOLOGIA À INCLUSÃO DIGITAL ESCOLAR: ASPECTOS HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

PERCURSOS HISTÓRICOS DA TECNOLOGIA 

O período Paleolítico foi à primeira fase da idade da pedra, no qual deu início ao desenvolvimento humano. Nessa fase, configura-se um perfil de um homem coletor e caçador que somado a sua ação, sua técnica e seu intelecto, garantiam sua sobrevivência. A interferência no território foi essencial para o processo de desenvolvimento da espécie humana, que a partir da caça do alimento, da defesa contra as ameaças das feras e do território criaram-se instrumentos para proteção e cultivo. Percebe-se, então, que para a sobrevivência nesse período precisou ir além da adaptação física e interação ao meio, exigiu percepção e evolução intelectual do homem. Não bastava somente técnica, era imprescindível a capacidade de pensar, de agir e evoluir. Nesse sentido, 

E, assim, percorreu o homem a novas descobertas importantíssimas, como: o fogo e a linguagem. Com estas três grandes concepções – a pedra lascada, o fogo e a linguagem –, a espécie humana dava um salto muito grande rumo as grandes invenções e as colossais descobertas que acabariam fazendo parte da história da sociedade tal qual a conhecemos em nossos dias (Veraszto, 2004, p. 65).

Nessa linha de raciocínio, com base nos estudos de Tajra (2001, p. 42, passim), o termo “técnica”, conceitua-a por ter sua etimologia no verbo grego tictein que significa “criar, produzir, conceber, dar à luz”’. Para os gregos, essa palavra tinha um sentido amplo, não se restringindo apenas a equipamentos e instrumentos físicos, mas incluindo toda sua relação com o meio e seus efeitos e não deixando de questionar o “como” e “porque”. Assim, essa técnica estava relacionada à mudança na modalidade da produção. O produtor muda de operar e o resultado dessa mudança afeta a comunidade beneficiada.

Compreende-se que há muito tempo, a palavra técnica possui o sentido de algo que gera, que forma, mas técnica não se reduzia apenas a instrumentos, seu sentido sempre esteve presente em toda relação do homem com o meio. Tais ações reforçam sua importância, sua constante transformação e influência na aprendizagem do homem e mudança do contexto. 

Num novo contexto, a Revolução Industrial, marcou no século XVIII uma mudança estrutural em relação aos trabalhos manuais tradicionais. Com isso, as máquinas são utilizadas e as fábricas tornam-se o principal local de trabalho e meio de enriquecimento da época. Para a demanda, novas técnicas e normas para o trabalho são criadas. Essa mudança tecnológica propiciou ganho de tempo e desenvolvimento da economia. Por esse viés, 

a palavra ‘técnica’ teve seu uso com sentido restrito a partir dessa revolução, na qual o importante passou a ser o ‘produto’, restringindo, dessa forma, a técnica a meros instrumentos. Atualmente, o termo ‘tecnologia’ passou a melhor incorporar o sentido amplo do verbo tictein, mas ainda sofre os impactos instrumentais (Tajra, 2001, p. 4, grifos do autor).

Desde o início do desenvolvimento humano, o homem vive da ordem tecnológica. Da técnica à tecnologia há um desenvolvimento humano excepcional. Segundo Veraszto (2004, p. 70), 

[…] falar em tecnologia nos remete a produtos sofisticados de alta resolução, fabricados em última geração e estampando nas vitrines de lojas, porém  tecnologia não é somente isso, sua história, suas descobertas e uso vêm desde o começo dos tempos, vem dos nossos ancestrais. As estratégias e outras formas de organização desenvolvidas por nossos ancestrais pré-históricos reafirmam o potencial tecnológico humano.

Assim, o processo tecnológico esteve presente desde os ancestrais. Além disso, esteve inserida no contexto de grandes revoluções e percorreu resultando em importantes invenções como: o telefone, o rádio, o robô, a televisão, o computador, o satélite, a internet, entre outras invenções que ganharam destaque.

Nos dias atuais, em decorrência de todo o desenvolvimento tecnológico, um novo contexto surgiu. As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) estão integradas ao cotidiano, modificando e desenvolvendo organizações sociais, instituições, o trabalho e principalmente o conhecimento.  E, assim, vive-se um contexto de avanço e progresso que revolucionam as dificuldades do ontem, trazendo mais facilidade e agilidade para o amanhã. Sobre essa concepção Kenski (2011, p. 128) discorre que: “na atualidade, as alterações ocorridas a partir dos avanços da tecnologia invadem o nosso cotidiano. As facilidades de comunicação e informação advindas dos avanços tecnológicos traduzem- se em mudanças irreversíveis nos comportamentos pessoais e sociais”.

Nesse novo contexto, observa-se as mudanças decorrentes dos avanços tecnológicos.  Não se pode ignorar o contexto tecnológico que já se instaurou na sociedade, por isso, é necessário que aconteça mudanças nas organizações, no trabalho, no conhecimento. A tecnologia traz facilidades, aproveitamento, atualização, todavia é preciso que o sujeito tenha contato, conheça e entenda. 

A TECNOLOGIA E SEU USO NA ESCOLA BRASILEIRA

A presença da tecnologia na instituição escolar surgiu no final de 1960, se integrando às metodologias de ensino da época. Conforme Sampaio (2013, p. 30), 

no Brasil a discussão sobre tecnologia educacional, começou a partir de 1960, sendo que nessa época, a utilização era fundada na pedagogia tecnicista com objetivos de formar mão de obra para o mercado de trabalho. A concepção de ensino tecnicista buscava modelar o indivíduo para o sistema produtivo, desenvolver nele habilidades e técnicas para construir um profissional eficiente e a competente para atender um sistema econômico capitalista. A concepção de ensino liberal tecnicista incluiu o uso da tecnologia na educação de forma somente técnica sem significância para o processo político do sujeito.  

Nesse sentido, Tajra (2001, p. 45) afirma que:

o início do uso da Tecnologia Educacional teve um enfoque bastante tecnicista, prevalecendo sempre como mais importante à utilização em específico do instrumento sem a real avaliação do seu impacto no meio cognitivo e social. Inicialmente, a Tecnologia Educacional era caracterizada pela possibilidade de utilizar instrumentos sempre visando à racionalização dos recursos humanos e, de forma mais ampla, a prática educativa. 

Nessa tendência, Tajra (2001) e Sampaio (2013) sustentam que, o professor encontrava-se com a função de somente instruir e o aluno não participava da construção do ensino, o seu papel era somente de receptor do conteúdo. Diante disso, percebe-se que a relação professor-aluno era objetiva e não havia nenhum tipo de manifestação de afetividade. 

Os conteúdos de ensino ministrados eram os manuais, livros didáticos, módulos específicos e os dispositivos audiovisuais, exercícios produzidos com respostas prontas e que atendiam os objetivos do sistema de ensino, assim se criavam alunos passivos e controlados, formados num modelo único de comportamento. Portanto, no sistema de ensino tecnicista, não havia espaço e oportunidade para discussões e produção de conhecimento de forma crítica e reflexiva.

Seguindo para uma necessária mudança de concepções na educação surge à pedagogia progressista. Enfim, a nova concepção descentraliza o ensino que era somente profissionalizante e voltado para a produção capitalista, para um ensino crítico, reflexivo e emancipador que valoriza o contexto social, os aspectos sociais, culturais e cognitivos do sujeito. Por um trabalho educativo crítico, Freire (1996, p. 72) defende um ensino que intensifique uma aprendizagem significativa, que “[…] torne o aluno criativo, criador e que passe a ser o sujeito, parceiro de trabalho do professor”. E, isso torna evidente na educação progressista a preocupação em construir um ensino que tenha impacto no meio cognitivo e social do aluno.

Observa-se ainda, numa visão capitalista, o Brasil diante da economia pretendia ser um país com domínio no conhecimento tecnológico, principalmente na área computacional. Tajra (2001, p. 59) assevera que: “quem detém conhecimento tecnológico detém ainda mais o poder”. Isso é facilmente observado ao verificar a evolução das três ondas do poder que, segundo esse autor, concentra-se em: 1ª onda, determinada pelo domínio de terras e produções agrícolas; 2ª onda, verificada pelas indústrias; 3ª onda, acurada pelo conhecimento. Observa-se que o conhecimento tecnológico determina grande poder e domínio. Sendo assim, entende-se que: 

o governo brasileiro entendeu a necessidade de inserir a tecnologia na escola, no caso a informática, para que os alunos aproximassem da cultura digital, e assim tendo esse conhecimento desenvolvido desde o âmbito escolar poderia proporcionar ao Brasil uma representatividade na área da tecnologia computacional (Tajra, 2001, p 52). 

Para a inserção tecnológica, e visando também melhorias na qualidade das escolas para garantirem aos alunos o acesso ao conhecimento da tecnologia O Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO) foi umas das ações governamentais da época que é vigente até hoje. Nesse contexto, entende-se que esse programa é uma iniciativa que está sendo desenvolvida pela Secretaria de Educação a Distância (SEED/MEC) para introduzir a tecnologia de informática na rede pública de ensino. A proposta da informática educativa é uma forma de aproximar a cultura escolar dos avanços de que a sociedade já vem desfrutando, com a utilização das redes técnicas de armazenamento, transformação, produção e transmissão de informações. Nessa lógica,

O PROINFO abrange o ensino fundamental e médio e tem como base, em cada unidade da Federação, Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE). Os NTEs são estruturas descentralizadas, de apoio ao processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de incorporação e planejamento da nova tecnologia, quanto no suporte técnico e na capacitação dos professores e das equipes administrativas das escolas (Tajra, 2001, p. 53).

Assim, o programa PROINFO foi uma iniciativa do governo federal para efetivar a inclusão da informática na rede pública de ensino. Diante disso, observa-se que o intuito do programa com essa inclusão é a melhoria do processo de ensino aprendizagem, o desenvolvimento científico e tecnológico no aluno e uma educação tecnológica para exercício da cidadania, erradicando, assim, a exclusão digital. Além disso, o programa auxilia as escolas no suporte técnico das máquinas e na capacitação das equipes administrativas e no corpo docente das escolas. Portanto, os avanços tecnológicos são incluídos no contexto escolar. 

A inserção da tecnologia na educação brasileira deve proporcionar ao aluno a construção e noção de sujeito político e proativo preparado para atuar nas economias futuras com postura crítica, inovadora, criativa, mas, além disso, deve assegurar também que o aluno seja incluído socialmente, deve favorecer na aprendizagem e na construção de novos conhecimentos. Na instituição de ensino, conforme Costa (2004, p. 28), 

escolas que são equipadas e que possuem um corpo docente preparado diante as novas tecnologias e seu papel social, apresentam aspectos favoráveis e que contribuem para o uso da tecnologia no contexto escolar de forma crítica e como ferramenta no processo de aprendizagem. 

Compreende-se que essa posição requer da escola uma reavaliação do seu papel como formadora de jovens para que exerçam sua cidadania. Não é mais aceitável um sujeito controlado, sem valor e feito somente para mão de obra. E, assim, Sampaio (2013, p. 49) assevera que: “‘O papel da escola deverá ser o de desmistificar a linguagem tecnológica e iniciar seus alunos no domínio do seu manuseio, sua interpretação e criação”.

Diante dessa afirmação, entende-se que a escola deve atuar com uma nova perspectiva, utilizando a tecnologia educacional de forma crítica. Contudo, no Brasil existe ainda persistência no sistema de ensino, muitos profissionais despreparados, que não investem em sua formação ou que persistem na educação tradicional. Diante disso, Tajra (2001, p. 57), questiona: “Percebo que a maior parte das justificativas está apoiada nas ações de terceiros, e poucos são os professores que percebem que o ponto de partida de qualquer mudança se inicia num processo interno de sensibilização para uma nova realidade”. A mudança requer uma posição do educador, para que se atualize e proporcione um ensino inovador. De acordo com Freire (1996, p. 39), “o ensinar irá exigir a consciência do ser inacabado, que necessitará do conhecimento constantemente, o educador tem de estar aberto a ser desafiado e preparado para desafiar, criar possibilidades para a aprendizagem”. Sendo assim, diante do processo tecnológico na educação é necessária a atualização do educador.

INCLUSÃO DIGITAL

Num contexto social de grandes transformações e evoluções oriundos da tecnologia, estar incluído digitalmente é saber assimilar as informações, interpretá-las e reconstruir todo esse processo em novo conhecimento, é estar integrado. É a tecnologia suprindo as necessidades sociais proporcionando a qualidade de vida. É fundamental que o processo de inclusão alcance todas as camadas sociais, principalmente que a classe média baixa tenha conhecimento e acesso de forma igualitária, democrática e de qualidade das tecnologias de informação e comunicação (TIC). Para Schwarzelmuller (2005, p. 1), “o processo de inclusão deve ser mais que o acesso às redes ou uma capacitação para o mercado de trabalho, a universalização da tecnologia deve atender as necessidades sociais das comunidades, deve ser de utilidade social”. 

De acordo com Silva (2005, p. 42), “existe outro lado, que são de pessoas que em seu contexto existe a falta de saúde, de educação e são consumidos pela fome e miséria. É nesse quadro que se insere a exclusão digital”. Ao revisitar a literatura, Libâneo (2011), corrobora com Silva (2005), que os avanços científicos e tecnológicos trazem consigo muitos benefícios à sociedade, todavia é também um fator de ampliação da exclusão social, uma minoria é favorecida pelos benefícios e vantagens decorrentes da tecnologia, mas a outra classe que é a grande maioria da população a desconhecem. Mas, Schwarzelmuller (2005, p. 2), explica que: “é preciso pensar na contribuição para um desenvolvimento contínuo e sustentável, com a melhoria da qualidade do padrão de vida da população, através da redução das desigualdades sociais e econômicas”. Posto isso, entende-se que a inclusão digital deve ser um processo de contribuição na melhoria da qualidade de vida dessa minoria, reduzindo, assim, as desigualdades sociais.

Além das desigualdades sociais, das péssimas condições de vida, o impacto da tecnologia gerou outro tipo de desigualdade, a digital. A Inclusão digital que deve ser vista sob o ponto de vista ético, sendo considerada como uma ação que promoverá a conquista da cidadania digital contribuiu para haver uma sociedade mais igualitária, com a expectativa da inclusão social. O diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação da Casa Civil, Renato Martini, discute a necessidade de transformar a cidadania digital em política pública, cabendo ao governo e poder local nos municípios, dar oportunidade para toda população serem beneficiados com todos os recursos do mundo da rede, sendo de forma decisiva e massiva não privilegiando o atendimento somente a elites, mas para todos, erradicando com o analfabetismo digital e promovendo a cidadania digital. Assim, a ideia é uma política pública decisiva que promova uma nova cidadania que reabilite o significado de cidadão, que combata a pobreza, insira o indivíduo na sociedade da informação possuindo qualidade e segurança digital, portanto, que a inclusão digital atenda às necessidades das novas demandas sociais.  

Com o impacto dos avanços tecnológicos na sociedade, surge uma nova cultura, chamada de cultura digital, que é a integração da sociedade na era da informação, e para que essa cultura fosse inserida no Brasil, em setembro de 2000 é lançado o Livro Verde plano elaborado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Seu objetivo é implantar ações para um desenvolvimento social a partir da inclusão digital. Nesse contexto, Schwarzelmuller (2005, p. 2), nos diz que esse livro “[…] admite que para alcançar a inclusão digital da maioria da população brasileira é necessária uma política de universalização do acesso à Internet. Assim, proliferam iniciativas que visam alfabetização digital e acesso às TIC, particularmente ao computador e à Internet. 

O plano defende que a inclusão digital seja promovida de forma que atenda às necessidades sociais da sociedade e comunidade, que o processo de inclusão contribua para um desenvolvimento contínuo e estável na qualidade do padrão de vida da população, reduzindo as desigualdades sociais e econômicas. Em 2012, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), inicia o programa, Cidades Digitais com objetivo de modernizar a gestão e o acesso aos serviços públicos dos municípios brasileiros. São instituídos, pontos públicos para o acesso de internet gratuita para a população e capacitação de servidores públicos para melhoria na gestão. O projeto alcança municípios brasileiros para que seja inserida a inclusão digital. Desse modo, aperfeiçoa-se os serviços municipais, garantindo o acesso das redes à população. São iniciativas que conforme o programa se desenvolve há vínculos sociais por meio da inclusão e da democratização de acesso à informação, e inclusive, proporciona à população atividades políticas, culturais e econômicas.

Considera-se algumas ações para inclusão digital, conforme Schwarzelmuller (2005, p.7) sendo elas, que:

desde o ensino fundamental o sujeito tenha conhecimento da competência informacional, pois precisa- se estar preparado no uso da habilidade do pensamento crítico e domínio sobre o universo informacional para que o sujeito se torne um aprendiz autônomo, considera também a ampliação de fornecimento dos serviços através de portais eletrônicos governamentais (e-gov) tornando os sítios governamentais de mais fácil acesso e navegação.  E por fim, o desenvolvimento de conteúdos para que toda informação que é disseminada nas redes possa ser transformada em conhecimento.

Assim, o Livro Verde propõe a universalização dos serviços, à medida que garante a inclusão digital. Porém, não é somente a aquisição de habilidades básicas com o uso dos aparelhos tecnológicos e da internet, a inclusão vai além, propondo a alfabetização e letramento digital. A alfabetização e letramento digital, de acordo com Silva (2005, p. 45), constitui-se no: “conhecimento e habilidade em utilizar as TICs, é saber acessar as informações, compreender, utilizá-las, e a partir disso desenvolver a consciência crítica para agir de forma ética e positiva, utilizando na superação de desafios e garantindo qualidade de vida”. 

Para que a inclusão seja uma prática social, as escolas, bibliotecas, organização não governamental e demais entidades devem assumir seu papel para que assim, sejam cumpridas as novas exigências do mundo contemporâneo. 

A INCLUSÃO DIGITAL NO CAMPO EDUCACIONAL: A NECESSÁRIA CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA DO PROFESSOR

Perante isso, a inclusão digital no campo educacional exige do professor a alfabetização digital, formação continuada para exercício na atualidade. Formação necessária que, para Sampaio (2013, p. 14), objetiva “uma alfabetização tecnológica para interpretação e ação crítica junto às novas tecnologias e formas de comunicação”. Já para Libâneo (2011), era Sampaio (2013), precisa-se perceber as realidades contemporâneas e as novas exigências que são postas pela sociedade para entender que é necessário o professor se atualizar e se capacitar, de modo que possa buscar uma capacitação tecnológica. Considerando a alfabetização tecnológica como uma formação e contribuição contra seu próprio analfabetismo digital, Kenski (2011), afirma sermos uma geração que aprendemos e valorizamos apenas a leitura de textos, porque a palavra oral e a escrita em relação  a leitura de imagens, sons e movimentos são postas como mais significativas.

Por essa razão, a capacitação tecnológica dos professores deve ser ponto de discussão e reflexão da instituição escolar, se são eles que preparam os educandos para cidadania, o analfabetismo digital do educador pode causar sérias deficiências na formação dos educandos. Estar atento às novas exigências do contexto moderno para que não se formem sujeitos passivos e excluídos. Para Baccega (994, p. 73) ressalta-se, a seguir, que as tecnologias:  

[…] estão nas salas de aula, nas famílias, nas conversas de trabalho, nos núcleos e grupos de educação não formal etc. E sua presença não depende do aparelho ligado. Sequer depende de o indivíduo possuir ou não o aparelho (de rádio, de televisão, de vídeo) ou ser assinante do jornal ou da revista. 

A alfabetização tecnológica do professor deve contribuir para a atualização profissional e erradicação da educação tradicional, consequentemente, tecnicista do sistema de ensino, em que o professor é um transmissor de conteúdos programáticos e o aluno um indivíduo passivo, moldado pelo sistema capitalista. Nessa concepção que relaciona a formação digital ou tecnológica à educação. Por isso, Sampaio (2013, p. 53) nos diz que: “[…] no novo contexto, por exemplo, não cabe mais uma ação educativa repetitiva, monótona e repressiva, nos moldes da pedagogia tradicional. Não se pode mais formar trabalhadores para serem apenas leitores e aplicadores de manuais”.

A possibilidade que a tecnologia oferece na prática do professor são diversas e essenciais, mas a resistência à mudança ainda é muito forte. Não tem como ocorrer à inclusão digital nas aulas se o próprio professor nunca teve ou se quer pretende ter prática com as máquinas, portanto é necessária e urgente a alfabetização tecnológica do professor. 

Numa das análises sobre a relação dos professores com a tecnologia, Kenski (2011, p.137), nos diz que: 

os professores se assustam ao se depararem com recursos tecnológicos dispostos na escola, pois os valores altos e dificuldade em manutenção dessas máquinas fazem com que criem certo receio em utilizar e temem estragar, sendo assim, as máquinas acabam sendo depositadas em lugares de restrito acesso, evitando consequentemente o uso.

A falta de uso dos equipamentos pode gerar a desvalorização da tecnologia e uma possível resistência. Assim, fundamenta-se que ainda é atual a grande resistência por parte dos profissionais da educação quanto à utilização e inclusão da tecnologia como ferramenta no ensino. Juntamente com a resistência é visível o analfabetismo digital desses profissionais gerado pela falta de uma capacitação tecnológica. 

Sobre a formação continuada dos professores em tecnologia, Lolline (1991, p.13), afirma que: “a formação do professor dentro dos conhecimentos tecnológicos deve proporcionar capacitação técnica elementar, não necessariamente uma formação para ser um especialista”. Nos dias atuais, não tem como defender a inclusão digital sem ao menos saber como liga ou desliga, como manusear a máquina, porque essas são as competências técnicas defendidas como necessárias e que são desenvolvidas na própria prática cotidiana escolar. 

Para Libâneo (2011, p. 25), há um pessimismo que:

circula a profissão docente, a cada dia aumenta os paradoxos entre a profissionalização e o profissionalismo, entende- se assim que sem a profissionalização do professor o seu profissionalismo fica comprometido, e por outro lado, sem o profissionalismo que requer dele postura ética diante da profissão gera a inevitável falta de qualidade no ensino. 

Em relação ao profissionalismo, Libâneo (2011, p. 27), ressalta:

o senso de profissionalismo, obviamente, está em baixa. Profissionalismo significa compromisso com um projeto político democrático, participação na construção coletiva do projeto pedagógico, dedicação ao trabalho de ensinar a todos, domínio da matéria e dos métodos de ensino, respeito à cultura dos alunos, assiduidade, preparação de aulas etc. 

Diante de tal constatação, Libaneo (2011, p. 30) lamenta que: “[…] dentro da docência haja constantemente professores descompromissados, resultado da falta de profissionalismo”. Compreende-se que o profissionalismo do educador requer dele compromisso e respeito com a educação e com o aluno. O profissional que possui profissionalismo é mais capacitado, busca sempre expandir suas áreas do conhecimento, visa à profissionalização continuada, trabalha e produz melhor. Além disso, prioriza a ética.

A Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB) 9.394/96 pontua no art. 13 do texto: “Os docentes incumbir-se-ão de: III – zelar pela aprendizagem dos alunos […]”.

Compreende-se conforme art. 13 da LDB, o zelo, cuidado, e interesse que a aprendizagem deve significar ao docente. Nesse sentido, Libâneo (2011, p. 32), respalda que: “[…] é preciso falar do comprometimento com o profissionalismo e importância da profissionalização, pois a aprendizagem do aluno deve ser o foco de qualquer ensino”. Diante do exposto, Tajra (2001, p. 57) diz que: “os paradigmas educacionais emergentes, podemos perceber o quanto o professor, como um dos agentes do processo de educação, precisa estar aberto para nova realidade […]. 

Ao revisitar a literatura, constata-se que: “o aprendizado, além de ser um processo em contínua mudança, é coletivo. Negar o contexto no qual vivemos é nos transformar numa ‘caixa preta’; é não querer perceber o que está ao nosso redor; é desprezar uma característica típica do ser humano; a capacidade de aprender” (Tajra, 2001, p. 67-68).

Conforme Tajra (2001, p. 70), “o professor é um agente de grande importância para que o ensino atenda as demandas sociais atuais”. Por isso, não pode desconsiderar o contexto atual e todo conhecimento que detém. 

Outro fator Importante em ressaltar também é que atualmente um grande agravante na falta de profissionalismo é a desvalorização que instituições e faculdades estão tendo com os cursos de licenciatura; os baixos salários; as más condições de trabalho e exercício da profissão são fatores que fazem muitos profissionais terem a autoestima baixa, a falta de interesse pela carreira e consequentemente a resistência na formação continuada. Compreende-se conforme Libâneo (2011, p. 45), “onde a profissão é valorizada, a procura dos cursos aumenta, a formação melhora o exercício profissional que ganha qualidade”. Em defesa dos direitos e da dignidade dos educadores numa perspectiva progressista, Freire (1996, p. 37), “[…] enaltece a importância da luta contra as injustiças impostas à profissão, prática que deve ser entendida pela sociedade como um momento importante de sua atividade docente’. Assim, reafirma a relevância em que o educador compreende que em qualquer momento seu ensino seja reduzido ou pela metade, como uma resposta às ofensas em que a educação sofre. 

Visando a formação do educador, Libâneo (2011, p. 47) “[…] propõe caminhos para uma formação inicial e formação continuada dos professores em que proporcione um exercício profissional eficiente”. Assim, esse autor pauta na ideia de que desde o ingresso dos alunos nos cursos de licenciatura, seja necessário integrar os conteúdos das disciplinas em situações da pratica, possibilitando, assim, que os acadêmicos vivenciem situações problemas tendo sempre o auxílio da teoria, podendo ao longo do curso formar seus próprios conceitos e convicções. Reconsiderar a formação inicial e continuada do educador é contrapor um sistema de ensino tradicional que somente possibilita ao futuro professor a sua formação profissional que tende a superar os novos paradigmas sociais que influenciam na educação, é construir uma concepção emancipadora, crítica e reflexiva. Por fim, entender que a prática é indissociável da teoria.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Inclusão digital na escola apontam para a necessidade de um investimento contínuo em infraestrutura e capacitação de professores, focando em habilidades críticas e não apenas técnicas. 

Além do uso técnico, a inclusão digital deve focar no desenvolvimento de habilidades digitais para o uso eficaz e responsável das ferramentas, preparando os estudantes para a sociedade e o mercado de trabalho. 

É fundamental que políticas públicas assegurem o acesso equitativo à tecnologia e à internet, especialmente em áreas rurais e comunidades marginalizadas, através de investimentos em infraestrutura e dispositivos. 

Enfim, a inclusão digital na escola vai além do simples acesso à internet, compreendendo a exploração de novas formas de aquisição de conhecimento, como aulas online, recursos interativos e e-learning. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Edição

v. 5
n. 50
Inclusão digital na escola: A tecnologia como recurso integrado na alfabetização dos alunos do 1º ano

Área do Conhecimento

IMPACTO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS NO SUPORTE A ALUNOS COM DIFICULDADES – UM ESTUDO NA ESCOLA JOSÉ AUGUSTO GAMA DE SOUZA
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