A fé e sua influência no tratamento de doenças graves

THE FAITH AND ITS INFLUENCE ON THE TREATMENT OF SERIOUS ILLNESSES

LA FE Y SU INFLUENCIA EN EL TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES GRAVES

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/807211

DOI

doi.org/10.63391/807211

Pereira, Cileide da Silva. A fé e sua influência no tratamento de doenças graves. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo discute como a fé pode influenciar positivamente o enfrentamento de doenças graves, trazendo conforto emocional, força espiritual e esperança a pacientes em situações delicadas. Por meio de uma revisão bibliográfica, analisa-se o impacto da espiritualidade sobre a saúde mental e física, com foco em tradições religiosas como o espiritismo, o cristianismo, a umbanda e o candomblé. O texto destaca relatos de pacientes que relatam sentir-se fortalecidos após orações ou rituais, e como esses elementos simbólicos ajudam a ressignificar a dor. Também são abordados os limites éticos da inserção da fé no ambiente clínico, ressaltando a importância de respeitar a diversidade de crenças e de promover um cuidado humanizado, que una o conhecimento científico à escuta empática e sensível. A fé, nesses contextos, não substitui a medicina, mas pode ser uma aliada no processo de cura emocional e espiritual.
Palavras-chave
fé; espiritualidade; doenças graves; saúde mental; medicina integrativa.

Summary

This article discusses how faith can positively influence the coping process in cases of serious illness, offering emotional comfort, spiritual strength, and hope to patients in delicate situations. Through a bibliographic review, it analyzes the impact of spirituality on mental and physical health, focusing on religious traditions such as Spiritism, Christianity, Umbanda, and Candomblé. The text highlights patient testimonies describing how prayers or rituals helped them feel stronger and how symbolic elements assist in reframing pain. The ethical limits of inserting faith into clinical settings are also addressed, emphasizing the importance of respecting religious diversity and promoting humanized care that combines scientific knowledge with empathetic and sensitive listening. Faith, in this context, does not replace medicine, but may be an ally in the emotional and spiritual healing process.
Keywords
faith; spirituality; serious illnesses; mental health; integrative medicine.

Resumen

Este artículo discute cómo la fe puede influir positivamente en el afrontamiento de enfermedades graves, ofreciendo consuelo emocional, fuerza espiritual y esperanza a los pacientes en situaciones delicadas. A través de una revisión bibliográfica, se analiza el impacto de la espiritualidad en la salud mental y física, con énfasis en tradiciones religiosas como el espiritismo, el cristianismo, la umbanda y el candomblé. El texto destaca testimonios de pacientes que relatan sentirse fortalecidos tras oraciones o rituales, y cómo estos elementos simbólicos ayudan a resignificar el dolor. También se abordan los límites éticos de la inserción de la fe en el entorno clínico, destacando la importancia de respetar la diversidad de creencias y de promover un cuidado humanizado que una el conocimiento científico con una escucha empática y sensible. La fe, en estos contextos, no sustituye a la medicina, pero puede ser una aliada en el proceso de curación emocional y espiritual.
Palavras-clave
fe; espiritualidad; enfermedades graves; salud mental; medicina integrativa.

INTRODUÇÃO

O enfrentamento de doenças graves demanda muito mais do que intervenções clínicas e tecnologias médicas. De acordo com Pereira et al. (2017), em situações de grande fragilidade física e emocional, pacientes e seus familiares frequentemente recorrem a recursos simbólicos e subjetivos para lidar com o sofrimento, o medo e a incerteza. Entre esses recursos, a fé — compreendida como a crença em uma força superior ou em um sentido maior para a existência — desponta como elemento de apoio e consolo, capaz de fortalecer o espírito diante da adversidade. Pesquisas indicam que a espiritualidade pode exercer influência direta sobre o bem-estar psíquico dos pacientes, contribuindo para o equilíbrio emocional e fortalecendo o enfrentamento das adversidades clínicas. 

A ligação entre fé e saúde tem sido cada vez mais discutida em áreas como a medicina integrativa, a psicologia e outras disciplinas que buscam compreender o ser humano em sua totalidade. Para os autores, considerar os aspectos espirituais no cuidado é fundamental para que a abordagem terapêutica seja mais integral e atenda às reais necessidades do indivíduo em sofrimento (Pereira et al., 2017). Estudos realizados nas últimas décadas têm sugerido que a espiritualidade pode influenciar positivamente a adesão ao tratamento, a percepção da dor e o sentido atribuído à doença. Esses achados reforçam a importância de um cuidado sensível à dimensão espiritual como parte do processo de cura.

No entanto, apesar das contribuições positivas associadas à dimensão espiritual, a incorporação da fé nos contextos de tratamento exige cautela. Questões éticas, limites profissionais e o respeito à diversidade de crenças impõem desafios importantes à prática clínica. Neste cenário, este artigo propõe uma reflexão teórica e crítica, por meio de revisão bibliográfica, sobre como distintas tradições religiosas e abordagens terapêuticas têm abordado a relação entre fé e o tratamento de doenças graves, considerando suas possibilidades, implicações e limitações.

MÉTODO

O presente trabalho segue uma abordagem qualitativa, com caráter exploratório e descritivo, baseada em revisão bibliográfica. Foram consultados artigos científicos, livros e documentos institucionais que tratam da relação entre fé, espiritualidade e o cuidado em casos de doenças graves, com atenção especial à contribuição desses aspectos para o bem-estar físico, emocional e espiritual dos pacientes. As fontes utilizadas foram extraídas de bases como Scielo, PubMed, Google Acadêmico e livros e periódicos das áreas da saúde e das ciências humanas.

Foram considerados apenas os estudos que apresentavam dados empíricos ou revisões teóricas com respaldo acadêmico sobre a presença da fé em contextos clínicos, além de trabalhos interdisciplinares voltados à espiritualidade, psicologia da religião e práticas integrativas em saúde. Textos opinativos ou sem base científica foram deixados de fora da análise.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A ESPIRITUALIDADE COMO RECURSO TERAPÊUTICO

A literatura analisada aponta que a fé e a espiritualidade podem atuar como importantes aliados no tratamento de doenças graves, promovendo conforto, esperança e resiliência emocional. Segundo Messerschmidt (2006), pacientes que integram suas crenças espirituais ao processo terapêutico apresentam maior adesão ao tratamento e melhor enfrentamento da dor e da incerteza.

Estudos em medicina integrativa indicam que práticas como a oração, a meditação espiritual, os rituais religiosos e o suporte das comunidades de fé contribuem para a redução do estresse, da ansiedade e da depressão. Além disso, favorecem o senso de propósito e significado diante da doença, fatores que impactam positivamente a qualidade de vida do paciente.

Messerschmidt (2006) destaca que o envolvimento espiritual, muitas vezes representado por símbolos, práticas e crenças, desperta sensações de otimismo e entusiasmo que favorecem o enfrentamento de situações críticas. A fé pode fortalecer não apenas o paciente, mas também os familiares e cuidadores, criando uma rede de apoio emocional com impacto terapêutico. Além disso, o autor aponta que pessoas que cultivam práticas espirituais demonstram melhor adaptação ao sofrimento, incluindo idosos em contextos de institucionalização, o que reforça o papel da espiritualidade como suporte à saúde mental. Em momentos de grande angústia, a fé é muitas vezes percebida como “o último e o maior recurso disponível de que o ser humano dispõe para reverter a situação” (MESSERSCHMIDT, 2006, p. 16), sobretudo quando se trata de doenças terminais.

Dessa forma, o reconhecimento da espiritualidade como um recurso terapêutico não apenas amplia a compreensão sobre o cuidado integral, mas também valoriza dimensões subjetivas e culturais que influenciam diretamente a recuperação e o bem-estar dos pacientes.

PERSPECTIVAS DE TRADIÇÕES RELIGIOSAS 

Diferentes tradições religiosas oferecem visões específicas sobre a dor, o sofrimento e a cura, influenciando a forma como seus fiéis enfrentam doenças graves. No cristianismo, por exemplo, a fé é frequentemente associada à entrega à vontade divina e à esperança de cura ou conforto espiritual. Já no espiritismo, a enfermidade pode ser interpretada como um processo de aprendizado e evolução. No islamismo, a submissão a Deus (Allah) e a oração constante são práticas que sustentam emocionalmente os pacientes. No hinduísmo e budismo, crenças em carma e reencarnação moldam a percepção do sofrimento e da morte como etapas do ciclo da vida.

Compreender essas abordagens religiosas pode ser essencial para que profissionais da saúde ofereçam um atendimento mais sensível e respeitoso às convicções dos pacientes, contribuindo para um cuidado mais humanizado e eficaz. Como destacam os estudos antropológicos, as religiões populares frequentemente reorganizam simbolicamente a realidade diante da doença, oferecendo explicações e rituais que reconstroem a ordem social, pessoal e cósmica abalada pela enfermidade (Alves & Minayo, 1994).

A literatura aponta que a espiritualidade está entre os recursos que ajudam os indivíduos a lidar com o sofrimento, pois contribui para ressignificar a experiência da doença, amenizando o impacto emocional e existencial (Souza et al., 2021). Além disso, práticas como oração e meditação são vistas como formas eficazes de enfrentamento, pois promovem sentimentos de paz, esperança e conexão com o transcendente, favorecendo a adesão ao tratamento e o bem-estar subjetivo.

Essas crenças influenciam não apenas o modo como os pacientes compreendem sua condição, mas também como se relacionam com os profissionais de saúde. Por isso, é essencial que a equipe multiprofissional esteja aberta a reconhecer tais dimensões no contexto clínico. Como ressaltam Souza et al. (2021), os profissionais de saúde devem “possuir sensibilidade e capacitação para abordar questões espirituais que emergem no processo de adoecimento dos pacientes”.

Além disso, segundo as análises etnográficas presentes na obra, os rituais de cura e as práticas simbólicas das religiões, como a umbanda ou o espiritismo kardecista, desempenham um papel crucial não apenas no tratamento espiritual, mas também no enfrentamento das aflições emocionais, fortalecendo o senso de identidade e pertencimento dos indivíduos (Alves & Minayo,  1994).

As práticas religiosas, conforme observado por diversos autores do campo da antropologia médica, não devem ser encaradas como opostas à medicina científica, mas sim como parte de um sistema complexo e plural de significados e cuidados. De acordo com Montero (apud Alves & Minayo, 1994, p. 168), “o discurso da doença elaborado pelas religiões populares se constrói no interior e a partir dos balizamentos colocados pelo discurso oficial“.

De fato, a escuta ativa e o respeito às crenças espirituais contribuem para estabelecer vínculos terapêuticos mais sólidos, considerando o ser humano de maneira integral. Tal postura não substitui o tratamento biomédico, mas o complementa, promovendo um cuidado mais ético, empático e eficaz.

A PSICOLOGIA DA FÉ E O ENFRENTAMENTO EMOCIONAL

De acordo com Souza et al. (2023, p. 58), “o suporte da fé pode aliviar o sofrimento emocional, auxiliando os pacientes a compreenderem a dor como parte de um processo maior e não apenas como castigo ou infortúnio”.

A psicologia da religião tem investigado como a fé pode operar como mecanismo de enfrentamento diante de crises existenciais provocadas por doenças graves. Estudos indicam que a fé religiosa pode atuar como fator protetivo à saúde mental, contribuindo para a redução de sintomas como ansiedade, desamparo e depressão (Souza et al., 2023).

Segundo (Chiarello, 2018), a fé religiosa pode atuar como fator protetivo à saúde mental, reduzindo sintomas de ansiedade, desamparo e depressão. Pacientes que expressam maior envolvimento espiritual tendem a relatar mais esperança, sentido de vida e melhor adaptação à dor e ao prognóstico. Além disso, a crença em um propósito transcendente parece contribuir para a aceitação do sofrimento e para a elaboração de estratégias emocionais mais positivas, auxiliando na qualidade de vida, mesmo em estágios terminais.

Pacientes que demonstram maior envolvimento espiritual geralmente relatam maior resiliência, esperança e um senso ampliado de propósito, o que favorece uma adaptação mais positiva ao sofrimento e à dor crônica. Tais percepções estão associadas à construção de significados diante da adversidade, aspecto essencial para o bem-estar psicológico em contextos de adoecimento grave.

A literatura aponta ainda que, ao lançar mão de estratégias como a oração, a confiança em um ser superior e a prática da gratidão, os indivíduos conseguem ressignificar a experiência do sofrimento, adotando uma postura emocionalmente mais saudável (Souza et al., 2023). A crença em um propósito transcendente também fortalece os recursos internos dos pacientes, tornando-os mais aptos a enfrentar os desafios do diagnóstico e do tratamento.

Estudos apontam que, em situações de grande vulnerabilidade, a espiritualidade pode oferecer um arcabouço simbólico capaz de atribuir sentido à experiência do adoecimento, funcionando como um recurso de enfrentamento que integra aspectos emocionais, cognitivos e sociais (Chiarello, 2018). A fé, nesses contextos, não apenas consola, mas também organiza o mundo interno do sujeito, permitindo que ele estabeleça metas de vida mesmo diante da finitude.

Além disso, percebe-se que a espiritualidade pode fortalecer a resiliência, promovendo atitudes mais positivas diante da dor e do sofrimento. Isso ocorre porque ela favorece uma conexão com algo maior que o eu individual, ampliando a percepção de pertencimento e significado (Chiarello, 2018). Também é relevante considerar que a fé pode reforçar vínculos sociais e familiares, elementos que contribuem decisivamente para o equilíbrio psicológico em momentos críticos.

DESAFIOS ÉTICOS E LIMITES  DA INSERÇÃO DA FÉ NO CUIDADO

Apesar dos benefícios identificados, a inserção da fé no ambiente clínico requer cuidados éticos importantes. É fundamental que a espiritualidade seja acolhida sem imposições, respeitando a autonomia do paciente e evitando práticas de proselitismo. O desafio consiste em equilibrar o acolhimento da dimensão espiritual com a prática profissional baseada em evidências, especialmente em contextos multiculturais e com pluralidade religiosa.

A literatura destaca que a formação dos profissionais da saúde ainda é carente de capacitação para lidar com essas questões de maneira ética e sensível. Políticas institucionais e protocolos específicos podem auxiliar a integrar espiritualidade e fé de forma estruturada e respeitosa ao plano terapêutico individualizado.

Sob a perspectiva da ética do cuidado, proposta por Brugère (2011), o reconhecimento da vulnerabilidade humana e da relacionalidade deve estar no centro das práticas de atenção, inclusive no campo da saúde. Isso implica considerar o paciente como um ser situado em uma rede de relações afetivas e culturais que influenciam diretamente seu processo de adoecimento e cura.

Nesse contexto, a escuta cuidadosa e o respeito às diferentes formas de expressão espiritual não são apenas atitudes desejáveis, mas componentes essenciais de uma abordagem ética mais ampla. Brugère (2011) observa que a ética do cuidado propõe uma alternativa ao modelo liberal de autonomia individual, ao afirmar que o verdadeiro cuidado está vinculado à interdependência e à responsabilidade mútua.

Além disso, pensar o cuidado como prática relacional exige também que as instituições de saúde repensem seus protocolos à luz de um novo paradigma, que não negligencie a dimensão afetiva e espiritual dos sujeitos atendidos. Como argumenta a autora, o cuidado não deve ser visto como um gesto técnico ou isolado, mas como parte de um projeto social mais amplo que valorize o bem-estar coletivo e o reconhecimento das diferenças.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A fé tem se mostrado uma aliada importante no enfrentamento de doenças graves, funcionando como suporte emocional e existencial para pacientes que atravessam momentos de fragilidade física e psíquica. Sua presença no contexto clínico pode assumir diferentes formas, desde a adesão a tradições religiosas até a vivência de uma espiritualidade mais subjetiva e desvinculada de instituições. Em qualquer dessas expressões, a fé frequentemente oferece sentido, esperança e conforto, contribuindo para a resiliência diante do sofrimento. Reconhecer esse papel não significa abrir mão do rigor técnico-científico da prática médica, mas sim ampliar o olhar sobre o ser humano em sua totalidade.

Nesse sentido, a construção de um cuidado mais integral passa necessariamente por uma escuta ativa e sensível, capaz de acolher os valores, as crenças e os sentimentos dos pacientes. O reconhecimento da espiritualidade como uma dimensão legítima do cuidado em saúde exige preparo ético e técnico por parte dos profissionais, que devem atuar com empatia, respeito à diversidade e compromisso com a autonomia do outro. Trata-se de um desafio formativo, institucional e cultural, que demanda espaços de reflexão e capacitação contínua no ambiente hospitalar e acadêmico.

A integração entre fé e cuidado, quando conduzida com responsabilidade, pode favorecer o fortalecimento de vínculos terapêuticos e a humanização das práticas de saúde. Em vez de representar uma ameaça à objetividade científica, a espiritualidade, bem compreendida, amplia os horizontes da atenção, permitindo que o sofrimento seja compreendido não apenas como uma falha biológica, mas como uma experiência profundamente humana. Para tanto, é fundamental que os protocolos de atendimento sejam adaptáveis às singularidades dos pacientes, respeitando sua origem cultural, religiosa ou mesmo sua opção por não possuir qualquer fé.

Dessa forma, este artigo reforça a importância de se pensar a saúde de modo multidimensional, incorporando a fé como uma variável possível no cuidado, sem imposições ou reducionismos. A espiritualidade não deve ser convertida em técnica, mas reconhecida em sua potência simbólica e afetiva, como linguagem de sentido que atravessa os momentos mais desafiadores da existência. O caminho para um cuidado verdadeiramente integral passa, portanto, pelo encontro entre ciência, ética e sensibilidade – onde a fé, quando presente, pode ser um elo silencioso, mas decisivo, entre o corpo que sofre e a esperança que resiste.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BRUGÈRE, Fabienne. La ética del cuidado. Tradução de Natalia Calderón Martínez. Santiago: Ediciones Metales Pesados, 2011.

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DA SILVA, Alexsandro Santos Crespo; PEREIRA, Eliane Ramos; SILVA, Rose Mary Costa Rosa Andrade. Espiritualidade e Enfrentamento Emocional no Tratamento Oncológico. Revista Pró-UniverSUS, v. 16, n. 1, p. 233-240, 2025.

MESSERSCHMIDT, Gabriel. A espiritualidade como recurso terapêutico no processo saúde e doença. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2006.

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SOUZA, Maria de Lourdes da Silva et al. Espiritualidade e religiosidade no cuidado em saúde: contribuições para o bem-estar do paciente. Revista Saúde e Desenvolvimento Humano, v. 9, n. 2, p. 54-65, 2021.

Pereira, Cileide da Silva. A fé e sua influência no tratamento de doenças graves.International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Edição

v. 5
n. 50
A fé e sua influência no tratamento de doenças graves

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