Contribuições da Neuropsicopedagogia no trabalho com a criança autista

CONTRIBUTIONS OF NEUROPSYCHOPEDAGOGY IN WORKING WITH AUTISTIC CHILDREN

APORTES DE LA NEUROPSICOPEDAGOGÍA EN EL TRABAJO CON NIÑOS AUTISTAS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/2D6D4B

DOI

doi.org/10.63391/2D6D4B

Gongora , Andréa Palazzo . Contribuições da Neuropsicopedagogia no trabalho com a criança autista. International Integralize Scientific. v 5, n 45, Março/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este estudo tem como objetivo verificar a relevância do trabalho do neuropsicopedagogo no trabalho com a criança portadora do transtorno do espectro autista (TEA), analisando através de uma pesquisa bibliográfica as competências e definições e atribuições da neuropsicopedagogia. Serão observadas algumas técnicas utilizadas, suas atribuições e contribuições na inclusão da criança autista e do atendimento à família e aos profissionais da educação. Foi observado que os estudos de neurociência, psicologia cognitiva e pedagogia que norteiam a formação do neuropsicopedagogo favorecem a compreensão de como o cérebro funciona e aprende e, somado às suas ferramentas de avaliação e intervenção, auxiliam no processo de desenvolvimento da criança com autismo. Seu trabalho em conjunto com a escola, equipe multidisciplinar, equipe médica, mediação escolar e família pode trazer muitos benefícios para a criança autista, trazendo ganhos na área educacional, social e psicológica e contribuindo para uma melhor qualidade de vida e maiores possibilidades de autonomia.
Palavras-chave
neuropsicopedagogia. autismo. inclusão.

Summary

This study aims to verify the relevance of the neuropsych pedagogue’s work in the work with children with autism spectrum disorder (ASD) by analyzing through a bibliographic research the competencies and definitions and attributions of neuro psychopedagogy. Some techniques will be observed, their attributions and contributions in the inclusion of autistic children and care to the family and education professionals. It was observed that the studies of neuroscience, cognitive psychology and pedagogy that guide the formation of the neuro psychopedagogue favor the understanding of how the brain works and learns and, added to its evaluation and intervention tools, help in the development process of the child with autism. Their work together with the school, multidisciplinary team, medical team, school mediation and family can bring many benefits to autistic children, bringing gains in the educational, social and psychological area and contributing a better quality of life and greater possibilities of autonomy.
Keywords
neuropsychopedagogy. autism. inclusion.

Resumen

Este estudio tiene como objetivo verificar la relevancia del trabajo del neuropsicopedagogo en el trabajo con niños con trastorno del espectro autista (TEA), analizando, a través de investigación bibliográfica, las competencias y definiciones y atribuciones de la neuropsicopedagogía. Se observarán algunas técnicas utilizadas, sus roles y contribuciones a la inclusión de niños autistas y la asistencia a las familias y profesionales de la educación. Se observó que los estudios de neurociencia, psicología cognitiva y pedagogía que orientan la formación de neuropsicopedagogos favorecen la comprensión de cómo funciona y aprende el cerebro y, sumado a sus herramientas de evaluación e intervención, ayudan en el proceso de desarrollo de los niños con autismo. Su trabajo conjunto con la escuela, equipo multidisciplinar, equipo médico, mediación escolar y familia puede aportar muchos beneficios al niño autista, aportando ganancias en el ámbito educativo, social y psicológico y contribuyendo a una mejor calidad de vida y mayores posibilidades de autonomía.
Palavras-clave
neuropsicopedagogía. autismo. inclusión.

INTRODUÇÃO

O transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição neurológica complexa que influencia a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo ao seu redor. Dessa forma, compreender o autismo é fundamental para desenvolver estratégias educacionais e sociais que favoreçam a inclusão e o bem-estar das crianças e jovens autistas. Em meio a distintas abordagens para o suporte educacional, a neuropsicopedagogia emerge como uma ferramenta importante, contribuindo com intervenções específicas para o desenvolvimento desses indivíduos.

Guerreiro (2022), ao citar os estudos de Fombonne (2009), destacou um aumento significativo nos casos de autismo nas últimas décadas. Enquanto na década de 1960 a taxa era de 4 a 5 casos por 10.000 nascimentos, em 2009 esse número havia aumentado para 40 a 60 casos por 10.000 nascimentos. Esse aumento acentuado reflete uma crescente necessidade de adaptação no sistema educacional. Com o advento da inclusão, o aumento na prevalência de diagnósticos de autismo impactou diretamente a área da educação, revelando um desafio crítico: muitos professores em escolas regulares frequentemente se sentem despreparados para lidar com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) devido à heterogeneidade dos sintomas e comportamentos desses alunos.

Diante desses desafios, é crucial explorar abordagens que possam melhorar o suporte oferecido a alunos com TEA. Neste contexto, o objetivo deste artigo é discutir as contribuições da neuropsicopedagogia para o desenvolvimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista. A neuropsicopedagogia, ao integrar conhecimentos da neurociência, psicologia e pedagogia, oferece ferramentas e estratégias que podem ajudar a adaptar o ambiente educacional às necessidades específicas desses alunos, promovendo uma abordagem mais personalizada e eficaz. A análise focou em como essa abordagem interdisciplinar pode facilitar o processo de aprendizagem e inclusão, fornecendo suporte adicional tanto para os alunos quanto para os educadores.

A metodologia adotada para este estudo foi a revisão bibliográfica. Esta abordagem envolveu a análise crítica de literatura relevante sobre o tema, com foco em estudos recentes e clássicos sobre autismo e neuropsicopedagogia. A revisão bibliográfica permitiu identificar e sintetizar as contribuições da neuropsicopedagogia para o desenvolvimento e inclusão de indivíduos com TEA, proporcionando uma visão abrangente das práticas e intervenções existentes. A análise enfoca como essa abordagem interdisciplinar pode facilitar o processo de aprendizagem e inclusão, fornecendo suporte adicional tanto para os alunos quanto para os educadores.

Assim, este artigo analisará a importância do neuropsicopedagogo no apoio a indivíduos com autismo, destacando como suas intervenções podem promover avanços significativos na educação e inclusão desses alunos.

CONCEITUANDO A NEUROPSICOPEDAGOGIA

Segundo Maia (2022), a neuropsicopedagogia surgiu como uma profissão no Brasil em 2008, com o estabelecimento do Centro Nacional de Ensino Superior, Pesquisa, Extensão, Graduação e Pós-Graduação (CENSUPEG) em Santa Catarina. A formação nesta área proporciona uma compreensão profunda de como se processa a aprendizagem de cada indivíduo, permitindo que o neuropsicopedagogo adapte suas estratégias de ensino às necessidades específicas de cada indivíduo. Isso é relevante no contexto do autismo, onde a complexidade das necessidades exige abordagens especializadas. Através de métodos lúdicos, atividades diferenciadas e um respeito à individualidade de cada aprendente, o neuropsicopedagogo pode facilitar o desenvolvimento do aluno autista, ajudando-o a superar suas dificuldades e alcançar uma vida mais autônoma.

De acordo com o Art. 10° da Resolução 03/2014 da Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia (SBNPp), essa área é definida como uma ciência transdisciplinar fundamentada nos conhecimentos da neurociência aplicada à educação. Ela compartilha informações com a Pedagogia e a Psicologia Cognitiva, e estuda a relação entre o funcionamento do sistema nervoso e a aprendizagem humana, focando na reintegração pessoal, social e educacional.

De acordo com Silveira (2019) o neuropsicopedagogo pode atuar em diferentes contextos, como clínico, institucional e/ou hospitalar, e seu principal objetivo é contribuir para a qualidade da educação inclusiva de crianças e jovens com dificuldades de aprendizagem e de interação sociocultural. Para o referido autor seu trabalho visa evitar o fracasso escolar dos sujeitos envolvidos no processo educativo, buscando melhorar suas relações e torná-los autônomos. Entre suas responsabilidades estão a elaboração de pareceres, o encaminhamento para outros especialistas e o auxílio no processo de diagnóstico. A atuação do neuropsicopedagogo não se concentra apenas no desenvolvimento intelectual do sujeito, mas também em seu desenvolvimento social e emocional, levando em consideração sua individualidade, habilidades, limitações e relações familiares. Através de seu trabalho, é possível delinear estratégias de ensino por meio de intervenções terapêuticas e auxiliar o trabalho do professor regular.

Acampora (2017) afirma que a neuropsicopedagogia se destaca entre outras abordagens para entender o processo de aprendizagem devido ao seu caráter transdisciplinar, que possibilita a compreensão de como o cérebro assimila informações. Isso se dá através do estudo da interação entre o funcionamento cerebral, a mente e o aprendizado. Seus métodos rigorosamente científicos permitem a utilização de intervenções eficientes.

AUTISMO E NEUROPSICOPEDAGOGIA

O autismo, também conhecido como Transtorno do espectro autista (TEA), é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD). De acordo com a AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA) este tipo de transtorno causa danos no processamento da informação no cérebro, produzindo sintomas que incluem dificuldades na interação social e comunicação, interesses restritos, comportamentos repetitivos, podendo afetar a aprendizagem. Tais sintomas podem aparecer desde os primeiros anos de vida da criança, sendo mais comum em meninos do que em meninas, podendo apresentar-se isoladamente ou em comorbidade com outros transtornos e doenças.

 Klin (2006) ressalta que as manifestações comportamentais do autismo são variadas e que existem diferentes graus de acometimento. A natureza complexa e heterogênea do autismo torna a escolarização desses indivíduos um grande desafio tanto para a escola quanto para a família. A inclusão não significa apenas retirá-los das escolas especiais e matriculá-los nas escolas regulares, mas, como afirma Mantoan (2003) é necessária uma mudança de paradigma para que a escola possa cumprir com suas ações formadora em todos que dela participam, deixando de anular e marginalizar as diferenças nos processos pelos quais forma e instrui seus alunos.

Domiciano e Rosa (2017) consideram o neuropsicopedagogo apto para realizar intervenções que contribuam para o crescimento humano do aluno, visando o aperfeiçoamento de sua formação. O profissional da neuropsicopedagogia pode colaborar realizando avaliações e intervenções que visem o planejamento e a reabilitação dos alunos autistas, através da criação de novas estratégias de aprendizagem e inclusão social. Seus conhecimentos dos processos cognitivos, afetivos, psicológicos e pedagógicos possibilitam um melhor desempenho e o desenvolvimento de melhores condições de aprendizagem através de testes padronizados que permitem estimar e interpretar os níveis de linguagem e cognição a serem trabalhados.

O conhecimento das características individuais de cada criança autista é a fase inicial e uma das fases mais importantes do trabalho, pois é necessário iniciar a partir de suas necessidades pessoais e experiências, suas limitações e habilidades para se inserir novas experiências e conhecimentos. A anamnese é uma ferramenta indispensável para se começar a conhecer o histórico de saúde, as suas relações familiares e hábitos.

Algumas técnicas têm sido utilizadas pelos neuropsicopedagogos no trabalho com autistas. Evidentemente um bom profissional precisa estar sempre se atualizando para que seu trabalho tenha a melhor qualidade possível, oferecendo de forma lúdica as intervenções necessárias para o ajuste do comportamento e desenvolvimento intelectual, emocional e psíquico. Segundo Martone (2016) o método de avaliação “Verbal Behavior Milestones Assessment and Placement Program (VB-MAPP)”, criado por Mark Sundberg, que divide em cinco componentes e avalia o repertório verbal da criança, a partir de 170 marcos de desenvolvimento divididos em três níveis etários, também é utilizado com o objetivo de determinar o nível operante dos comportamentos da criança e avaliar suas habilidades linguísticas.

Em relação aos  instrumentos de intervenção utilizados pelo neuropsicopedagogo, Neto et al (2013) ressaltam o método ABA (Applied Behavior Analysis), criada em 1968 por uma abordagem da psicologia,  que se baseia no modelo da análise de comportamento aplicada que coleta informações detalhadas dos fatores do ambiente e sua influência sobre o comportamento da criança autista, buscando delinear objetivos que, em curto prazo, levem ao aumento de habilidades e eliminação de comportamentos inadequados através de estratégias preventivas.

Albuquerque (2017) relata que o método TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children ou Tratamento e Educação de Autistas e Crianças com Deficiência Relacionadas à Comunicação), criado em 1966 por Eric Schopler, nos Estados Unidos, é a associação entre o cognitivismo e o condicionamento operante adaptando os princípios da terapia cognitivo comportamental direcionados ao autismo. Este é um método também considerado bastante eficiente como ferramenta terapêutica, é amparado por apoios visuais e precisa de espaço, material, atividades e rotinas de trabalho adequados.

Além destas técnicas apresentadas e as outras existentes é importante realizar avaliações periódicas com o objetivo de verificar os progressos alcançados e as áreas que ainda precisam ser aperfeiçoadas. É imprescindível que haja um envolvimento entre terapeutas, família e escola em busca da superação das limitações dos aspectos cognitivos, linguístico e social, próprias do transtorno do espectro autista (TEA) com o objetivo de torná-los indivíduos capazes de exercer sua cidadania e de se qualificarem para o mercado de trabalho.

Sanini et al. (2013) citam Hartup (1989) ao afirmar que a competência social é uma habilidade que surge a partir da experiência adquirida nas relações mais íntimas e constitui a base do desenvolvimento global da criança, incluindo aspectos cognitivos, emocionais e de linguagem. Todos estes aspectos fazem parte da área de competência da neuropsicopedagogia e devem ser trabalhados desde a educação infantil para obtenção de melhores resultados. Em sala de aula, seus conhecimentos trazem maior segurança aos professores para acolherem alunos autistas e com outras dificuldades, aumentando as chances de realizar um trabalho significativo e eficiente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo corroborou sobre a importância crucial do neuropsicopedagogo no contexto da inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O levantamento bibliográfico mostrou que a neuropsicopedagogia é uma ciência transdisciplinar, fundamental para desenvolver estratégias educacionais eficientes e favorecer a inclusão de alunos autistas no ambiente escolar e na vida social.

O aumento significativo dos casos de autismo nas últimas décadas, conforme destacado por Guerreiro (2022) e Fombonne (2009), adverte para a necessidade de adaptações no sistema escolar. O crescimento no número de diagnósticos de TEA revela a importância da preparação dos professores para lidar com a diversidade de sintomas e comportamentos associados ao transtorno, ressaltando a necessidade de abordagens especializadas para atender cada aluno.

Nesse sentido, através deste estudo observou-se que o neuropsicopedagogo tem conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro, do sistema nervoso, da psicologia cognitiva e da pedagogia. Este profissional, além de acolher e orientar as famílias, pode avaliar e planejar intervenções que sejam eficientes e também ser mediador entre o professor regular e o aluno, atuando diante dos desafios encontrados em sala de aula.

O neuropsicopedagogo, com sua formação profissional é capaz de elaborar e implementar intervenções personalizadas, desempenhando um papel crítico na adaptação do ambiente educacional às necessidades dos alunos autistas. Através da utilização de métodos como o ABA e o TEACCH, que se mostram eficazes no acompanhamento e desenvolvimento intelectual, emocional e social desses alunos.

Além do mais, a colaboração multidisciplinar é decisiva para avaliar periodicamente os progressos e ajustar as estratégias conforme necessário, visando a superação das limitações impostas pelo TEA e a plena inclusão dos alunos no ambiente escolar e na sociedade. O trabalho do neuropsicopedagogo em conjunto com família, múltiplas terapias e a escola pode ser bastante significativo na vida desses dos alunos com TEA, pois ele pode ajudar a evitar a exclusão e o fracasso escolar através do domínio de inúmeras ferramentas que podem fazer a diferença na aprendizagem e comportamentos desses alunos. Dessa forma, a constante atualização profissional é essencial para garantir a eficácia das intervenções e a qualidade do suporte oferecido.

No entanto, a inclusão efetiva de alunos com TEA não depende apenas da atuação de profissionais especializados, mas também da criação de uma cultura escolar que valorize a diversidade e promova práticas inclusivas. A capacitação regular de professores e a promoção de um ambiente escolar acolhedor e adaptado são essenciais para que as estratégias neuropsicopedagógicas sejam aplicadas de forma eficaz.

Cabe ressaltar que com o impacto significativo da neuropsicopedagogia na vida de crianças e jovens com TEA, é primordial que essa área continue a ser explorada e desenvolvida. Para a ampliação da divulgação e reconhecimento da neuropsicopedagogia como uma profissão fundamental para a inclusão e o sucesso educacional é necessário garantir que mais profissionais da educação e da saúde busquem essa formação especializada.

Por fim, conclui-se que estudos futuros devem aprofundar mais sobre a compreensão das práticas e intervenções neuropsicopedagógicas, visando a melhoria contínua das abordagens educacionais e o suporte às necessidades específicas dos alunos autistas. Deve-se discutir mais a colaboração entre instituições educacionais, profissionais de saúde, e famílias fomentando uma rede de suporte robusta, que possibilite uma abordagem integrada e eficaz para a inclusão e o desenvolvimento desses alunos. Para isso, a neuropsicopedagogia deve ser objeto de muitos e mais profundos estudos para que esta importante profissão seja mais divulgada e reconhecida por sua utilidade na vida de crianças e jovens autistas e para que haja incentivo para que outros profissionais da educação e saúde busquem esta formação.

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Gongora , Andréa Palazzo . Contribuições da Neuropsicopedagogia no trabalho com a criança autista.International Integralize Scientific. v 5, n 45, Março/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

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Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 45
Contribuições da Neuropsicopedagogia no trabalho com a criança autista

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