Novo perfil das pessoas em busca de qualidade de vida: O agronegócio e o fenômeno da falta de oportunidades econômicas para jovens e adultos nas cidades e o crescimento e mudanças psicológicas, sociais, econômicas e na qualidade de vida

NEW PROFILE OF INDIVIDUALS SEEKING QUALITY OF LIFE: AGRIBUSINESS AND THE PHENOMENON OF THE LACK OF ECONOMIC OPPORTUNITIES FOR YOUNG AND ADULT POPULATIONS IN URBAN AREAS, ALONG WITH THE PSYCHOLOGICAL, SOCIAL, ECONOMIC GROWTH AND CHANGES IN QUALITY OF LIFE

NUEVO PERFIL DE PERSONAS EN BUSCA DE CALIDAD DE VIDA: EL AGRONEGOCIO Y EL FENÓMENO DE LA FALTA DE OPORTUNIDADES ECONÓMICAS PARA JÓVENES Y ADULTOS EN LAS CIUDADES, JUNTO CON EL CRECIMIENTO Y LOS CAMBIOS PSICOLÓGICOS, SOCIALES, ECONÓMICOS Y EN LA CALIDAD DE VIDA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/1FFDBE

DOI

doi.org/10.63391/1FFDBE

SILVA, Aleide do Nascimento. Novo perfil das pessoas em busca de qualidade de vida: O agronegócio e o fenômeno da falta de oportunidades econômicas para jovens e adultos nas cidades e o crescimento e mudanças psicológicas, sociais, econômicas e na qualidade de vida. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo realiza uma análise aprofundada sobre o novo perfil de indivíduos que optaram por migrar das áreas urbanas para regiões rurais, motivados pela busca por uma vida mais equilibrada e pela escassez de oportunidades econômicas nas cidades. O agronegócio surge como um dos principais fatores de atração, especialmente para jovens e adultos que, diante de crises sociais e urbanas, enxergam no campo não apenas uma fonte de trabalho, mas também uma chance de reconstruir seus propósitos de vida. A pesquisa examina os aspectos econômicos, psicológicos e sociais envolvidos nesse processo de transição, destacando a relevância das abordagens multidisciplinares para compreender a complexidade do fenômeno. A revisão de literatura foi baseada em estudos recentes das áreas de sociologia, psicologia e economia rural, oferecendo uma perspectiva ampla e integrada sobre o tema.
Palavras-chave
agronegócio; migração; saúde mental; qualidade de vida; juventude rural.

Summary

This article provides an in-depth analysis of the new profile of individuals who have chosen to migrate from urban areas to rural regions, motivated by the search for a more balanced life and the scarcity of economic opportunities in cities. Agribusiness emerges as one of the main drivers of migration, especially for young people and adults who, faced with social and urban crises, see the countryside not only as a source of employment but also as a chance to rebuild their life goals. The research examines the economic, psychological, and social aspects involved in this transition process, highlighting the relevance of multidisciplinary approaches to understanding the complexity of the phenomenon. The literature review was based on recent studies in sociology, psychology, and rural economics, offering a broad and integrated perspective on the topic.
Keywords
agribusiness; migration; mental health; quality of life; rural youth.

Resumen

Este artículo ofrece un análisis profundo del nuevo perfil de las personas que han optado por migrar de las zonas urbanas al campo, motivadas por la búsqueda de una vida más equilibrada y la escasez de oportunidades económicas en las ciudades. La agroindustria emerge como uno de los principales impulsores de la migración, especialmente para jóvenes y adultos que, ante las crisis sociales y urbanas, ven el campo no solo como una fuente de empleo, sino también como una oportunidad para reconstruir sus proyectos de vida. La investigación examina los aspectos económicos, psicológicos y sociales involucrados en este proceso de transición, destacando la relevancia de los enfoques multidisciplinarios para comprender la complejidad del fenómeno. La revisión bibliográfica se basó en estudios recientes en sociología, psicología y economía rural, ofreciendo una perspectiva amplia e integral sobre el tema.
Palavras-clave
agronegocio; migración; salud mental; calidad de vida; juventud rural.

INTRODUÇÃO

A urbanização brasileira e latino-americana se intensificou ao longo do século XX, acompanhada pela promessa de progresso econômico, oportunidades de estudo e ascensão profissional nas grandes cidades. Todavia, as últimas décadas revelam uma nova dinâmica: o retorno ou migração de jovens e adultos para áreas rurais, motivados por crises econômicas, sobrecarga emocional e busca por maior equilíbrio de vida (Baumgartner; Ferreira, 2020).

O agronegócio, antes visto como campo restrito a produtores rurais tradicionais, tornou-se atrativo para uma nova geração que busca na terra a possibilidade de empreender, trabalhar com tecnologias sustentáveis e reconectar-se com valores comunitários. Esta movimentação envolve não apenas mudanças espaciais, mas também profundas transformações psicológicas, sociais e econômicas, exigindo estudos interdisciplinares para compreender o fenômeno. Este artigo propõe-se a explorar essa nova configuração socioterritorial e os seus impactos na saúde mental, economia local e estilo de vida.

METODOLOGIA

OBJETIVO DA REVISÃO

Investigar os fatores que impulsionam jovens e adultos a migrar das cidades para o campo em busca de qualidade de vida, analisando o papel do agronegócio e os impactos socioeconômicos e psicológicos desse fenômeno.

TIPO DE ESTUDO

Revisão narrativa da literatura científica nacional e internacional, com abordagem qualitativa e exploratória.

PROCEDIMENTOS E METODOLOGIAS

Leitura crítica e sistemática de artigos científicos, relatórios institucionais, livros acadêmicos e estudos de caso entre 2015 e 2024, organizados por categorias temáticas.

ESTRATÉGIAS DE BUSCA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

Utilização de bases como Scielo, Google Scholar, CAPES e BVS, com termos como “migração rural urbana”, “qualidade de vida”, “agronegócio e juventude”, “saúde mental no campo”. Foram incluídos estudos com foco interdisciplinar e excluídos textos com abordagem exclusivamente técnica.

ANÁLISE E ORGANIZAÇÃO DOS DADOS

Os conteúdos foram organizados por subtemas: conceito e definições, transformação urbana e econômica, saúde mental e estilo de vida rural, e estratégias de intervenção multidisciplinar.

ASPECTOS ÉTICOS

O estudo, por ser teórico, respeitou a integridade autoral e utilizou apenas fontes públicas, devidamente referenciadas conforme as normas ABNT.

REVISÃO DA LITERATURA

CONCEITO E DEFINIÇÕES

Qualidade de vida envolve fatores físicos, emocionais, sociais e econômicos que se inter-relacionam na vivência cotidiana dos sujeitos (Flechtner; Becker, 2018). A busca por um cotidiano menos estressante, com maior contato com a natureza, rotina flexível e senso de pertencimento tem impulsionado a mudança de estilo de vida, especialmente entre jovens urbanos (Baumgartner; Ferreira, 2020).

Já o agronegócio representa um setor estratégico da economia brasileira, responsável por aproximadamente 25% do PIB nacional (IBGE, 2023). Contudo, mais do que produção agrícola, ele passou a ser visto como ecossistema de oportunidades para inovação, trabalho colaborativo, sustentabilidade e economia criativa (Silva; Lopes, 2022).

DESIGUALDADE DE OPORTUNIDADES ECONÔMICAS NAS CIDADES

Uma matéria publicada pelo Jornal Opção aborda os resultados do estudo “Estimativas da População 2021”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revela o crescente êxodo de jovens do interior para os centros urbanos. Segundo o levantamento, fatores como a falta de oportunidades econômicas em cidades pequenas, a mecanização do agronegócio e a concentração de serviços nas metrópoles contribuem para esse deslocamento populacional.

A desigualdade urbana está intrinsecamente ligada ao modo como o território urbano foi historicamente estruturado para favorecer determinados grupos sociais em detrimento de outros. Carvalho e Santos (2019) destacam que os jovens das periferias urbanas enfrentam barreiras simbólicas e materiais para acessar o mercado formal de trabalho, a educação de qualidade e políticas que estimulem o empreendedorismo. A cidade, longe de ser um espaço de oportunidades universais, opera como dispositivo que restringe o acesso aos meios necessários para a autonomia e o reconhecimento social.

Martins (2021) aprofunda essa análise ao demonstrar que o modelo de desenvolvimento urbano brasileiro concentrou investimentos em zonas economicamente privilegiadas, ampliando a fragmentação espacial e a desigualdade de renda. Essa lógica urbana promove a migração de pessoas não apenas em busca de estabilidade econômica, mas também de alternativas existenciais que possam lhes oferecer dignidade. A desilusão com o ambiente urbano tem sido gatilho para o deslocamento voluntário de jovens e adultos para áreas rurais, onde se vislumbra maior controle sobre o ritmo da vida e a reconstrução de vínculos afetivos e produtivos.

Baumgartner e Ferreira (2020) apresentam evidências de que o processo migratório atual para o campo não se dá apenas por razões econômicas, mas é impulsionado por um conjunto de fatores psicossociais. Os migrantes urbanos enxergam no campo a possibilidade de reconstruir narrativas pessoais, escapar da lógica excludente da cidade e viver de forma mais integrada com a natureza e com as comunidades locais. Trata-se de um reposicionamento subjetivo, onde o rural é ressignificado como território de acolhimento e produção de sentido.

Esse fenômeno é também uma resposta à crise urbana provocada pela alta competitividade, pela sobrecarga profissional e pela precarização das relações sociais. Com a intensificação da informalidade e da instabilidade econômica nas cidades, muitos jovens passaram a considerar o campo como uma alternativa viável de futuro. Os territórios rurais com políticas locais de apoio à juventude, agricultura familiar e economia solidária estão sendo redescobertos como espaços férteis para projetos de vida consistentes.

SAÚDE MENTAL

A saúde mental tem sido afetada de forma contundente pelo modelo urbano contemporâneo, caracterizado pela aceleração do tempo, excesso de estímulos e fragilidade dos vínculos afetivos. Bezerra e Lima (2020) explicam que a vivência urbana tem elevado os níveis de esgotamento emocional, com o aumento de sintomas como fadiga crônica, insônia, irritabilidade e sensação de impotência diante das exigências sociais. A cultura da hiperprodutividade e da performance permanente impõe sobre os indivíduos uma carga simbólica que compromete seu equilíbrio psíquico.

Fernandes e Ribeiro (2021) apontam que migrantes urbanos que optaram por se reestabelecer no campo apresentaram melhoras significativas na saúde emocional, resultado da redução dos ruídos físicos e mentais típicos do ambiente urbano. O campo, com seu ritmo mais orgânico e suas práticas sociais cooperativas, favorece estados mentais mais equilibrados. A presença de espaços verdes, de uma rotina menos fragmentada e de relações interpessoais mais genuínas cria um ecossistema emocional mais saudável.

A pesquisa de Cruz e Almeida (2022) reforça essa percepção, demonstrando que o campo atua como espaço de reestruturação da subjetividade. Os relatos de migrantes mostram que, ao viverem em ambientes rurais, houve diminuição do uso de medicamentos psiquiátricos, melhora na qualidade do sono e sensação de controle sobre a vida cotidiana. O campo aparece como contraponto ao ambiente urbano hostil, sendo visto como território de cura e reconstrução emocional.

Essa transformação não depende exclusivamente do espaço físico, mas da forma como os sujeitos se relacionam com o território e com os outros. A reconexão com saberes ancestrais, a participação em práticas colaborativas e o fortalecimento das redes de apoio comunitário são elementos que potencializam o cuidado com a saúde mental no meio rural. É nesse contexto que o campo passa a ser compreendido como espaço terapêutico e educativo, capaz de restaurar o equilíbrio emocional perdido na vida urbana.

 

ESTILO DE VIDA RURAL E RECONEXÃO SOCIAL

O estilo de vida rural tem sido ressignificado por migrantes urbanos como uma alternativa não apenas econômica, mas também simbólica e espiritual. Segundo Fernandes e Ribeiro (2021), o retorno ao campo representa a busca por uma vida mais alinhada com valores como cooperação, coletividade e respeito ao tempo natural. Essa nova configuração permite aos indivíduos estabelecerem rotinas mais saudáveis, com maior autonomia e menor pressão social, favorecendo a construção de projetos de vida mais coerentes com suas identidades.

Bezerra e Lima (2020) destacam que esse estilo de vida oferece condições concretas para a reconstrução dos vínculos sociais e emocionais. No campo, há mais espaço para a convivência intergeracional, para a valorização das tradições locais e para o fortalecimento de comunidades solidárias. Esses elementos contribuem diretamente para a sensação de pertencimento e para o aumento da autoestima dos migrantes, especialmente daqueles que experienciaram exclusão nas cidades.

Cruz e Almeida (2022) discutem como os processos de reconexão social no meio rural se dão por meio da revalorização dos saberes comunitários e da horizontalidade nas relações sociais. Diferentemente do anonimato urbano, o campo oferece interações regulares, afetivas e colaborativas, que estimulam o cuidado mútuo e a sensação de estar em rede. Essa reconexão ajuda a reformular narrativas de futuro e a consolidar identidades mais integrais, fortalecendo o sentido de existência.

Baumgartner e Ferreira (2020) observam que muitos dos migrantes jovens que se fixam no campo passam a incorporar práticas produtivas que aliam tecnologia, sustentabilidade e cultura local. Essa síntese entre inovação e tradição permite que o estilo de vida rural seja ampliado para além do cultivo da terra — tornando-se projeto existencial e político. O campo deixa de ser visto como espaço de atraso e passa a ocupar lugar central nas possibilidades de reconstrução pessoal, social e comunitária.

ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES

A compreensão do fenômeno da migração urbana-rural e suas implicações psicossociais exige o diálogo entre várias áreas do conhecimento. A psicologia contribui ao investigar os processos de adaptação emocional, os conflitos identitários e a construção de novos sentidos de vida no campo (Gomes; Lima, 2021). A sociologia analisa as transformações nas redes sociais e os impactos das mudanças culturais provocadas pela transição territorial (Castro, 2020).

A economia oferece instrumentos para medir o potencial produtivo e os impactos da reconfiguração das cadeias de consumo e trabalho rural. A pedagogia, por sua vez, colabora por meio da educação contextualizada, especialmente com jovens que passam a viver no campo e necessitam de formação compatível com a realidade local (Barros; Torres, 2021). A intersetorialidade entre educação, saúde, agricultura e cultura tem se mostrado eficiente na formulação de políticas públicas voltadas à qualidade de vida rural (Rezende, 2023).

RESULTADOS

A literatura aponta que migrantes urbanos que passaram a viver e trabalhar no campo relataram melhora significativa na saúde emocional, aumento do senso de propósito e estabilização da renda familiar. Em pesquisa realizada por Cruz e Almeida (2022), 78% dos entrevistados afirmaram estar mais satisfeitos com o ritmo de vida no campo do que com o anterior urbano. Jovens engajados em empreendimentos ligados à agroecologia, cooperativismo e turismo rural demonstraram maior autoestima, segurança emocional e engajamento produtivo (Barros; Torres, 2021).

Além dos ganhos subjetivos, houve melhorias concretas nas condições materiais dos migrantes, como redução de gastos com transporte, alimentação mais saudável e autonomia sobre a rotina. Segundo dados compilados por Rezende (2023), territórios com políticas locais voltadas ao desenvolvimento rural apresentaram maior fixação populacional, redução de evasão juvenil e fortalecimento da identidade comunitária. O campo, portanto, deixa de ser apenas espaço geográfico e torna-se lugar simbólico de reconstrução.

DISCUSSÃO

Os achados desta revisão reafirmam que a migração para o campo é um fenômeno multifatorial, que envolve não apenas a busca por estabilidade econômica, mas também por saúde emocional, pertencimento e sentido de vida. A precarização das cidades, somada à sobrecarga emocional e falta de oportunidades, tem empurrado indivíduos para alternativas rurais que oferecem mais autonomia, contato com a natureza e reconexão comunitária (Camargo et al., 2021).

Contudo, a efetivação desse movimento como um projeto de vida sustentável exige investimento estrutural em políticas públicas, capacitação técnica e valorização dos saberes locais. É essencial reconhecer as tensões que surgem da adaptação, da fragmentação dos vínculos urbanos e do desafio de construir uma nova identidade no campo (Castro, 2020; Guimarães; Lima, 2021). A articulação multidisciplinar entre saúde, educação, economia e cultura é indispensável para garantir que os espaços rurais se consolidem como ambientes de inovação, cuidado e desenvolvimento humano.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O fenômeno da migração urbana-rural, impulsionado pela busca por qualidade de vida e alternativas econômicas mais sustentáveis, reflete uma mudança significativa no perfil de jovens e adultos brasileiros. A crise nos grandes centros urbanos — marcada por desemprego, altos custos de vida e desgaste emocional — tem motivado pessoas a repensarem seus projetos de vida, aproximando-se do campo e das oportunidades oferecidas pelo agronegócio e economia local rural. Mais que uma escolha geográfica, essa mudança representa uma reconstrução subjetiva, identitária e social.

A inserção no agronegócio tem permitido não apenas estabilidade financeira, mas também o fortalecimento de vínculos comunitários, redução de estresse, sentimento de pertencimento e valorização da cultura local. Os relatos revisados apontam melhora significativa na saúde mental, no engajamento produtivo e na autonomia dos migrantes, sobretudo quando há infraestrutura adequada e políticas públicas inclusivas. Esse movimento demanda olhar atento das instituições governamentais, da academia e da sociedade civil para garantir que o campo continue a se consolidar como espaço de inovação e bem-estar.

Portanto, compreender o novo perfil das pessoas em busca de qualidade de vida é essencial para delinear estratégias multidisciplinares que atendam às suas demandas. A articulação entre psicologia, sociologia, economia, educação e políticas territoriais é crucial para que a migração seja acompanhada por segurança emocional, suporte produtivo e valorização da diversidade cultural. Investir no campo com responsabilidade social é investir em uma sociedade mais equilibrada, conectada com suas raízes e comprometida com o desenvolvimento humano.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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CAMARGO, Jéssica R.; SILVA, Luan M.; REIS, Fabiano A. Saúde mental e natureza: impactos da migração urbana-rural. Revista Saúde Integral, v. 15, n. 1, p. 45–61, 2021.

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FLECHTNER, Viviane B.; BECKER, Márcio E. Qualidade de vida e subjetividade na contemporaneidade. Revista de Psicologia e Cultura, v. 27, n. 1, p. 78–92, 2018.

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SILVA, Aleide do Nascimento. Novo perfil das pessoas em busca de qualidade de vida: O agronegócio e o fenômeno da falta de oportunidades econômicas para jovens e adultos nas cidades e o crescimento e mudanças psicológicas, sociais, econômicas e na qualidade de vida.International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
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Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
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Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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