Inclusão pela leitura multissensorial: Uso de materiais adaptados com estímulos visuais, auditivos e táteis no processo de alunos TEA nos anos iniciais.

INCLUSION THROUGH MULTISENSORY READING: USE OF ADAPTED MATERIALS WITH VISUAL, AUDITORY AND TACTILE STIMULI IN THE PROCESS OF STUDENTS WITH ASD IN THE EARLY YEARS

INCLUSIÓN A TRAVÉS DE LA LECTURA MULTISENSORIAL: USO DE MATERIALES ADAPTADOS CON ESTÍMULOS VISUALES, AUDITIVOS Y TÁCTILES EN EL PROCESO DE ESTUDIANTES CON TEA EN LOS PRIMEROS AÑOS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/E043C8

DOI

doi.org/10.63391/E043C8

Junior, Ivan de Souza. Inclusão pela leitura multissensorial: Uso de materiais adaptados com estímulos visuais, auditivos e táteis no processo de alunos TEA nos anos iniciais.. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo de revisão a leitura multissensorial, de debruça em materiais adaptados com estímulos visuais, auditivos e táteis, de maneira a pesquisar o favorecimento desses recursos na alfabetização de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos anos iniciais, para isso foi lançado mão da revisão de literatura com elementos sistemáticos, contemplando publicações nacionais e internacionais indexadas em bases como SciELO, ERIC, Periódicos CAPES e Google Scholar, priorizando o período de 1984 a 2024, foi encontrado alguns dados que são o desenho universal para a aprendizagem e acessibilidade curricular, a eficácia de estratégias multissensoriais na consciência fonológica, decodificação e compreensão, mediação docente e parceria escola–família. Conclusões: a adoção de recursos multissensoriais, planejados e avaliados com base em evidências, potencializa a alfabetização e a participação de alunos com TEA, de maneira que sua aplicabilidade pode potencializar totó o processo de ensino aprendizagem.
Palavras-chave
educação inclusiva; TEA; alfabetização; leitura multissensorial; materiais adaptados.

Summary

Objective: to present a literature review on how multisensory reading—supported by adapted materials with visual, auditory, and tactile stimuli—supports early literacy for students with Autism Spectrum Disorder (ASD). Method: narrative review with systematic elements, covering 1984–2024 publications indexed in SciELO, ERIC, CAPES, and Google Scholar. Results: three themes emerged—Universal Design for Learning and curriculum accessibility; effectiveness of multisensory strategies on phonological awareness, decoding, and comprehension; and teacher mediation with school–family partnership. Conclusions: planned, evidence-based multisensory resources enhance literacy and participation for ASD learners; teacher development, resource curation, and learning analytics are recommended.
Keywords
inclusive education; asd; literacy; multisensory reading; adapted materials.

Resumen

Este artículo de revisión sobre lectura multisensorial se centra en materiales adaptados con estímulos visuales, auditivos y táctiles para investigar los beneficios de estos recursos en la alfabetización de estudiantes con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en los primeros años. Se realizó una revisión sistemática de la literatura, incluyendo publicaciones nacionales e internacionales indexadas en bases de datos como SciELO, ERIC, Revistas CAPES y Google Académico, priorizando el período de 1984 a 2024. Se encontraron datos sobre el diseño universal para el aprendizaje y la accesibilidad curricular, la efectividad de las estrategias multisensoriales en la conciencia fonológica, la decodificación y la comprensión, la mediación docente y la colaboración escuela-familia. Conclusiones: La adopción de recursos multisensoriales, planificados y evaluados con base en la evidencia, mejora la alfabetización y la participación de los estudiantes con TEA, mejorando así su aplicabilidad a lo largo del proceso de enseñanza-aprendizaje.
Palavras-clave
educación inclusiva; TEA; alfabetización; lectura multisensorial; materiales adaptados.

INTRODUÇÃO

A alfabetização nos anos iniciais é um fundamento para a participação social, o desenvolvimento do pensamento simbólico e o acesso a direitos. No Brasil, as políticas de educação inclusiva dão o direito de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação ao currículo comum, com apoio e serviços especializados. Entre esses estudantes, os com Transtorno do Espectro Autista (TEA) demandam estratégias e métodos pedagógicas que considerem perfis sensoriais, comunicação e flexibilidade cognitiva, frequentemente atravessados por diferenças na atenção compartilhada, funções executivas e processamento sensorial. A leitura multissensorial que integra estímulos visuais (imagens, cores, tipografia), auditivos (narração, pistas sonoras) e táteis (texturas, manipulação de letras móveis, livros sensoriais) tem sido adotada para promover engajamento, ampliar pistas de acesso ao código escrito e apoiar a compreensão leitora. Embora experiências promissoras sejam relatadas em escolas e serviços de apoio, é necessário sintetizar evidências, princípios de desenho pedagógico e limites reportados na literatura. Este artigo revisa e organiza o conhecimento disponível, oferecendo um quadro analítico para orientar práticas e pesquisas futuras.

METODOLOGIA DA REVISÃO

Trata-se de uma revisão bibliográfica de natureza narrativa, com elementos sistemáticos para transparência, assim compreendeu a definição do problema e das perguntas de revisão estratégias de busca e critérios de inclusão/exclusão, extração e síntese temática.

Perguntas de revisão: Quais princípios teóricos e pedagógicos sustentam a leitura multissensorial na alfabetização de estudantes com TEA? Quais materiais e estratégias adaptadas são descritos e com quais resultados na aprendizagem (consciência fonológica, decodificação, fluência e compreensão)? Quais fatores contextuais (formação docente, parceria escola–família, recursos tecnológicos) modulam a efetividade dessas intervenções?

Fontes e período: SciELO, ERIC, Periódicos CAPES e Google Scholar; recorte 1984–2024, com inclusão de documentos normativos relevantes anteriores a 2015 quando imprescindíveis.

Critérios de inclusão: estudos empíricos, revisões ou diretrizes sobre alfabetização/leitura com estudantes com TEA nos anos iniciais; foco em estratégias multissensoriais ou recursos acessíveis; texto completo disponível em português, espanhol ou inglês. Exclusões: estudos de educação infantil sem foco em alfabetização, relatos sem descrição de procedimentos, e intervenções exclusivamente clínicas sem interface escolar.

Síntese: realizou-se análise temática, agrupando achados em eixos e subcategorias; quando informado, registraram-se indicadores de aprendizagem e de participação.

MARCO TEÓRICO

Educação inclusiva e acessibilidade curricular em um paradigma da educação inclusiva desloca o foco do déficit individual para as barreiras do ambiente Brasil (2015). A acessibilidade pedagógica envolve flexibilizar objetivos, métodos, materiais e avaliações, ampliando formas de representação, ação/expressão e engajamento, em consonância com o Desenho Universal para a Aprendizagem, Zerbato e Mendes (2021) fazem menção a esse trabalho adaptado por conta de benefícios no processo de ensino aprendizagem            

Perfis no espectro podem apresentar variações na comunicação social, interesses restritos e diferenças sensoriais. Na alfabetização, são frequentes necessidades de apoio à consciência fonológica, à vinculação grafema–fonema, à ampliação de vocabulário e à compreensão inferencial. Estratégias que tornem explícitas as regularidades do sistema alfabético, com alto apoio visual e oportunidades de prática guiada, são ferramentas para alfabetização, sendo Oliveira (2024) tais estímulos ajudam na construção de uma proposta pedagógica de alunos com dificuldade de aprendizagem.

A abordagem multissensorial parte da ideia de que múltiplas pistas reforçam as associações e a consolidação da memória. Quando planejada, a combinação de canais sensoriais não é mero adorno, mas um recurso de redução de carga cognitiva e de aumento da previsibilidade, com rotinas e sinais consistentes, Pereira (2022) sugere jogos como maneira de estimular os sentidos sensórios.

RESULTADOS DA REVISÃO

O desenho pedagógico e DUA, aponta que materiais com contrastes, pictogramas, fontes legíveis e pistas visuais sequenciais favorecem previsibilidade e foco. Organizadores gráficos, quadros de rotina, agendas visuais e sinalização de passos melhoram a autorregulação durante tarefas de leitura a proposta de Zerbato e Mendes (2021) é essa quando se referem ao DUA.

Estratégias e materiais multissensoriais: como a manipulação de letras móveis e cartões com textura para pareamento grafema–fonema, alfabeto tátil e livros sensoriais com janelas, relevos e superfícies diferenciadas, apoio auditivo por narração humana ou sintetizada, marcação rítmica de sílabas, e trilhas sonoras que sinalizam início/fim de atividades, softwares e aplicativos com feedback imediato, leitura ampliada e recursos de alta previsibilidade na visão Pereira (2022) jogos podem a ajudar como recursos sensórias no processo de alfabetização

Mediante a riqueza de alternativas supracitados, e ampliando esse contexto no seguimento da formação docente continuada, somado ao planejamento colaborativo com AEE e parceria família–escola, configuram-se condicionantes para transferência de ganhos na intervenção para o cotidiano da sala de aula, materializando esses dados percebe-se que processos avaliativos formativos (rubricas, registros de portfólio, indicadores de engajamento conforme Brasil (2017) no seguimento da educação infantil.

Dessa forma a associação e pistas táteis (letras de lixa, massinha, traçado em bandeja de areia) e auditivas (segmentação silábica por palmas, rimas) fortalece a ligação entre som e letra, especialmente quando associada a instrução fonética explícita e prática. Ainda a contribuição de histórias com suportes visuais (storyboards, pictogramas) e perguntas guiadas ajudam na construção de inferências. A pré-ativação de conhecimentos prévios com objetos reais ou imagens relevantes reduz ambiguidades pragmáticas e apoia a compreensão literal e inferência, nesse contexto Pereira (2022) reforça a questão sensorial para o processo de ensino aprendizagem

Assim como rotinas estruturadas, escolhas limitadas (menus de atividades) e reforços naturais aumentam o tempo em tarefa. Sinais auditivos discretos e times visuais colaboram para transições e manutenção de foco, mitigando sobrecarga sensorial.

Nesse contexto leitores de tela, realce de palavras, legendas e sintetizadores de voz ampliam acessibilidade. A curadoria deve considerar previsibilidade, ausência de estímulos detratores e coerência entre input visual e auditivo.

Programas de desenvolvimento profissional que articulam teoria-prática, observação entre pares e feedback em serviço são mais efetivos do que ações pontuais. A colaboração com equipes multiprofissionais e a família sustenta a continuidade das estratégias em casa e na escola, na ótica de Sprovieri (2001) a família tem seu lugar dentro desse processo.

A DISCUSSÃO 

A inclusão é um assunto de alta complexidade, e há âmbito escolar tem se consolidado como um princípio fundamental da educação contemporânea, defendendo o direito de todos os estudantes ao acesso ao conhecimento, independentemente de suas particularidades. No caso dos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), esse desafio é ainda mais evidente, tendo em vista que tais estudantes frequentemente apresentam dificuldades relacionadas à comunicação, à interação social e à linguagem, que são peculiares a esse tipo de transtorno e que impactam diretamente no processo de alfabetização.

A leitura multissensorial, nesse contexto, emerge como uma ferramenta pedagógica que amplia as possibilidades de aprendizagem ao integrar diferentes canais perceptivos – visão, audição e tato – de forma articulada. Tal abordagem permite que o aluno não apenas leia, mas também vivencie a leitura, o que favorece a construção de significados, para Pereira (2022) a aprendizagem torna-se mais significativa quando os conteúdos são mediados por experiências sensoriais diversas.

Além disso, a leitura multissensorial está em consonância com os princípios da educação inclusiva, pois respeita a individualidade de cada aluno e reconhece a necessidade de flexibilização curricular. De acordo com Oliveira (2024), a utilização de estímulos visuais, auditivos e táteis no processo de alfabetização não apenas amplia o acesso ao conhecimento, mas também contribui para a redução das barreiras educacionais que dificultam a participação plena dos estudantes com TEA.

Entre os recursos que podem ser utilizados no âmbito da leitura multissensorial, destacam-se livros com texturas e relevos, histórias narradas em áudio, ilustrações coloridas e materiais manipuláveis. Esses recursos permitem que o aluno associe palavras a imagens, sons e sensações táteis, tornando o aprendizado mais lúdico e concreto. Para Viegas (2025) tais práticas não só estimulam a curiosidade e a atenção, como também favorecem a memória e a compreensão, elementos essenciais no processo de alfabetização.

Outro aspecto relevante é que a leitura multissensorial vai além da dimensão cognitiva. Ela também contribui para o desenvolvimento socioemocional, uma vez que promove a interação, a cooperação e o prazer de aprender. Alunos com TEA, muitas vezes, enfrentam situações de isolamento ou de rejeição social; contudo, atividades multissensoriais de leitura podem gerar experiências coletivas que fortalecem os vínculos interpessoais e o sentimento de pertencimento. Nesse sentido, Vygotsky (1984) ressalta que a importância da aprendizagem em grupo por conta da troca de experiências

É importante salientar que a adoção dessa prática requer a formação e o engajamento dos professores. Não basta apenas dispor de materiais adaptados: é necessário compreender como utilizá-los de forma pedagógica, considerando as especificidades de cada estudante. De acordo Viegas (2025) o professor desempenha papel central na mediação, ao criar estratégias que possibilitem a interação do aluno com os diferentes estímulos sensoriais de modo intencional e planejado, Freire (2014) destaca a importância da pesquisa para a docência, destacando que não tem como ensinar sem um embasamento teórico.

Portanto, a inclusão pela leitura multissensorial constitui-se em uma estratégia pedagógica indispensável no contexto da alfabetização de alunos com TEA nos anos iniciais. Ao integrar estímulos visuais, auditivos e táteis, promove-se não apenas a aquisição da leitura e da escrita, mas também a valorização da diversidade e a construção de uma escola mais democrática e inclusiva. Como pesquisou Viegas (2025) investir em práticas multissensoriais é garantir que todos os estudantes tenham condições de estar incluídos de maneira satisfatória dentro de suas limitações no processo de alfabetização.

Dessa maneira, a leitura multissensorial representa um caminho promissor para assegurar o direito à educação de qualidade, reforçando a ideia de que a escola deve ser um espaço de acolhimento, respeito e desenvolvimento integral de cada sujeito segundo Viegas (2025), a leitura através dos sentidos se materializa numa real proposta eficaz para alunos TEA.

DIRETRIZES PRÁTICAS PARA PROFESSORES

Planeje com DUA: ofereça múltiplas representações (texto, imagem, áudio) e formas de participação. Integre rotinas visuais: quadro de passos, pictogramas e checklists autoexplicativos, utilize materiais táteis com propósito: letras de lixa (traçado), cartões texturizados (associação), livros com relevos (exploração guiada), Estruture a instrução fonética explícita com apoio rítmico e visual, Regule a carga sensorial: elimine estímulos irrelevantes; prefira contrastes limpos, tipografia legível e sons previsíveis, avalie continuamente: rubricas simples, registro de fluência (palavras corretas por minuto), notas de campo e autoavaliação do estudante, envolva a família com orientações claras e materiais transferíveis para casa, para Sprovieri (2001) a não há como desvincular a família desse processo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A revisão é limitada pela diversidade metodológica dos estudos disponíveis e pela escassez de ensaios controlados com amostras amplas nos anos iniciais. Há necessidade de abordagens multissensoriais de mensuração como consciência fonêmica, fluência, compreensão, e de estudos longitudinais que observem manutenção dos ganhos. Pesquisas futuras devem investigar custos, escalabilidade e impactos em diferentes contextos socioeconômicos, bem como o papel de tecnologias emergentes.            

A leitura multissensorial, quando fundamentada pelo DUA e por princípios de instrução explícita, constitui via promissora para ampliar o acesso ao currículo, a participação e a aprendizagem de estudantes com TEA nos anos iniciais, uma perspectiva inclusiva. Materiais adaptados que combinam pistas visuais, auditivas e táteis, aliados a mediação docente qualificada e avaliação formativa, favorecem consciência fonológica, decodificação e compreensão. Políticas de formação e suporte institucional são determinantes para a sustentabilidade das práticas, mais uma vez citamos Freire (2014) quando é enfático sobre esse tema, exortando o docente a pesquisar em vista que não tem como ter uma ação que contemple uma transformação do discente sem a pesquisa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – Educação Infantil e Ensino Fundamental. 2017.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz e terra, 2014.

OLIVEIRA, Bruna Luanna Franco de et al. Métodos de ensino e recursos tecnológicos aplicados na alfabetização de alunos com Transtorno do Espectro Autista: manual digital para alfabetização de alunos com TEA. 2024. Dissertação de Mestrado. Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

PEREIRA, Danillo Rangel et al. A utilização de jogos digitais como recursos de aprendizagem para estudantes com deficiência: uma revisão de literatura. 2022.

SPROVIERI, Maria Helena S.; ASSUMPÇÃO JR, Francisco B. Dinâmica familiar de crianças autistas. Arquivos de Neuro-psiquiatria, v. 59, p. 230-237, 2001.

VIEGAS, Ana Gabriele Reis. Jogos sensoriais como ferramenta no processo de alfabetização de alunos com transtorno de espectro autista. 2025.

VYGOTSKY, Lev Semenovich et al. A formação social da mente. São Paulo, v. 3, 1984.

ZERBATO, Ana Paula; MENDES, Enicéia Gonçalves. O desenho universal para a aprendizagem na formação de professores: da investigação às práticas inclusivas. Educação e Pesquisa, v. 47, 2021.

Junior, Ivan de Souza. Inclusão pela leitura multissensorial: Uso de materiais adaptados com estímulos visuais, auditivos e táteis no processo de alunos TEA nos anos iniciais..International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Edição

v. 5
n. 51
Inclusão pela leitura multissensorial: Uso de materiais adaptados com estímulos visuais, auditivos e táteis no processo de alunos TEA nos anos iniciais.

Área do Conhecimento

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