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Resumo
INTRODUÇÃO
A educação inclusiva vem ganhando cada vez mais relevância e espaço no contexto educacional contemporâneo, buscando garantir que todos os alunos, independentemente de suas condições físicas, mentais ou sociais, tenham acesso a uma efetiva educação de qualidade (Guimarães; Coutinho, 2025). No que concerne inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), essa tarefa não é fácil devido as individualidades do transtorno. Entretanto, é fundamental sua inserção para contribuir com a efetivação do aprendizado e desenvolvimento desses alunos (Souza, 2019).
No âmbito educacional, a partir do último censo escolar (Brasil, 2022), ferramenta responsável por coletar dados relacionados à educação no país, foi possível verificar a existência de mais de 400 mil matrículas de estudantes com TEA na educação básica do país. No que tange a legislação, a educação é um direito garantido a todos desde a Constituição de 1988 e no que se refere a inclusão de pessoas com deficiências, a Lei nº 13.146/15, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, assegura que a educação como um direito em todos os níveis de aprendizado a qualquer pessoa com deficiência ao longo de toda a sua vida (Brasil, 2015).
Neste sentido, a educação inclusiva se faz necessária para a efetivação da aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades físicas, sensoriais e sociais de estudantes com TEA (Brasil, 2015; Fraga, Geller, 2025). O paradigma da educação inclusiva reflete de forma diversa no ambiente escolar e no que diz respeito aos estudantes com TEA esse processo apresenta desafios significativos, especialmente no ensino de disciplinas como a Matemática, que exige raciocínio lógico e habilidades abstratas (Guimarães; Coutinho, 2025).
Assim, visando um cenário inclusivo para alunos com TEA, as práticas pedagógicas devem considerar as especificidades e contribuir para a superação das barreiras no que diz respeito a aprendizagem de conteúdos de Matemática. Para isto, a implementação dessas práticas exige metodologias diferenciadas e um ambiente acolhedor e adaptativo para os alunos com TEA em suas dificuldades de aprendizagem (Guimarães; Coutinho, 2025).
Mediante o exposto, o objetivo desta pesquisa é realizar uma Revisão Sistemática de Literatura (RSL) para verificar as práticas inclusivas no ensino de Matemática para alunos com TEA, verificando as estratégias pedagógicas utilizadas e as dificuldades enfrentadas pelos docentes. Além disso, visa conhecer os principais recursos utilizados para promover a inclusão nas aulas de Matemática e avaliar o impacto dessas práticas no desempenho acadêmico e no desenvolvimento emocional e físico dos alunos com TEA.
Este estudo justifica-se pelo fato da temática de educação associada ao processo de inclusão de alunos com TEA no ensino de Matemática ser cada vez mais emergente de se debater, informar e conscientizar, dado as dificuldades que esse público apresenta.
Salienta-se que essa pesquisa visa colaborar para a compreensão da temática, buscando aprofundar o conhecimento desta área a partir da análise de publicações relacionadas ao ensino de Matemática para estudantes com TEA, promovendo uma discussão mediante a literatura existente.
METODOLOGIA
A presente pesquisa apresenta natureza qualitativa e foi conduzida a partir da realização de uma Revisão Sistemática de Literatura (RSL), por meio da análise do registro disponível em livros, artigos, dissertações e teses (Severino, 2013), seguindo critérios de inclusão e exclusão, a fim de auxiliar na escolha dos dados relacionados com os objetivos propostos (Kitchenham; Charters, 2007).
Com o interesse em estudar o processo inclusivo no ensino de Matemática para alunos com TEA, surge o seguinte questionamento norteador da pesquisa: quais são as práticas/estratégias utilizadas por professores de Matemática no ensino para alunos com TEA? Delimitou-se a analisar os artigos nos anos de 2014 a 2024, ou seja, dez anos de produção acadêmica, possibilitando uma análise de publicações atuais. A busca dos trabalhos foi realizada nos meses de março e abril de 2025, e a análise ocorreu ao longo dos meses de
maio e junho do mesmo ano.
Para a coleta dos dados, identificou-se como descritores de busca (Kitchenham; Charters, 2007) os termos “Ensino de Matemática”, “Práticas de Ensino” e “Transtorno do Espectro Autista” por serem pertinentes e relacionados ao tema investigado. Em seguida, definiu-se os critérios de inclusão e exclusão (Kitchenham; Charters,2007), para a seletiva dos trabalhos. Assim, considerou-se como critérios de inclusão (1) trabalhos publicados em língua portuguesa; (2) presença dos descritores no título; e (3) ser artigo científico e como critérios de exclusão (1) trabalhos publicados em outros idiomas que não português, (2) não possuir pelo menos um dos descritores no título ou que não abordassem a temática estudada; e (3) não ser um trabalho acadêmico, além de ser publicação duplicada na base de dados.
Os artigos foram buscados no Portal Periódicos CAPES, utilizando os termos de busca. Inicialmente, foi conduzida uma pesquisa na “Busca Simples”, com os filtros de “Artigos” e “Revisado por Pares” selecionados, para os termos de forma isolada e foi possível obter um número elevado de publicações, conforme o Quadro 01, a seguir:
Quadro 01 – Número de artigos encontradas no Portal Periódicos da CAPES através da busca simples e revisada por pares entre 2014 a 2024.
| Descritores de Busca | Quantidade de Artigos | Revisado por Pares |
| Ensino de Matemática | 13.477 | 5.893 |
| Práticas de Ensino | 24.368 | 12.566 |
| Transtorno do Espectro Autista | 1.966 | 760 |
| TOTAL | 39.811 | 19.219 |
Fonte: Elaborado pela autora (2025).
Diante da inviabilidade de se fazer uma análise minuciosa dentre o total de artigos, utilizou-se da técnica de refinamento por “Busca Avançada” utilizando-se “AND” para selecionar trabalhos articulados com a temática. Assim, realizou-se a intersecção dos termos de busca da seguinte forma:
Ensino de Matemática AND Práticas de Ensino;
Práticas de Ensino AND Transtorno do Espectro Autista;
Ensino de Matemática AND Transtorno do Espectro Autista;
Após a realização deste procedimento, foi possível observar, conforme o Quadro 02, uma redução significativa no número de publicações, considerado apto para a continuidade das etapas da revisão.
Quadro 02 – Número de artigos encontradas no Portal Periódicos da CAPES através da busca avançada e revisada por pares entre 2014 a 2024.
| Relação dos Termos de Busca | Quantidade de
Artigos |
Revisado por
Pares |
| Ensino de Matemática AND Práticas de
Ensino |
2.085 | 952 |
| Práticas de Ensino AND Transtorno do
Espectro Autista |
178 | 68 |
| Ensino de Matemática AND Transtorno do
Espectro Autista |
52 | 16 |
| TOTAL | 2.315 | 1.036 |
Fonte: Elaborado pela autora (2025).
Ressalta-se que muitos trabalhos não foram aceitos pelos critérios de inclusão e exclusão. Para filtragem dos artigos, identificou-se os objetivos e métodos da pesquisa a partir da leitura dos resumos para verificar a relação com a temática investigada e refinamento das publicações. Os artigos selecionados foram organizados, conforme o Quadro 03, contendo todas as informações de identificação.
Quadro 03 – Resumo das informações dos artigos relacionados a área encontradas no Portal Periódicos da CAPES 2014 a 2024.
| Nº | Título | Autor(es) | Ano | Revista |
| 01 | Estratégias pedagógicas para o ensino de matemática a alunos com transtorno do espectro
autista |
Pastana; Custódio; Pontes. | 2024 | Dialogia |
| 02 | Matemática para todos: abordagem lúdica para o ensino de matemática para crianças com Síndrome de Down e Transtorno do
Espectro Autista |
Lima; Altaras; Ferreira; Silva; Souza. | 2024 | Delos |
| 03 | Estratégias pedagógicas no ensino de Ciências e Matemática para alunos com Transtorno do Espectro Autista: utilidade e eficiência de uma avaliação observacional em uma escola do Município
de Campi Maior-PI |
IBIAPINA; SOUSA; BITU. | 2024 | Debates em Ensino e Aprendizagem da Química. |
| 04 | Recursos pedagógicos para as bases da aprendizagem matemática: um estudo envolvendo o transtorno do
espectro autista |
BRITO; GELLER | 2020 | Revista Eletrônica de Educação Matemática. |
| 05 | Estratégia didática para estudante com transtorno do espectro autista, na
disciplina de matemática |
DIAS; SCARLASSARA; DIAS; GOING. | 2025 | Contribuciones a Las Ciencias Sociales. |
Fonte: Elaborado pela autora (2025).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A seguir serão discutidos os trabalhos que foram selecionados para essa investigação, de modo a apresentar uma síntese com as informações gerais de todos os artigos. Para isto, foi necessário ler na íntegra todos os trabalhos para selecionar e organizar de forma direta os 1) objetivos da pesquisa, 2) a abordagem metodológica e 3) os principais resultados obtidos.
APONTAMENTOS GERAIS SOBRE AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS POR PROFESSORES PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
O artigo 01 teve como objetivo realizar uma investigação sobre as propostas metodológicas utilizadas por professores do 3º e 4º ano do ensino fundamental do município do Amapá (AP), para o ensino de matemática com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A abordagem da pesquisa foi qualitativa, descritiva e exploratória. Os resultados apontam que os professores enfrentam desafios significativos devido à falta de formação adequada e recursos para atender às necessidades dos alunos autistas. Os autores ressaltam ainda a importância de investimento em formação continuada e disponibilização de recursos para promover uma educação inclusiva e eficaz para alunos com TEA (Pastana; Custódio; Pontes, 2024).
Já o artigo 02, visou a elaboração de atividades e materiais para facilitar a inclusão de estudantes com Síndrome de Down e Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino de matemática. Foi utilizado o Geoplano com o propósito de desenvolver habilidades de raciocínio lógico e percepção espacial de uma forma lúdica. A metodologia empregada foi do tipo pesquisa-ação e foi conduzida em uma escola de ensino fundamental em São Paulo (SP). Os resultados apontam que o desempenho dos alunos evoluiu com o uso do Geoplano e com o manuseio de peças de EVA, de forma que o uso dessa ferramenta pode ser um instrumento importante para o desenvolvimento de habilidades motora/cognitivas de alunos com Síndrome de Down e TEA (Lima et al., 2024).
No artigo 03, foi realizada uma pesquisa em uma turma de 4º ano do ensino fundamental de uma escola municipal de Campo Maior (PI). Essa pesquisa teve abordagem qualitativa e objetivou investigar as estratégias pedagógicas utilizadas pelos professores de Ciências e Matemática em uma turma com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa foi realizada durante três meses a partir de observações diretas das estratégias empregadas pelos professores das disciplinas mencionadas. Os resultados da pesquisa apontam que foi possível observar que os professores buscam incluir os alunos com TEA em suas aulas, o que promove socialização com os demais estudantes da classe, além de que os professores buscam usar uma linguagem e escrita clara e objetiva para que os alunos com TEA possam compreender os conteúdos abordados nas aulas. Entretanto, observou-se que se faz necessário o aprimoramento de estratégias mais eficientes que possam integrar as disciplinas e os conteúdos para melhor aprendizado dos alunos com TEA (Ibiapina; Sousa; Bitu).
No artigo 04, apresentou como objetivo geral foi investigar como se constituem as relações numéricas de alunos com Transtorno do Espectro Autista dos 2º e 4º ano do ensino fundamental de uma escola particular do Rio Grande do Sul (RS). Nesta investigação, foram envolvidas crianças com o TEA, buscando compreender suas capacidades de contar. Nesse estudo utilizou-se a abordagem qualitativa de pesquisa com enfoque exploratório e descritivo. Para abordar conceitos matemáticos foram utilizados de materiais concretos, visando ampliar a inter-relação entre o real e o abstrato. Como resultados dessa pesquisa, os autores apontam que foi possível observar que os alunos têm construído esquemas de comparação, aumento e decréscimo. E observou-se em alguns momentos dificuldades de aprendizagem, interação e comunicação, contudo, a investigação dos princípios de contagem com o uso de materiais concretos mostra que os alunos possuem boa capacidade de contagem. E foi possível perceber que os alunos respondem melhor a propostas de trabalho estruturadas pelos professores, situações de livre escolha de materiais e a estímulos visuais (Brito; Geller, 2020).
Por fim, mas não esgotando a literatura pertinente, o artigo 05 teve como objetivo apresentar um relato de experiência de uma sequência de atividades didáticas adaptadas para o ensino e aprendizagem da Divisão Matemática para estudantes com Transtorno do Espectro Autista. A pesquisa foi realizada em um colégio particular de ensino bilíngue da educação infantil ao ensino médio, situado na Baixada Santista, Santos (SP). Foi inicialmente realizada uma avaliação diagnóstica da criança, para assim elaborar a proposta didática como forma de adaptação curricular, a partir das habilidades e interesses do estudante. Foi desenvolvido um Plano Educacional Especializado com ações lúdicas, por meio do visual e tátil, partindo assim, do concreto para o abstrato com a manipulação do Material Dourado. Verificou-se que os alunos foram capazes de realizar todas as fases da proposta sem dificuldades enfrentadas. Conforme relatam os autores da pesquisa, a proposta didática permitiu conhecer estratégias facilitadoras para que a aprendizagem do estudante com TEA em Matemática fosse significativa (Dias et al., 2025).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente revisão possibilitou a compreensão sobre estratégias utilizadas por professores no ensino de Matemática para alunos com TEA. É importante ressaltar que os artigos tratavam apenas de pesquisas com alunos do ensino fundamental, o que aponta uma lacuna e carência de estudos com estudantes autistas dos demais níveis de ensino, por exemplo, médio e técnico.
A partir da leitura dos trabalhos, percebeu-se que a inclusão de alunos com TEA ainda é tratada de forma minimizada, pois os professores não apresentam formação ou materiais e recursos necessários para incluir estes alunos em atividades e estratégias eficazes para o ensino de matemática.
Portanto, recomenda-se novas estratégias que fomentem, de forma significativa, a inclusão de alunos com TEA em todos os níveis escolar, bem como sugere-se a formação continuada de professores para o processo de ensino e aprendizagem de alunos com TEA, especialmente, no ensino de matemática.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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BRASIL. Lei n° 13.146 de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência [2015]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm. Acesso em: 12/05/2025.
BRITO, S. C. C.; GELLER, M. Recursos pedagógicos para as bases da aprendizagem matemática: um estudo envolvendo o transtorno do espectro autista. Revista Eletrônica de Educação Matemática, v. 15, n. 1, p. 01-20, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/revemat/article/view/1981-1322.2020.e70267/42916. Acesso em: 16/05/2025.
DIAS, A. P.; SCARLASSARA, B. S.; DIAS, E. T.; GOING, L. C. Estratégia didática para estudante com transtorno do espectro autista, na disciplina de matemática. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, v. 18, n. 1, p. 01-20, 2025. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/14275/8337. Acesso em: 22/05/2025.
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GUIMARÃES, M. F. N.; COUTINHO, D. J. G. Práticas Inclusivas no Ensino da Matemática para Alunos com Autismo: caminhos e desafios na educação. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 11, n. 3, p. 1907-1934, 2025. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/18530. Acesso em: 08/05/2025.
IBIAPINA, B. R. S.; SOUSA, J. A. de.; BITU, C de S. Estratégias pedagógicas no ensino de Ciências e Matemática para alunos com Transtorno do Espectro Autista: utilidade e eficiência de uma avaliação observacional em uma escola do Município de Campi Maior-PI. Revista Debates em Ensino de Química, v. 10, n. 1, p. 262-279, 2024. Disponível em: https://www.journals.ufrpe.br/index.php/REDEQUIM/article/view/5586/482485372. Acesso em: 04/06/2025.
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