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Resumo
INTRODUÇÃO
O presente artigo aborda a articulação que as pessoas com deficiência necessitam para viverem em sociedade. A maneira como as escolas especiais se preocupam muito com o processo de formação dos alunos, e mais do que isso, para o seu futuro em sociedade.
O objetivo é mostrar como é importante o processo de articulação das pessoas que apresentam algum tipo de deficiência com a comunidade escolar, e também, acentuar toda a qualidade do trabalho que é realizado pelos profissionais atuantes nas escolas especiais, que se preocupam em ofertar uma formação mais ampla à seu alunado.
A metodologia usada para a realização do artigo foi a pesquisa de cunho bibliográfico, sendo que diversas pesquisas foram realizadas em publicações e obras de autores renomados e que muito contribuíram para que a pesquisa se tornasse condensada, a ponto de poder contribuir com estudos realizados por estudantes no futuro.
A justificativa para a escolha do presente tema, é mostrar a real necessidade que existe em relação a formação dos educandos que possuem algum tipo de deficiência, na maneira como os mesmos necessitam se articular com a comunidade, um trabalho de extrema importância para o desenvolvimento desse público alvo.
A fundamentação teórica conta com apenas um capítulo, que trata do trabalho dos professores que atuam com crianças com algum tipo de deficiência, e também no sentido de articulação voltado para a socialização promovido pelas escolas com o intuito de transformar de maneira positiva a qualidade de vida desse público alvo.
Sendo que é fundamental pensar em todos os esforços realizados pelos educandos que estão inseridos nas escolas especiais, e pelo trabalho de base que é realizado, ofertado por profissionais que realmente se preocupem com a qualidade de vida das pessoas que possuem algum tipo de deficiência e que necessitam de articulação com a comunidade.
O artigo tem como relevância mostrar o trabalho de articulação com a comunidade que é proposto pelos profissionais que atuam nas escolas especiais, bem como em toda a qualidade com que se pensa no futuro das pessoas com necessidades especiais, que se encontram inseridas nas escolas especiais.
Nas considerações finais, os leitores podem acompanhar as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com necessidades especiais para serem aceitas na sociedade, além de questões importantes para o desenvolvimento do processo de articulação das pessoas com necessidades especiais com a comunidade em geral.
DESENVOLVIMENTO
O trabalho de articulação que as escolas especiais realizam, em prol dos alunos com os mais diversos tipos de deficiência é muito importante, indo muito além do simples ato de incluir esse público alvo na sociedade (Orozimbo, 2016).
Quando se fala em articulação, trata-se do ato de fazer com que pessoas com deficiência vivam de uma maneira integrada à sociedade, ou seja, com a valorização de seu espaço, e a compreensão de suas necessidades, ou mesmo barreiras.
Nesse contexto, a escola especial prepara o aluno para viver em sociedade, e vai além, faz com que a comunidade observe a necessidade de haver uma real aceitação em relação a esse público alvo, o que é algo extremamente importante para uma melhor qualidade de vida de quem desenvolveu algum tipo de deficiência.
Essa é uma vertente extremamente importante que as escolas especiais realizam, e de uma maneira muito eficaz, uma vez que, mostra para a população, como é plenamente possível conviver com quem possui algum tipo de deficiência e respeitar suas limitações (Orozimbo, 2016).
Trata-se de um processo de transformação contínua que atravessa as pessoas que ingressam em uma escola especial, uma vez que, nascem praticamente sem expectativas de vida, principalmente devido ao fato de ser a sociedade atual dotada de um viés de preconceito muito forte contra esse público alvo.
Com efeito, o trabalho que os profissionais que estão inseridos nas escolas especiais, representam uma antecipação das condições que esses educandos irão encontrar, convivendo no meio da sociedade, ou seja, representa uma prévia preparação.
Na interpretação de Mantoan (2004), a Inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais é um movimento que tem sido muito polemizado por diferentes segmentos, mas essa inserção nada mais é do que garantir o direito constitucional que todos independentes de suas necessidades, têm a uma educação de qualidade, e que a Inclusão vai depender da capacidade de lidarmos com a diversidade e as diferenças.
Por essa razão é que a articulação é tão fortemente preparada por parte dessas escolas especiais, isso pelo fato de que se trata de um educando que precisa ter uma real oportunidade de conviver em sociedade de uma maneira articulada, ou seja, que apresente sim condições de viver de maneira digna, como um cidadão comum.
É muito interessante acompanhar o trabalho que é realizado pelas escolas da modalidade de educação especial, pela entrega que esses profissionais apresentam, com o intuito de ampliar os horizontes desse alunado, mostrando a esse público e para toda a comunidade, como as deficiências não são nada além do que uma barreira que deve ser trabalhada, a fim de ser transposta (Mantoan, 2004, p. 122).
Quando uma família recebe o relato de que o filho apresenta algum tipo de deficiência, aquela informação é tão devastadora, que na grande maioria das vezes, os pais não sabem nem o que fazer, uma vez que, sabem que as expectativas de vida dessa pessoa serão muito inferiores do que se a mesma fosse normal.
Com efeito, a articulação promovida pelas escolas especiais da pessoa com pessoa com deficiência para a sociedade, se inicia justamente com os pais, que dependem desse conhecimento, para que possam oferecer uma real qualidade de vida para seus filhos, principalmente, identificando quais são suas principais necessidades.
Da mesma maneira que a escola especial trabalha com o desenvolvimento da criança que apresenta algum tipo de deficiência, ou em alguns casos mais do que uma, no caso de ser um indivíduo dotado de deficiências múltiplas, é preciso também que haja uma preparação em relação aos pais (Brasil, 2000).
Essa é uma questão que realmente é importante considerar, no tipo de trabalho e de estratégias que são adotadas pelos profissionais que trabalham nas escolas especiais, a forma como se preocupam de uma maneira muito mais ampla com a formação de seu alunado.
Respostas educativas que devem ser dadas pelo sistema educacional, de forma a favorecer a todos os alunos e dentre estes, os que apresentam necessidades educacionais especiais: a) de acesso ao currículo; b) de participação integral, efetiva e bem-sucedida em uma programação escolar tão comum quanto possível; (Brasil, 2000, p. 7).
Os pais têm totais condições se assim desejarem, de serem pessoas que possam ser consideradas como participativas, ou seja, de trabalharem de maneira adjunta com as crianças se assim desejarem, claro que não nos momentos em que o atendimento educacional especializado é realizado, sob o efeito da presença dos mesmos fazer com que os filhos não consigam se concentrar corretamente nas atividades propostas.
Todavia, como existe uma meta de articulação social muito bem elaborada por parte das escolas especiais, a presença dos pais é simplesmente fundamental, na realidade, da comunidade escolar como um todo, essa é uma questão de extrema importância a ser levada em consideração, uma vez que, a população necessita conhecer a verdadeira realidade dessas crianças.
Até por essa razão, as escolas especiais apresentam uma ferramenta de extrema importância, para que esse processo de articulação venha a ser realmente desenvolvido de uma maneira qualificada, e que faça a diferença em prol desse alunado (Skliar, 2005).
Trata-se das manifestações artísticas, que ao serem ofertadas para as crianças, faz com que se diminua de maneira progressiva as barreiras culturais entre as pessoas com deficiência, e a sociedade, em outras palavras, promove-se um processo de articulação muito enriquecedor.
Felizmente, as escolas especiais contam com alguns profissionais que possuem esse tipo de conhecimento, ou seja, que são músicos, e que podem facilitar pela sua competência, o desenvolvimento cultural das pessoas com algum tipo de deficiência (Skliar, 2005).
As crianças então aprendem algumas músicas, a apreciar a sonoridade, aprendem a dançar, isso quer dizer que se trata de um trabalho que realmente promove uma forte articulação desse público alvo com a realidade social, uma vez que, a arte como um todo, está expresso na vida de toda a humanidade de diferentes maneiras.
Sem falar que se trata de uma ferramenta que beneficia o desenvolvimento cognitivo das pessoas com deficiência, ou seja, com a realização dessas atividades, o nível de aprendizagem desses educandos passa a ser cada vez mais elevado, o que para o futuro das mesmas é algo absolutamente fundamental (Ziliotto, 2017, p. 21).
Em relação a proximidade com a comunidade, as escolas especiais realmente se preparam muito para a realização de atividades, onde os pais podem observar o verdadeiro trabalho que está sendo realizado pelos filhos, e mais do que isso, abre-se espaço para a comunidade que realmente demonstra o interesse de auxiliar dessa forma os alunos especiais (Linhares, 2022).
Desse modo, a realização de festividades, amostras a atividades culturais, que são denotadas para o processo de articulação das crianças inseridas nas escolas especiais com a comunidade são realizadas algumas vezes por ano, uma vez que, esse público alvo apresenta a necessidade de sentir esse calor humano.
Essas atividades voltadas para a comunidade, e que tendência a participação dos pais, é algo notável, e que promove uma grande transformação na qualidade de vida desses educandos, pelo fato de que são momentos que se mostram capazes de ofertar um nível de estímulo muito maior por parte desse público alvo (Linhares, 2022).
Isto é, a partir do momento em que os professores dizem as crianças que as mesmas serão vistas pelos pais, as mesmas abraçam essa oportunidade como se fosse a maior de suas vidas, uma chance de poderem visualizar um sorriso verdadeiro no rosto de seus familiares mais próximos, e de quebra, de um número muito mais elevado de pessoas, uma vez que, são vistas por todos os pais presentes, e aplaudidas e incentivadas da mesma maneira.
Esse é um trabalho de articulação entre a escola especial e a comunidade, algo que apresenta uma série de benefícios para esse alunado, o que é fundamental para que as mesmas continuem com afinco o trabalho que é realizado nessas instituições de ensino.
Também é importante citar, o nível de organização que existe nas escolas especiais, principalmente em relação ao trabalho voltado para esses períodos de festividades e de exposição das crianças, uma vez que, as mesmas acontecem de uma maneira que os pais podem vir a comparecer e prestigiar as mesmas (Zilliotto, 2017).
Sendo assim, é fundamental que as escolas especiais sejam analisadas de uma maneira positiva, uma vez que, realizam um trabalho de extrema importância para a socialização desse público alvo, e mais do que isso, de articulação dos alunos especiais com toda a comunidade, o que é uma maneira de acentuar ainda mais o desenvolvimento do trabalho a ser realizado.
Um trabalho dessa magnitude necessita ser respeitado pela comunidade e também pelos pais, e mais do que isso, necessita ser apreciado, para que haja um processo de articulação social que possa ser considerado como qualificado, a presença das pessoas representa um verdadeiro diferencial (Fialho, 2007).
No entanto, é preciso entender que essa é uma forma de preparação das pessoas que possuem algum tipo de deficiência para viverem em sociedade, mas, também denota o apoio que esse público alvo necessita para continuar com sua rotina de atividades.
Isso pelo fato de que, apesar de serem muitas as dificuldades que os estudantes apresentam em relação ao desenvolvimento das atividades, são pessoas que realmente sabem a importância que as mesmas possuem, por essa razão, são realmente esforçados em busca de um nível de desenvolvimento mais elevado (Godoy, 2000).
No passado, não havia por parte das escolas especiais, essa busca tão grande, para que as pessoas com necessidades especiais pudessem ter uma real articulação com a sociedade, pelo contrário, o trabalho era realizado de uma maneira muito mais restritiva.
Tanto que nem mesmo a participação dos pais era considerada como eficiente, ou seja, não contribuía de uma maneira muito decisiva com a formação do alunado, essa foi uma verdadeira transformação cujo qual, sofreram os profissionais que atuam nessa modalidade educacional (Fialho, 2007).
Em outras palavras, trata-se de um forte passo dado em prol do desenvolvimento que foi obtido pelas escolas especiais brasileiras, que teve como meta principal combater o forte preconceito que havia contra as pessoas que possuíam algum tipo de deficiência, e que eram amplamente discriminadas por isso.
Essa articulação social que é proposta pelas escolas especiais na atualidade, também oferecem um grande suporte na luta contra o preconceito sofrido pelas pessoas que apresentam alguma deficiência, e que felizmente é algo que vem diminuindo muito graças ao excelente trabalho realizado por essa classe profissional.
Ocorre que para que haja um combate eficaz na luta contra o preconceito e também contra as desigualdades sociais, que são fatores recorrentes na vida das pessoas que possuem algum tipo de deficiência, as mesmas necessitam ser vistas pela sociedade da maneira como realmente são (Carvalho, 2004).
Em outras palavras, a sociedade necessita descobrir que as pessoas que apresentam alguma deficiência, são seres que apresentam sim condições de desenvolvimento, desde que contem com um trabalho qualificado e que lhes dê o suporte necessário.
E mais do que isso, que conte com o apoio também das pessoas, o que faz grande diferença nesse sentido, ou seja, um trabalho de articulação entre os alunos especiais e também a sociedade, que deve incentivar toda a rotina de trabalho que é promovida por parte desse alunado.
Se a comunidade não visualizar a transformação que ocorre nas pessoas com necessidades especiais, a partir do momento em que as mesmas ingressam nas escolas especiais, dificilmente esse trabalho de articulação obterá um resultado proficiente (Carvalho, 2004).
Outro detalhe muito importante e que deve ser ressaltado pelo trabalho que é realizado pelos profissionais inseridos na escola especial, é o envolvimento das crianças umas com as outras, mesmo em relação às que possuem algum tipo de deficiência completamente diferente (Eustáquio, 2010).
Em outras palavras, as escolas especiais trabalham com um público muito variado, contudo, existe uma legitimidade e um consenso, de que todo o alunado, depende da mesma intensidade de um processo de articulação com a sociedade.
Isso quer dizer que, mesmo que a pessoa tenha algum tipo de deficiência que seja capaz de devastar grande parte de suas funções e desenvolvimento, ainda assim, as escolas especiais demonstram a capacidade de realizar atividades para que esse aluno possa se relacionar com os demais, o que é uma prévia para o convívio em sociedade.
A forma como as escolas especiais abrem uma série de arestas para o trabalho com alunos que possuem necessidades especiais é fascinante, e isso graças a qualidade dos profissionais que atuam nessas instituições de ensino, pessoas humanistas, e que realmente se preocupam em realizar um trabalho de qualidade com o seu alunado (Eustáquio, 2010).
Sendo assim, a realização de trabalho em grupos com crianças que apresentam deficiências diferentes, é uma prática muito interessante, uma vez que, integra valores completamente diferentes, isso é absolutamente fundamental, um trabalho enriquecedor e que acentua a possibilidade desse alunado, obter um nível de desenvolvimento um pouco mais elevado (Fagundes, 2016).
Essa elevação no conhecimento, ocorre pelas experiências que as crianças participam, e pelas visualizações que as mesmas realizam, para quem atua na escola especial, sabe muito bem que não se trata apenas de um olhar vago que uma criança oferta quando observa outra realizando alguma atividade, e sim, o fato de estar estudando a mesma.
É uma maneira que essa criança possui de visualizar melhor o mundo a sua volta, ou seja, o lugar em que a mesma está inserida, e ao mesmo tempo de contemplar as inúmeras diferenças existentes, algo que as mesmas irão encontrar a partir do momento em que conseguirem se articular com a sociedade (Pacheco, 2007)
Segundo Mantoan (2003) “Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças”, ou seja, é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo.
Os professores trabalham muito com a possibilidade de vir a desenvolverem o máximo possível as barreiras, para que o processo de inclusão seja mais qualificado, essa é uma questão que se destaca, em relação às perspectivas de vida desse alunado.
Isso pelo fato de que as pessoas que apresentam algum tipo de deficiência, apresentam algumas dificuldades em relação a aceitarem que apresentam alguma barreira, e mais do que isso, sentem receio de rejeição e não aceitação por parte da sociedade.
Nesse contexto, imaginar como o processo de articulação com a sociedade é fundamental, faz com que as pessoas passem a ter uma mentalidade mais específica sobre o que a sociedade realmente contempla, no que se refere a valores (Melero, 2002).
Em outras palavras, quais são as formas de aceitação que as pessoas que apresentam algum tipo de deficiência possuem para com a sociedade, e como se relacionar com questões inverossímeis que estão presentes de maneira enraizada no seio da população, como é o caso do preconceito (Pacheco, 2007).
Articulação é uma amostra das necessidades que as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, mais ao mesmo tempo, uma oportunidade que as mesmas possuem de demonstrarem seus valores e potenciais, acentuando a importância que o processo de inclusão tem no cotidiano desse público alvo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente artigo teve como enfoque mostrar como o processo de articulação das pessoas com necessidades especiais com a comunidade é fundamental, um trabalho que é realizado de maneira extremamente coesa, pelas escolas da modalidade de educação especial.
O fato é que se faz necessário que haja uma preparação adequada para as pessoas que possuem alguma deficiência possuem, principalmente no ponto de vista social, ou seja, no período em que esse público alvo deixar as escolas especiais.
Articulação representa um processo de extrema importância para a transformação na qualidade de vida desses educandos especiais, isso pelo fato de que o trabalho não pode ser polarizado apenas para o desenvolvimento cognitivo.
Sendo assim, as escolas especiais contam com profissionais capacitados, e que são capazes de promoverem uma articulação maior com a sociedade, principalmente através das manifestações artísticas, que essa modalidade educacional promove de uma maneira muito intensa, e que se mostra como algo muito benéfico para esse público alvo.
Basta pensar da maneira como é importante que haja uma verdadeira articulação com a comunidade escolar, e como essa deve ser participativa, uma vez que, também possui sua responsabilidade para o desenvolvimento dos educandos que possuem algum tipo de deficiência.
A escola especial se preocupa muito em mostrar à sociedade, como as crianças que frequentam a mesma, apresentam diversas possibilidades, no que diz respeito ao desenvolvimento cognitivo e também social, contudo, é de fundamental importância que realmente necessitam serem valorizadas, vistas, promovidas.
Por fim, sem essa articulação que é tão buscada pelas escolas especiais, torna-se muito difícil que as pessoas que apresentam algum tipo de necessidade especial terem uma qualidade de vida um pouco mais desenvolvida, razão pelo qual devem ser valorizados esses profissionais, que tanto se dedicam para oferecerem uma transformação verdadeira na vida dessas crianças.
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