Para além da transferência de modelo: Uma leitura crítica das práticas educacionais finlandesas e brasileiras

BEYOND MODEL TRANSFER: A CRITICAL READING OF FINNISH AND BRAZILIAN EDUCATIONAL PRACTICES

MÁS ALLÁ DE LA TRANSFERENCIA DE MODELOS: UNA LECTURA CRÍTICA DE LAS PRÁCTICAS EDUCATIVAS FINLANDESAS Y BRASILEÑAS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/1026E7

DOI

doi.org/10.63391/1026E7

Luiz, Elaine Cristine de Sousa. Para além da transferência de modelo: Uma leitura crítica das práticas educacionais finlandesas e brasileiras. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo apresenta uma análise comparativa entre os sistemas educacionais da Finlândia e do Brasil, com ênfase na educação básica e profissional. A pesquisa, de natureza qualitativa e interpretativa, adota procedimento dedutivo e recorre à análise documental e bibliográfica. A revisão da literatura orienta a fundamentação teórica e metodológica, apoiando-se em Vygotsky (1998), Piaget (2004), Bruner (1999), Papert (2008), Resnick (2020), Morin (2000), Saviani (1999; 2018; 2025) e Dubet (2014). Os resultados revelam que o êxito finlandês decorre da integração entre leitura, inovação pedagógica e a valorização docente, enquanto o Brasil enfrenta persistentes desafios estruturais, fragmentação institucional e desigualdades históricas.
Palavras-chave
educação comparada; ensino técnico; políticas públicas; inovação pedagógica; sistema educacional.

Summary

This article presents a comparative analysis of the educational systems of Finland and Brazil, with emphasis on basic and professional education. The research, qualitative and interpretative in nature, adopts a deductive procedure and relies on documentary and bibliographic analysis. The literature review guides the theoretical and methodological framework, drawing on Vygotsky (1998), Piaget (2004), Bruner (1999), Papert (2008), Resnick (2020), Morin (2000), Saviani (1999; 2018; 2025), and Dubet (2014). The results reveal that Finland’s success derives from the integration of reading, pedagogical innovation, and teacher appreciation, while Brazil faces persistent structural challenges, institutional fragmentation, and enduring historical inequalities.
Keywords
comparative education; technical education; public policies; pedagogical innovation; educational system.

Resumen

Este artículo presenta un análisis comparativo entre los sistemas educativos de Finlandia y Brasil, con énfasis en la educación básica y profesional. La investigación, de naturaleza cualitativa e interpretativa, adopta un procedimiento deductivo y recurre al análisis documental y bibliográfico. La revisión de la literatura orienta la fundamentación teórica y metodológica, apoyándose en Vygotsky (1998), Piaget (2004), Bruner (1999), Papert (2008), Resnick (2020), Morin (2000), Saviani (1999; 2018; 2025) y Dubet (2014). Los resultados muestran que el éxito finlandés proviene de la integración entre lectura, innovación pedagógica y la valorización docente, mientras Brasil enfrenta persistentes desafíos estructurales, fragmentación institucional y desigualdades históricas.
Palavras-clave
educación comparada; educación técnica; políticas públicas; innovación pedagógica; sistema educativo.

INTRODUÇÃO

A busca por modelos educacionais eficazes tem sido intensificada diante das crescentes demandas por qualidade, equidade e inovação na educação contemporânea. No cenário internacional, a Finlândia destaca-se como referência em políticas públicas integradas, com resultados consistentes em avaliações internacionais, especialmente por valorizar o bem-estar estudantil, a formação docente e a articulação entre teoria e prática. Esse modelo é estruturado sobre princípios como a centralidade da leitura, a aprendizagem ativa, a abordagem STEAM e a cultura maker, promovendo uma educação integral e inclusiva.

Em contraponto, o Brasil apresenta desafios persistentes na consolidação de um sistema educacional coeso. Entre os principais entraves estão a dualidade estrutural entre formação geral e técnica, a fragmentação das políticas públicas, a desvalorização do magistério e a dependência de iniciativas externas para inovação. Embora existam avanços legislativos, como o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a implementação de práticas transformadoras ainda enfrenta resistência e limitações estruturais.

O presente estudo tem como objeto de investigação a análise comparativa entre os sistemas educacionais da Finlândia e do Brasil, com ênfase na educação básica e técnica. O objetivo geral é examinar de que modo os fundamentos estruturantes da educação finlandesa podem subsidiar o fortalecimento de políticas públicas brasileiras. Especificamente, pretende-se: (a) identificar os princípios organizativos do sistema educacional da Finlândia; (b) analisar os desafios e fragilidades da educação básica e profissional no Brasil; e (c) discutir possibilidades de adaptação crítica de práticas internacionais ao contexto brasileiro.

A justificativa desta pesquisa reside na relevância de compreender experiências educacionais bem-sucedidas e refletir sobre sua aplicabilidade em contextos diversos, respeitando as especificidades socioculturais. Trata-se de contribuir para o debate sobre o redesenho do Ensino Médio Técnico no Brasil, com base em fundamentos teóricos consistentes e práticas pedagógicas inovadoras.

A partir disso, formula-se a seguinte pergunta norteadora: em que medida os fundamentos estruturantes da educação finlandesa podem oferecer subsídios para a formulação de políticas públicas educacionais mais equitativas, articuladas e inovadoras no Brasil, especialmente no Ensino Médio Técnico?

Com base nessa problematização, o artigo está estruturado nas seguintes seções: após esta introdução, a seção de metodologia descreve a abordagem qualitativa, os procedimentos e técnicas utilizados. O referencial teórico desenvolve eixos como leitura, construtivismo, STEAM e interdisciplinaridade. Em seguida, discute-se os resultados e são propostas possibilidades para políticas educacionais inovadoras, articulando teoria e prática. Por fim, os anexos complementam a análise com representações gráficas do referencial teórico e das etapas do processo metodológico.

REFERENCIAL TEÓRICO

A análise comparativa entre os sistemas educacionais da Finlândia e do Brasil revela contrastes estruturais, epistemológicos e políticos que impactam diretamente a qualidade da educação básica e técnica em ambos os contextos. Os dados analisados evidenciam que o sucesso educacional finlandês está intrinsecamente associado à coerência sistêmica entre currículo, formação docente, avaliação e equidade de acesso, enquanto o sistema educacional brasileiro é marcado por descontinuidades, fragmentação institucional e desigualdades estruturais históricas.

Na Finlândia, a centralidade da leitura e do letramento é assegurada por uma política nacional integrada, com ênfase na formação de leitores críticos desde a educação infantil. As práticas pedagógicas, ancoradas no construtivismo e na pedagogia por projetos, são articuladas à abordagem STEAM, promovendo uma aprendizagem interdisciplinar, colaborativa e centrada no estudante. O currículo nacional finlandês garante flexibilidade e autonomia pedagógica, além de promover o bem-estar dos estudantes como princípio formativo.

No Brasil, embora existam iniciativas relevantes, como a BNCC e os itinerários formativos do Novo Ensino Médio, observa-se uma implementação heterogênea e frequentemente dissociada das condições materiais e estruturais das escolas públicas. A valorização docente ainda é insuficiente, e a integração entre educação básica e técnica permanece fragmentada, dificultando a consolidação de um projeto formativo integrado.

Os quadros comparativos demonstram que, na Finlândia, a jornada escolar média é de 45 minutos por aula com foco na personalização da aprendizagem e no uso moderado e intencional das tecnologias. O salário dos professores é compatível com outras profissões de nível superior, o que contribui para a atratividade e estabilidade da carreira. No Brasil, as aulas geralmente têm 40 a 50 minutos, mas enfrentam desafios relacionados à infraestrutura, evasão escolar e sobrecarga curricular. O salário docente, além de ser inferior à média nacional, varia amplamente entre estados e redes.

A análise dos documentos e políticas educacionais também evidencia que, enquanto a Finlândia adota uma lógica de confiança e autonomia na gestão pedagógica, o Brasil mantém uma cultura de controle e padronização, refletida nas avaliações externas de larga escala e nas exigências normativas impostas às escolas.

Autores como Saviani (2018) e Dubet (2014) ajudam a compreender a persistência das desigualdades educacionais brasileiras. Saviani denuncia a “dualidade estrutural do sistema”, que separa a formação geral da formação técnica, reproduzindo a lógica da subalternização das camadas populares. Dubet (2014), por sua vez, aponta para a experiência “escolar como reprodutora de desigualdades”, mesmo quando ancorada em princípios de justiça. A leitura crítica desses autores contribui para revelar as tensões entre discurso e prática nas políticas educacionais brasileiras.

A análise dos dados, orientada pela hermenêutica crítica, revela que a transposição de modelos estrangeiros sem mediação contextual tende a gerar políticas ineficazes. Entretanto, a experiência finlandesa oferece contribuições relevantes: valorização docente, currículo integrado, foco no bem-estar do estudante e articulação entre saberes técnicos, científicos e humanísticos. Tais elementos podem inspirar políticas públicas brasileiras mais coerentes, desde que contextualizadas com base em diagnósticos locais e em diálogo com as comunidades escolares.

Nesse sentido, os resultados deste estudo indicam a necessidade de romper com a lógica fragmentária da educação brasileira e construir uma política nacional integrada de formação básica e técnica, comprometida com a equidade, a inovação e a valorização dos profissionais da educação.

DISCUSSÃO E RESULTADOS

A análise comparativa entre os sistemas educacionais da Finlândia e do Brasil permite identificar não apenas diferenças estruturais, mas também divergências profundas nos fundamentos pedagógicos, nas prioridades políticas e na coerência sistêmica das ações educacionais. A Finlândia apresenta um modelo educacional consolidado, baseado na valorização do professor, na centralidade da leitura, na integração curricular e na confiança institucional. O Brasil, por outro lado, ainda lida com entraves históricos como a fragmentação curricular, a precarização do trabalho docente e a frágil articulação entre educação básica e técnica.

Quadro I – Comparativo: Educação Básica — Finlândia e Brasil

Fonte: OECD (2023); Finnish Education Agency; MEC (PNE 2014-2024); Saviani (2025) OECD (2023); Finnish Education Agency; PNE (2014-2024); Saviani (2025).

O quadro comparativo evidencia contrastes expressivos em aspectos como formação docente, remuneração, condições escolares, tempo pedagógico e concepção de currículo. A presença de professores com formação em nível de mestrado e com autonomia pedagógica na Finlândia contrasta com a formação inicial frequentemente insuficiente dos docentes brasileiros e com a baixa valorização profissional. A estrutura das escolas e a política de leitura integrada ao currículo finlandês demonstram o compromisso com a formação cidadã e crítica, enquanto no Brasil a cultura de avaliações externas muitas vezes compromete a construção de projetos pedagógicos mais amplos.

A leitura crítica dos dados revela que políticas públicas bem estruturadas, quando articuladas a uma concepção ampla de justiça educacional, podem gerar impactos significativos. A experiência finlandesa ilustra como a valorização da leitura, o equilíbrio entre tecnologia e humanismo e a promoção do bem-estar estudantil se traduzem em práticas concretas que transformam o ambiente escolar. No Brasil, apesar das diretrizes da BNCC e do PNE, a implementação de políticas educativas frequentemente ocorre de forma desarticulada, com baixa capilaridade nos territórios e pouca escuta das comunidades escolares.

Saviani (2025) e Dubet (2014) reforçam a crítica às contradições internas do sistema brasileiro. Saviani destaca a persistência da dualidade estrutural, ao passo que Dubet (2014) “enfatiza as desigualdades legitimadas sob o discurso do mérito escolar. A tensão entre a intenção normativa e a realidade das escolas se reflete na ausência de uma política educacional nacional efetivamente articulada e socialmente referenciada.

Os dados analisados sugerem que a importação acrítica de modelos estrangeiros tende a fracassar se desconsiderar os contextos socioculturais locais. A abordagem hermenêutica crítica adotada na pesquisa permitiu interpretar as políticas educacionais não apenas em sua materialidade, mas também nos sentidos atribuídos pelos atores e instituições envolvidas. Nesse sentido, o modelo finlandês não deve ser tomado como receita, mas como horizonte possível de inspiração para a construção de políticas públicas comprometidas com a justiça social, a inovação pedagógica e a valorização do trabalho docente.

Em conclusão, os resultados da pesquisa apontam para a urgência de políticas integradas de formação básica e técnica no Brasil, baseadas em diagnóstico local, planejamento de médio e longo prazo, e escuta ativa das comunidades escolares. O desafio consiste em romper com a lógica fragmentária e prescritiva, promovendo uma educação pública centrada no estudante, conectada com o mundo do trabalho.

METODOLOGIA

Este estudo adota uma abordagem qualitativa e exploratória, com método dedutivo e natureza interpretativa, fundamentando-se na análise documental e na revisão bibliográfica crítica. Os documentos analisados compreendem fontes oficiais da Finlândia — como o Education Policy Report, o National Core Curriculum e a National Literacy Strategy 2030 — e do Brasil, como o Plano Nacional de Educação (PNE 2014–2024), além de obras acadêmicas relacionadas à formação docente, inovação pedagógica e estruturação curricular.

O método de procedimento baseia-se na análise documental e na técnica de Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011), que permite uma abordagem sistemática e objetiva de mensagens, por meio da categorização temática dos dados. Essa técnica é composta por três etapas: (1) pré-análise, com leitura flutuante e organização do corpus; (2) exploração do material, com categorização e codificação; e (3) tratamento dos resultados, com interpretação crítica. Essa estrutura possibilitou o mapeamento dos eixos teóricos centrais e a construção das categorias analíticas utilizadas na seção do referencial teórico.

Como suporte à organização conceitual e ao delineamento da análise, foram elaborados dois instrumentos visuais: o Mapa Conceitual da Revisão da Literatura (Anexo A), estruturado com base nos principais autores e categorias do estudo, e o Esquema das Etapas da Pesquisa Qualitativa (Anexo B), adaptado de Creswell (2007) e Koche (1997), que apresenta a sequência metodológica da investigação.

A delimitação do objeto contempla a comparação entre os sistemas educacionais da Finlândia e do Brasil, com foco na educação básica e técnica. O universo da pesquisa inclui documentos oficiais e produções científicas consolidadas no campo da educação. A amostra foi definida por critérios de relevância institucional, atualidade e representatividade teórica. A escolha dos autores e documentos se baseou em sua contribuição crítica para os temas de análise: leitura, STEAM, cultura maker, interdisciplinaridade, formação docente, justiça social e políticas públicas educacionais.

O referencial teórico integra contribuições do construtivismo (Piaget, 2004; Vygotsky, 1998; Bruner, 1999), da pedagogia histórico-crítica (Saviani, 1999, 2018, 2025), da teoria da complexidade (Morin, 2000), do construcionismo e da aprendizagem criativa (Papert, 2008; Resnick, 2020), bem como da crítica sociológica da escola (Dubet, 2014). A articulação desses referenciais permitiu fundamentar as comparações e orientar a interpretação dos dados com base em categorias teoricamente robustas e coerentes com os objetivos da pesquisa.

Além disso, os procedimentos metodológicos foram organizados em três momentos distintos, conforme a lógica da pesquisa qualitativa dedutiva. No primeiro momento, realizou-se a coleta e seleção criteriosa dos documentos e obras, com base em sua relevância para os eixos teóricos previamente definidos. Em seguida, procedeu-se à codificação temática e categorização dos dados por meio da técnica de Análise de Conteúdo, o que possibilitou a construção de matrizes comparativas entre os dois contextos nacionais. Por fim, a etapa de interpretação foi guiada pela hermenêutica crítica, buscando evidenciar não apenas os dados empíricos, mas também os sentidos estruturantes das políticas públicas e seus impactos formativos.

Essa estrutura metodológica contribui para assegurar consistência entre o problema de pesquisa, os objetivos definidos e os resultados apresentados. A escolha por uma abordagem comparativa crítica permite transcender análises descritivas e oferecer subsídios teóricos e práticos para o redesenho de políticas públicas voltadas ao Ensino Médio Técnico brasileiro, à luz das experiências finlandesas.

Em síntese, a metodologia adotada combina rigor teórico e consistência analítica, proporcionando condições para uma análise crítica, comparativa e contextualizada das políticas e práticas educacionais da Finlândia e do Brasil.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise empreendida ao longo deste estudo evidencia a complexidade e a desigualdade das trajetórias educacionais de Finlândia e Brasil, revelando que o sucesso do modelo finlandês não decorre de soluções pontuais, mas de uma política educacional articulada, valorizadora do magistério, centrada no bem-estar discente e sustentada por um currículo integrado e flexível. Em contraste, o sistema educacional brasileiro continua a enfrentar entraves estruturais persistentes, como a fragmentação curricular, a dualidade entre formação geral e técnica, a desvalorização docente e a ausência de um projeto nacional coerente de educação pública.

O estudo demonstrou que a transposição de modelos internacionais deve ser realizada com base em uma análise crítica e contextualizada, evitando soluções normativas descoladas da realidade social, econômica e institucional do país. A experiência finlandesa oferece referências potentes, sobretudo no que diz respeito à centralidade da leitura, à integração entre áreas do conhecimento e à autonomia pedagógica escolar. No entanto, o êxito dessas práticas depende da existência de condições materiais, de vontade política e de um compromisso ético com a equidade.

Nesse sentido, este trabalho reafirma a importância da valorização docente, do investimento estrutural contínuo, do fortalecimento das redes públicas de ensino e da escuta ativa das comunidades escolares. A superação da lógica fragmentária e tecnocrática que marca grande parte das reformas educacionais brasileiras requer uma reconstrução coletiva e democrática do projeto educacional nacional.

Como desdobramento, este estudo sugere o aprofundamento de pesquisas empíricas nos contextos escolares brasileiros que estejam tentando implementar práticas interdisciplinares, currículos integrados e abordagens como STEAM e cultura maker, de modo a compreender seus limites e potencialidades. Recomenda-se, ainda, o acompanhamento crítico das diretrizes do novo Plano Nacional de Educação, a ser renovado a partir de 2024, como oportunidade de revisão e reconstrução das bases da educação pública brasileira.

Em síntese, a educação pública brasileira só poderá avançar com qualidade, equidade e inovação se for capaz de articular suas políticas a uma concepção ampla de formação humana, ancorada na justiça social, no diálogo intercultural, na valorização do conhecimento e na construção de sentidos coletivos para o aprender e o ensinar.

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Luiz, Elaine Cristine de Sousa. Para além da transferência de modelo: Uma leitura crítica das práticas educacionais finlandesas e brasileiras.International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
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Clinical infectious diseases.
v. 67
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p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 50
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