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Resumo
INTRODUÇÃO
A alfabetização infantil é um dos desafios mais complexos enfrentados pela educação. Estudos recentes, como os de Morais (2022), Lima (2021) e Souza (2023), destacam a importância de abordagens que vão além do método tradicional, considerando as particularidades de cada aluno. O Método Boquinhas surge nesse cenário como uma alternativa inovadora, utilizando estímulos visuais e motores para auxiliar na construção do conhecimento linguístico. Ao explorar como essa abordagem pode influenciar a aprendizagem, esta pesquisa busca compreender sua aplicação e impacto.
A motivação para este estudo parte da observação de que muitas crianças encontram barreiras no processo de alfabetização, especialmente aquelas que apresentam dificuldades específicas de aprendizagem. Métodos convencionais nem sempre contemplam essas necessidades, tornando a experiência escolar desafiadora para alguns alunos. Diante disso, investigar estratégias que favoreçam a assimilação da leitura e da escrita de forma mais acessível e inclusiva se torna essencial.
O problema de pesquisa reside na avaliação da eficácia do Método Boquinhas em comparação com abordagens tradicionais. O objetivo geral é analisar como essa metodologia pode contribuir para o ensino da leitura e escrita na educação infantil. Especificamente, pretende-se identificar os contextos em que se mostra mais eficiente, mapear seus benefícios e entender sua integração ao currículo escolar.
A relevância do estudo está na possibilidade de oferecer subsídios para educadores, estimulando o uso de metodologias mais dinâmicas e adaptáveis às necessidades dos alunos. Além disso, busca-se ampliar o conhecimento sobre práticas pedagógicas que podem fazer a diferença no desenvolvimento da alfabetização, considerando perspectivas interdisciplinares.
Quanto à metodologia, esta pesquisa se baseia em um levantamento bibliográfico, reunindo estudos que documentam experiências e resultados do Método Boquinhas. A análise dessas fontes permitirá compreender seus impactos na aprendizagem e sua viabilidade como ferramenta pedagógica na educação básica.
ASPECTOS TEÓRICOS DO MÉTODO BOQUINHAS NA ALFABETIZAÇÃO INFANTIL
A alfabetização infantil é um dos temas centrais da educação, constantemente revisitado por pesquisadores que buscam metodologias mais eficazes para o ensino da leitura e da escrita. Morais (2019) destaca que o desenvolvimento da consciência fonológica é fundamental nesse processo, pois possibilita que a criança compreenda os sons da língua e construa relações entre fonemas e grafemas. Essa perspectiva é reforçada por Lima (2021), que aponta a necessidade de práticas alfabetizadoras mais diversificadas, capazes de atender às particularidades de cada aluno.
Nos últimos anos, estudos têm evidenciado a importância de métodos que vão além da repetição mecânica de letras e palavras. De acordo com Soares (2020), a alfabetização deve ser compreendida como um processo interativo, no qual a criança participa ativamente da construção do conhecimento. Esse pensamento dialoga com as contribuições de Souza (2023), que analisou políticas educacionais voltadas para a alfabetização e identificou a carência de abordagens que respeitem as diferentes formas de aprendizagem.
O Método Boquinhas surge como uma alternativa que se diferencia das metodologias tradicionais por sua abordagem multissensorial. Segundo Assis e Rossi (2020), essa estratégia utiliza pistas visuais, táteis e motoras para facilitar a assimilação dos fonemas, tornando o processo de alfabetização mais acessível.
A eficácia das metodologias multissensoriais tem sido amplamente discutida na literatura acadêmica. Canoas-Andrade (2023) aponta que intervenções estruturadas baseadas em estímulos diversos ampliam significativamente o repertório linguístico das crianças, favorecendo a construção do conhecimento. Em seu estudo, Rangel et al. (2023) analisaram a aplicação do Método Boquinhas e observaram que ele pode auxiliar os professores na identificação das dificuldades individuais dos alunos, permitindo ajustes na abordagem pedagógica.
A relação entre alfabetização e estratégias pedagógicas inovadoras também é destacada no Relatório Nacional de Alfabetização publicado pelo Ministério da Educação (2023). O documento afirma que métodos multissensoriais têm potencial para tornar o ensino da leitura mais inclusivo e eficiente, adaptando-se às necessidades dos alunos. Essas evidências corroboram a importância de práticas que envolvam diferentes estímulos no ensino inicial da leitura e da escrita.
Azoni (2025), ao investigar a aplicação de métodos baseados em evidências científicas, conclui que estratégias fonológicas aliadas a estímulos visuais e motores geram impactos positivos no desempenho escolar das crianças.
O debate sobre alfabetização envolve múltiplos fatores, desde aspectos cognitivos até questões metodológicas. Diante disso, a adoção de estratégias diversificadas, como o Método Boquinhas, representa um avanço significativo para o ensino da leitura e escrita na educação básica. As pesquisas recentes indicam que essa abordagem pode contribuir para um aprendizado mais acessível e dinâmico, tornando-se uma alternativa viável para superar desafios históricos na alfabetização.
RESULTADOS
O levantamento bibliográfico permitiu analisar diferentes estudos sobre o Método Boquinhas e seu impacto na alfabetização infantil. A revisão das pesquisas revelou padrões importantes que indicam sua relevância no desenvolvimento da leitura e da escrita, especialmente em crianças que apresentam dificuldades na aquisição dessas habilidades.
EVIDÊNCIAS SOBRE O MÉTODO BOQUINHAS
Os estudos analisados mostram que o Método Boquinhas se fundamenta em uma abordagem multissensorial, combinando estímulos visuais, motores e auditivos para facilitar o reconhecimento fonêmico. De acordo com Assis e Rossi (2020), essa metodologia possibilita uma assimilação mais intuitiva dos fonemas, auxiliando crianças que enfrentam desafios na alfabetização.
A tabela a seguir apresenta uma síntese das principais características do método identificadas na literatura:
Tabela 1 – Principais características do método identificadas na literatura

Fonte: Autoria Própria (2025)
Os trabalhos analisados indicam que o uso de pistas motoras, como o movimento da boca para representar fonemas, reforça o aprendizado e torna a relação entre som e grafia mais acessível.
COMPARAÇÃO COM MÉTODOS TRADICIONAIS
Outra análise importante da revisão bibliográfica foi a comparação entre o Método Boquinhas e abordagens convencionais de alfabetização. Segundo Lima (2021), métodos tradicionais muitas vezes enfatizam a decodificação sequencial das palavras, o que pode ser desafiador para crianças com dificuldades fonológicas.
A tabela abaixo resume aspectos diferenciadores entre o Método Boquinhas e a abordagem convencional:
Tabela 2 – Características do Método Boquinhas e sua Comparação com Métodos Convencionais

Fonte: Autoria Própria (2025)
Esses dados indicam que metodologias que combinam estímulos diversos tendem a aumentar o engajamento dos alunos e facilitar a compreensão dos princípios fonéticos da língua.
IMPACTO E PERSPECTIVAS
A revisão dos estudos revelou que a aplicação do Método Boquinhas pode representar um avanço na alfabetização, especialmente para crianças que apresentam dificuldades fonológicas ou motoras na formação da escrita. O relatório do Ministério da Educação (2023) destaca que estratégias multissensoriais contribuem para a aprendizagem inclusiva, permitindo que mais alunos desenvolvam habilidades de leitura em diferentes contextos.
Azoni (2025), ao analisar evidências científicas na alfabetização, aponta que estratégias que integram estímulos visuais e motores têm impacto positivo na aquisição da leitura e no reconhecimento fonêmico, favorecendo um aprendizado mais concreto e acessível para crianças em fase inicial de alfabetização.
Com base nessa revisão, observa-se que o Método Boquinhas se alinha às demandas da alfabetização contemporânea e pode ser uma ferramenta relevante para tornar esse processo mais eficiente. Os estudos sugerem a necessidade de mais pesquisas sobre sua implementação em larga escala e sua adaptação a diferentes faixas etárias.
ANÁLISE QUALITATIVA DE ESTUDOS DE CASO
A revisão bibliográfica revelou diversas pesquisas que investigaram a aplicação do Método Boquinhas em contextos escolares. Assis e Rossi (2020) analisaram a implementação do método em turmas de alfabetização e observaram um aumento na precisão fonêmica dos alunos após algumas semanas de prática. De acordo com os autores, “a abordagem multissensorial permite que crianças em fase inicial de alfabetização desenvolvam uma relação mais concreta entre o som e sua representação gráfica” (Assis; Rossi, 2020, p. 112).
Outro estudo relevante é o de Rangel et al. (2023), que explorou a interação dos alunos com o método em avaliações diagnósticas. Os dados mostram que crianças que utilizaram Boquinhas apresentaram melhora na fluidez leitora e na construção de palavras.
Tabela 3 – Evolução do Reconhecimento Fonêmico e Fluência Leitora com o Método Boquinhas

Fonte: Autoria Própria (2025)
Esses resultados indicam que o método favorece o desenvolvimento da consciência fonológica, permitindo avanços significativos na alfabetização.
RELAÇÕES ENTRE BOQUINHAS E A NEUROCIÊNCIA COGNITIVA
A literatura científica aponta que estratégias multissensoriais estimulam diferentes áreas do cérebro envolvidas na leitura e escrita. Morais (2019) destaca que o reconhecimento fonêmico depende da ativação conjunta das regiões associadas à audição e ao processamento motor. Azoni (2025), ao investigar estudos neurocientíficos, conclui que “estratégias que combinam estímulos auditivos, visuais e motores tendem a fortalecer as conexões neurais, facilitando a aquisição da leitura” (Azoni, 2025, p. 98).
A Figura 1, ilustra as áreas cerebrais ativadas no processo de alfabetização multissensorial, destacando como Boquinhas pode influenciar esse mecanismo.
Figura 1 – Ativação Neural na Alfabetização Multissensorial

Fonte: Ilustração Própria com base na literatura (2025)
APLICAÇÃO DO MÉTODO EM DIFERENTES CONTEXTOS EDUCACIONAIS
A revisão bibliográfica também abordou a implementação do Método Boquinhas em diversas realidades escolares. O estudo de Canoas-Andrade (2023) analisou sua eficácia em instituições públicas e privadas, indicando diferenças nos resultados devido ao acesso a materiais pedagógicos e capacitação docente. A tabela 4 apresenta um panorama das condições de aplicação do método em escolas de perfis distintos:
Tabela 4 – Condições de Aplicação do Método Boquinhas em Escolas de Perfis Distintos

Fonte: Autoria Própria (2025)
Esses dados demonstram que a aplicação do método em diferentes ambientes pode gerar resultados variados, sendo necessário investir na formação de professores para que sua implementação seja mais efetiva.
DESAFIOS E LIMITAÇÕES
Embora a revisão bibliográfica indique benefícios significativos do Método Boquinhas, também foram identificados desafios na sua adoção. Lima (2021) destaca que um dos principais entraves é a resistência dos docentes à mudança de metodologia, especialmente em escolas que seguem currículos mais tradicionais. Soares (2020) aponta que a capacitação dos professores é essencial para garantir que a abordagem multissensorial seja aplicada corretamente.
A linha do tempo abaixo representa os avanços e desafios identificados na implementação do Método Boquinhas ao longo dos últimos anos, conforme a literatura analisada.
Figura 2 – Linha do tempo dos avanços e desafios identificados na implementação do Método Boquinhas, ao longo dos últimos anos (2019 – 2025)


Fonte: Autoria Própria (2025)
Morais (2019) publica um estudo detalhando a importância da consciência fonológica no desenvolvimento da leitura e escrita, fornecendo suporte teórico para abordagens multissensoriais como o Método Boquinhas.
Assis e Rossi (2020) apresentam pesquisas sobre a relação entre o Método Boquinhas e a neuro psicopedagogia, destacando como a estratégia multissensorial contribui para o aprendizado de crianças com dificuldades específicas.
Lima (2021) investiga metodologias de alfabetização nos anos iniciais e aponta a necessidade de capacitação dos professores para a implementação eficaz de abordagens diferenciadas, incluindo Boquinhas.
Rangel et al. (2023) analisam a aplicação do método em avaliações diagnósticas, verificando melhorias significativas na fluência leitora e no reconhecimento fonêmico dos alunos.
O Ministério da Educação (2023) publica um relatório reforçando a importância de práticas multissensoriais na alfabetização, incluindo metodologias que utilizam estímulos visuais e motores para ampliar o aprendizado.
Azoni (2025) apresenta um estudo sobre alfabetização baseada em evidências científicas, destacando estratégias que combinam reconhecimento fonêmico com estímulos motores e visuais, fortalecendo a eficácia de métodos como Boquinhas.
Essa análise reforça a necessidade de políticas educacionais que promovam formação continuada dos docentes e adaptação curricular, garantindo que metodologias inovadoras sejam utilizadas de maneira eficiente.
DISCUSSÃO
Os estudos analisados apontam que a alfabetização infantil depende de estratégias que favoreçam o reconhecimento fonêmico e a fluência leitora. Morais (2019) destaca a consciência fonológica como fator essencial para a leitura, reforçando que crianças que desenvolvem essa habilidade apresentam maior facilidade na decodificação de palavras. Essa premissa é confirmada pelos achados desta pesquisa, que mostram um avanço significativo na percepção dos fonemas com o uso do Método Boquinhas. Lima (2021), por outro lado, enfatiza que práticas alfabetizadoras devem considerar a diversidade cognitiva dos alunos, permitindo abordagens adaptadas às dificuldades específicas. A análise dos resultados revela que Boquinhas é eficiente nesse sentido, tornando o aprendizado mais acessível para crianças que enfrentam desafios na alfabetização.
O relatório do Ministério da Educação (2023) aponta que métodos multissensoriais promovem um ensino mais inclusivo, indo além da simples repetição de conteúdos. Essa ideia se relaciona com os achados de Soares (2020), que critica as abordagens tradicionais por enfatizarem apenas a decodificação de palavras, sem aprofundar aspectos interativos da aprendizagem. Neste estudo, os dados reforçam essa perspectiva, indicando que alunos que utilizaram Boquinhas apresentaram maior engajamento e autonomia na leitura. Canoas-Andrade (2023), ao comparar sua aplicação em escolas públicas e privadas, identificou diferenças de resultados relacionadas ao acesso a materiais didáticos e capacitação docente, fator que precisa ser considerado em sua implementação.
Azoni (2025) discute o papel da neurociência no ensino da leitura, mostrando que abordagens que combinam estímulos motores, visuais e auditivos ativam diferentes áreas do cérebro, facilitando a aquisição da escrita. A evolução dos alunos que utilizaram Boquinhas corrobora essa visão, já que o reconhecimento fonêmico apresentou um progresso consistente. Rangel et al. (2023) reforçam esse ponto ao analisar a metodologia em avaliações diagnósticas, demonstrando que o uso de pistas motoras contribui para a assimilação fonológica e melhora a fluência leitora. Assis e Rossi (2020) complementam essa argumentação ao destacar que crianças alfabetizadas com Boquinhas desenvolvem maior segurança na leitura, encontrando menos barreiras na construção das palavras.
Mesmo com esses avanços, a implementação do método enfrenta desafios. Lima (2021) e Soares (2020) apontam que a resistência dos professores à mudança de abordagem pode limitar sua aplicação, especialmente em instituições que seguem currículos tradicionais. Os resultados desta pesquisa indicam a necessidade de formação docente e adaptação curricular para que estratégias como Boquinhas sejam plenamente aproveitadas. Rangel et al. (2023) argumentam que metodologias inovadoras precisam estar integradas ao planejamento escolar, permitindo uma transição mais eficaz entre as abordagens.
Ao comparar os estudos revisados com os resultados obtidos, fica claro que o Método Boquinhas tem potencial para melhorar o ensino da leitura e escrita, proporcionando um aprendizado mais acessível e dinâmico. Sua eficácia na alfabetização infantil é confirmada pelos avanços no reconhecimento fonêmico e na fluência leitora, sugerindo que sua ampliação pode representar um avanço significativo para a educação básica. A necessidade de mais pesquisas sobre sua aplicação e a capacitação de professores reforçam a importância de políticas educacionais que incentivem metodologias baseadas em evidências científicas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estudo permitiu uma análise sobre a alfabetização infantil e a aplicação do Método Boquinhas como alternativa às abordagens tradicionais. Os resultados evidenciaram que essa metodologia multissensorial favorece o reconhecimento fonêmico e aprimora a fluência leitora, proporcionando um processo de aprendizagem mais acessível e dinâmico. Além disso, sua estrutura interativa mostrou-se eficaz para atender crianças com diferentes perfis de aprendizado, garantindo maior autonomia no desenvolvimento da leitura e escrita.
A revisão bibliográfica também destacou desafios para a implementação do método, como a necessidade de capacitação docente e adaptações curriculares. A resistência às mudanças pedagógicas ainda é um fator relevante, exigindo esforços para integrar novas metodologias ao ensino formal. Apesar dessas limitações, os dados indicam que abordagens multissensoriais podem contribuir significativamente para uma alfabetização mais inclusiva, especialmente para alunos que apresentam dificuldades específicas.
Diante das evidências encontradas, é possível afirmar que a aplicação do Método Boquinhas pode representar um avanço na alfabetização infantil, promovendo um ensino mais eficiente e adaptado às necessidades dos alunos. A continuidade de pesquisas nessa área é fundamental para fortalecer sua implementação e explorar novas possibilidades para a ampliação do seu impacto na educação básica.
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