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Resumo
INTRODUÇÃO
A atuação dos órgãos colegiados na escola pública brasileira tem sido objeto de reflexão em diferentes campos da educação. A literatura recente aponta que, embora estejam previstos na legislação como espaços de participação, esses instrumentos permanecem pouco visíveis no cotidiano das unidades escolares. Estudos como os de Magnata (2024) e Silva (2020) evidenciam tensões entre normativas e práticas efetivas, enquanto pesquisas contemporâneas discutem a fragilidade das dinâmicas comunicacionais e institucionais (França, 2025; Byrd, 2024; Matthewes, 2021), revelando limites na consolidação desses espaços como instâncias deliberativas.
A motivação deste estudo surge da necessidade de compreender os fatores que dificultam a inserção efetiva dos órgãos colegiados na gestão democrática da escola pública, considerando seu potencial de promover decisões compartilhadas e articulação entre os diferentes segmentos da comunidade escolar.
A questão que orienta a pesquisa é: quais os desafios que contribuem para a invisibilidade e desinformação sobre os órgãos colegiados nas práticas de gestão democrática nas escolas públicas brasileiras?
O objetivo geral é analisar os limites à atuação dos órgãos colegiados na perspectiva da gestão democrática. Os objetivos específicos são: identificar os principais obstáculos comunicacionais e institucionais que afetam o funcionamento dos colegiados; examinar os marcos normativos que regulam sua atuação; e discutir possibilidades de fortalecimento da participação coletiva.
A relevância da pesquisa está em sua contribuição para os campos da política educacional, da administração escolar, da comunicação pública e dos estudos sobre participação institucional. Ao tratar de processos decisórios e estrutura organizacional, o estudo dialoga com diferentes áreas que buscam compreender práticas de gestão e articulação comunitária.
A metodologia está baseada em revisão da literatura e análise documental, com foco em produções acadêmicas, legislações e documentos institucionais que tratam da temática da participação e da gestão democrática.
METODOLOGIA
A metodologia deste estudo consiste na realização de uma revisão de literatura com abordagem qualitativa, voltada à compreensão dos limites e possibilidades da atuação dos órgãos colegiados na gestão democrática da escola pública. Foram selecionados trabalhos acadêmicos publicados entre 2019 e 2025, considerando como critérios de inclusão: afinidade temática com os objetivos da pesquisa, diversidade de abordagens teóricas, e relevância na discussão sobre participação, política educacional e estrutura organizacional da escola pública. As fontes contemplam artigos científicos, dissertações e teses disponíveis em periódicos indexados e repositórios institucionais.
Com o objetivo de organizar as contribuições dos autores de maneira sistemática e alinhada aos eixos da pesquisa, foi elaborada uma tabela que reúne informações sobre o tipo de publicação, o recorte temático abordado e a relação direta com os objetivos da investigação. A seguir, apresenta-se esse quadro como parte integrante da metodologia empregada:
Tabela 1 – Produções acadêmicas selecionadas para a revisão de literatura


Fonte: Elaborado pela autora, com base nos documentos selecionados (2025)
A incorporação dessa tabela ao processo metodológico contribui para a organização crítica das informações e o reconhecimento de convergências analíticas entre os estudos utilizados. Esse mapeamento oferece suporte ao desenvolvimento do referencial teórico e à análise dos principais desafios relacionados à invisibilidade e à desinformação no funcionamento dos órgãos colegiados, tal como problematizado ao longo desta investigação.
REVISÃO DA LITERATURA
A atuação dos órgãos colegiados na escola pública tem sido abordada em múltiplas perspectivas, com crescente atenção às dimensões normativas, comunicacionais e organizacionais que influenciam sua efetividade no contexto da gestão democrática. Os estudos considerados nesta revisão oferecem contribuições que abrangem diferentes vertentes teóricas e metodológicas, permitindo o mapeamento de questões estruturais e práticas que afetam a consolidação da participação coletiva nas unidades escolares.
Com base nos critérios definidos na metodologia, foram selecionadas 10 produções acadêmicas — entre teses, dissertações e artigos científicos — que dialogam diretamente com os objetivos da pesquisa. A tabela apresentada a seguir reúne os elementos centrais de cada publicação, incluindo autoria, título, metodologia adotada, principais resultados e conclusões.
Tabela 2 –Revisão da literatura sobre gestão democrática e atuação dos órgãos colegiados


Fonte: Elaborado pela autora com base nos documentos da revisão sistemática (2020–2025)
A leitura dos trabalhos revela três núcleos temáticos que se articulam com os objetivos deste estudo:
Desafios comunicacionais: As análises de Byrd (2024) e França (2025) destacam entraves na circulação de informações entre os sujeitos escolares, dificultando o engajamento coletivo e a transparência dos processos decisórios. Os estudos sugerem que a ausência de estratégias comunicacionais adequadas compromete a legitimidade da gestão democrática.
Marcos normativos e estrutura organizacional: As contribuições de Pereira e Santana (2022), Paula et al. (2019), Silva (2020) e Lourenço et al. (2021) apontam a existência de contradições entre os dispositivos legais que preveem a gestão democrática e os modelos administrativos burocratizados praticados nas escolas. Esse descompasso dificulta a atuação dos órgãos colegiados como instâncias deliberativas e reforça uma cultura de centralização das decisões.
Participação e práticas coletivas: As investigações de Ferreira et al. (2024), Magnata (2024) e Navarro Barreto & Chaloba (2022) discutem os limites e possibilidades da participação escolar em instâncias colegiadas. Os estudos abordam desde o protagonismo estudantil até os fatores socioculturais que influenciam a organização coletiva, mostrando que o fortalecimento da gestão democrática requer a superação de barreiras formativas, históricas e regionais.
A sistematização apresentada oferece suporte conceitual para compreender como a invisibilidade institucional e a desinformação comprometem o reconhecimento e a funcionalidade dos órgãos colegiados nas práticas de gestão escolar.
RESULTADOS DA PESQUISA
A análise dos estudos selecionados permitiu responder diretamente aos objetivos da pesquisa. A partir da sistematização apresentada na revisão da literatura e das evidências encontradas nos trabalhos, foi possível organizar os resultados em três eixos correspondentes às questões investigativas. Os tópicos a seguir detalham as principais contribuições teóricas sobre os desafios comunicacionais e institucionais, os marcos legais que orientam a gestão democrática, e as possibilidades de fortalecimento da participação coletiva nas escolas públicas.
PRINCIPAIS OBSTÁCULOS COMUNICACIONAIS E INSTITUCIONAIS QUE AFETAM O FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS COLEGIAGOS
As produções analisadas evidenciam múltiplos fatores que comprometem o funcionamento dos colegiados, especialmente no que se refere à circulação de informações e ao reconhecimento institucional de suas funções. A pesquisa de Byrd (2024) destaca lacunas comunicacionais em contextos de crise e na rotina escolar, apontando ausência de estratégias consistentes de mediação entre os diferentes segmentos da escola. França (2025) reforça essa perspectiva ao evidenciar que a pouca formação dos membros e o desconhecimento coletivo sobre as atribuições dos colegiados resultam em baixa participação e desarticulação entre sujeitos.
Do ponto de vista institucional, estudos como o de Silva (2020) e Paula et al. (2019) apontam tensões entre modelos burocráticos de gestão e os dispositivos que propõem práticas democráticas. Há registro de sobreposição de funções, resistência à descentralização das decisões e concentração de poder na figura da equipe gestora. Esses elementos dificultam a consolidação dos colegiados como instâncias que operam com autonomia e legitimidade.
MARCOS NORMATIVOS QUE REGULAM A ATUAÇÃO DOS COLEGIADOS
A legislação educacional brasileira prevê a gestão democrática como princípio organizativo das escolas públicas, mas os estudos mostram que essa previsão não tem sido suficiente para assegurar o funcionamento pleno dos órgãos colegiados. Pereira e Santana (2022) analisam os dispositivos legais que sustentam a participação escolar e indicam ambiguidades na redação das normativas, o que abre espaço para interpretações divergentes e aplicabilidade parcial.
Lourenço et al. (2021) discutem como os documentos de política pública incorporam o discurso da democracia, mas não oferecem mecanismos concretos de acompanhamento, formação ou responsabilização que garantam o funcionamento regular dos colegiados. A falta de regulamentação específica para cada tipo de órgão colegiado também contribui para sua invisibilidade, como demonstra Silva (2020) ao abordar os conselhos escolares.
Há, portanto, um descompasso entre o que está formalmente estabelecido e o que se realiza nas práticas escolares. Esse desalinhamento jurídico e administrativo compromete a institucionalidade dos colegiados e fragiliza seu papel nos processos decisórios.
POSSIBILIDADES DE FORTALECIMENTO DA PARTICIPAÇÃO COLETIVA
Os estudos revisados indicam que a superação dos desafios comunicacionais e normativos pode abrir caminho para o fortalecimento da participação coletiva nas escolas. Ferreira et al. (2024) sugerem que o envolvimento dos colegiados na construção do projeto político-pedagógico é uma estratégia promissora, por representar um espaço concreto de articulação entre os sujeitos escolares. Magnata (2024), ao tratar do protagonismo estudantil, aponta que a inserção efetiva dos estudantes nos espaços colegiados requer reconhecimento das singularidades desse grupo e iniciativas formativas que promovam autonomia.
Navarro Barreto & Chaloba (2022) argumentam que o avanço da democracia escolar depende de políticas que ampliem a legitimidade dos espaços de decisão coletiva. A presença dos colegiados como instâncias consultivas, propositivas e deliberativas deve ser acompanhada por práticas que garantam acesso à informação, continuidade institucional e valorização da diversidade dos atores que os compõem.
Dessa forma, o fortalecimento da participação passa pela articulação entre formação continuada, revisão das estruturas de gestão e promoção de uma cultura escolar voltada à corresponsabilidade. Os resultados apontam que, embora existam limites estruturais, há possibilidades concretas para ampliar a presença e a atuação dos órgãos colegiados na vida escolar.
RESULTADOS OBTIDOS
Os resultados apresentados indicam que a atuação dos órgãos colegiados na gestão escolar enfrenta obstáculos que não se limitam à dimensão normativa, mas envolvem também questões estruturais, comunicacionais e culturais. Ao relacionar os objetivos da pesquisa com os estudos analisados, observa-se que há lacunas entre o previsto e o praticado, o que contribui para o cenário de invisibilidade e desinformação. No entanto, os autores também oferecem caminhos possíveis para reconfigurar esse contexto, desde a qualificação dos processos de comunicação até a revisão das estruturas decisórias. O conjunto de evidências reunidas contribui para avançar na compreensão da gestão democrática e reforça a necessidade de políticas e ações que ampliem os espaços de escuta, deliberação e corresponsabilidade no cotidiano escolar.
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Os estudos de Byrd (2024) e França (2025 convergem ao evidenciar que a comunicação institucional é um dos principais entraves à efetividade dos órgãos colegiados nas escolas públicas. Byrd examina a ausência de estratégias comunicacionais em momentos de crise e rotina escolar, enquanto França destaca o desconhecimento das funções dos colegiados e a baixa formação de seus membros. Essas perspectivas reforçam os achados desta pesquisa, que aponta para a desarticulação entre os sujeitos escolares e a circulação fragmentada de informações como elementos que fragilizam a legitimidade dos colegiados.
Nos aspectos institucionais, Silva (2020) e Paula et al. (2019) apresentam leituras críticas sobre a fragilidade estrutural dos conselhos escolares e os conflitos gerados pela sobreposição entre práticas burocráticas e dispositivos democráticos. Ambas as análises sustentam o argumento de que há obstáculos no reconhecimento das instâncias colegiadas como espaços autônomos de decisão, cenário que também se confirma nesta investigação a partir da prevalência de lógicas centralizadoras.
Quanto à normatividade, Pereira & Santana (2022) identificam ambiguidade nas formulações legais, o que compromete a operacionalização dos princípios da gestão democrática. Lourenço et al. (2021) tratam da distância entre o discurso das políticas educacionais e as condições reais de sua aplicação, apontando para a ausência de instrumentos de apoio e responsabilização. Esses estudos guardam relação direta com os resultados da pesquisa, que indica o descompasso entre a previsão normativa e a prática cotidiana das escolas.
Sobre as possibilidades de fortalecimento da participação coletiva, Ferreira et al. (2024) sugerem que o envolvimento dos colegiados na construção do projeto político-pedagógico favorece a institucionalização da gestão democrática. Magnata (2024), ao tratar da participação estudantil, reforça a necessidade de reconhecer a autonomia dos diferentes grupos envolvidos. Navarro Barreto & Chaloba (2022) ampliam essa discussão ao indicar que a democratização escolar depende de políticas inclusivas e contínuas, capazes de legitimar os espaços colegiados. As abordagens apresentadas encontram respaldo nesta pesquisa, que aponta a articulação entre formação, reconhecimento e reestruturação institucional como dimensões estratégicas para a consolidação da gestão compartilhada.
Matthewes (2021), ainda que centrado em análises de desempenho acadêmico, contribui com o entendimento de que desigualdades estruturais interferem na configuração dos processos participativos, especialmente em ambientes escolares marcados por assimetrias sociais. Essa leitura complementa os achados da pesquisa ao reforçar que as práticas colegiadas não operam isoladamente, mas estão condicionadas por fatores históricos, culturais e institucionais que moldam o acesso e o engajamento dos sujeitos escolares.
Logo, os resultados da pesquisa indicam que a atuação dos órgãos colegiados na escola pública enfrenta limitações que envolvem a fragilidade dos mecanismos comunicacionais, o descompasso entre o que está previsto nas normativas e o que se realiza na prática, e a dificuldade de consolidar espaços de participação coletiva que operem com legitimidade e continuidade. Os dados mostram que há pouca integração entre os membros dos colegiados, ausência de estratégias institucionais que garantam o acesso à informação e recorrência de lógicas burocráticas que centralizam decisões.
Ao mesmo tempo, identificam-se possibilidades concretas de fortalecimento, como o envolvimento dos colegiados na construção do projeto político-pedagógico, o reconhecimento das especificidades dos grupos que os compõem e a necessidade de políticas formativas que sustentem o seu funcionamento. Esses elementos apontam para uma realidade marcada por desafios estruturais e normativos, mas também para oportunidades de reorganização das práticas escolares que valorizem o diálogo, a corresponsabilidade e a transparência na gestão.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A análise realizada ao longo da pesquisa revela que os órgãos colegiados enfrentam dificuldades estruturais e institucionais que comprometem sua consolidação como instâncias legítimas de participação na gestão escolar. A ausência de práticas comunicacionais sistematizadas, aliada à fragilidade dos referenciais normativos, contribui para a invisibilidade desses espaços e para o desconhecimento de suas atribuições por parte da comunidade escolar. Os dados evidenciam que a atuação dos colegiados não ocorre de forma articulada, sendo frequentemente condicionada por lógicas de centralização e por modelos administrativos que pouco reconhecem a deliberação coletiva.
Apesar dos limites identificados, observam-se possibilidades concretas de fortalecimento da participação nos ambientes escolares. A incorporação dos colegiados em processos pedagógicos estratégicos, como a elaboração do projeto político-pedagógico, bem como o incentivo à formação contínua de seus membros, desponta como caminho para ampliar sua presença institucional. A valorização da diversidade dos sujeitos escolares e a construção de práticas que promovam corresponsabilidade também contribuem para recompor o sentido democrático da gestão.
Com base nos resultados obtidos, conclui-se que superar os desafios que comprometem a efetividade dos colegiados requer a articulação entre revisão normativa, reorganização institucional e desenvolvimento de uma cultura de participação que ultrapasse os limites formais e se traduza em práticas cotidianas orientadas pelo diálogo e pela transparência.
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