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Resumo
INTRODUÇÃO
Ao longo da história, o ser humano sempre buscou uma vida saudável e uma qualidade de vida melhor. A relação entre saúde, condições de vida e qualidade de vida tem sido uma preocupação constante de políticos e pensadores (Buss et al., 2020).
A expressão “qualidade de vida” possui uma dimensão subjetiva e multidimensional, permitindo que cada indivíduo compreenda seus valores, projetos, sentimentos e expectativas de vida (Venceslau, 2023). Afinal, o que realmente significa saúde? Como definir qualidade de vida e bem-estar? À primeira vista, esses termos podem parecer simples e até mesmo sinônimos, levando muitos a considerá-los intercambiáveis. No entanto, será que possuem exatamente o mesmo significado? Embora estejam profundamente interligados e tenham influência mútua, cada um desses conceitos carrega suas próprias particularidades. Diante disso, é fundamental questionar: qual é o impacto da saúde na qualidade de vida e no bem-estar pessoal e profissional do ser humano?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, transcendendo a simples ausência de doenças ou enfermidades (Hirão, 2020). A presença ou a falta de saúde exerce influência direta no cotidiano, afetando de forma positiva ou negativa a disposição física, a estabilidade emocional e a capacidade de enfrentar desafios. No ambiente profissional, indivíduos saudáveis tendem a apresentar maior produtividade, concentração e satisfação, reduzindo o risco de doenças ocupacionais e estresse excessivo. Os estudos iniciais realizados a respeito do impacto da pandemia na vida das pessoas, demonstram falta de conhecimentos atualizados e falhas na proteção dos trabalhadores e recomendam o gerenciamento adequado dos processos de trabalho (Oliveira; Silva; Souza, 2020).
No âmbito pessoal, a manutenção da saúde favorece o equilíbrio emocional, o fortalecimento das relações interpessoais e a construção de uma vida mais plena e significativa. Recursos pessoais como resiliência, autoeficácia, habilidades emocionais, desapego psicológico, a relação entre trabalho e vida pessoal, e os fatores no nível de grupos influenciam o bem-estar (Hirschle; Gondim, 2020).
Por isso, refletir sobre essas questões é essencial para compreender como a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar se interconectam, influenciando diferentes aspectos da existência humana e determinando, em grande medida, a forma como o ser humano se relaciona com o mundo ao seu redor. Uma vida saudável envolve não apenas a prevenção de doenças, mas também a adoção de hábitos que promovam o bem-estar ao longo da vida, como uma nutrição equilibrada, o controle do estresse, a prática regular de exercícios, a não ingestão de tabaco e o cuidado com a saúde (Çetinkaya; Sert, 2021).
Além disso, o corpo é um meio de expressão e comunicação, algo fundamental na vida de todo ser humano. Por meio dele, os seres humanos se comunicam, ensinam e expressam conhecimentos, emoções e até mesmo o estado de saúde física, espiritual, psicológica e emocional. A forma de percepção do corpo impacta diretamente as emoções, pensamentos e ações no dia a dia e isso reflete nos indivíduos e nos relacionamentos. Além disso, pode afetar significativamente a qualidade de vida. Por essa razão, incentivar uma imagem corporal positiva é essencial, pois contribui para o bem-estar geral, a saúde física e a adoção de hábitos saudáveis (Aragonés; Marron, 2016).
Portanto, percebe-se que todos os indivíduos precisam e devem possuir conhecimento para tratar este instrumento com respeito e cuidado, a fim de evoluir positivamente e desfrutar de uma vida longa e saudável, em vez de uma vida longa com morbidade. Esta revisão de literatura tem como objetivo fornecer às atuais e futuras gerações a melhor e mais atual contribuição científica no que se refere à saúde, qualidade de vida e bem-estar. Muitas vidas serão impactadas e potencializadas.
REVISÃO DE LITERATURA
REFLEXÕES TEÓRICAS E PRÁTICA SOBRE SAÚDE, QUALIDADE DE VIDA E BEM-ESTAR
Este referencial teórico aborda os conceitos fundamentais de saúde, qualidade de vida e bem-estar. Serão discutidos os conceitos, assim como suas inter-relações no contexto da vida humana.
SAÚDE
No século XXI, a informação em saúde ganha destaque por sua relação com a doença, o cuidado, o bem-estar e a qualidade de vida, tanto em nível individual quanto coletivo. O aumento da conscientização sobre seu valor impulsiona a busca por estratégias que atendam às necessidades informacionais dos usuários, tanto na perspectiva individual quanto coletiva (Júnior; Júnior; Polonini, 2023). Há um número imenso de informações sobre saúde, e é necessário que o ser humano as selecione e as transforme em conhecimento, pois este é vital para promover uma saúde de qualidade em todas as dimensões. De acordo com Garbin et al. (2009), saúde não é a ausência de doenças, mas um aspecto fundamental para uma vida de qualidade e satisfação tanto individual quanto coletiva. Por esse motivo, os indivíduos precisam dispor de informações atuais e oficiais.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade” (Who, 1948). Esta definição holística reconhece a multidimensionalidade da saúde, englobando aspectos físicos, mentais, emocionais, espirituais e sociais. Nessa ótica, todos os seres humanos são multidimensionais e precisam ser considerados como tais. De acordo com Garbin, et al. (2009), saúde não é a ausência de doenças, mas um aspecto fundamental para uma vida de qualidade e satisfação tanto individual quanto coletiva. Por esse motivo, os indivíduos precisam dispor de informações atuais e oficiais para poderem escolher os melhores comportamentos e ações que impactarão positivamente suas vidas. Os indivíduos são conscientes de como esses aspectos impactam as suas vidas, tanto no âmbito pessoal quanto profissional?
SAÚDE FÍSICA
Para a OMS (2020), é fundamental a redução do sedentarismo, e é evidente que o corpo em movimento contribui significativamente para uma vida de qualidade. As diretrizes reforçam a importância da atividade física, destacando que qualquer nível de exercício é benéfico, enquanto quantidades maiores proporcionam melhores resultados para a saúde. Além disso, introduzem uma nova orientação sobre a redução de comportamentos sedentários. A saúde física refere-se ao funcionamento adequado do corpo humano e engloba aspectos como condicionamento cardiovascular, força muscular, flexibilidade e ausência de doenças crônicas (Caspersen et al., 1985). Segundo o Manifesto do Cirurgião-Geral dos EUA (1969), atividade física é qualquer movimento corporal que consuma energia além do repouso, abrangendo tarefas diárias, laborais e de lazer, como higiene pessoal, locomoção, exercícios e esportes (Araújo; Araújo, 2000).
No contexto atual, a saúde física é crucial para que o ser humano consiga enfrentar as demandas físicas, seja no aspecto pessoal, quanto profissional presentes no dia a dia. De que forma os seres humanos estão contribuindo para com a saúde física?
De acordo com o trabalho de Kunutsor et al. (2024), o Life’s Essential 8 da AHA destacou a grande relevância da atividade física promoção da saúde em nível individual e populacional. A falta desta atividade coloca em risco a saúde cardiovascular. Falar sobre Saúde Física é também abranger os aspectos relacionados à atividade e exercícios físicos.
Diante desse cenário, estudos e orientações científicas se tornam imprescindíveis para que o ser humano realmente entenda e construa uma nova mentalidade sobre quais atitudes podem promover, não apenas a saúde física, mas todas as dimensões desta, bem como a qualidade de vida e o bem-estar em sua multidimensionalidade.
SAÚDE MENTAL
A saúde mental é definida pela OMS como “um estado de bem-estar no qual um indivíduo realiza suas próprias habilidades, pode lidar com os estresses normais da vida, pode trabalhar produtivamente e é capaz de contribuir para sua comunidade” (Who, 2018). De acordo com Bearzi, Karam e Silva (2021), é fundamental manter um equilíbrio entre corpo e mente, abrangendo o estado emocional e o bem-estar do indivíduo. Ambas são essenciais para que o ser humano consiga lidar com o estresse e manter um ambiente positivo, seja em casa com a família, no trabalho, na escola, no grupo de amigos, na igreja ou em qualquer outro espaço de interação. Quais ações podem ser implementadas na rotina para melhorar a saúde mental?
SAÚDE ESPIRITUAL
A saúde espiritual, embora menos tangível, é reconhecida como um componente importante da saúde geral. Ela refere-se à busca de significado e propósito na vida, podendo ou não estar ligada a práticas religiosas específicas (Koenig, 2012).
No Brasil, a religião sempre esteve profundamente conectada à vida da população. De acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, mais de 89% dos brasileiros afirmaram seguir alguma crença religiosa. Esse dado destaca a importância que a sociedade atribui à religião em seu cotidiano. No entanto, a relação entre espiritualidade e saúde mental ainda é pouco explorada por profissionais da área, sendo um tema geralmente abordado apenas no campo da teologia. A espiritualidade e a religiosidade ainda não são amplamente reconhecidas como elementos passíveis de investigação para contribuir com a saúde mental, o que resulta em um número reduzido de publicações sobre o assunto (Monteiro et al., 2020).
A espiritualidade, ligada ou não a uma religião específica, pode ser uma fonte de resiliência e motivação para os pacientes e seus familiares ao longo do percurso de uma doença. O ser humano vai além do corpo biológico, das emoções, dos pensamentos e das interações sociais; ele também possui uma necessidade intrínseca de transcendência, de encontrar significado e de se conectar com algo que ultrapasse a realidade imediata. A religiosidade desempenha um papel crucial no fortalecimento da resiliência emocional, auxiliando as pessoas a superarem desafios. A espiritualidade está fortemente relacionada à busca e ao fortalecimento do sentido da vida, enquanto a prática religiosa impacta diretamente a qualidade de vida, proporcionando apoio emocional e social. Conclui-se que tanto a religiosidade quanto a espiritualidade são essenciais para o bem-estar psicológico, contribuindo de maneira significativa para a resiliência, o propósito de vida e a qualidade de vida dos indivíduos (Alexandre; Júnior; Mendonça, 2024).
SAÚDE EMOCIONAL
A saúde emocional está intimamente ligada à saúde mental e refere-se à capacidade de reconhecer, expressar e gerenciar emoções de forma saudável (Goleman, 1995). Segundo Caimar e Lopes (2020), o ser humano tem a percepção do que ocorre em seu corpo, organismo e emoções, além da capacidade de aprimorar essa percepção e gerenciar seus sentimentos. Essa habilidade, chamada de inteligência emocional, permite reconhecer as próprias emoções e agir conscientemente, considerando as consequências. Dessa forma, a inteligência emocional envolve a autogestão, a empatia, a automotivação e a autopercepção.
Assim, a saúde, definida como um estado de completo bem-estar físico no qual é necessário reconhecer a importância de um corpo saudável, mas não se limitando a isso. Inclui também o aspecto mental, que enfatiza a importância da saúde mental e do equilíbrio emocional – áreas frequentemente negligenciadas na abordagem biomédica tradicional – e o aspecto social, que engloba o bem-estar, social, considerando fatores como relações interpessoais, condições de vida e trabalho, e a integração na comunidade. É importante observar que a participação do usuário se tornou mais significativa nesse contexto, evidenciando que a organização da Saúde Mental e Coletiva no Brasil está profundamente ligada ao aspecto social, ao exercício da cidadania, ao combate às desigualdades e ao preconceito e, em última instância, às questões políticas e democráticas (Campos, 2020).
Considerando Faustino et al. (2020), a saúde envolve uma série de fatores que contribuem para o completo bem-estar de uma pessoa, dentre os quais destacam-se: o acesso ao emprego e a um salário justo que proporcione segurança financeira e atenda às necessidades básicas; a educação, permitindo que as pessoas tomem decisões informadas sobre sua saúde; a habitação, pois a pessoa precisa de uma casa segura e confortável para descansar e se proteger contra as intempéries; o saneamento, ou seja, o acesso à água potável e a sistemas de esgoto adequados para prevenir doenças e promover a higiene, fundamentais para a saúde pública; o transporte, meio que facilita o acesso a serviços de saúde, educação e emprego, além de reduzir o tempo gasto em deslocamentos; a alimentação, essencial para manter uma boa saúde e garantir o bom funcionamento do organismo; a cultura e lazer, proporcionando relaxamento, diversão e interação social; e o sistema de saúde de qualidade em todos os níveis de atenção, que ofereça cuidados preventivos, primários, secundários e terciários, garantindo que as pessoas recebam tratamento adequado e em tempo hábil para qualquer condição de saúde.
QUALIDADE DE VIDA
Já paramos para pensar que a qualidade de vida tem uma relação direta tanto com os elementos subjetivos (que são geradores singulares de bem-estar), quanto com os elementos objetivos (bens materiais e serviços, indispensáveis para o alcance e manutenção da dignidade humana)? A expressão “qualidade de vida” foi mencionada pela primeira vez em 1964 pelo presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson, ao destacar que os objetivos não devem ser avaliados apenas por indicadores financeiros, mas sim pelo impacto que têm na qualidade de vida das pessoas (Fleck et al., 1999).
A qualidade de vida é um conceito multidimensional que engloba aspectos físicos, psicológicos, sociais e ambientais do bem-estar de um indivíduo (Whoqol Group, 1995).
No contexto atual do ser, a qualidade de vida está intrinsecamente ligada às condições de trabalho, satisfação profissional e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. No entanto, há aqueles que a consideram como apenas posse de bens material. É relevante incorporar hábitos saudáveis de forma preventiva, e a adoção de comportamentos adequados, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o consumo moderado de bebidas alcoólicas e a evitação de cigarro e drogas, está relacionada à melhoria da saúde cardiovascular, redução dos riscos de doenças como diabetes e câncer, e à prevenção de condições como osteoporose. Além disso, esses hábitos favorecem o fortalecimento do sistema imunológico e promovem a saúde mental, contribuindo para o aumento do bem-estar e da autoestima (Soares et al., 2023). E é amplamente reconhecido em todo o mundo que o ambiente de trabalho pode impactar a qualidade de vida e a saúde de todas as pessoas (Cancian et al., 2023).
BEM-ESTAR
O bem-estar é um construto complexo que inclui aspectos hedônicos (prazer e satisfação) e eudaimônicos (realização e propósito) da experiência humana (Ryan, Deci, 2001). Frequentemente, o bem-estar está associado à satisfação no trabalho, ao senso de eficácia e realização pessoal e profissional. Ele inclui diversas condições, como alimentação, habitação, educação, renda, ambiente, trabalho, emprego, lazer, transporte, liberdade, dentre outros (Siqueira e Moraes, 2009). O bem-estar é um reflexo do contexto, da cultura e do ambiente em que o sujeito está inserido, sendo indispensável para a integralidade física deste (Lopes, 2005). O indivíduo precisa se sentir seguro nos aspectos físico, funcional, mental e psicológico, social e espiritual para se desenvolver na sua integralidade total (Coura, 1992).
O bem-estar, amplamente explorado pela Psicologia Positiva, não se limita apenas às sensações de felicidade geradas por experiências agradáveis. Ele também envolve a percepção de que a vida tem significado e propósito, refletindo a importância das ações e escolhas individuais (Dias; Veras, 2020).
Embora o interesse pelo tema seja recente, os avanços científicos na área do bem-estar subjetivo têm destacado a integração de diversas estratégias para promover o bem-estar. Entre elas, destacam-se a participação em atividades religiosas, a satisfação de necessidades básicas e de competência, o estabelecimento de relações interpessoais e a promoção da autonomia, especialmente para aqueles que fazem parte do ambiente escolar (Lima; Morais, 2018).
SAÚDE, QUALIDADE DE VIDA E BEM-ESTAR
Para ter uma vida longa, é essencial garantir condições adequadas de sobrevivência e o respeito aos direitos humanos. Além disso, o cidadão deve poder usufruir dos avanços científicos e tecnológicos em diversas áreas da saúde (Araújo, Araújo, 2000)
A interseção entre saúde, qualidade de vida e bem-estar é imensamente relevante. De acordo com Faustino et al. (2020), foram identificadas convergências conceituais entre qualidade de vida e promoção da saúde. As definições estão associadas à educação dos indivíduos para a adoção de um estilo de vida saudável, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, que é descrita como subjetiva e influenciada por fatores socioculturais e pelo bem-estar integral. O ser humano tem consciência do quanto esses aspectos impactam as vidas pessoais e profissionais? Nesta perspectiva, este trabalho se justifica, pois se propõe a fornecer informações imprescindíveis sobre a interação entre esta tríade, no contexto do ser humano. Essencialmente espera-se que as reflexões e indagações possam contribuir e impulsionar você leitor(a) a desenvolver estratégias eficazes de promoção da saúde, qualidade de vida e bem-estar aplicando-as em qualquer ambiente em que esteja inserido(a).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A temática aqui abordada é de grande relevância, pois exige uma educação contínua das pessoas e a implementação de políticas públicas para promover a saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas. A adoção de hábitos saudáveis desempenha um papel fundamental na promoção da saúde, da qualidade de vida e do bem-estar, contribuindo significativamente para a prevenção de doenças, o equilíbrio físico e mental, espiritual e a longevidade saudável. A manutenção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividades físicas e a valorização da conexão entre corpo, mente e espírito são aspectos essenciais para o fortalecimento da saúde individual e coletiva. Além disso, o desenvolvimento de mecanismos de regulação emocional diante das adversidades e mudanças naturais da vida é imprescindível para uma vivência mais harmônica e resiliente.
No contexto mais amplo, a relação entre saúde, qualidade de vida e bem-estar se estende para as esferas pessoal e profissional do indivíduo. A saúde influencia diretamente o desempenho no ambiente de trabalho, a capacidade de aprendizado, a produtividade e a satisfação pessoal. Indivíduos que adotam práticas saudáveis tendem a apresentar maior disposição física e mental, reduzindo o risco de doenças ocupacionais, transtornos psicológicos e fadiga crônica. Além disso, a promoção de hábitos saudáveis também tem impacto na esfera social, favorecendo interações mais positivas e contribuindo para o fortalecimento das relações interpessoais.
Dessa forma, este estudo de revisão de literatura traz o essencial para a conscientização tanto individual quanto coletiva sobre a importância de pequenas ações e mudanças de comportamento que possam gerar transformações positivas e duradouras. A construção de uma sociedade mais saudável depende do compromisso de seus membros em incorporar hábitos que promovam o bem-estar e a qualidade de vida, refletindo diretamente na longevidade e no desenvolvimento humano em todas as suas dimensões.
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