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Resumo
INTRODUÇÃO
As pessoas não tinham muito acesso ao ensino quando surge uma modalidade de ensino destinado a jovens e adultos que não tiveram acesso ou que por algum motivo não puderam concluir o ensino na idade própria. São cursos ofertados aos jovens a partir dos 15 anos de idade, pela secretaria de educação, presencial ou à distância.
A razão por entendermos que a leitura e a escrita são instrumentos básicos para ingresso e a participação plena na sociedade letrada onde vivemos, nem sempre é oportunizada para todos, busca-se ressaltar a importância do letramento como meio de inserção do sujeito como agente transformador da realidade social em que se encontra e a possibilidade de mudá-la de acordo com a sua necessidade, pois instrumentado com a prática social da leitura e da escrita estará habilitado para reconhecer essa possibilidade.
É necessário que o alfabetizador, antes de iniciar as atividades de ensino, conheça o grupo com o qual irá trabalhar. Esse conhecimento prévio pode ser pelo cadastro dos alunos e pelo diagnóstico inicial que deve servir de base para o planejamento das atividades. A intenção é tornar o processo de alfabetização participativo e democrático. Vivemos em uma sociedade letrada, onde um indivíduo que sabe ler e escrever, mas não decodifica o que escreve é considerado um analfabeto funcional.
O termo Letramento é novo, vem da palavra inglesa “literacy” (letrado) que não basta somente saber ler e escrever, é um longo processo e precisa ser aprofundado. Letrado não é mais “só aquele que conhece letras e literaturas” e sim “aquele que aplica em sua prática social”.
Segundo Bento (2007), a palavra letramento surge no discurso de especialista das ciências linguísticas e da Educação na segunda metade dos anos 1980. Faz uma ampliação do termo alfabetização, voltando atenção para o exercício de habilidades em práticas sociais e tirando o olhar apenas do domínio de ler e escrever.
Conforme afirma Soares (2010), letrar vai além de alfabetizar, é ensinar, num contexto, a escrever e ler para que venha fazer parte da vida do educando, e que não seja apenas o ato de juntar palavras, formar frases e, sim, que possa decodificar diferentes textos.
A pesquisa se justifica pela necessidade de compreender que sem uma educação de qualidade a ser ofertada para toda a população, sem que haja qualquer tipo de distinção, pode ser o diferencial para que haja uma verdadeira metamorfose social, com a redução significativa de grande parte dos problemas que atingem o seio da sociedade de uma maneira tão latente.
Durante a fundamentação, é possível observar como se trata de uma condição fundamental que a população receba uma educação de qualidade, até para que consigam chegar a um patamar educacional e de conhecimentos, que os auxiliem a compreender o local em que encontram-se inseridos, e mais do que isso, visualizem o que representa o termo vida em sociedade.
Nas considerações finais, os leitores podem observar o que representa a possibilidade de uma pessoa ser instruída de uma maneira correta, e depois que isso ocorre, como se abre um holístico campo de visão, que a ajuda a chegar na conquista de seus objetivos, e com isso beneficiar não apenas a si mesma, mas, a todos os que se encontram a sua volta.
REVISÃO DE LITERATURA
O analfabetismo é um tema que se encontra nas pautas de discussão de importantes fóruns e órgãos. De acordo com Araújo (2003), a história da educação nacional, encontra-se em pistas sobre como o tema vem sendo trabalhado nos últimos anos.
Saviani (2002), lembra-nos da primeira lei que determinava a criação das escolas de primeiras letras. E é por isso que comemoramos o dia dos professores. E no qual a lei descreve que ler, escrever, as quatro operações de aritmética, prática de quebrados, decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a gramática da língua nacional, os princípios de moral cristã e de doutrina da religião católica e apostólica romana proporcionadas à compreensão dos meninos.
Em 1925, por meio da Reforma João Alves, estabeleceu-se o ensino noturno para jovens e adultos atendendo os interesses da classe dominante que, por volta de 1930, iniciava um movimento contra o analfabetismo, mobilizado por organismos sociais e civis cujo objetivo também era o de aumentar o contingente eleitoral.
A educação escolar passa a ser considerada baluarte do progresso e desenvolvimento da nação. O analfabetismo é compreendido como um “mal e uma doença nacional” e o analfabeto como “inculto, preguiçoso, ignorante e incapaz”, sendo imprescindível o domínio da leitura e escrita para o entendimento e a execução das emergentes técnicas de produção industrial, atendendo à crescente demanda de urbanização do país.
Analfabetismo é o cancro que aniquila o nosso organismo, com suas múltiplas metáfises, aqui a ociosidade, ali o vício, além o crime. Exilado dentro de si mesmo como em um mundo desabitado, quase repelido para fora da espécie pela sua inferioridade, o analfabeto é digno de pena e a nossa desídia indigna de perdão enquanto não lhe acudirmos com o remédio do ensino obrigatório (Couto, 2023, p. 190).
O período pós-Segunda Guerra Mundial é fortemente marcado por campanhas nacionais de alfabetização em massa, realizadas pelo governo federal de forma centralizada, assistemática, descontínua e assistencialista, visando atender predominantemente a população do meio rural. As demais ofertas de escolarização de jovens e adultos deste período limitaram-se apenas ao ensino primário e na década de 1960, estendeu-se ao curso ginasial.
No final da década de 1950 e início da década de 1960, constata-se a emergência de uma nova perspectiva na educação brasileira fundamentada nas ideias e experiências desenvolvidas por Paulo Freire. Este educador idealizou e vivenciou uma pedagogia voltada para as demandas e necessidades das camadas populares, realizada com sua efetiva participação e a partir de sua história e de sua realidade. Esta perspectiva fundamenta a educação de jovens e adultos a partir dos princípios da educação popular.
Estas experiências de educação e cultura popular passaram a questionar a ordem capitalista, fomentando a articulação das organizações e movimentos sociais em torno das Reformas de Base, conduzidas pelo então governo João Goulart.
A multiplicação dos programas de alfabetização de adultos, secundada pela organização política das massas, aparecia como algo especialmente ameaçador aos grupos direitistas; já não parecia haver mais esperança de conquistar o novo eleitorado […] a alfabetização e educação das massas adultas pelos programas promovidos a partir dos anos 60 aparecia como um perigo para a estabilidade do regime, para a preservação da ordem capitalista. Difundindo novas ideias sociais, tais programas poderiam tornar o processo político incontrolável por parte dos tradicionais detentores do poder e a ampliação dos mesmos poderia até provocar uma reação popular importante a qualquer tentativa mais tardia de golpe das forças conservadoras (Paiva, 2023, p, 259).
A inserção do analfabeto na sociedade atual tem a marca da exclusão, devido este não possuir o domínio da leitura e da escrita, conhecimentos necessários para o desenvolvimento de atividades exigidas e valorizadas pela sociedade moderna.
Em virtude da própria formação cultural, os analfabetos são bastante ingênuos e consequentemente fáceis de serem manipulados. Constituem-se em presas fáceis dos políticos inescrupulosos que se aproveitam de sua vulnerabilidade para se autopromoverem e reproduzirem a estrutura da sociedade atual, dividida em dominantes e dominados.
Como observa Freire (1993), Através da manipulação, as elites dominadoras vão tentando conformar as massas populares a seus objetivos. A educação é um processo que ocorre não apenas em instituições acadêmicas na Modernidade e em uma sociedade que se caracteriza por um conjunto de pessoas que aceita noções de moral divergentes entre seus indivíduos, em que a educação e sociedade são conceitos interligados e acabam por interferir nos processos educacionais que podem refletir um momento político de uma sociedade.
Basta realizar uma comparação entre a sociedade antes do ingresso dos estabelecimentos de ensino, e depois de sua organização, isso pelo fato de que não foi logo de início que houve uma transformação na sociedade atual (Paiva, 2023).
E a escola aparece como um desses elementos simbólicos, sendo referência fundamental de forma a não pôr em risco a autoimagem de que uma sociedade civilizada repasses seus códigos de conduta, de comportamento e de interação. Ou ainda não há uma civilização anterior à escola, mas uma civilização que se faz, também com a escolarização.
Essa culturalização é o que representava as principais transformações do modo de pensar, fazendo com que a sociedade passasse a observar tudo de uma maneira mais holística, ou seja, pensando no todo, o que realmente promoveu grande diferença para a socialização da raça humana (Lopes, 1997).
Não há como não evidenciar as transformações que os estabelecimentos de ensino, a forma como promove uma verdadeira revolução na vida das pessoas, e com o passar do tempo, faz com que as mesmas se tornem cada vez mais cruciais para a sociedade.
Na sociedade da informação e do conhecimento, a escola tem o papel de propiciar a integração das mídias ao cotidiano escolar, de forma que os processos de ensino possibilitem a construção de capacidades de reflexão e seleção da informação e do conhecimento, o que não se nota ao exemplificarmos a condição do ordenamento jurídico e de como a proposta de civilização se apresenta no país, já que a elite, domina esses meios.
Cada vez mais governos, empresas e educadores deixam de exigir que os professores, na sociedade do conhecimento, se comprometam com o aluno e suas necessidades, para atender às diversas demandas que os estudantes e as famílias trazem para a sala de aula pois, por meio da educação, um mecanismo de coerção social com função socializadora, os indivíduos assimilam os fatos sociais e se preparam para a vida em sociedade, mas isso só seria possível com um modelo que atingisse, de fato, o groso da população (Soares, 2010).
Uma sociedade sem educação, faz com que as pessoas sejam manipuladas de uma maneira muito mais simples, com isso, os problemas sociais graves aumentam, principalmente seus contrastes, divisão das camadas sociais.
Pessoas inescrupulosas, e que detém algum poderio na sociedade, como os donos de empresa, por exemplo, não desejavam no passado que as pessoas obtivessem um poder de instrução mais elevado, preferindo massificar a sociedade (Lopes, 1997).
Isso claro, para a manutenção de seus interesses, e a ampliação do domínio sobre outras pessoas, ficando livres para manipular e alienar seus funcionários, da maneira como bem entenderem, o que felizmente, uma educação de qualidade é capaz de solucionar.
No Brasil, o período da ditadura militar foi a mais visível em relação à formação educacional das pessoas, isso porque havia uma grande limitação em relação aos conteúdos que eram ofertados, inclusive, com uma grande redução da grade curricular (Bento, 2007).
Já com o processo de alfabetização, representava um problema maior ainda, uma vez que as pessoas eram minimamente alfabetizadas, apenas a ponto de poderem ler e escrever, e assim, operarem as máquinas que surgiam das primeiras empresas.
Sem dúvida, um dos períodos mais difíceis que a sociedade viveu, justamente quando a educação passou a ser deficitária a ponto de não contribuir com o desenvolvimento cognitivo e social da população (Cavalcanti, 2002).
Com efeito, hoje existem muitos problemas na sociedade, por haver um número muito elevado de pessoas que não possuem um conhecimento elevado, com isso, gera-se desemprego, violência, falta de uma mentalidade cívica, enfim, fatores que as educações de qualidade conseguem solucionar com tranquilidade pela solidez que oferece.
Claro que ainda é uma utopia pensar que educação é para todos, principalmente aqui no país, contudo, isso ocorre pelo fato de haver pessoas escolhidas pela sociedade, e que não conhecem o poder de transformação que a formação educacional possui.
Desse modo, esses governantes que não conhecem o poder que a educação possui, se mostram retrógrados para os cuidados com a sociedade, e não podem em hipótese alguma ocupar os cargos em que estão inseridos, uma vez que, irão apenas agravar os problemas existentes (Bento, 2007, p. 54).
De maneira que a educação continua sendo um grande divisor de águas na vida das pessoas, e o principal, para o desenvolvimento de uma sociedade que realmente seja capaz de beneficiar a todos ao seu redor, ou seja, a todos os seus dependentes.
A educação encontra-se presente em todos os aspectos de uma sociedade; não só a reflete, como é um dos seus elementos constitutivos: nenhum pensamento sociológico lhe pode permanecer indiferente.
Compreender o que são valores e como cada um e todos os seres humanos se apropriam da cultura e se inserem eticamente no mundo faz parte do rol de preocupações daqueles interessados em estudar o citado binômio [educação e valores] e suas possíveis relações. Afinal, os valores seriam inatos, herdados geneticamente, transmitidos pela cultura ou resultariam de interações complexas entre as pessoas e o mundo/cultura em que elas vivem? (Arantes, 2007, p. 9).
Tanto que essa é a principal preocupação que as pessoas possuem, ou seja, terem uma formação educacional de qualidade, que possa fazer com que haja uma verdadeira transformação em suas respectivas vidas, algo que um nível mais acentuado de culturalização maior sempre possibilita alcançar (Cavalcanti, 2002).
Em outras palavras, mesmo com o passar dos anos, a escola, de maneira alguma, perde sua essência, tendo como meta combater os principais erros crassos que existem na sociedade atual, como a desigualdade entre as pessoas.
Mesmo considerando a imensa oferta de meios de comunicação social extraescolar, de meios informacionais, ainda assim há lugar para a escola na sociedade tecnológica e da informação, sendo que sempre é importante que haja um profissional que facilite a compreensão das informações para os educandos.
Ela cumpre funções que não são providas por nenhuma outra instância, ou a de prover formação geral básica – capacidade de ler, escrever, formação científica, estética e ética, desenvolvimento de capacidades cognitivas e operativas.
Por outro lado, a escola precisa ser repensada, porque ela não detém o monopólio do saber, pois a educação acontece em muitos lugares, por meio de várias agências como a família, os meios de comunicação, as empresas, os clubes, as academias de ginástica, os sindicatos. As próprias cidades vão se transformando em agências educativas à medida que os espaços e os equipamentos urbanos, as formas participativas de gestão dos recursos financeiros, os programas culturais e de lazer etc. são tipicamente práticas educativas (Cipolla, 2020).
Analisando os principais problemas que a sociedade brasileira, é possível identificar o diferencial que as escolas realizam na vida das pessoas, o que pode ser visto é cada vez mais uma tentativa de se alienar a população, algo que as instituições de ensino combatem com veemência.
Na realidade, a escola brasileira possui uma luta exorbitante que ocorre diariamente, que é a busca que existe por oferecer um nível de culturalização maior para as pessoas, o que é fundamental, principalmente em um país onde existe tamanha exploração como é o Brasil.
É inaceitável que, mesmo com todas as pessoas sabendo como a educação é um processo fundamental na vida de todos, que ainda haja indivíduos que não tenham a oportunidade de obterem uma formação educacional de qualidade (Cipolla, 2020).
É preciso que haja uma transformação radical nesse sentido, que se valorize a transmissão da informação, e que as pessoas tenham totais condições de conhecerem tudo o que acontece no seu dia a dia, ter a capacidade cognitiva para compreender as mudanças que a sociedade sofre no cotidiano.
Para que as relações entre a escola e a sociedade se estabeleçam em novos moldes é preciso, simultaneamente, investir positivamente nos poderes dos professores, que conduz quase sempre a práticas totalitárias. Com efeito, não é possível conceber a mudança com base numa espécie de culpabilização e de desvalorização dos professores, tal como aconteceu em muitas das reformas educativas no passado e que vem caindo em desuso.
Conforme Dourado (2009), a escola deve ser vista com um espaço não só de construção do saber, mas de construção da cidadania. E esta implica na construção do sujeito integralmente, ou seja, inclusive na sua saúde psíquica. É neste aspecto que entra a relevância do trabalho do psicólogo e do/a assistente social nas escolas.
Isso fez com que as pessoas passassem a cultuar as possibilidades de desenvolvimento que a escola possui, ou seja, a educação passou a ser vista como uma necessidade latente na vida das pessoas, principalmente em relação à mobilidade social.
METODOLOGIA
O artigo foi realizado através de uma pesquisa de cunho bibliográfico, tendo sido adotadas uma série de consultas em publicações e obras de autores renomados, e que muito contribuiu para o desenvolvimento do presente tema específico.
Desta forma, analisar é o processo de organizar, refletir, comparar e argumentar todos os elementos do texto, distinguir quais são seus elementos principais, o conhecimento que pode contribuir para solução ou comprovação da pesquisa.
A partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites. Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto.
Existem, porém, pesquisas científicas que se baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Observando a evolução histórica do analfabetismo no Brasil, verificou-se, relacionando cidadania e escrita, que a ausência desta contribui para o fortalecimento das desigualdades sociais. E que as pessoas analfabetas são em sua maioria conformadas com as condições em que vivem. A ausência de educação que abrange uma faixa representativa da sociedade contribui para a formação acrítica por parte dos excluídos e, consequentemente, no atraso cultural da sociedade. Constatou-se, também, que o analfabetismo é o reflexo das condições em que vive grande parte da população.
Na sociedade moderna, leitura é um pressuposto para o exercício da cidadania, enquanto condição de existência digna e de uma visão crítica da realidade. Dessa forma, o compromisso para com a educação deve se estender, sem distinção, a todas as camadas da sociedade, para que todos possam usufruir do processo de escolarização e dos benefícios que ela proporciona.
Percebe-se que apesar da faixa etária dos alunos, eles se dedicam e se esforçam para avançar seu nível de aprendizagem, e consegue-se compreender os motivos pelos quais eles deixaram a escola. Observa-se que a educação de jovens e adultos é de grande importância para os jovens e adultos que não tiveram acesso a escola na idade adequada.
Dessa forma, percebe-se que as representações do pedagogo colocam sobre seus ombros a necessidade de se ter novas olhares que irão interferir de forma ativa na sociedade em que vive no presente e no futuro, no contexto das relações sociais.
Com efeito, a sociedade realmente teve grandes avanços, a partir do momento que passou a haver uma verdadeira partilha de informações entre as pessoas, sendo que no começo, apenas alguns indivíduos, com um nível de cognição um pouco maior, tinham o interesse de transmitir seus conhecimentos para os demais.
Nesse sentido, o artigo abordou acontecimentos importantes para mostrar como a sociedade sofreu muito com a falta de conhecimento, como, por exemplo, na revolução industrial, nos golpes de estado, da vida política e no ingresso ao mercado de trabalho.
Todos esses acontecimentos, apenas reforçaram a importância e o poder de transformação, que as instituições de ensino apresentam para aqueles que possuem a oportunidade de ingressarem nesse meio, e assim, apresentarem evolução no quesito cultural, social e pedagógico.
Se houvesse um número relativamente mais elevado de pessoas com um nível mais acentuado de instrução, grande parte dos problemas sociais seriam sanados, uma vez que, a formação cultural é o que auxilia as pessoas a obterem o suporte que tanto necessitam para galgar as mudanças que se fazem necessárias.
Sendo assim, o mais importante é que as escolas continuem tendo a oportunidade de trabalhar com um modelo de formação que realmente esteja de acordo com as necessidades da população, ou seja, que se ajuste á aquilo que a sociedade tanto precisa, para que as pessoas de uma maneira geral, aprendam a se relacionar melhor.
Sem uma educação de qualidade para as pessoas, a sociedade não apresenta nenhuma possibilidade de desenvolvimento, essa é uma questão que toda a população necessita saber, e ao mesmo tempo cobrar das autoridades competentes, para que a população não seja transformada em massa imóvel e inoperante.
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