Educação bilíngue para surdos: Alfabetização, letramento e os desafios da inclusão no contexto escolar

BILINGUAL EDUCATION FOR THE DEAF: LITERACY, READING-WRITING SKILLS, AND THE CHALLENGES OF INCLUSION IN THE SCHOOL CONTEXT

EDUCACIÓN BILINGÜE PARA SORDOS: ALFABETIZACIÓN, LETRAMENTO Y LOS DESAFÍOS DE LA INCLUSIÓN EN EL CONTEXTO ESCOLAR

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/50066A

DOI

doi.org/10.63391/50066A

Amorim, Francisco José Suassuna Belarmino de . Educação bilíngue para surdos: Alfabetização, letramento e os desafios da inclusão no contexto escolar. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este estudo analisa criticamente os processos de alfabetização e letramento de estudantes surdos no contexto da educação bilíngue, examinando tanto os obstáculos quanto as potencialidades dessa abordagem pedagógica. Mediante revisão sistemática da literatura, evidencia-se o papel fundamental da Libras como língua de instrução (L1) e a importância do ensino do português escrito (L2) como ferramenta de acesso ao conhecimento acadêmico e social. A pesquisa destaca a urgência de desenvolver metodologias específicas que valorizem a dimensão visual-espacial da aprendizagem, incluindo adaptações curriculares significativas e a produção de materiais didáticos acessíveis. Identificam-se como principais desafios a insuficiência de diretrizes específicas na BNCC para a educação de surdos e a escassez de professores qualificados em Libras. O artigo argumenta que a superação dessas barreiras requer ações integradas: (1) formulação de políticas públicas que garantam infraestrutura adequada; (2) programas de formação continuada para educadores; e (3) reestruturação dos projetos político-pedagógicos escolares. Conclui-se que a efetivação do bilinguismo na educação de surdos representa não apenas um direito linguístico, mas um imperativo ético para a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva.
Palavras-chave
educação bilíngue; surdos; alfabetização; letramento; LIBRAS.

Summary

This study critically examines literacy development processes for deaf students within bilingual education, analyzing both the challenges and potential of this pedagogical approach. Through a systematic literature review, it highlights the fundamental role of Brazilian Sign Language (Libras) as the language of instruction (L1) and the importance of written Portuguese (L2) as a tool for academic and social knowledge access. The research emphasizes the urgent need to develop specific methodologies that value visual-spatial learning dimensions, including meaningful curriculum adaptations and accessible teaching materials. Key challenges identified include insufficient specific guidelines in the National Common Curriculum Base (BNCC) for deaf education and the shortage of qualified Libras teachers. The paper argues that overcoming these barriers requires integrated actions: (1) public policies ensuring adequate infrastructure; (2) continuing education programs for teachers; and (3) restructuring school political-pedagogical projects. The conclusion asserts that effective implementation of bilingualism in deaf education represents not only a linguistic right but an ethical imperative for building a truly inclusive society.
Keywords
bilingual education; deaf; literacy; reading and writing skills; LIBRAS.

Resumen

Este estudio analiza críticamente los procesos de alfabetización de estudiantes sordos en el contexto de la educación bilingüe, examinando tanto los obstáculos como las potencialidades de este enfoque pedagógico. Mediante revisión sistemática de literatura, se evidencia el papel fundamental de la Lengua Brasileña de Señas (Libras) como lengua de instrucción (L1) y la importancia del portugués escrito (L2) como herramienta de acceso al conocimiento académico y social. La investigación destaca la urgencia de desarrollar metodologías específicas que valoren la dimensión visual-espacial del aprendizaje, incluyendo adaptaciones curriculares significativas y producción de materiales didácticos accesibles. Se identifican como principales desafíos la insuficiencia de directrices específicas en la Base Nacional Común Curricular (BNCC) para la educación de sordos y la escasez de docentes calificados en Libras. El artículo argumenta que superar estas barreras requiere acciones integradas: (1) políticas públicas que garanticen infraestructura adecuada; (2) programas de formación continua para educadores; y (3) reestructuración de los proyectos político-pedagógicos escolares. Se concluye que la efectivización del bilingüismo en la educación de sordos representa no solo un derecho lingüístico, sino un imperativo ético para construir una sociedad verdaderamente inclusiva.
Palavras-clave
educación bilingüe; sordos; alfabetización; letramento; LIBRAS.

INTRODUÇÃO

A educação bilíngue para surdos representa um campo de estudo fundamental no cenário educacional contemporâneo, especialmente diante das demandas por inclusão e respeito à diversidade linguística. Historicamente, a escolarização de surdos foi marcada por abordagens controversas, desde o oralismo, que priorizava a assimilação da língua oral, até o atual paradigma bilíngue, que reconhece a Libras como língua natural e o português escrito como segunda língua. Essa trajetória evidencia não apenas avanços legais, como o Decreto nº 5.626/2005 e a Lei nº 14.191/2021, mas também desafios persistentes na implementação de práticas pedagógicas que garantam equidade no processo de ensino e aprendizagem.

A alfabetização e o letramento de crianças surdas em contexto bilíngue exigem metodologias específicas, que considerem sua experiência visual e cultural. Enquanto alunos ouvintes iniciam a leitura e a escrita a partir de estímulos sonoros, os surdos dependem de recursos visuais e espaciais para construir significados, o que demanda adaptações curriculares e materiais didáticos acessíveis. Nesse sentido, a Libras assume papel central como primeira língua (L1), servindo de base para a posterior aquisição do português escrito (L2), sem sobrepor ou subestimar nenhuma das duas línguas.

Apesar dos marcos legais, a realidade das escolas brasileiras ainda reflete lacunas significativas, desde a carência de professores bilíngues até a ausência de diretrizes claras na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a educação de surdos. Muitas vezes, as práticas pedagógicas reproduzem modelos ouvintistas, negligenciando as particularidades linguísticas dos surdos e perpetuando barreiras à plena inclusão. Isso reforça a necessidade de políticas públicas que assegurem formação docente qualificada, produção de materiais adaptados e a criação de ambientes educacionais verdadeiramente bilíngues.

Este artigo tem como objetivo discutir os processos de alfabetização e letramento na perspectiva bilíngue, analisando criticamente os desafios e as possibilidades para sua efetivação. Por meio de uma revisão bibliográfica, busca-se refletir sobre estratégias pedagógicas que valorizem a Libras como língua de instrução, bem como sobre os entraves estruturais que impedem a consolidação de uma educação inclusiva e de qualidade para a comunidade surda.

EDUCAÇÃO BILÍNGUE: TRAJETÓRIA HISTÓRICA NA ESCOLARIZAÇÃO DE SURDOS

A trajetória educacional da população surda é marcada por transformações significativas, permeadas por conflitos, avanços e resistências, conforme destacam pesquisadores como Lodi e Lacerda (2021). Ao longo dos séculos, três principais abordagens pedagógicas orientaram o ensino de surdos: o Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo, cada uma refletindo concepções distintas sobre linguagem, identidade e inclusão.

O Oralismo, consolidado após o Congresso Internacional de Milão (1880), priorizava a assimilação da língua oral pela criança surda, por meio de treinamento auditivo, leitura labial e desenvolvimento da fala, além do uso de próteses para amplificação sonora (Gesser, 2020). Essa perspectiva visava integrar o surdo à comunidade ouvinte, subordinando sua comunicação à modalidade oral-auditiva, muitas vezes negligenciando suas particularidades linguísticas e culturais.

Posteriormente, a Comunicação Total emergiu como alternativa, incorporando múltiplos recursos comunicativos, como gestos, expressões faciais e códigos visuais, com o objetivo de facilitar a interação entre surdos e ouvintes (Karnopp & Klein, 2018). Diferentemente do Oralismo, essa abordagem não se restringia ao domínio de uma língua específica, mas enfatizava a efetividade da comunicação em suas diversas formas. No entanto, críticas apontam que a mistura de sistemas linguísticos poderia fragilizar a aquisição plena de uma língua estruturada, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Na contemporaneidade, o Bilinguismo consolida-se como paradigma educacional preferencial entre a comunidade surda, reconhecendo a Libras como primeira língua (L1) e o português escrito como segunda língua (L2). Essa abordagem fundamenta-se no direito linguístico e na valorização da identidade surda, permitindo que o indivíduo desenvolva competências cognitivas e sociais em sua língua natural antes de se apropriar da língua majoritária (Santos & Strobel, 2022). Além disso, rejeita a sobreposição de línguas, defendendo que o ensino ocorra em ambientes onde a Libras seja a língua de instrução, sem mediação de intérpretes em sala de aula.

No Brasil, embora o Decreto nº 5.626/2005 e a Lei nº 14.191/2021 assegurem a educação bilíngue como direito, sua implementação ainda é incipiente. Escolas que adotam esse modelo devem promover um currículo multicultural, adaptado às especificidades surdas, com docentes bilíngues e materiais didáticos acessíveis (Brito & Miranda, 2023). Conforme estabelece o Plano Nacional de Educação (2014), é essencial garantir que a Libras seja a base do processo educativo, enquanto o português seja ensinado como segunda língua, assegurando equidade no acesso ao conhecimento.

A elaboração de um currículo inclusivo é um dos pilares para a efetividade do Bilinguismo, pois demanda a reestruturação de metodologias, avaliações e recursos pedagógicos. Saviani (2018) ressalta que o currículo transcende a mera listagem de conteúdos, abarcando todas as dimensões que influenciam a aprendizagem, desde a formação docente até a infraestrutura escolar. Nesse sentido, a adaptação curricular para surdos não se limita a ajustes superficiais, mas exige uma revisão paradigmática que contemple sua experiência visual e cultural.

A legislação brasileira, ao institucionalizar a educação bilíngue, representa um avanço na garantia de direitos, mas sua concretização depende de políticas públicas consistentes e da superação de barreiras atitudinais e estruturais. Alfabetizar em português alunos cuja língua materna é a Libras implica desafios complexos, exigindo práticas pedagógicas que respeitem seu processo singular de aquisição linguística. Como afirma Plinski (2011), o Bilinguismo não apenas viabiliza o desenvolvimento cognitivo equivalente ao de ouvintes, mas também fortalece a autoestima e a pertença identitária dos surdos, permitindo sua plena participação social em ambos os universos: o surdo e o ouvinte.

Portanto, a consolidação de uma educação bilíngue de qualidade demanda investimento em formação docente, produção de materiais específicos e a criação de ambientes linguísticos que privilegiem a Libras como eixo central do processo educativo. A efetivação dessas medidas é fundamental para transformar as diretrizes legais em realidade, assegurando uma educação verdadeiramente inclusiva e emancipatória para a comunidade surda.

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO EM CONTEXTO BILÍNGUE PARA ESTUDANTES SURDOS

O processo de alfabetização de crianças surdas apresenta particularidades que demandam uma abordagem pedagógica diferenciada, pautada no respeito à sua língua natural – a Língua Brasileira de Sinais (Libras) – e no ensino do português escrito como segunda língua. Conforme estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96), a educação especial deve assegurar condições equitativas de aprendizagem, promovendo a inclusão e evitando práticas discriminatórias que historicamente marginalizaram essa população (Brasil, 1996). Apesar dos avanços legais, como o Decreto nº 5.626/2005, que garante o direito à educação bilíngue, os desafios persistem, especialmente no que diz respeito à formação docente e à adaptação de metodologias.

A discriminação contra surdos, infelizmente, ainda é uma realidade enraizada em concepções ultrapassadas que associam deficiência à incapacidade. Como ressalta Martins (2019), a negação da diferença linguística e cultural dos surdos gera barreiras que vão além da audição, afetando sua autoestima e desenvolvimento cognitivo. Nesse sentido, o bilinguismo surge como um paradigma essencial, reconhecendo a Libras como língua materna e o português escrito como instrumento de acesso ao conhecimento acadêmico e social.

A alfabetização bilíngue deve considerar a Libras como base para a construção de significados, utilizando estratégias visuais, como imagens, expressões faciais e narrativas sinalizadas, antes de introduzir a escrita do português. Quadros e Perlin (2020), destacam que a competência em Libras é fundamental para que o aluno surdo desenvolva habilidades metacognitivas, organizando seu pensamento de maneira lógica e criativa. Somente após a consolidação da primeira língua é possível transpor esses conhecimentos para a segunda língua, evitando a sobrecarga cognitiva causada por métodos que ignoram a diferença linguística.

O letramento, nessa perspectiva, vai além da decodificação de códigos escritos; envolve a capacidade de interagir criticamente com textos em diferentes gêneros e contextos. Para surdos, isso significa trabalhar a produção escrita a partir de vivências visuais, utilizando recursos como histórias em Libras, legendas e materiais gráficos adaptados (Góes & Souza, 2021). Soares (2019), reforça que o letramento é um processo social, construído por meio de práticas significativas que conectam a língua à realidade do aluno.

Entretanto, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ainda apresenta lacunas em relação à educação bilíngue, priorizando habilidades orais que não correspondem à experiência surda. Atividades como recitar poemas ou cantar cantigas, por exemplo, precisam ser reinterpretadas em Libras, exigindo professores capacitados e materiais didáticos acessíveis. A ausência de diretrizes específicas na BNCC reforça a necessidade de projetos político-pedagógicos (PPP) que contemplem as singularidades surdas, conforme orientam as Diretrizes Curriculares Nacionais (Brasil, 2013).

A formação docente é um eixo central para a efetividade do bilinguismo. Professores bilíngues – fluentes em Libras e capacitados em metodologias visuais – são imprescindíveis para mediar a aprendizagem sem depender de intérpretes, que, embora importantes, não substituem a atuação pedagógica direta (Lodi & Oliveira, 2022). Além disso, investimentos em recursos tecnológicos, como softwares de tradução e vídeos em Libras, podem ampliar as possibilidades de ensino.

Em síntese, alfabetizar e letrar surdos em uma perspectiva bilíngue exige romper com modelos homogeneizantes, valorizando a Libras como alicerce educacional e adaptando o português escrito às suas necessidades. A construção de uma escola verdadeiramente inclusiva passa pelo compromisso político, pela qualificação docente e pelo reconhecimento da cultura surda como parte integrante da diversidade humana.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A educação bilíngue para surdos configura-se como um direito linguístico e social, amparado por legislações nacionais e internacionais, mas que ainda enfrenta obstáculos para sua plena implementação. O estudo evidenciou que a alfabetização e o letramento nessa perspectiva demandam não apenas o domínio da Libras como língua materna, mas também a adaptação de metodologias que privilegiam a experiência visual e espacial dos surdos. A ausência de diretrizes específicas na BNCC e a carência de professores bilíngues são desafios que exigem ações urgentes por parte dos sistemas de ensino.

A construção de um currículo inclusivo, que contemple a cultura surda e utilize recursos pedagógicos acessíveis, é essencial para garantir a equidade no processo educativo. Práticas como a tradução de textos para Libras, o uso de vídeos sinalizados e a produção de materiais gráficos adaptados são estratégias eficazes para promover o letramento crítico e significativo. Além disso, a formação docente deve ser prioritária, capacitando profissionais para atuar em sala de aula sem depender exclusivamente de intérpretes, o que fortalece a autonomia dos alunos surdos.

As políticas públicas educacionais precisam avançar no sentido de assegurar condições estruturais e pedagógicas para a efetivação do bilinguismo. Isso inclui investimentos em pesquisas sobre metodologias de ensino, produção de materiais didáticos especializados e a criação de espaços escolares que valorizem a Libras como língua de instrução. Somente assim será possível superar as barreiras históricas que marginalizaram a comunidade surda no acesso à educação.

Em última análise, a educação bilíngue não se limita ao ensino de duas línguas, mas representa um compromisso com a diversidade humana e com o direito de todos os indivíduos a uma formação integral e respeitosa. A transformação do cenário educacional passa pelo reconhecimento da Libras como patrimônio linguístico e pela construção de práticas pedagógicas que, de fato, incluam os surdos como sujeitos ativos em sua própria aprendizagem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BRITO, L. F.; MIRANDA, W. S. Educação Bilíngue para Surdos: Políticas e Práticas. São Paulo: Penso, 2023.

GESSER, A. Libras? Que Língua é Essa? São Paulo: Parábola, 2020.

GÓES, M. C. R.; SOUZA, R. M. Letramento e Surdez: Práticas Bilíngues. São Paulo: Penso, 2021.

KARNOPP, L.; KLEIN, M. Língua de Sinais na Educação dos Surdos. Porto Alegre: Mediação, 2018.

LODI, A. C. B.; LACERDA, C. B. F. Educação Bilíngue para Surdos: Fundamentos e Práticas. São Paulo: Cortez, 2021.

LODI, A. C. B.; OLIVEIRA, J. P. Formação de Professores para Educação Bilíngue. Campinas: Mercado de Letras, 2022.

MARTINS, V. R. O. Surdez e Inclusão: Desafios Educacionais. Curitiba: Appris, 2019.

QUADROS, R. M.; PERLIN, G. Estudos Surdos VI: Bilinguismo e Educação. Florianópolis: UFSC, 2020.

SANTOS, L. F.; STROBEL, K. Cultura Surda e Educação. Curitiba: CRV, 2022.

SOARES, M. Letramento: Um Tema em Três Gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

Amorim, Francisco José Suassuna Belarmino de . Educação bilíngue para surdos: Alfabetização, letramento e os desafios da inclusão no contexto escolar.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 48
Educação bilíngue para surdos: Alfabetização, letramento e os desafios da inclusão no contexto escolar

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