Desafios da gestão escolar nas escolas públicas

CHALLENGES OF SCHOOL MANAGEMENT IN PUBLIC SCHOOLS

DESAFÍOS DE LA GESTIÓN ESCOLAR EN LAS ESCUELAS PÚBLICAS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/7C0DCD

DOI

doi.org/10.63391/7C0DCD

Silva, Elton da Fonseca . Desafios da gestão escolar nas escolas públicas. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A finalidade deste trabalho é demonstrar os desafios da gestão nas escolas públicas, cujo estudo foi encontrar os desafios que os gestores escolares vêm enfrentando frente às suas funções nas escolas públicas brasileiras de educação básica. Para uma boa gestão escolar, é necessário passar por vários estágios, pois os gestores devem executar ações para elaborar a proposta pedagógica, administrar pessoal e recursos. A gestão escolar democrática ajuda a minimizar esses desafios, com o apoio do Conselho Escolar e do Projeto Político Pedagógico, embora o gestor permaneça como o principal responsável. Para a pesquisa, foram utilizados dados qualitativos e quantitativos, concluindo que existe gestão participativa nessas instituições, adequação periódica e aceitação do Projeto Político Pedagógico, distinguindo que as atividades são desenvolvidas de forma conjunta, tomando decisões em coletividade.
Palavras-chave
gestão; desafios; escola.

Summary

The purpose of this study is to demonstrate the challenges of management in public schools, and the study aimed to identify the challenges that school managers have been facing in their roles in Brazilian public schools for basic education. For good school management, it is necessary to go through several stages, since managers must carry out actions to develop the pedagogical proposal and manage personnel and resources. Democratic school management helps to minimize these challenges, with the support of the school board and the Political Pedagogical Project, although the manager remains the main person responsible. Qualitative and quantitative data were used for the research, concluding that there is participatory management in these institutions, periodic adaptation and acceptance of the Political Pedagogical Project, distinguishing that the activities are developed jointly, making decisions collectively.
Keywords
management; challenge; schools.

Resumen

El propósito de este trabajo es demostrar los desafíos de la gestión en escuelas públicas. Su estudio se centró en identificar los desafíos que enfrentan los gestores escolares en sus funciones en las escuelas públicas brasileñas de educación básica. Una buena gestión escolar requiere varias etapas, ya que los gestores deben ejecutar acciones para desarrollar una propuesta pedagógica y gestionar personas y recursos. Una gestión escolar democrática ayuda a minimizar estos desafíos, ya que, con el apoyo del consejo escolar y el Proyecto Político Pedagógico, el gestor sigue siendo el principal responsable. Para la investigación, se utilizaron datos cualitativos y cuantitativos, concluyendo que existe una gestión participativa en las instituciones, una adaptación periódica y la aceptación del Proyecto Político Pedagógico, destacando que las actividades solo se llevan a cabo de forma conjunta, tomando decisiones de forma colectiva.
Palavras-clave
gestión; retos; escuela.

INTRODUÇÃO 

A GESTÃO ESCOLAR E SEUS DESAFIOS

A gestão escolar nas escolas públicas brasileiras representa um dos pilares fundamentais para a promoção de uma educação de qualidade, equitativa e inclusiva. No entanto, esse processo enfrenta inúmeros desafios que exigem uma atuação estratégica, comprometida e inovadora por parte dos gestores. Em um cenário marcado por desigualdades sociais, limitações orçamentárias e políticas públicas, muitas vezes instáveis, os gestores escolares têm a missão de equilibrar demandas pedagógicas, administrativas e sociais, garantindo o funcionamento eficaz das instituições de ensino e o desenvolvimento integral dos estudantes.

Entre os principais desafios está a escassez de recursos financeiros, que compromete desde a manutenção da infraestrutura física das escolas até a aquisição de materiais didáticos e tecnologias educacionais. Muitas unidades enfrentam problemas estruturais sérios, como falta de acessibilidade, precariedade nas instalações e ausência de equipamentos básicos, o que dificulta a criação de um ambiente propício à aprendizagem. Além disso, a burocracia na liberação e gestão dos recursos públicos pode atrasar intervenções urgentes e prejudicar a autonomia escolar.

Outro obstáculo relevante é a carência de formação continuada e valorização dos profissionais da educação. Gestores, professores e demais servidores muitas vezes atuam sem o apoio necessário para aprimorar suas práticas, enfrentando os desafios cotidianos e lidando com questões complexas como indisciplina, evasão escolar e inclusão de alunos com necessidades especiais. A alta rotatividade de profissionais e a sobrecarga de trabalho também afetam diretamente a qualidade da gestão e do ensino oferecido. 

Contudo, a gestão democrática, prevista na legislação educacional brasileira, enfrenta dificuldades para se consolidar plenamente no cotidiano das escolas públicas. A participação da comunidade escolar — alunos, pais, professores e funcionários — nas decisões importantes ainda é limitada, seja por falta de mecanismos eficazes de envolvimento, seja por desinteresse ou desconhecimento dos papéis que cada ator pode desempenhar. Essa limitação compromete a construção de um projeto político pedagógico realmente representativo e eficaz. Além disso, a gestão escolar precisa lidar com os reflexos de problemas sociais mais amplos, como pobreza, violência, desigualdade de acesso à cultura e saúde, que interferem diretamente na rotina escolar e no desempenho dos alunos. Nessas condições, a escola se vê desafiada a cumprir não apenas seu papel educacional, mas também a atuar como espaço de acolhimento, proteção e promoção de direitos básicos. 

Diante desse contexto complexo, torna-se evidente que a gestão escolar nas escolas públicas requer muito mais do que habilidades administrativas. É preciso visão estratégica, sensibilidade social, capacidade de liderança, domínio pedagógico e, sobretudo, compromisso com a transformação da realidade educacional. Superar esses desafios não é uma tarefa simples, mas é um passo essencial para garantir uma educação pública de qualidade, capaz de promover a cidadania, a equidade e o desenvolvimento sustentável do país. 

Além disso, devemos analisar os desafios da gestão escolar democrática através de ações que tragam bons resultados, demonstrando a importância de uma gestão voltada para alcançar objetivos e enfrentar estes desafios.  O gestor deve ter uma equipe para ajudar nas decisões que promovam educação de qualidade, onde a escola é um espaço importante para o desenvolvimento humano e a qualidade de vida, sendo foco da sociedade, pois estes gestores enfrentam desafios que exigem novas habilidades e decisões justas. Como sabemos, os desafios da Educação envolvem não apenas a sala de aula, mas também os gestores escolares. 

Diante disso, torna-se importante refletir a respeito desses desafios e dificuldades, de modo que posteriormente possa ser possível encontrar soluções para os mesmos, trocar experiências entre gestores, e sobretudo, por meio da publicação deste estudo, muitos profissionais que hoje atuam na gestão das escolas públicas possam ter acesso ao mesmo. 

Sendo assim, a gestão democrática apoia o trabalho, resolve desafios e promove boas práticas nas atividades escolares. O gestor deve buscar soluções para fortalecer a escola e ajudar no ensino-aprendizagem dos alunos, pois uma escola bem organizada e gerida é aquela que cria e assegura condições organizacionais, operacionais e pedagógicas que permita o bom desenvolvimento dos professores em sala de aula, de modo que todos os seus alunos sejam bem-sucedidos em suas aprendizagens. 

Além disso, a aprendizagem é importante para a boa avaliação da escola, mostrando a qualidade do ensino. Martins (2010, p. 19), destaca o papel dos gestores na busca pela qualidade. Com isso, é notória a concepção de que o bom gerenciamento pode refletir numa boa aprendizagem. Dalcorso (2012, p. 65), afirma que:

Uma das formas de conseguir melhorias educacionais é buscar aprimorar a gestão escolar. O gestor deve se preocupar com a formação dos alunos, participação da comunidade, melhoria dos processos administrativos e pedagógicos, gestão dos recursos, e formação de professores e funcionários. Uma alternativa para viabilizar melhores práticas é a implementação de projetos específicos e bem definidos para melhorar os processos internos críticos e obter uma educação de qualidade.

Desta forma, ser gestor de uma escola não é uma tarefa simples. Ele deve se preocupar com o ensino dos alunos e garantir o funcionamento da instituição. O papel do gestor não se limita a um papel puramente burocrático administrativo, mas é uma tarefa de articulação, de coordenação, de internacionalização que, embora suponha o administrativo, o vincula radicalmente ao pedagógico. Sua função deve estar ligada a uma proposta que assegure a qualidade do ensino, garantindo o sucesso da escola, pois conforme Dalcorso (2012, p. 66), “o grande desafio do gestor escolar é fazer funcionar a escola pautada em um projeto coletivo com foco na qualidade da educação”.

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO: FUNDAMENTOS NA LDB (LEI Nº 9.394/96)

A gestão democrática do ensino público é um dos princípios fundamentais da educação brasileira, conforme estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394/96. Esse princípio está diretamente relacionado à participação da comunidade escolar no processo de tomada de decisões e à construção de uma educação mais inclusiva, transparente e voltada para a cidadania.

O artigo 3º da LDB define a gestão democrática do ensino público como um dos princípios que orientam o ensino no país. Já o artigo 14 detalha que os sistemas de ensino devem assegurar esse princípio nos estabelecimentos públicos de educação, respeitando as peculiaridades de cada instituição e observando, entre outros aspectos:

  • A participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
  • A participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

Esses dispositivos legais buscam garantir que a escola não seja apenas um espaço de transmissão de conhecimento, mas também um ambiente de convivência democrática, onde diferentes atores – gestores, professores, alunos, pais e representantes da comunidade – possam dialogar, contribuir e co-responsabilizar-se pela qualidade da educação. A gestão democrática, portanto, vai além da simples descentralização administrativa. Ela pressupõe o exercício da cidadania, a transparência na gestão dos recursos públicos, a valorização do diálogo e o compromisso coletivo com o desenvolvimento educacional e social.

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (PNE)

A gestão democrática é um dos pilares estruturantes do Plano Nacional de Educação (PNE), instituído pela Lei nº 13.005/2014, que estabelece diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira no período de 2014 a 2024. Embora esse ciclo tenha se encerrado recentemente, os princípios nele contidos continuam orientando discussões e ações no campo da educação pública. 

Entre as dez diretrizes que orientam o PNE, está expressamente incluída a promoção da gestão democrática da educação pública. Essa diretriz reforça o compromisso do Estado com a construção de um sistema educacional mais participativo, transparente e voltado à cidadania. Essas estratégias reforçam a ideia de que a gestão democrática deve ser aplicada tanto na administração dos sistemas de ensino quanto no cotidiano das unidades escolares, garantindo o envolvimento ativo da comunidade escolar nas decisões pedagógicas, administrativas e financeiras. Dessa forma, o PNE estabelece um marco normativo importante para a consolidação de uma cultura de gestão educacional mais aberta, dialógica e corresponsável, fortalecendo o papel da escola como espaço de construção coletiva e cidadã.

DIFERENÇA ENTRE GESTÃO ESCOLAR E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR: UMA DISCUSSÃO TEÓRICA

A distinção entre gestão escolar e administração escolar tem sido amplamente discutida no campo da educação, especialmente a partir das transformações sociais e políticas que influenciam o modo como se pensa a organização das instituições de ensino. Embora muitas vezes utilizadas como sinônimos no senso comum, essas expressões possuem significados distintos do ponto de vista teórico e prático.

A administração escolar, em uma concepção mais tradicional, está associada a aspectos técnicos, burocráticos e operacionais da organização da escola. Historicamente influenciada pelas teorias da administração científica, essa abordagem enfatiza o controle, a hierarquia, a eficiência dos processos e o cumprimento de normas e regulamentos. O foco principal da administração está na execução de tarefas organizacionais, como o uso de recursos materiais, humanos e financeiros, além da manutenção da infraestrutura e cumprimento das diretrizes institucionais.

Por outro lado, a gestão escolar é uma concepção mais ampla, democrática e participativa, que ultrapassa os limites da administração no sentido técnico. A gestão envolve processos de liderança, tomada de decisão coletiva, construção do projeto político-pedagógico, mediação de conflitos e articulação entre os diversos sujeitos escolares (professores, alunos, pais, funcionários e comunidade). Do ponto de vista teórico, a gestão escolar está fortemente vinculada a valores como autonomia, participação, diálogo e responsabilidade social.

Autores como Vasconcellos (1995) e Paro (2001), destacam que a gestão escolar deve ser compreendida como um processo ético-político e pedagógico, que visa garantir a qualidade da educação e a formação integral dos sujeitos. Nessa perspectiva, a escola é vista não apenas como uma instituição que administra recursos, mas como um espaço de construção coletiva do conhecimento e do exercício da cidadania. Portanto, enquanto a administração escolar tende a enfatizar o “como fazer” em termos de organização e controle, a gestão escolar se preocupa com o “para que” e “com quem fazer”, considerando o sentido social da escola e a participação ativa dos seus sujeitos. Essa distinção é fundamental para a construção de uma educação mais democrática e comprometida com a transformação social.

ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE GESTÃO ESCOLAR E DESEMPENHO EDUCACIONAL

A qualidade da gestão escolar é um fator determinante para o desempenho educacional dos estudantes. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), provenientes do Censo Escolar e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), oferecem insights valiosos sobre essa correlação.

COMPLEXIDADE DA GESTÃO ESCOLAR

O INEP desenvolveu o Indicador de Complexidade da Gestão Escolar, que considera variáveis como o porte da escola, número de turnos de funcionamento, complexidade das etapas ofertadas e número de etapas/modalidades oferecidas. Estudos indicam que escolas com maior complexidade enfrentam desafios adicionais para alcançar melhores resultados educacionais. 

RELAÇÃO ENTRE GESTÃO E DESEMPENHO

Pesquisas apontam que, nas séries iniciais do ensino fundamental, há uma relação positiva entre a qualidade da gestão escolar e o desempenho dos alunos. No entanto, essa relação tende a se enfraquecer nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio. 

EXEMPLOS REGIONAIS

Iniciativas como o Programa de Educação Integral de Pernambuco e o Programa “Mãos à Obra” de Goiás demonstram como a gestão eficaz, aliada ao envolvimento da comunidade escolar, pode melhorar significativamente o desempenho do IDEB. 

DADOS DO CENSO ESCOLAR

O Censo Escolar de 2022 revela que apenas 11,4% dos gestores escolares municipais passaram por processo seletivo qualificado antes de serem nomeados, enquanto 28,7% dos gestores estaduais passaram por tal processo. Além disso, 66,6% dos gestores municipais e 23,3% dos estaduais foram exclusivamente indicados pela gestão, sem participação da comunidade escolar. 

IMPLICAÇÕES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS

Esses dados sugerem que a qualidade da gestão escolar, incluindo processos seletivos transparentes e participação da comunidade, impacta diretamente o desempenho educacional. Políticas públicas que promovam a formação continuada de gestores e incentivem práticas de gestão democrática podem contribuir para a melhoria dos resultados educacionais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dos múltiplos desafios enfrentados pela gestão escolar nas escolas públicas, torna-se evidente a necessidade de fortalecer políticas educacionais que garantam recursos adequados, formação continuada para os gestores e maior participação da comunidade escolar. Superar essas dificuldades exige um compromisso coletivo com a educação pública, reconhecendo a gestão como um fator essencial para promover a equidade, a qualidade do ensino e o desenvolvimento integral dos estudantes. Apenas com uma gestão escolar eficiente, democrática e sensível às realidades sociais será possível transformar a escola em um espaço verdadeiramente inclusivo e transformador.

Logo, mediante os inúmeros desafios enfrentados pelas escolas públicas, a gestão escolar assume um papel estratégico e transformador, visto que questões como a escassez de recursos, a evasão escolar, a falta de infraestrutura e a necessidade de inclusão exigem lideranças comprometidas, criativas e preparadas para promover uma educação de qualidade. E para isso, é fundamental investir na formação de gestores, fortalecer a autonomia escolar, incentivar a participação da comunidade e implementar políticas públicas que garantam suporte contínuo. Superar esses obstáculos não é tarefa fácil, mas é possível por meio de uma gestão democrática, colaborativa e voltada para o desenvolvimento integral dos alunos.

Portanto, o gestor escolar é responsável pelo funcionamento e desenvolvimento da escola, devendo contar com o apoio da sua equipe para resolver problemas, pois os desafios são grandes e muitas vezes exigem muito dele, de modo que, ao adotar uma gestão democrática, a escola pode aliviar a carga deste gestor, que terá apoio na resolução de problemas, mantendo sua responsabilidade. Com o suporte da equipe, estará preparado para vencer desafios e garantir a qualidade do ensino, que é a principal razão de ser da escola. Sem contar que todos os gestores escolares necessitam trabalhar com responsabilidade, compromisso, amor, dedicação, afetividade e em equipe, valorizando o diálogo e a autoridade democrática, envolvendo a família na escola com projetos e buscando parcerias com o governo e a comunidade escolar.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB. 9394/1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. 

DALCORSO, Claudia Zuppini. O planejamento estratégico: um instrumento para o gestor de escola pública. Jundiaí/SP: Paco Editorial, 2012. 

LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2012.

LUCK, Heloisa. Gestão educacional: uma questão paradigmática. Revista Em Aberto, Brasília, v. 17, n. 72, p. 25-31, 2000.

MARTINS, Clícia Bührer. Et. al. Gestão Educacional II. Licenciatura em Pedagogia. Educação à Distância. Ponta Grossa/PR: UEPG/NUTEAD, 2010. 

OS DESAFIOS DA GESTÃO ESCOLAR NA ATUALIDADE. Disponível em: https://jornadaedu.com.br/gestao-escolar/os-desafios-da-gestao-escolar-na-atualidade/. Acesso em: 01 de julho de 2020.

PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2001.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Gestão democrática da escola: do autoritarismo à participação. São Paulo: Libertad, 1995.

Silva, Elton da Fonseca . Desafios da gestão escolar nas escolas públicas.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 48
Desafios da gestão escolar nas escolas públicas

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