Ludicidade e internacionalidade pedagógicas na educação infantil: O brincar como estratégia formativa

PLAYFULNESS AND PEDAGOGICAL INTENTIONALITY IN EARLY CHILDHOOD EDUCATION: PLAYING AS A TRAINING STRATEGY

LÚDICA E INTENCIONALIDAD PEDAGÓGICA EN EDUCACIÓN INFANTIL: EL JUEGO COMO ESTRATEGIA DE FORMACIÓN

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/7DFF64

DOI

doi.org/10.63391/7DFF64

Sardanha, Aline Marcelli de Borba Marins. Ludicidade e internacionalidade pedagógicas na educação infantil: O brincar como estratégia formativa. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo analisa a inter-relação entre ludicidade e intencionalidade pedagógica na educação infantil, considerando o brincar como um direito assegurado à criança e, simultaneamente, como uma estratégia educativa fundamentada em propósitos formativos. Partindo da compreensão de que o brincar representa uma prática cultural e constitutiva do desenvolvimento infantil, investiga-se, por meio de abordagem qualitativa e revisão bibliográfica, o papel dessa atividade lúdica na mediação dos processos de aprendizagem. A pesquisa toma como base teórica as contribuições de Piaget, Vygotsky e Kishimoto, cujas obras oferecem subsídios para a análise das dimensões cognitivas, afetivas, sociais e motoras envolvidas no brincar. O problema central reside na aparente dicotomia entre a espontaneidade do ato de brincar e a necessidade de intencionalidade educativa por parte do docente. Os objetivos consistem em compreender como o brincar pode ser articulado com objetivos pedagógicos sem comprometer a liberdade e o protagonismo infantil; especificamente, investigar os fundamentos teóricos do brincar na educação infantil e propor reflexões sobre sua aplicação pedagógica orientada. A relevância da temática justifica-se pela necessidade de práticas pedagógicas que respeitem os saberes infantis, promovendo experiências significativas de aprendizagem na primeira infância. Os resultados apontam que, quando planejadas com intencionalidade, as ações lúdicas ampliam os potenciais formativos das crianças, sem limitar sua autonomia. Conclui-se que a intencionalidade pedagógica, longe de restringir o brincar, atua como elemento estruturante para que o educador conduza práticas significativas, respeitando o tempo, os interesses e as expressões infantis.
Palavras-chave
educação infantil; ludicidade; intencionalidade pedagógica; desenvolvimento infantil; brincar.

Summary

This article analyzes the interrelationship between playfulness and pedagogical intentionality in early childhood education, considering play both as a guaranteed right for children and as an educational strategy grounded in formative objectives. Based on the understanding that play is a cultural and developmental practice in childhood, the study investigates—through a qualitative approach and bibliographic review—the role of ludic activity in mediating learning processes. The theoretical framework draws from the contributions of Piaget, Vygotsky, and Kishimoto, whose works support the analysis of cognitive, affective, social, and motor dimensions involved in play. The central issue lies in the perceived dichotomy between the spontaneity of play and the necessity for pedagogical intentionality on the part of educators. The general objective is to understand how play can be aligned with educational goals without compromising children’s freedom and agency; specifically, to examine the theoretical foundations of play in early education and propose reflections on its intentional pedagogical application. The relevance of the topic is justified by the need for pedagogical practices that value children’s knowledge and promote meaningful learning experiences in early childhood. The findings indicate that when pedagogically planned, ludic actions enhance children’s formative potentials without limiting their autonomy. It is concluded that pedagogical intentionality, rather than restricting play, acts as a structuring element that enables educators to guide meaningful practices while respecting the time, interests, and expressions of children.
Keywords
early childhood education; playfulness; pedagogical intentionality; child development; play.

Resumen

Este artículo analiza la interrelación entre la ludicidad y la intencionalidad pedagógica en la educación infantil, considerando el juego tanto como un derecho garantizado de la infancia como una estrategia educativa basada en propósitos formativos. A partir del entendimiento de que el juego representa una práctica cultural y constitutiva del desarrollo infantil, se investiga—mediante un enfoque cualitativo y revisión bibliográfica—el papel de la actividad lúdica en la mediación de los procesos de aprendizaje. El marco teórico se fundamenta en las contribuciones de Piaget, Vygotsky y Kishimoto, cuyas obras ofrecen soporte para el análisis de las dimensiones cognitivas, afectivas, sociales y motrices implicadas en el juego. El problema central radica en la aparente dicotomía entre la espontaneidad del juego y la necesidad de intencionalidad educativa por parte del docente. El objetivo general consiste en comprender cómo el juego puede articularse con metas pedagógicas sin comprometer la libertad y el protagonismo infantil; específicamente, se busca examinar los fundamentos teóricos del juego en la educación infantil y proponer reflexiones sobre su aplicación pedagógica intencional. La relevancia del tema se justifica por la necesidad de prácticas pedagógicas que reconozcan los saberes infantiles y promuevan experiencias de aprendizaje significativas en la primera infancia. Los resultados indican que, cuando las acciones lúdicas se planifican con intencionalidad, amplían los potenciales formativos de los niños sin limitar su autonomía. Se concluye que la intencionalidad pedagógica, lejos de restringir el juego, actúa como elemento estructurante que permite al educador conducir prácticas significativas, respetando el tiempo, los intereses y las expresiones infantiles.
Palavras-clave
educación infantil; lúdica; intencionalidad pedagógica; desarrollo infantil; juego.

INTRODUÇÃO

A educação infantil contemporânea tem se consolidado como um espaço privilegiado para o desenvolvimento integral da criança, reconhecendo o brincar como prática essencial à infância. Estudos como os de Chen, Rouse e Morrissey (2023) destacam que o brincar não apenas favorece a aprendizagem, mas também constitui um contexto pedagógico que exige intencionalidade por parte do educador. De acordo com Oliveira e Santos (2024), a ludicidade, quando articulada a práticas planejadas, potencializa a construção de saberes significativos, respeitando os tempos e modos de ser da criança. Nesse cenário, a motivação para esta pesquisa reside na necessidade de compreender como o educador pode integrar o brincar espontâneo às ações pedagógicas intencionais, sem comprometer a autonomia e o protagonismo infantil.

O problema investigado parte da seguinte questão: de que forma a intencionalidade pedagógica pode ser incorporada às práticas lúdicas na educação infantil, promovendo aprendizagens significativas sem limitar a liberdade do brincar? O objetivo geral é analisar a articulação entre ludicidade e intencionalidade pedagógica no contexto da educação infantil. Especificamente, busca-se: identificar os fundamentos teóricos que sustentam o brincar como prática educativa; examinar como a intencionalidade docente pode ser aplicada em atividades lúdicas; e refletir sobre os impactos dessa articulação no desenvolvimento cognitivo, social, afetivo e motor da criança.

A relevância da pesquisa está na contribuição para o aprimoramento das práticas pedagógicas na educação infantil, considerando diretrizes curriculares que valorizam o brincar como linguagem da infância e reconhecem o papel ativo do educador na mediação dos processos de aprendizagem (Felton & Cortez-Castro, 2024; Australian Education Research Organisation, 2023). A metodologia adotada é qualitativa, com enfoque em revisão bibliográfica de autores nacionais e internacionais que discutem o brincar sob a perspectiva da intencionalidade pedagógica, permitindo uma análise crítica e fundamentada sobre o tema.

METODOLOGIA

A presente pesquisa caracteriza-se como qualitativa, adotando a pesquisa bibliográfica como método principal, com o objetivo de compreender as formas de articulação entre ludicidade e intencionalidade pedagógica na prática docente da educação infantil. A abordagem qualitativa permite a análise interpretativa dos fenômenos educacionais, considerando os significados construídos a partir das experiências, contextos socioculturais e práticas pedagógicas, em consonância com os pressupostos teóricos que norteiam o desenvolvimento infantil.

A pesquisa bibliográfica fundamentou-se na análise de obras de referência nas áreas da educação e da psicologia, contemplando autores clássicos e contemporâneos como Piaget (1971), Vygotsky (1991), Kishimoto (2007) e Oliveira-Formosinho (2002), bem como documentos normativos, especialmente a Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2017). Foram consultados livros, artigos científicos e publicações especializadas disponíveis em bases indexadas como SciELO, Google Acadêmico e repositórios institucionais, priorizando materiais publicados nas últimas duas décadas.

O processo de seleção dos textos levou em consideração a relevância teórica e empírica das publicações voltadas à compreensão da ludicidade, da intencionalidade pedagógica, do desenvolvimento infantil e das práticas docentes na primeira infância. A análise do conteúdo foi conduzida a partir da identificação de categorias temáticas recorrentes, tais como o papel do professor como mediador, os sentidos atribuídos ao brincar, e a integração entre práticas lúdicas e objetivos educacionais.

Essa abordagem permitiu uma construção analítica aprofundada sobre a importância do planejamento pedagógico que incorpore o brincar como linguagem formativa, contribuindo para uma prática educativa voltada à promoção do desenvolvimento global da criança.

RESULTADOS DA PESQUISA

Os resultados desta pesquisa revelam que a articulação entre ludicidade e intencionalidade pedagógica configura-se como uma prática fundamental para o desenvolvimento integral da criança na educação infantil. A partir da análise bibliográfica de autores clássicos e contemporâneos, constatou-se que o brincar transcende a função recreativa, assumindo o papel de linguagem formativa, que expressa modos de ser, aprender e se relacionar com o mundo.

Segundo Vygotsky (1991), o brincar representa uma atividade simbólica que permite à criança antecipar situações da vida adulta e internalizar normas sociais, ao mesmo tempo em que desenvolve capacidades superiores, como a autorregulação e o pensamento abstrato. O autor ressalta que a criança, ao brincar, desloca-se do campo da repetição sensório-motora e adentra o universo simbólico, promovendo experiências de aprendizagem mediadas socialmente. Para Piaget (1971), o jogo constitui uma forma de assimilação ativa da realidade, sendo uma manifestação do processo de equilibração cognitiva. A criança, ao manipular objetos, explorar ambientes e interagir com pares, reorganiza esquemas mentais e amplia suas estruturas de pensamento. Já Kishimoto (2007) reforça a dimensão pedagógica do brincar ao afirmar que, além de prazerosa, essa prática oferece um campo fértil para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, afetivas e motoras.

A análise dessas concepções é sintetizada na Tabela 1, que apresenta as principais funções formativas do brincar, com destaque para suas implicações no processo de desenvolvimento infantil.

Tabela 1 – Funções Formativas do Brincar na Educação Infantil

Fonte: Elaboração própria com base em Vygotsky (1991), Piaget (1971), Kishimoto (2007) e BNCC (BRASIL, 2017)

Conforme demonstrado na tabela, o brincar é um dispositivo pedagógico potente, que, se mediado adequadamente, contribui de forma significativa para o desenvolvimento global da criança. A valorização do lúdico como linguagem legítima da infância ressignifica o papel do professor, que passa a atuar como mediador das experiências vividas.

No que se refere à intencionalidade pedagógica, os resultados indicam que essa dimensão remete à consciência do educador sobre os objetivos de aprendizagem e as possibilidades de desenvolvimento infantil. Oliveira-Formosinho (2002) afirma que a intencionalidade não se refere à intervenção impositiva, mas sim ao planejamento ético de experiências que respeitem a natureza lúdica da infância. O docente passa a ser responsável por mediar situações significativas, considerando os interesses e expressões das crianças, sem reduzir o brincar a uma atividade funcionalista ou instrucional.

Essa concepção é detalhada na Tabela 2, que apresenta os elementos constitutivos da intencionalidade pedagógica e seus efeitos sobre a prática docente na educação infantil.

Tabela 2 – Elementos da Intencionalidade Pedagógica na Educação Infantil

Fonte: Elaboração própria com base em Oliveira-Formosinho (2002)

A partir desses elementos, verifica-se que o professor que atua com intencionalidade pedagógica promove uma educação centrada na criança, em que o brincar deixa de ser visto como momento periférico e passa a ocupar lugar de destaque no planejamento curricular. A mediação docente, nesse contexto, potencializa o ato de brincar, transformando-o em prática significativa e promotora de desenvolvimento.

Em síntese, os resultados da pesquisa demonstram que brincar e ensinar são dimensões que se complementam na educação infantil. Quando articuladas com clareza e respeito à singularidade das crianças, promovem experiências que favorecem a aprendizagem ativa, a construção de sentidos e a formação integral. A ludicidade, longe de ser uma atividade secundária, constitui-se como linguagem legítima da infância, enquanto a intencionalidade pedagógica atua como princípio estruturante das ações educativas voltadas à escuta, à sensibilidade e ao desenvolvimento pleno da criança.

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 

Os achados evidenciam que, quando o brincar é planejado com intencionalidade, ele se transforma em uma prática educativa potente, capaz de promover aprendizagens significativas e o desenvolvimento integral da criança.

A utilização de jogos de regras, por exemplo, demonstra como o lúdico pode ser articulado a objetivos pedagógicos claros, favorecendo o pensamento lógico, a cooperação e o respeito às normas sociais. Essa prática, longe de limitar a espontaneidade infantil, amplia as possibilidades de construção de saberes, conforme apontado por Vygotsky (1991), ao destacar o brincar como espaço privilegiado para a internalização de significados e o desenvolvimento de funções psicológicas superiores.

As atividades de faz de conta, construção com blocos, dramatizações e brincadeiras tradicionais também se revelam como contextos ricos para o desenvolvimento da linguagem, da socialização e da coordenação motora. A mediação docente, nesse cenário, é essencial: cabe ao professor observar, propor desafios e intervir com intencionalidade, como sugerem Campos et al. (2011), garantindo que essas experiências estejam alinhadas a propósitos formativos e respeitem os interesses das crianças.

Contudo, os resultados também alertam para o risco da instrumentalização do brincar, quando este é reduzido a um recurso didático para cumprir metas curriculares. Tal abordagem compromete a natureza livre, criativa e prazerosa do brincar, esvaziando seu potencial formativo. A ludicidade, como essência do brincar, deve ser compreendida como parte integrante do currículo, conforme defendido por Kishimoto (2007), e não como um momento periférico da rotina escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2017) reforça essa perspectiva ao reconhecer o brincar como eixo estruturante das práticas pedagógicas na educação infantil, ao lado das interações. Os campos de experiências “O eu, o outro e o nós” e “Corpo, gestos e movimentos” exemplificam como o lúdico pode ser articulado às dimensões do desenvolvimento previstas no documento, desde que o professor atue com intencionalidade e sensibilidade.

Outro aspecto discutido nos resultados é a postura docente frente às atividades lúdicas. A pesquisa identificou que muitos professores ainda reproduzem uma visão fragmentada do brincar, tratando-o como mero entretenimento. Essa concepção limita o potencial pedagógico das experiências lúdicas e pode comprometer o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. A formação continuada, como indicam Nunes e Silva (2019), é fundamental para promover uma mudança de paradigma, fortalecendo a compreensão do brincar como prática educativa legítima.

A intencionalidade pedagógica, nesse contexto, não se confunde com rigidez ou controle excessivo. Ao contrário, ela propõe um planejamento flexível, capaz de acolher os interesses e necessidades das crianças. Essa intencionalidade se expressa na escuta atenta, na organização dos espaços, na escolha dos materiais e na observação constante dos processos de aprendizagem, conferindo ao professor o papel de mediador e facilitador da construção do conhecimento.

Durante a pandemia da COVID-19, práticas lúdicas foram ressignificadas como estratégias de acolhimento emocional e reintegração das crianças ao ambiente escolar. Estudos como os de Rocha e Almeida (2022) evidenciam que o brincar assumiu papel central na reconstrução dos vínculos afetivos e na promoção do bem-estar infantil, reforçando a importância da articulação entre ludicidade e intencionalidade como pilares do cuidado e da educação.

Em síntese, os resultados discutidos apontam que a integração entre ludicidade e intencionalidade pedagógica é condição essencial para uma prática educativa comprometida com o desenvolvimento integral da criança. O professor, ao assumir o papel de organizador de experiências significativas, transforma o cotidiano escolar em um espaço de aprendizagem prazerosa, contextualizada e humanizada, em que o brincar é reconhecido como direito, linguagem e estratégia formativa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise desenvolvida ao longo deste estudo permitiu compreender que a integração entre o brincar e a intencionalidade na prática pedagógica da educação infantil não configura uma oposição entre liberdade e planejamento, mas uma complementaridade capaz de enriquecer os processos educativos. Ao reconhecer o brincar como linguagem formativa, sustentada por dimensões simbólicas, cognitivas, afetivas e sociais, evidencia-se seu papel central no desenvolvimento da criança, sobretudo quando inserido em contextos pedagógicos orientados por ações conscientes do educador.

As práticas lúdicas observadas, como jogos de regras, dramatizações e construções simbólicas, revelam-se eficazes para promover habilidades complexas como pensamento lógico, cooperação, expressão oral e motricidade. Tais experiências, quando mediadas com escuta, flexibilidade e clareza de propósitos, demonstram que é possível preservar a espontaneidade infantil sem renunciar à intenção pedagógica que sustenta o ato educativo.

A investigação reforça que o papel do professor é decisivo na organização de ambientes e situações que favoreçam a aprendizagem significativa. Sua atuação como mediador possibilita que o brincar não apenas seja respeitado como expressão da infância, mas transformado em oportunidade para ampliação de repertórios, construção de conhecimentos e fortalecimento da autonomia.

Portanto, conclui-se que é viável promover práticas pedagógicas que respeitem a essência do brincar e, ao mesmo tempo, ofereçam intencionalidade educativa. Essa articulação, longe de limitar o potencial infantil, amplia as possibilidades de formação integral, contribuindo para uma educação comprometida com os direitos da criança, com a escuta ativa e com a valorização das múltiplas formas de aprender na infância.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

Sardanha, Aline Marcelli de Borba Marins. Ludicidade e internacionalidade pedagógicas na educação infantil: O brincar como estratégia formativa.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
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Clinical infectious diseases.
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Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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