Inteligência artificial na educação: Possibilidades pedagógicas e desafios

ARTIFICIAL INTELLIGENCE IN EDUCATION: PEDAGOGICAL POSSIBILITIES AND CHALLENGERS

INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN LA EDUCACIÓN: POSIBILIDADES PEDAGÓGICAS Y DESAFIOS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/A638B1

DOI

doi.org/10.63391/A638B1

Gonçalves, Silvana Aparecida Borges. Inteligência artificial na educação: Possibilidades pedagógicas e desafios. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O presente artigo, fruto de uma pesquisa bibliográfica, que pretende abordar os principais pontos sobre a Inteligência Artificial na educação, muitos são os desafios então, ao abordar sobre esse assunto é estar diante de um cenário ainda sem muitos aportes para afirmar que isso vai dar certo ou não. Para tanto deve haver cautela para falar sobre o tema que ainda é bastante novo para os envolvidos principalmente em educação, apesar da inteligência artificial ser antiga, muitos profissionais não estão acostumados a ouvir essa palavra, muito embora já seja utilizada dessa inteligência em nosso dia a dia. Falar em tecnologia na educação é um desafio constante, mesmo para professores ou pesquisadores porque as tecnologias estão sempre em evolução, as mudanças são rápidas como o vento, nem é terminado uma discussão sobre o usos dos computadores e dispositivos móveis e já está disponível uma nova tecnologia, a velocidade e o crescimento das informações e ferramentas parece ser infinita e constante causando até medo. Na educação espera-se que seja forte aliada em avaliar o desempenho dos estudantes nos processos de aprendizagem e otimização de tempo nos processos de avaliação. Sendo assim o presente estudo procurou abordar que a inteligência artificial (IA) tem se tornado uma presença cada vez mais marcante no dia a dia, e na educação ela traz possibilidades incríveis para transformar a forma como se pode aprender e também ensinar. Com a IA, o aprendizado fica personalizado , facilitando o acesso ao conhecimento e tornando as aulas mais interativas e envolventes. Além disso, essa tecnologia permite criar ambientes de ensino adaptados às necessidades de cada estudante e automatizar tarefas administrativas, dando mais tempo aos professores para se dedicarem ao que realmente importa: apoiar e inspirar seus alunos. Essa inovação está abrindo novas fronteiras para uma educação mais inclusiva, eficiente e estimulante para todos.
Palavras-chave
desafios; tecnologias; velocidade; ferramentas; inteligência artificial.

Summary

This article, the result of a bibliographic study, aims to address the main points about Artificial Intelligence in education because there are many challenges, so discussing this topic means facing a scenario that still lacks many contributions to assert whether it will work or not. Therefore, caution is needed when talking about a subject that is still quite new for those involved, especially in education, although artificial intelligence is not new, many professionals are not accustomed to hearing this word, even though this intelligence is already used in our daily lives. Speaking about technology in education is a constant challenge, even for teachers or researchers, because technologies are always evolving; changes are as rapid as the wind, and even before a discussion about the uses of computers and mobile devices ends, a new technology is already available. The speed and growth of information and tools seems infinite and constant, sometimes generating fear. In education, it is expected to be a strong ally in assessing students’ performance in learning processes and in time optimization during assessment processes. Thus, the present study sought to address how artificial intelligence (AI) has become an increasingly prominent presence in daily life, and in education it brings incredible possibilities to transform the way we learn and teach. With AI, learning becomes personalized, facilitating access to knowledge and making classes more interactive and engaging. Moreover, this technology allows the creation of teaching environments tailored to each student’s needs and the automation of administrative tasks, giving teachers more time to dedicate to what really matters: supporting and inspiring their students. This innovation is opening new frontiers for a more inclusive, efficient, and stimulating education for all.
Keywords
challange; technologies; speed; tools; artificial intelligence.

Resumen

Este artículo, fruto de un estudio bibliográfico, tiene como objetivo abordar los puntos principales sobre la Inteligencia Artificial en la educación, porque hay muchos desafíos, así que abordar este tema implica enfrentarse a un escenario que aún carece de aportes para afirmar si funcionará o no. Por ello, debe haber prudencia al hablar de un tema que todavía es bastante nuevo para los involucrados, especialmente en la educación, aunque la inteligencia artificial no es nueva, muchos profesionales no están acostumbrados a oír esta palabra, a pesar de que ya se utiliza esa inteligencia en nuestra vida diaria. Hablar de tecnología en la educación es un desafío constante, incluso para docentes o investigadores, porque las tecnologías están siempre evolucionando; los cambios son tan rápidos como el viento, y antes de terminar una discusión sobre los usos de las computadoras y dispositivos móviles ya hay una nueva tecnología disponible. La velocidad y el crecimiento de la información y las herramientas parece infinito y constante, a veces generando miedo. En la educación se espera que sea una aliada firme para evaluar el desempeño de los estudiantes en los procesos de aprendizaje y para optimizar el tiempo en los procesos de evaluación. Así, el presente estudio buscó abordar cómo la inteligencia artificial (IA) se ha convertido en una presencia cada vez más notable en la vida diaria, y en la educación ofrece posibilidades increíbles para transformar la forma en que se puede aprender y enseñar. Con la IA, el aprendizaje se vuelve personalizado, facilitando el acceso al conocimiento y haciendo las clases más interactivas y atractivas. Además, esta tecnología permite crear entornos de enseñanza adaptados a las necesidades de cada estudiante y automatizar tareas administrativas, dando a los docentes más tiempo para dedicarse a lo que realmente importa: apoyar e inspirar a sus alumnos. Esta innovación está abriendo nuevas fronteras para una educación más inclusiva, eficiente y estimulante para todos.
Palavras-clave
desafíos; tecnologías; velocidad; herramientas; inteligencia artificial.

INTRODUÇÃO

Sobre esse assunto, os profissionais da área de educação precisam de um tempo para amadurecer as pesquisas sobre inteligência artificial com propósito de apropriarem-se do assunto a fundo, pois precisam aplicar a evolução das tecnologias, analisar, estudar, observar, ler e desenvolver algumas aplicações com os estudantes em sala de aula ou em campo de pesquisa, para só então trazer os resultados para discutir com a comunidade escolar e viabilizar as possibilidades e a publicação de certezas de como a inteligência artificial pode ser usada dentro dos espaços escolares ou seja, com muitos experimentos dia a dia.

DESAFIOS QUE OS PROFESSORES ENFRENTAM COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

É fato que muitas instituições de ensino não oferecem  capacitações adequada por parte de alguns gestores  em relação às ferramentas de IA, isso pode gerar insegurança dos professores em  utilizá-las na sala de aula. Além disso, a carência desses treinamentos específicos, impede que esses profissionais  explorem plenamente os recursos disponíveis.

Alguns professores podem ficar relutantes em usar novas tecnologias, principalmente se habituados com os métodos tradicionais de ensino. Mudar exige tempo, paciência e uma mente aberta para experimentar coisas novas.

Outro contraponto  com as IAs mesmo que avançadas , elas ainda tem suas limitações., podendo  não entender completamente o contexto de uma aula ou as necessidades específicas de cada aluno. Isso pode gerar dificuldades na personalização do ensino e na resolução de dúvidas mais complexas.

De fato vale lembrar  que o  uso de IA envolve o manejo de dados dos estudantes, o que levanta preocupações sobre privacidade e segurança. Os professores precisam estar atentos às questões éticas relacionadas ao uso dessas tecnologias.

A triste realidade e que nem todas as escolas têm recursos para investir em tecnologias de IA.Isso pode ampliar a desigualdade no acesso à educação de qualidade, dificultando que todos os professores e alunos se beneficiem dessas inovações.Mesmo assim apesar dos desafios, a inteligência artificial tem um potencial enorme para transformar a educação de forma positiva. É importante que os professores recebam suporte, treinamento e recursos adequados para superar essas dificuldades e aproveitar ao máximo as vantagens que a tecnologia pode oferecer.

QUEBRA DE PARADIGMAS DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

O tema é bastante discutido, mesmo antes da pandemia os profissionais da área de educação já discutiam sobre ensino virtual e o uso das novas tecnologias , com a chegada da pandemia  foram obrigados a trabalhar de forma remota e adaptar-se as novas  ferramentas de trabalho, ou seja, foi imposto um metaverso tendo como objetivo possibilitar que o universo físico seja complementado pelo mundo virtual.

Para que isso acontecesse, foi necessário o uso de dispositivos especiais, o que ocasionou em muito profissionais da área da educação uma certa aversão, estudar sobre o tema tão presente e ao mesmo tempo tão novo causou uma transformação,  muitas foram as dúvidas de como seriam empregá-las durante as aulas remotas, grandes foram os desafios, haja visto que muitos educadores estavam distantes do uso dessas ferramentas por longo período, mesmo as mais simples no cotidiano escolar na forma presencial.

Foi pensado  então que posterior ao período de pandemia e o engajamentos dos docentes e das secretarias em fornecer cursos e aperfeiçoamentos para lidar com as novas tecnologias todo esse processo de mudanças tecnológicas no ambiente escolar fossem avançar. 

No entanto, muitos profissionais da educação voltaram para o ambiente escolar com os métodos anteriores e tradicionais. Alguns estudiosos afirmam até que houve um retrocesso pós pandemia. Grandes foram os debates entre os profissionais da educação para chegarem a conclusão que uma das formas de empregá-la no dia a dia das aulas seria vê-la como tecnologia que transforma a educação, podendo criar um ambiente de aprendizado diferente do convencional, um ambiente mais interativo e dinâmico que incentive o pensamento crítico e as habilidades de resolução de problemas.

Segundo Tarouco (2005) a importância da tecnologia para os docentes não é de torná-los meros expectadores e sim usuários das mesmas, em conjunto com os alunos:

O processo educacional está sendo afetado pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e dessa forma, alguns professores que têm computadores a sua disposição começaram a utilizá-los no contexto educacional de forma que seu aluno pudesse construir seu conhecimento – enfatizando a participação e experimentação 4 desse sujeito na construção de seu próprio conhecimento, por meio de suas interações, modificando as relações entre professor-aluno e também a sua abordagem pedagógica. (Tarouco, 2005, p.12).

Sobre essa ótica os educadores chegaram à conclusão que as ferramentas poderiam ser mais eficientes , ajudariam na organização de tempo, otimizando atividades que antes perderia muito tempo para elaborar e para realizar. 

A tecnologia seria então a responsável por trazer novas aptidões, capacidades e reformulação para conteúdos já existentes, além de informações como nenhuma outra geração anterior a esse processo teve acesso. 

Observou-se que, com a aplicabilidade dessas ferramentas, os alunos puderam explorar novas áreas de conhecimento para começar a identificar quais delas apresentam mais ou menos interesse, essa decorreu a ideia central para os educadores. Ou seja, o uso das tecnologias permite ao professor deixar de ser tão somente o transmissor de conhecimento, permite também que, através de suas habilidades, ele veja o aluno sendo protagonista dia a dia.

Os benefícios da tecnologia em sala de aula também envolvem aumentar o engajamento e despertar o interesse pelo aprendizado no ensino em todas as séries, seja elas da pré-escola ao ensino superior. Além disso contribui para o desenvolvimento das habilidades cognitivas e capacidades criativas. 

Vale ressaltar que nem todos os alunos possuem as habilidades voltadas para a área da educação, são bastantes eficazes quando o assunto são os jogos, mas ainda não há muito interesse para trabalharem questões que envolvam raciocínio lógico, ou mesmo trabalho em equipe.

Falando em trabalho de equipe, a notabilidade das atividades em grupo não se limita à melhoria do conhecimento adquirido. O próprio ato de trabalhar em grupo é um ensinamento que será levado para toda a vida. Na fase adulta, precisamos com frequência realizar atividades colaborativas com as mais diversas pessoas, e isso pode ser aprendido ainda na infância.

Colaço (2004),  observa que os alunos, ao trabalharem juntos, “orientam, apoiam, dão respostas e inclusive avaliam e corrigem a atividade do colega, com o qual dividem a parceria do trabalho, assumindo posturas e gêneros discursivos semelhantes aos do professor”. Isso leva a perceber a importância de o professor tanto estimular seus estudantes a trabalhar em grupo quanto fornecer-lhes um modelo interativo que leve ao compartilhamento de ideias e não à intervenção autoritária e diretiva, que ocorre quando um estudante apenas corrige o trabalho do colega (Colaço, 2004, p.339).

Ou seja, baseado não somente em observação, os educadores também evidenciam que durante o trabalho em equipe os alunos têm a oportunidade de expressar suas opiniões, dividir suas curiosidades e aprender a ouvir e a respeitar a posição dos colegas, até que se chegue a uma convivência regada de tolerância e respeito inclusive de suas habilidades pré existentes, pode haver no caminho atividades mais conturbadas e pequenos desentendimentos que serão resolvidos de forma mais madura trocando experiências adquiridas ao longo de todo o processo.

Sobre essa temática de habilidades pré existentes , Dewey John declarava que as crianças quando chegam à escola não são como páginas em branco onde o papel do professor seria o de depositar os diversos saberes acumulados ao longo do tempo. Ao contrário, a criança ao chegar ao ambiente escolar já possui conhecimentos prévios bem como interesses e atividades relacionadas com o seu cotidiano e seu círculo social. Desse modo, compreende-se que ela já é um ser ativo e com interesses e impulsos preexistentes, cabendo à escola identificá-los e orientar o aprendiz por meio da prática principalmente. Nesse sentido, Dewey (2002) manifesta que:

A instituição escolar tem assim a possibilidade de associar-se à vida, de tornar-se uma segunda morada da criança, onde ela aprende através da experiência direta, em vez de ser apenas um local onde decora lições, tendo em vista, numa perspectiva algo abstrata e remota, uma hipotética vivência futura. Isto é, a escola tem a oportunidade de se converter numa comunidade em miniatura, uma sociedade embrionária (Dewey, 2002, p.26).

Por essa ótica é fundamental que os educadores procurem novas metodologias, não somente o quadro branco, o pincel, o giz, os livros didáticos e as aulas expositivas. Cabe ao educador reunir as competências em todas as tecnologias ao seu dispor, pois, entende-se que uma melhor qualidade de ensino, deve-se a educadores preparados para a construção do conhecimento através de redes interativas. 

Para Almeida e Silva (2011):

“A disseminação e uso de tecnologias digitais, marcadamente dos computadores e da internet, favoreceu o desenvolvimento de uma cultura de uso das mídias e, por conseguinte, de uma configuração social pautada num modelo digital de pensar, criar, produzir, comunicar, aprender – viver. E as tecnologias móveis e a web 2.0, principalmente, são responsáveis por grande parte dessa nova configuração social do mundo que se entrelaça com o espaço digital (p.4)”.

Assim sendo o uso das novas tecnologias promove mudanças tanto na educação como na sociedade, permitindo um novo olhar a partir do educador e da escola, na incumbência de facilitar a troca de conhecimentos entre professores e alunos, mantendo sempre a informação atualizada.

A quebra de paradigmas no uso da Inteligência Artificial envolve desafiar ideias tradicionais e preconceitos sobre o que a IA pode ou deve fazer. Antes, acreditava-se que a IA era apenas uma ferramenta limitada, mas agora ela é vista como uma tecnologia capaz de transformar diversos setores, como educação, saúde, negócios e mais. Essa mudança de pensamento permite explorar novas possibilidades, como personalização do ensino, automação de tarefas complexas e inovação em soluções para problemas antigos. Assim, a quebra de paradigmas impulsiona o desenvolvimento de uma IA mais ética, inclusiva e eficiente, abrindo caminho para um futuro onde essa tecnologia seja usada de forma mais responsável e benéfica para todos.

É importante destacar que as novas tecnologias, em muitas unidades escolares , até esse momento não estão alcançáveis a todos os discentes por várias razões: sala de computadores com poucas máquinas , poucos projetores de imagens, entre outros. Devido à falta de recursos tecnológicos, associada às práticas tradicionais de ensino, os educandos não estão sendo preparados para atuarem na sociedade do conhecimento e, em muitas unidades de ensino, os alunos continuam sendo formados para provas e vestibulares.

Os educadores devem estar atentos a essa realidade, porque, embora seja uma novidade em termos de metodologia de ensino, é importante entender que os alunos vão para a escola com uma posição sociocultural de utilização destes meios tecnológicos que, em muito, pode superar a dos educadores. Como se sabe, outras tecnologias sempre foram utilizadas nas unidades de ensino , como afirma Moran.

“A forma como organizamos em grupo, em salas, em outros espaços: isso também é tecnologia. O giz que escreve na lousa é tecnologia de comunicação, e uma boa organização de escrita facilita – muito – a aprendizagem. A forma de falar, gesticular, de falar com os outros: isso também é tecnologia. O livro, a revista, o jornal, o gravador, o retroprojetor, a televisão, o vídeo são tecnologias importantes e muito mal utilizadas em geral. (Moran, 2003, p.153). Ou seja, a mudança se faz necessária e já ocorre diariamente desde as séries iniciais”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Partindo das premissas apresentadas , a Inteligência Artificial na educação aumenta a aptidão de personalização do ensino, ao analisar o desempenho individual e em equipe. Ela adapta o conteúdo conforme as necessidades de cada estudante, identifica lacunas no conhecimento, gerando conteúdos sob medida e aumentando o envolvimento. A inteligência artificial tem a serventia de escarafunchar grandes quantidades de informações, incluindo resultados e testes e atividades dos alunos para identificar padrões e tendências. Isso permite aos docentes promoverem ajustes nas estratégias que utilizam em classe tornando o aprendizado mais eficaz e porque não dizer prazeroso aos alunos.

A inteligência artificial na educação tem um grande potencial para tornar o ensino mais personalizado e eficiente. Ela consegue analisar o desempenho de cada estudante, identificando suas necessidades específicas, lacunas no conhecimento e criando conteúdos sob medida para cada um. Além disso, a IA ajuda os professores a entenderem melhor os resultados, testes e atividades dos alunos, identificando padrões e tendências que podem orientar melhorias nas estratégias de ensino. Dessa forma, o aprendizado fica mais eficaz, envolvente e até mais prazeroso para os estudantes, tornando a experiência de aprender mais interessante e adaptada às suas necessidades.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, M. E. B. de. Gestão de tecnologias, mídias e recursos na escola: o Compartilhar de significados. Em aberto, Brasília, c. 22, n. 79, p. 75-89, jan. 2009. 

ALMEIDA et al. Os usos das tecnologias móveis na escola: uma nova forma de organização do trabalho 8 pedagógico. XVI ENDIPE – Encontro Nacional de Didática e Práticas de COLAÇO, V. de F. R. (2004). Processos interacionais e a construção de conhecimento e subjetividade de crianças. Porto Alegre, Brasil: SciELO. Dewey, J. (2002). A escola e a sociedade e a criança e o currículo. Tradução Paulo Faria. Lisboa, Portugal: Relógio D’água.

MEIRELLES, L. F. T; Tarouco, L. M. R. Framework para aprendizagem com mobilidade. Rio Grande do Sul, Brasil: XVI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação.

MORAN, J. M. Relatos de experiências: como utilizar a Internet na educação. Disponível em 07 de Abril, 2012, de http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19651997000200006 Acessado em 01 de maio de 2024.

Gonçalves, Silvana Aparecida Borges. Inteligência artificial na educação: Possibilidades pedagógicas e desafios.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Edição

v. 5
n. 49
Inteligência artificial na educação: Possibilidades pedagógicas e desafios

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