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Resumo
INTRODUÇÃO
Segundo Melo (2024), a Educação Infantil constitui a primeira etapa da Educação Básica e desempenha um papel essencial no desenvolvimento integral da criança, proporcionando experiências significativas que favorecem sua construção de conhecimentos e inserção no mundo letrado. Nesse sentido, a leitura e a escrita são dimensões fundamentais desse processo, pois ampliam o repertório linguístico e cognitivo das crianças desde os primeiros anos de vida. Compreender como se dá a inserção das crianças na cultura escrita e de que forma essa aprendizagem pode ser incentivada sem antecipar o processo formal de alfabetização é um desafio constante para os educadores.
Diante dessa necessidade, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação Nacional de Educação Infantil (COEDI), desenvolveu, em 2008, o projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI). A iniciativa teve como objetivo promover reflexões sobre a função da Educação Infantil na construção das práticas de leitura e escrita, respeitando as especificidades dessa etapa educacional. O projeto resultou na produção da Coleção Leitura e Escrita na Educação Infantil, composta por nove cadernos e um encarte, que servem como referência para a formação continuada dos professores da Educação Infantil (Brasil, 2016).
Os Cadernos LEEI foram estruturados a partir de questões fundamentais para a prática docente: qual o papel da Educação Infantil na formação de leitores? Como as crianças pequenas se relacionam com a linguagem escrita? Que tipos de textos devem ser disponibilizados e de que forma podem ser trabalhados? (Brasil, 2016). Dessa forma, os cadernos visam oferecer subsídios teóricos e metodológicos para a qualificação do trabalho pedagógico dos professores, abordando a leitura e a escrita como práticas culturais e sociais que contribuem para a formação do sujeito leitor e escritor.
A Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018) reforça essa perspectiva ao destacar que a oralidade, a escuta, a imaginação e o pensamento são eixos estruturantes da Educação Infantil. Para garantir experiências significativas, a criança deve ter contato com diferentes gêneros textuais e materiais escritos, o que favorece sua inserção no universo da linguagem. Além disso, estudos como os de Baptista et al. (2023) ressaltam que a formação continuada dos docentes deve articular teoria e prática, promovendo reflexões sobre a docência e suas múltiplas dimensões.
O presente estudo tem como objetivo geral discutir de que forma os Cadernos LEEI podem contribuir para a reflexão e o aprimoramento das práticas docentes na Educação Infantil. Para isso, os objetivos específicos são: a) Contextualizar os Cadernos de Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) e b) Refletir sobre alguns impactos dos cadernos LEEI na prática docente.
Como metodologia, baseou-se na pesquisa bibliográfica, que, segundo Gil (2002), é realizada por meio de materiais que foram previamente elaborados, assim como livros, artigos, monografias e pesquisas disponibilizadas em revistas, anais, simpósios, entre outros. Ademais, caracteriza-se esse estudo a partir dos pressupostos da pesquisa qualitativa que, conforme explicações de Minayo (2012), busca responder questões específicas relacionadas a um nível de realidade que não pode ser quantificado, considerando a subjetividade como característica central do objeto de estudo.
Dessa forma, buscou-se contribuir para o debate acerca da qualificação das práticas pedagógicas na Educação Infantil, enfatizando a importância da leitura e da escrita como processos que vão além da alfabetização formal e que devem ser trabalhados de forma significativa desde os primeiros anos de vida. A partir dessa abordagem, espera-se que este estudo possa fomentar reflexões e incentivar a utilização dos Cadernos LEEI como um instrumento de apoio aos professores na construção de práticas mais qualificadas e contextualizadas.
CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CADERNOS DE LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (LEEI)
De acordo com Castro, Lopes e Nogueira (2025), o Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) surgiu a partir da parceria entre o Ministério da Educação (MEC) e três universidades federais: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Esse diálogo teve início em 2008, quando a Coordenação-Geral de Educação Infantil (COEDI/SEB/MEC) organizou uma reunião técnica em Brasília para discutir a Educação Infantil. Entre os principais pontos abordados estavam o papel dessa etapa na formação do leitor, a necessidade de uma política nacional de leitura e a diferença entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, considerando a influência da família e da comunidade (Nunes et al., 2015).
Na época, a leitura e a escrita na Educação Infantil já eram temas relevantes para o governo, impulsionados pelo Programa Currículo em Movimento do MEC, que levou à revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) em 2009. Em 2010, no I Seminário Nacional: Currículo em Movimento – Perspectivas Atuais, realizado em Belo Horizonte, especialistas debateram as diretrizes da DCNEI (LEEI, sd, online). Como resultado, foi produzido o artigo “A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância”, no qual Baptista (2010) defendeu que o trabalho com a linguagem escrita deve garantir à criança pequena o direito de produzir cultura e expandir seu conhecimento sobre o mundo.
Esse entendimento orientou um grupo de pesquisadores que, juntamente com representantes da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e gestores públicos, voltaram a se reunir em 2013. O objetivo foi definir diretrizes nacionais sobre a oralidade, a leitura e a escrita na Educação Infantil, respeitando suas especificidades (LEEI, sd, online). Segundo Nunes et al. (2015), cinco aspectos fundamentais foram destacados: (1) garantir o acesso das crianças à cultura letrada como questão de equidade social; (2) ampliar a discussão para além do dilema de alfabetizar ou não na Educação Infantil, refletindo sobre quais elementos garantir e como fazê-lo; (3) assegurar um acervo adequado de livros literários e informativos em creches e pré-escolas; (4) oferecer formação continuada aos docentes, baseada em práticas pedagógicas e enriquecimento cultural e (5) fortalecer políticas de Educação Infantil por meio do diálogo com gestores municipais, promovendo a formação docente integrada ao cotidiano pedagógico.
Esses debates resultaram na concepção e implementação da LEEI, ampliando reflexões sobre o papel da Educação Infantil na oralidade e na escrita. O projeto focou na capacitação de professores, fomentando a ampliação do debate e o aprofundamento teórico sobre a oralidade, a leitura e a escrita nessa etapa (LEEI, sd, online). Entre 2013 e 2016, a parceria entre universidades e o COEDI consolidou-se com o Termo de Cooperação Técnica entre o MEC e a UFMG. A iniciativa foi coordenada por um grupo de professores que compreendiam a Educação Infantil como essencial para a construção das competências de leitura e escrita, mesmo que não tenha como objetivo a alfabetização formal (LEPI, 2023). Em 2013, o governo federal aprovou e financiou o projeto, viabilizando pesquisas e políticas públicas voltadas para a área (LEEI, sd, online).
No evento CEALE DEBATE, realizado mensalmente na Faculdade de Educação da UFMG, Baptista (2017) explicou que a criação do LEEI surgiu da necessidade de revisar e qualificar práticas pedagógicas consideradas inadequadas. Durante as pesquisas, verificou-se que, embora professores afirmassem seguir as DCNEI, os princípios de interação e brincadeira não eram priorizados. Um exemplo citado por Baptista (2017) ilustra essa questão: ao investigar como a oralidade era trabalhada, constatou-se que as interações eram frequentemente limitadas a momentos formais e dinâmicos. Nas tradicionais rodinhas de conversa, as falas das crianças eram mecânicas, sem promover um diálogo genuíno. O professor questionava rapidamente os alunos sobre o fim de semana, corrigia comportamentos e logo direcionava a turma para outra atividade, sem possibilitar um envolvimento real entre elas. Dessa forma, a comunicação ocorria sem permitir uma troca significativa de experiências.
Cada caderno do projeto LEEI contém três unidades, cujos textos foram elaborados por diferentes autores e organizados em seções pautadas na tríade ciência, arte e vida. Essa estrutura busca integrar teoria e prática, considerando princípios que favorecem o diálogo entre crianças, professores e famílias (Nunes et al., 2015). Além dos autores principais, que incluem formadores, pesquisadores e docentes experientes na Educação Infantil, o material passou por leitura crítica e revisão feitas por especialistas e professores da área (Brasil, 2016).
Além da articulação entre conhecimentos teórico-científicos e manifestações artístico-culturais com o cotidiano da Educação Infantil, a Coleção também se destacou por sua preocupação estética, refletida no projeto gráfico e editorial. A presença de ilustrações de renomados artistas da literatura infantil proporcionou aos cursistas um repertório diversificado, ampliando as possibilidades de leitura. Com base nos princípios de que as interações e as brincadeiras deveriam estar presentes no material e de que a escuta das crianças é essencial para promover a interação (Nunes et al., 2015), o Caderno de Apresentação do LEEI convida os cursistas a se conectarem com sua própria infância. A proposta sugere que esse resgate das memórias de quando eram crianças pode contribuir para um diálogo mais sensível com as crianças das creches e pré-escolas (Brasil, 2016).
A sensibilidade na produção da Coleção reflete a amplitude dos objetivos do Projeto. A formação proposta foi pensada para incentivar a troca de experiências entre os participantes, promovendo interações e oferecendo referências literárias e teóricas para aprofundamento do conhecimento e fortalecimento da autonomia e autoria dos cursistas. O curso foi planejado para ser realizado em 120 horas presenciais ao longo de dois semestres, sendo conduzido por professores previamente capacitados em uma formação específica de 200 horas, ministrada por universidades parceiras (Nunes et al., 2015).
No próximo subtópico, refletem-se alguns impactos dos cadernos LEEI na prática docente, a fim de compreender como sua utilização na educação infantil pode contribuir para o trabalho dos professores.
IMPACTOS DOS CADERNOS LEEI NA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Os impactos dos cadernos do Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) na prática docente são amplos e significativos, refletindo diretamente na formação dos professores e nas experiências das crianças com a cultura escrita. A Educação Infantil, considerada a primeira etapa da Educação Básica, tem sido alvo de discussões sobre a idade ideal para o início do processo de alfabetização, bem como sobre as práticas mais adequadas para garantir o desenvolvimento integral da criança (Baptista et al., 2023). Nesse contexto, os cadernos LEEI emergem como uma ferramenta essencial para a qualificação docente e para o aprimoramento das práticas pedagógicas relacionadas à oralidade, leitura e escrita.
A formação docente é um dos principais fatores que influenciam a qualidade do ensino, sobretudo na Educação Infantil, em que as interações entre professores e crianças desempenham papel central na construção do conhecimento (Smolka, 2009). Estudos apontam que, embora haja avanços na formação inicial dos professores de Educação Infantil, ainda existem lacunas no que se refere ao trabalho com a cultura escrita e à compreensão das especificidades dessa fase do desenvolvimento infantil (Gatti, 2010; Pimenta et al., 2017). Diante desse cenário, o Projeto LEEI, desenvolvido entre 2014 e 2016, estruturou-se como uma proposta de formação continuada, visando oferecer subsídios teóricos e metodológicos para que os professores pudessem qualificar suas práticas de leitura e escrita em sala de aula.
O processo de apropriação da linguagem escrita pelas crianças envolve não apenas a memorização de grafias e sons, mas um complexo sistema de representações que exige mediação qualificada por parte do professor (Baptista et al., 2023). Dessa forma, os cadernos LEEI foram organizados com base em três princípios norteadores: (1) a necessidade de uma formação teórica consistente, capaz de embasar a prática pedagógica dos professores de forma autônoma e crítica; (2) o desenvolvimento profissional contínuo, garantindo o diálogo entre teoria e prática educativa no cotidiano escolar; e (3) a valorização do professor como sujeito sociocultural, reconhecendo sua identidade profissional como elemento essencial para a educação infantil (Nóvoa, 1992).
Ao analisar os impactos dos cadernos LEEI na prática docente, observa-se que sua implementação gerou mudanças significativas na organização do trabalho pedagógico, promovendo maior intencionalidade nas práticas voltadas à oralidade, leitura e escrita na Educação Infantil. De acordo com Baptista et al., (2023), é essencial que as crianças tenham contato com objetos e materiais da cultura escrita de maneira significativa, respeitando sua curiosidade e suas interações naturais com o mundo letrado. Assim, o LEEI fortaleceu a compreensão de que a alfabetização não deve ser antecipada de maneira mecânica, mas sim construída de forma contextualizada e lúdica, favorecendo o desenvolvimento da consciência fonológica e da familiaridade com diferentes gêneros textuais.
Além disso, um dos impactos mais relevantes do LEEI foi a promoção de espaços de formação continuada, nos quais os professores puderam compartilhar experiências, refletir sobre suas práticas e ampliar suas concepções sobre a linguagem escrita na infância (Albuquerque et al., 2013). Essa troca de saberes, aliada aos fundamentos teóricos apresentados nos cadernos, contribuiu para a construção de práticas mais inclusivas e respeitosas em relação ao desenvolvimento infantil. Com isso, professores passaram a repensar suas metodologias e a valorizar a interação entre crianças e textos, reconhecendo que a aprendizagem da leitura e da escrita não ocorre de maneira linear, mas sim como um processo dinâmico e socialmente construído.
Outro aspecto importante foi a ressignificação do papel do professor na mediação das práticas de leitura e escrita. Antes da implementação dos cadernos LEEI, muitos professores relataram dificuldades em articular atividades que estimulassem a cultura escrita sem recorrer a métodos tradicionalmente associados ao Ensino Fundamental (LEEI, 2016). No entanto, após a formação oferecida pelo projeto, observou-se uma ampliação das práticas pedagógicas que envolvem a oralidade e o contato com textos literários e informativos, tornando a experiência da escrita mais significativa para as crianças. Essa mudança reflete um avanço na compreensão do currículo da educação infantil como um espaço que articula as experiências infantis com os conhecimentos historicamente construídos pela humanidade (Brasil, 2009).
Os impactos dos cadernos LEEI também se manifestaram na gestão escolar, uma vez que as formações proporcionadas pelo projeto incentivaram discussões institucionais sobre a importância do trabalho com a cultura escrita na primeira infância. Muitas instituições passaram a reorganizar seus espaços, ampliando o acesso das crianças a livros e materiais escritos, bem como a repensar suas práticas de planejamento e avaliação do desenvolvimento infantil. Esse movimento em direção a uma abordagem mais reflexiva e contextualizada da leitura e da escrita evidencia a relevância do LEEI como uma iniciativa transformadora na educação infantil.
Por fim, é fundamental destacar que a implementação de propostas como o LEEI não pode ser um esforço isolado, mas deve estar articulada a políticas públicas que garantam a formação continuada dos professores e a valorização da Educação Infantil como uma etapa fundamental do processo educacional. A permanência desses debates e o fortalecimento de práticas pedagógicas embasadas teoricamente são essenciais para garantir que as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, que respeite suas especificidades e promova seu pleno desenvolvimento.
Dessa forma, os impactos dos cadernos LEEI na prática docente demonstram a importância de uma formação continuada que dialogue com as necessidades reais dos professores e das crianças, garantindo que a leitura e a escrita sejam introduzidas de maneira significativa e respeitosa no contexto da educação infantil.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo deste estudo, buscou-se compreender como os Cadernos LEEI podem contribuir para a reflexão e aprimoramento das práticas docentes na educação infantil. A análise realizada permitiu evidenciar que esses materiais desempenham um papel essencial na formação e no desenvolvimento profissional dos professores, oferecendo subsídios teóricos e metodológicos que auxiliam na construção de uma prática pedagógica mais qualificada e alinhada às especificidades dessa etapa educacional.
A partir da investigação sobre a implementação e os impactos dos Cadernos LEEI, constatou-se que sua estrutura promove o diálogo entre teoria e prática, incentivando os professores a refletirem sobre suas ações pedagógicas e a reformularem estratégias que favoreçam a inserção das crianças no universo da leitura e da escrita. A abordagem adotada pelos cadernos respeita o desenvolvimento infantil, proporcionando experiências significativas e contextualizadas, o que evita a antecipação da alfabetização formal e valoriza o processo de construção do conhecimento pela criança.
Além disso, os Cadernos LEEI se mostraram fundamentais para a formação continuada dos professores, ao promoverem espaços de discussão, troca de experiências e aprofundamento teórico sobre as práticas de oralidade, leitura e escrita. O acesso a esse material contribuiu para que os docentes repensassem suas metodologias, tornando suas práticas mais inclusivas, dialógicas e condizentes com as diretrizes da Educação Infantil. Observou-se também que, ao refletirem sobre suas experiências e concepções, os professores passaram a compreender melhor o papel da linguagem na constituição dos sujeitos e a importância de um ambiente alfabetizador rico e diversificado.
Os impactos do uso dos Cadernos LEEI vão além do contexto individual do professor e repercutem na gestão escolar e no planejamento pedagógico das instituições. A valorização da leitura e da escrita na educação infantil, incentivada por esses materiais, tem levado muitas escolas a reorganizarem seus espaços e práticas, garantindo maior acesso das crianças à cultura escrita. Esse movimento favorece a criação de ambientes educacionais mais dinâmicos e interativos, nos quais as crianças podem explorar a linguagem de forma natural e significativa.
Diante do exposto, conclui-se que os Cadernos LEEI representam um avanço importante para a educação infantil, ao oferecerem suporte teórico e metodológico aos professores, possibilitando práticas pedagógicas mais reflexivas e inovadoras. Para que seus impactos sejam ampliados, é essencial garantir a continuidade das políticas de formação docente, bem como ampliar o investimento na disseminação desse material. Assim, espera-se que os professores sigam aprimorando suas práticas, assegurando que a leitura e a escrita sejam trabalhadas de forma significativa e respeitosa, contribuindo para o desenvolvimento integral das crianças na educação infantil.
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