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Resumo
INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas, as metodologias ativas vêm ganhando destaque no cenário educacional por proporem uma mudança no ensino tradicional, priorizando práticas que colocam o estudante no centro do processo de aprendizagem. Essa abordagem valoriza o engajamento, a participação e a construção coletiva do conhecimento, favorecendo o desenvolvimento de competências como autonomia, pensamento crítico e resolução de problemas. Segundo Santos e Castaman (2022), essas estratégias didáticas estimulam o protagonismo discente e promovem uma aprendizagem significativa e contextualizada por meio de propostas como a sala de aula invertida, a aprendizagem baseada em problemas (PBL), estudos de caso e os projetos integradores.
No contexto do ensino técnico, essa abordagem revela-se especialmente pertinente, dada a necessidade de articular os conhecimentos teóricos à prática profissional. De acordo com Rodrigues de Magalhães et al. (2021), essas metodologias contribuem para o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais, fortalecendo a relação entre teoria e prática.
Inseridas no escopo da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), as metodologias ativas configuram-se como estratégias para a formação de profissionais autônomos, críticos e capazes de lidar com as complexas demandas do mundo do trabalho. Nesse sentido, as instituições de ensino técnico têm buscado integrar essas práticas aos seus currículos, estimulando não apenas o domínio técnico, mas também habilidades cognitivas e socioemocionais (Cruz; Lúcio, 2021).
Diante disso, o presente estudo tem como objetivo analisar as percepções de discentes e docentes de uma Escola Técnica localizada na Zona Leste de São Paulo quanto ao uso e aos impactos das metodologias ativas em sua vivência pedagógica. A pesquisa foi desenvolvida com base em dois questionários aplicados a estudantes e professores de cursos técnicos, cujos dados foram analisados a partir de uma abordagem quali-quantitativa, apoiada em referenciais teóricos contemporâneos.
JUSTIFICATIVA
A incorporação de metodologias ativas no ensino técnico representa uma importante estratégia para qualificar os processos de ensino e aprendizagem em um contexto marcado por rápidas transformações sociais, tecnológicas e econômicas. Em ambientes formativos voltados à Educação Profissional e Tecnológica (EPT), como as Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), essas metodologias podem contribuir de maneira significativa para o desenvolvimento de competências técnicas, cognitivas e socioemocionais, preparando o estudante para atuar de forma crítica, criativa e colaborativa no mundo do trabalho.
Apesar do reconhecimento crescente sobre a importância dessas estratégias, sua implementação efetiva ainda enfrenta inúmeros desafios, como a resistência a práticas pedagógicas inovadoras, a falta de formação docente específica, a limitação de recursos e a cultura escolar centrada em métodos tradicionais. Nesse cenário, torna-se essencial compreender como professores e estudantes percebem o uso das metodologias ativas no cotidiano escolar, especialmente em instituições públicas que atendem a uma diversidade de perfis socioeconômicos.
Este estudo justifica-se pela necessidade de dar visibilidade às vozes de docentes e discentes da Educação Técnica sobre as práticas pedagógicas vivenciadas, suas potencialidades e obstáculos. Ao investigar essas percepções, o trabalho pretende contribuir para o aprimoramento da prática docente, para a qualificação da formação profissional e para o fortalecimento de políticas educacionais voltadas à inovação pedagógica no âmbito da rede pública estadual.
OBJETIVO GERAL
Analisar as percepções de discentes e docentes de uma escola técnica da zona leste de São Paulo sobre o uso e os impactos das metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem no ensino técnico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
REVISÃO DE LITERATURA
As metodologias ativas se baseiam em abordagens pedagógicas que rompem com o modelo tradicional de ensino centrado na figura do professor como único detentor do conhecimento. Nesse novo paradigma, o estudante assume o papel de protagonista de sua aprendizagem, sendo desafiado a construir saberes por meio da resolução de problemas, da experimentação e da reflexão crítica sobre sua prática. Esse modelo está fortemente ancorado em princípios construtivistas, em que a aprendizagem ocorre de forma significativa quando relacionada à vivência, ao contexto e à colaboração entre os sujeitos envolvidos (Santos; Castaman, 2022).
A utilização de metodologias ativas tem como objetivo desenvolver competências essenciais ao século XXI, como autonomia, criatividade, pensamento crítico, empatia e trabalho em equipe. Para tanto, são adotadas estratégias didáticas como sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas (PBL), estudos de caso, projetos integradores, gamificação e rotação por estações. Essas práticas permitem maior engajamento dos estudantes e uma relação mais dinâmica entre teoria e prática (Paiva et al., 2016; Kirsch; Veloso; Mill, 2024).
COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS POR MEIO DAS METODOLOGIAS ATIVAS
Diversos autores têm apontado que o uso de metodologias ativas contribui para o desenvolvimento de múltiplas competências que extrapolam o domínio técnico. Entre elas, destacam-se a capacidade de resolução de problemas, o pensamento crítico, a comunicação assertiva, o trabalho colaborativo e a autonomia no processo de aprendizagem. Tais competências são essenciais para o profissional contemporâneo, que precisa lidar com a complexidade, a interdisciplinaridade e a rápida transformação dos ambientes de trabalho.
No ensino técnico, essas competências são ainda mais relevantes, pois complementam a formação técnica específica com habilidades que fortalecem a empregabilidade e a adaptação dos egressos aos diferentes contextos profissionais. Além disso, as metodologias ativas aproximam o estudante das práticas reais da sua futura profissão, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais significativo e motivador (Rodrigues de Magalhães et al., 2021; Cruz; Lúcio, 2021).
PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS DE METODOLOGIAS ATIVAS UTILIZADAS NO ENSINO TÉCNICO
Diversas estratégias podem ser adotadas para concretizar o uso de metodologias ativas no ensino técnico, adaptando-se ao perfil dos estudantes e aos objetivos dos cursos. Neste estudo, foram consideradas as seguintes práticas pedagógicas: sala de aula invertida, aprendizagem baseada em problemas (PBL), aprendizagem baseada em projetos (ABP), estudos de caso, gamificação e projetos interdisciplinares. A seguir, apresenta-se uma breve conceituação de cada uma dessas estratégias, com base em autores contemporâneos.
Sala de aula invertida: Essa estratégia propõe a inversão da lógica tradicional da aula expositiva. O estudante tem contato prévio com os conteúdos teóricos por meio de vídeos, textos ou outras mídias, e o tempo de aula é utilizado para atividades práticas, resolução de problemas e aprofundamento. Isso permite que o aluno chegue mais preparado e se envolva ativamente na aprendizagem (Santos; Castaman, 2022).
Aprendizagem baseada em problemas (PBL): Trata-se de uma abordagem centrada na resolução de situações-problema. Os estudantes trabalham em grupos, pesquisam, propõem soluções e desenvolvem habilidades como análise crítica, tomada de decisão e autonomia. O PBL é eficaz para integrar teoria e prática, sendo especialmente relevante na formação técnica (Paiva et al., 2016).
Aprendizagem baseada em projetos (ABP): Envolve a realização de projetos estruturados a partir de desafios reais ou simulados. Os alunos planejam, executam e apresentam suas propostas, articulando saberes de diferentes áreas do conhecimento. Essa metodologia favorece a interdisciplinaridade, o protagonismo e a aplicação prática do conteúdo (Cruz; Lúcio, 2021).
Estudos de caso: Consiste na análise de uma situação concreta, muitas vezes inspirada em contextos reais do mercado de trabalho. Os alunos discutem, propõem alternativas e tomam decisões, exercitando a aplicação do conhecimento teórico em situações específicas (Kirsch; Veloso; Mill, 2024).
Gamificação: Refere-se ao uso de elementos de jogos — como desafios, pontuações, recompensas e rankings — em ambientes de aprendizagem. Essa estratégia aumenta a motivação, o engajamento e o senso de desafio, especialmente entre estudantes do ensino técnico, que respondem positivamente a abordagens lúdicas e competitivas (Santos; Castaman, 2022).
Projetos interdisciplinares: Visam integrar conteúdos de diferentes componentes curriculares em torno de um tema comum, permitindo uma visão mais ampla e contextualizada do conhecimento. Essa abordagem é comum em escolas técnicas que trabalham com eixos temáticos articulados às áreas profissionais e ao mundo do trabalho (Rodrigues de Magalhães et al., 2021).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos dados obtidos por meio dos questionários aplicados a discentes e docentes permite identificar percepções e práticas relacionadas às metodologias ativas no contexto do ensino técnico.
A amostra de estudantes foi composta por 49 respostas válidas, referentes a alunos maiores de 18 anos e regularmente matriculados nos cursos técnicos de Administração, Eletrônica, Nutrição e Dietética e Segurança do Trabalho. A maioria dos respondentes encontra-se no 1º ou 3º módulo, com predominância dos cursos de Nutrição e Dietética (37%) e Segurança do Trabalho (31%). O 3º módulo concentrou 41% das respostas, seguido pelo 1º módulo, com 39%.
Quanto ao conhecimento sobre o termo “metodologias ativas”, 39% dos estudantes afirmaram conhecer o conceito, enquanto outros 39% já ouviram falar, mas não sabem exatamente o que significa. Apenas 22% declararam desconhecimento total, o que indica que o tema já circula de forma relevante no ambiente escolar, ainda que existam lacunas de compreensão.
Com relação à frequência de uso dessas metodologias, 82% dos estudantes afirmaram que seus professores utilizam estratégias ativas sempre ou com frequência, enquanto uma parcela menor indicou que isso ocorre apenas às vezes (12%) ou raramente (4%). Apenas um estudante relatou nunca ter vivenciado tais práticas.
As estratégias mais mencionadas pelos discentes foram os projetos interdisciplinares (59%), a gamificação por meio de jogos educativos (49%), o PBL – Aprendizagem Baseada em Problemas (35%) e a sala de aula invertida (29%). Apenas três alunos (6%) afirmaram não ter tido contato com nenhuma dessas abordagens.
A percepção dos estudantes sobre o impacto dessas práticas foi positiva. Mais da metade (59%) afirmou que aprendeu muito com o uso de metodologias ativas, enquanto 35% disseram ter aprendido “um pouco”. Apenas 6% relataram não perceber diferença na aprendizagem, e nenhum aluno indicou prejuízo educacional.
A motivação também foi um fator relevante: 78% dos discentes afirmaram sentir-se mais motivados quando participam ativamente das aulas, enquanto 22% indicaram que essa motivação depende do tema abordado. Nenhum estudante declarou sentir-se menos motivado nessas situações.
As respostas abertas evidenciaram aspectos qualitativos importantes. Muitos alunos destacaram que as metodologias ativas favorecem o desenvolvimento da autonomia, do pensamento crítico, da comunicação e da capacidade de resolver problemas. Além disso, foi enfatizada a preparação para o mercado de trabalho, tanto por meio da prática como da vivência em atividades em grupo, simulação de contextos profissionais e incentivo à proatividade. Alguns relatos também indicaram que esse tipo de abordagem ajuda a superar a timidez, melhora a organização e contribui para o fortalecimento do comportamento corporativo.
Por outro lado, algumas críticas e sugestões foram levantadas. Entre elas, a necessidade de equilibrar atividades práticas com conteúdos teóricos mais aprofundados, o cuidado para evitar que atividades em grupo escondam dificuldades individuais, e a recomendação de substituir práticas lúdicas pouco desafiadoras, como cruzadinhas e jogos simples, por estudos de caso, dinâmicas com problemas reais e momentos de reflexão crítica. Também foi destacado que as metodologias ativas exigem uma mediação pedagógica qualificada, que assegure o envolvimento de todos os estudantes e a conexão com os objetivos formativos do curso.
A pesquisa com os docentes contou com a participação de 29 professores, todos atuantes em componentes curriculares de cursos técnicos. Todos os participantes declararam possuir algum grau de conhecimento sobre metodologias ativas, sendo que 52% afirmaram ter conhecimento pleno e os demais (48%) indicaram ter conhecimento básico. Nenhum docente declarou desconhecer o tema.
No que se refere à aplicação prática, 59% dos professores relataram utilizar metodologias ativas com frequência, enquanto 41% afirmaram usá-las ocasionalmente. Nenhum docente afirmou raramente ou que nunca utilizou tais abordagens em suas aulas.
As estratégias mais recorrentes nas práticas pedagógicas dos docentes foram: sala de aula invertida (utilizada por 79% dos professores), estudos de caso (76%), aprendizagem baseada em problemas – PBL (69%), aprendizagem baseada em projetos – ABP (62%) e gamificação (45%). Esses dados apontam para um repertório diversificado de práticas ativas, em consonância com os objetivos do ensino técnico.
Quanto aos benefícios percebidos, os docentes identificaram amplamente que as metodologias ativas aumentam a participação dos estudantes nas aulas (93%) e tornam os encontros mais dinâmicos e interessantes (79%). Outros aspectos destacados foram o desenvolvimento do pensamento crítico e da criatividade (86%), a promoção de uma aprendizagem mais significativa (59%), o estímulo à autonomia e ao protagonismo (59%) e a melhora no desempenho acadêmico (55%). O desenvolvimento de habilidades socioemocionais também foi mencionado por 38% dos respondentes. Apenas um docente declarou não perceber benefícios relevantes com essas metodologias.
Apesar dos reconhecidos benefícios, foram apontados diversos desafios para a implementação efetiva das metodologias ativas. Entre os obstáculos mais mencionados estão falta de infraestrutura e de recursos tecnológicos e pedagógicos; dificuldades de planejamento diante da carga horária reduzida e da sobreposição de projetos; resistência por parte de alguns estudantes, que ainda associam o processo de ensino a modelos tradicionais; e ausência de formação continuada voltada à inovação pedagógica. Também foram citadas barreiras como a rigidez curricular, a escassez de tempo para elaboração de atividades mais complexas, e a dificuldade de promover o engajamento equitativo dos alunos nas práticas colaborativas.
De forma geral, os dados revelam que tanto discentes quanto docentes reconhecem o valor das metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem, no entanto, os resultados também evidenciam a necessidade de maior investimento em formação docente, melhoria da infraestrutura escolar, ampliação do suporte institucional e adaptação curricular, de modo a consolidar o uso dessas práticas no cotidiano da formação técnica e profissional.
Esses resultados reforçam estudos como o de Machado et al. (2022), realizado no Instituto Federal do Tocantins (IFTO), que identificou aumento no engajamento discente e maior satisfação docente com o uso de metodologias como gamificação e aprendizagem baseada em projetos. Da mesma forma, Leão et al. (2021), em pesquisa no IFMT – Câmpus Confresa, apontaram que a formação continuada dos professores potencializa a aplicação dessas metodologias e contribui para um ensino mais contextualizado.
Rodrigues, Farias e Lima (2023), em estudo com instituições de ensino técnico na região amazônica, também observaram que a sala de aula invertida, a aprendizagem baseada em projetos e os estudos de caso são amplamente utilizados e valorizados, sobretudo por proporcionarem maior participação e protagonismo discente. Os resultados deste estudo demonstram que a adoção de metodologias ativas, mesmo em contextos desafiadores, tende a produzir efeitos positivos na qualidade da formação profissional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir da análise das percepções de discentes e docentes da Etec analisada, torna-se evidente que as metodologias ativas vêm se consolidando como uma alternativa pedagógica relevante no contexto do ensino técnico. Os dados demonstram que tanto professores quanto estudantes reconhecem os benefícios dessas práticas, especialmente no que se refere ao engajamento, ao desenvolvimento de competências socioemocionais, ao fortalecimento do pensamento crítico e à aproximação com a prática profissional.
Do ponto de vista dos alunos, as metodologias ativas são vistas como ferramentas que promovem maior motivação, colaboração e participação, além de contribuírem para uma aprendizagem mais significativa. Muitos discentes relataram se sentir mais preparados para o mercado de trabalho quando participam de atividades dinâmicas e colaborativas, que simulam situações reais e os desafiam a tomar decisões e resolver problemas.
Os docentes, por sua vez, demonstraram conhecimento e experiência com diferentes estratégias ativas, como sala de aula invertida, PBL, ABP e estudos de caso, no entanto, também evidenciaram desafios que dificultam a ampliação dessas práticas, entre eles a limitação de recursos, a resistência dos alunos, a falta de tempo e a necessidade de formação continuada.
Conclui-se, portanto, que o fortalecimento das metodologias ativas no ensino técnico depende de ações integradas entre gestão escolar, políticas públicas e formação docente. É essencial investir em infraestrutura, garantir condições adequadas de trabalho e promover uma cultura institucional que valorize a inovação pedagógica. Somente assim será possível transformar efetivamente os processos de ensino e aprendizagem, alinhando a formação técnica às exigências de um mundo do trabalho em constante transformação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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KIRSCH, D. B.; VELOSO, B.; MILL, D. O ensino por competências e as metodologias ativas: implicações na prática pedagógica docente. Educação, v. 49, 2024. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/84578. Acesso em: 10 jun. 2025.
LEÃO, Marcelo Franco; ALVES, Ana Cláudia Tasinaffo; COSTA, Andrielle Naiara Silva; COSTA, Danielle da Silva. Metodologias ativas na Educação Técnica Profissionalizante: relato da formação continuada com professores do IFMT – Câmpus Confresa. Educação Púbica, v. 21, nº 3, 26 de janeiro de 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/2/metodologias-ativas-na-educacao-tecnica-profissionalizante-relato-da-formacao-continuada-com-professores-do-ifmt-campus-confresa. Acesso em: 23 jun. 2025.
MACHADO, L. P.; SILVA, A. S.; COSTA, R. F.; FARIA, I. G. Metodologias ativas aplicadas em dois cursos técnicos pelos docentes no IFTO. Educação: Teoria e Prática, v. 32, n. 65, e13, 2022. Disponível em: https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/educacao/article/view/15040. Acesso em: 10 jun. 2025.
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RODRIGUES DE MAGALHÃES, S.; RODRIGUES, L. M.; ALVES PEREIRA, C. Metodologias ativas que empregam TDIC no Ensino Médio Integrado. Revista Prática Docente, v. 6, n. 3, e083, 2021. Disponível em: https://periodicos.cfs.ifmt.edu.br/periodicos/index.php/rpd/article/view/295. Acesso em: 09 jun. 2025.
RODRIGUES, M. E.; SAMPAIO DE FARIAS, C.; LIMA, M. E. L. Metodologias ativas mais utilizadas, de forma interdisciplinar, no Ensino Médio Integrado ao Técnico dos Institutos Federais. Revista Conexão na Amazônia, v. 4, n. 1, p. 103–126, 2023. Disponível em: https://periodicos.ifac.edu.br/index.php/revistarca/article/view/176. Acesso em: 05 jun. 2025.
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APÊNDICE A: FORMULÁRIO UTILIZADO PARA A COLETA DE DADOS POR MEIO DO MICROSOFT FORMS – ALUNOS
1.Você leu e concorda com os termos acima? Opção única.
Sou maior de 18 anos. Li e concordo
Não concordo (encerrará o formulário)
Sou menor de 18 anos (encerrará o formulário)
2.Qual curso você faz na Etec São Mateus? Opção única.
Ensino Técnico em Administração
Ensino Técnico em Eletrônica
Ensino Técnico em Nutrição e Dietética
Ensino Técnico em Segurança do Trabalho
3.Qual módulo você está cursando atualmente (1º semestre 2025) Opção única.
1º módulo
2º módulo
3º módulo
4.Você conhece o termo “metodologias ativas”? Opção única.
Sim
Não
Já ouvi falar, mas não sei exatamente o que é
5.Com que frequência seus professores utilizam atividades em que você precisa participar ativamente (discutir, resolver problemas, trabalhar em grupo, criar algo)? Opção única.
Sempre
Frequentemente
Às vezes
Raramente
Nunca
6.Você já participou de atividades como: Múltipla escolha.
Projetos interdisciplinares
Aprendizagem baseada em problemas (PBL)
Sala de aula invertida
Gamificação (jogos educativos)
Nenhuma das opções
7.Essas metodologias ajudaram você a aprender melhor?Opção única.
Muito
Um pouco
Não percebi diferença
Prejudicaram minha aprendizagem
8.Você se sente mais motivado(a) quando participa ativamente das aulas?Opção única.
Sim
Não
Depende do tema
9.Na sua opinião, o uso de metodologias ativas ajuda a formar um profissional mais preparado para o mercado de trabalho? Por quê?
APÊNDICE B: FORMULÁRIO UTILIZADO PARA A COLETA DE DADOS POR MEIO DO MICROSOFT FORMS – DOCENTES
1.Você leu e concorda com os termos acima? Opção única.
Li e concordo
Não concordo (encerrará o formulário)
2.Sobre Metodologias Ativas você: Opção única.
Tem conhecimento pleno sobre o assunto
Tem conhecimento básico sobre o assunto
Não conhece
3.Você costuma aplicar metodologias ativas em suas aulas?Opção única.
Sim, frequentemente
Às vezes
Raramente
Não aplico
4.Quais estratégias você já utilizou em sala de aula? Múltipla escolha.
Aprendizagem baseada em projetos (ABP)
Aprendizagem baseada em problemas (PBL)
Sala de aula invertida
Estudos de caso
Gamificação
5.Na sua opinião, quais os principais benefícios das metodologias ativas para os estudantes? Múltipla escolha.
Estudantes participam mais das aulas
A aprendizagem se torna mais significativa
Desenvolve o pensamento crítico e a criatividade
Aumenta a autonomia e o protagonismo do aluno
Aulas ficam mais interessantes e dinâmicas
Desenvolve habilidades socioemocionais (como empatia e responsabilidade)
Melhora o desempenho acadêmico
Nenhum benefício perceptível
6.Você já recebeu formação sobre metodologias ativas? Opção única.
Sim
Não
7.Quais os principais desafios para implementar metodologias ativas na realidade do Ensino Técnico?
Área do Conhecimento