A Formação docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento, intervenção e estratégias

TEACHER TRAINING IN THE FACE OF NEURODEVELOPMENTAL DISORDERS, INTERVENTION AND STRATEGIES

FORMACIÓN DEL PROFESORADO ANTE LOS TRASTORNOS DEL NEURODESARROLLO, INTERVENCIÓN Y ESTRATEGIAS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/FE266B

DOI

doi.org/10.63391/FE266B

Snatos, Eldas Andrade dos . A Formação docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento, intervenção e estratégias. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este estudo investigou a formação docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento, com foco nas intervenções e estratégias pedagógicas inclusivas. A metodologia adotada foi a revisão de literatura, com análise de obras publicadas entre 2020 a 2025, localizadas nas bases acadêmicas SciELO, Google Scholar e CAPES. Os resultados evidenciam a necessidade de ampliar a qualificação dos professores para atuar com alunos neurodivergentes, considerando os desafios enfrentados no contexto escolar. As estratégias pedagógicas inclusivas se destacaram como fundamentais para promover a equidade no ensino, ao passo que a ausência de preparo adequado dos docentes ainda representa um entrave à inclusão plena. Conclui-se que investir em formação continuada, aliada ao apoio institucional, se torna essencial para garantir práticas efetivas e humanizadas na educação de estudantes com transtornos do neurodesenvolvimento.
Palavras-chave
formação docente; inclusão escolar; neurodesenvolvimento.

Summary

This study investigated teacher training for neurodevelopmental disorders, focusing on inclusive pedagogical interventions and strategies. The methodology adopted was a literature review, with an analysis of works published between 2020 and 2025, located in the academic databases SciELO, Google Scholar and CAPES. The results highlight the need to expand the qualification of teachers to work with neurodivergent students, considering the challenges faced in the school context. Inclusive pedagogical strategies stood out as fundamental to promoting equity in education, while the lack of adequate preparation of teachers still represents an obstacle to full inclusion. It is concluded that investing in continuing education, combined with institutional support, becomes essential to ensure effective and humanized practices in the education of students with neurodevelopmental disorders.
Keywords
teacher training; school inclusion; neurodevelopment.

Resumen

Este estudio investigó la formación docente para trastornos del neurodesarrollo, centrándose en intervenciones y estrategias pedagógicas inclusivas. La metodología adoptada fue una revisión bibliográfica, con un análisis de trabajos publicados entre 2020 y 2025, ubicados en las bases de datos académicas SciELO, Google Scholar y CAPES. Los resultados destacan la necesidad de ampliar la cualificación del profesorado para trabajar con estudiantes neurodivergentes, considerando los desafíos que enfrenta el contexto escolar. Las estrategias pedagógicas inclusivas se destacaron como fundamentales para promover la equidad en la educación, mientras que la falta de preparación adecuada del profesorado aún representa un obstáculo para la inclusión plena. Se concluye que la inversión en educación continua, combinada con el apoyo institucional, se vuelve esencial para garantizar prácticas efectivas y humanizadas en la educación de estudiantes con trastornos del neurodesarrollo.
Palavras-clave
formación del profesorado; inclusión escolar; neurodesarrollo.

INTRODUÇÃO

A presença de estudantes com transtornos do neurodesenvolvimento, como TEA, TDAH e dislexia, entre outros, impõe ao ambiente educacional novas formas de ensinar e aprender. A atuação docente frente a essa realidade não deve se limitar apenas ao conhecimento teórico, mas também incluir estratégias práticas de intervenção que possibilitem o desenvolvimento e a aprendizagem de todos.

No entanto, o que sobrevém sobre o educador, são limitações que estruturas escolares ainda apresentam no cenário nacional. E, associada a essa questão, ainda se torna necessário que o docente invista na capacitação, visto os desafios que demandam ações em conformidade com o conhecimento associado à atividade e o público com atenção à individualidade do aluno em seus aspectos. 

Portanto, entender as demandas da formação docente torna-se fundamental para promover uma educação inclusiva e eficaz. Esta pesquisa se justifica pela importância de apontar caminhos que auxiliem os professores na elaboração de estratégias pedagógicas que respeitem as especificidades de cada aluno, fortalecendo a equidade educacional.

Nesse contexto, surge a necessidade de refletir sobre o preparo dos professores para atuar de forma efetiva com educandos que demonstram tais transtornos. Assim, como problemática neste estudo busca-se entender, como os docentes têm se preparado para lidar com os transtornos do neurodesenvolvimento? 

Neste contexto, o objetivo geral pautou-se em analisar a formação docente diante os transtornos de neurodesenvolvimento. Para melhor compreensão, os objetivos específicos buscou investigar os principais transtornos do neurodesenvolvimento, identificar estratégias pedagógicas inclusivas eficazes e por fim avaliar a preparação dos docentes para atuar com esses transtornos.

Esta pesquisa adotou como metodologia a abordagem bibliográfica, com ênfase em estudos publicados entre os anos de 2024 a 2025. O aprofundamento teórico foi realizado por meio de revisão de literatura em bases acadêmicas confiáveis como SciELO, Google Scholar e CAPES, permitindo uma análise fundamentada sobre as práticas docentes e os desafios inclusivos na educação contemporânea.

REFERENCIAL TEÓRICO 

PRINCIPAIS TRANSTORNOS DO NEURODESENVOLVIMENTO NA ESCOLA

Os transtornos do neurodesenvolvimento referem-se a condições que afetam o desenvolvimento cerebral e influenciam áreas como linguagem, conduta e aprendizagem. No contexto escolar, compreender essas condições é essencial para que docentes possam identificar sinais e proporcionar intervenções adequadas, promovendo um ambiente inclusivo e equitativo (Garcia; Schlünzen; Junior, 2024). 

Segundo Reduzino et al. (2024) o papel do neuropsicopedagogo se torna essencial para identificação precoce dessas condições, contribuindo para a adoção de estratégias individualizadas. Neste contexto, os transtornos decorrentes do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e dislexia necessita de uma compreensão multidisciplinar para o sucesso pedagógico.

A formação do docente deve incluir o estudo dos transtornos, considerando as especificidades culturais e sociais de cada indivíduo. Sobretudo no que tange às relações ético-raciais, a fim de garantir que crianças com deficiência tenham sua singularidade respeitada e atendida (Gagliato; Barbosa, 2024)

Para Oliveira e Lima (2024) as representações sociais que os professores têm sobre alunos autistas, se torna de grande valia a fim de propor ações pedagógicas mais eficazes. E, lembrando que o entendimento correto desses transtornos reflete diretamente na qualidade da prática pedagógica e contribuindo na construção de ambientes escolares mais acolhedores e menos estigmatizantes.

Segundo Morais (2024) a comunicação alternativa e recursos como a contação de histórias são importantes mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento. Além disso, são ferramentas valiosas para favorecer a inclusão de alunos com transtornos do neurodesenvolvimento, ampliando a interação e o processo de aprendizagem.

Os transtornos de aprendizagem, muitas vezes, se encontram relacionados a causas biológicas. Desta forma, exige do sistema educacional respostas específicas, por meio de adaptações curriculares e práticas pedagógicas diferenciadas que atendam às necessidades dos alunos de maneira individual (Freitas, Freitas, 2025). 

Para Neri e Barros (2024) a importância do psicopedagogo na escola como agente de suporte aos professores. Esses que auxiliam na identificação e intervenção dos transtornos, favorecendo a construção de estratégias pedagógicas eficazes e o acompanhamento do desenvolvimento do aluno.

Segundo Alves (2025) os desafios da inclusão de alunos neurodivergentes se faz presente em ambientes de ensino. O autor ressalta que a preparação docente deve contemplar formação contínua, para que possam implementar estratégias acessíveis e que promovam a participação ativa desses alunos no processo educativo.

Matos et al. (2025) entendem que os múltiplos indicadores da educação especial impactam a formação docente. Tanto que o autor trata as informações sobre transtornos do neurodesenvolvimento que deve ser aprofundado para que as práticas educacionais sejam mais eficazes e sensíveis às necessidades diversas.

Lembrando que os desafios enfrentados pelos educadores no trato com alunos com TEA, sugere que a formação docente deve ser ampliada. Esse entendimento, a fim de incluir conhecimentos teóricos e práticos que possibilitem intervenções pedagógicas assertivas e humanizadas (Camargo; Camargo; Rodrigues, 2025).

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS EFICAZES

Segundo Alves (2025) a inclusão de alunos com transtornos do neurodesenvolvimento demanda estratégias pedagógicas específicas, que valorizem a diversidade e promovam o protagonismo desses estudantes no ambiente escolar. Tais estratégias devem ser embasadas em práticas que respeitem as necessidades individuais e favoreçam o desenvolvimento integral do aluno. 

O educador deve se pautar em um planejamento adaptado, aliado ao uso de recursos didáticos diversificados. De modo que possibilite potencializar a aprendizagem, tornando o processo mais acessível e significativo para alunos com dificuldades (Garcia; Schlünzen; Junior, 2024).

Segundo Morais (2024) a comunicação alternativa se torna uma ferramenta pedagógica que amplia as possibilidades de interação em alunos especiais. Em que contribuem na expressão dos estudantes, facilitando a inclusão e o desenvolvimento cognitivo, social e emocional conforme a individualidade do aluno. 

Conforme Reduzino et al. (2024) a importância da intervenção precoce e individualizada e se tratando de possíveis transtornos, permite identificar as potencialidades de cada aluno e adaptar o ensino para garantir seu sucesso educacional. Nota-se que o autor, atribui a percepção do docente como um importante mecanismo de inclusão a contribuir no processo de aprendizagem. 

A prática neuropsicopedagógica deve ser integrada ao cotidiano escolar, promovendo a equidade para inclusão. Além disso, devendo respeitar as especificidades culturais, especialmente no atendimento às crianças com deficiência, pois conforme cada caso, cabendo o docente em fazer as intervenções adequadas (Gagliato; Barbosa, 2024). 

Portanto, o trabalho colaborativo entre psicopedagogos, professores e familiares se torna essencial para implementar estratégias eficazes que atendam às necessidades educacionais especiais. Esse envolvimento amplia a capacidade de entender o aluno e atuar de forma inclusiva a fim de melhorar as intervenções (Neri; Barros, 2024).

A utilização de recursos tecnológicos e metodologias inovadoras são essenciais para o processo de interação do aluno. Dentre as ações, há uso de jogos educativos e ambientes virtuais, para estimular a motivação e o engajamento dos alunos com transtornos de aprendizagem (Freitas; Freitas, 2025). 

Oliveira e Lima (2024) apontam que a sensibilização e a formação contínua dos professores são fundamentais no contexto da inclusão. Entendimento, pois contribui para o desenvolvimento de práticas inclusivas que respeitam as representações sociais e favorecem o acolhimento.

Nota-se que o papel dos educadores na adaptação curricular e no uso de estratégias que favoreçam a autonomia se encontra alinhada à capacitação do docente. Em que, com a participação dos alunos com transtorno do espectro autista, dentre os alunos com atendimento especial se mobiliza para melhores resultados em métodos desenvolvidos (Camargo; Camargo; Rodrigues, 2025). 

Segundo Matos et al. (2025) a efetividade das estratégias pedagógicas inclusivas está diretamente relacionada ao conhecimento aprofundado da equipe escolar sobre os diversos transtornos e suas implicações na aprendizagem. Para tanto, o autor, pontua a necessidade de capacitação do docente, antes de interagir com alunos com algum transtorno, para promover de fato o aprendizado inclusivo. 

PREPARAÇÃO DOCENTE PARA ATUAÇÃO EM TRANSTORNOS DIVERSOS

A formação dos professores para lidar com transtornos do neurodesenvolvimento se torna essencial para garantir práticas pedagógicas inclusivas e eficazes. A preparação deve contemplar aspectos teóricos e práticos que ampliem a compreensão das necessidades específicas desses alunos, fortalecendo a atuação docente no cotidiano escolar (Matos et al., 2025).

Neste contexto, a necessidade de uma formação contínua e crítica, vai além de conquistas individuais. Entendimento, pois sensibiliza os professores para as relações ético-raciais e para a diversidade presente nas salas de aula, especialmente no atendimento aos alunos com deficiência (Gagliato; Barbosa, 2024). 

Para Neri e Barros (2024) sem o suporte adequado, docentes enfrentam dificuldades para reconhecer e intervir diante de transtornos, muitas vezes não compreendidos pelo docente. Essa condição pode comprometer o desenvolvimento dos alunos e a efetivação da inclusão em ambientes escolares. 

Nota-se que a formação tradicional muitas vezes não aborda suficientemente os transtornos de aprendizagem. O que reforça a importância de cursos de capacitação, workshops e atualizações específicas para docentes que devem se iniciar ao longo da graduação e se estendendo na atuação em sala de aula (Freitas; Freitas, 2025). 

Oliveira e Lima (2024) apontam que a percepção e as representações sociais dos professores influenciam diretamente sua atuação. Neste contexto, é fundamental que a formação inclua reflexões sobre preconceitos e estigmas relacionados aos transtornos e respeito à individualidade do educando. 

Os educadores preparados são mais aptos a realizar adaptações curriculares e metodológicas que atendam às singularidades dos alunos com TEA e outras condições do neurodesenvolvimento. Portanto, o docente e as estruturas de ensino devem estar alinhados em condições que favoreçam o processo de inclusão influenciadas pelo conhecimento aplicado (Camargo; Camargo; Rodrigues, 2025). 

Para Reduzino et al. (2024) o apoio interdisciplinar, especialmente do neuropsicopedagogo, deve estar aliado à preparação docente. Entendimento, pois fortalece as práticas pedagógicas e o acompanhamento individualizado onde cada aluno apresenta uma necessidade que deve ser explorada pelo docente com intervenções que favoreçam a inclusão. 

Segundo Morais (2024) a integração de práticas comunicativas e recursos alternativos na formação do docente contribui para o desenvolvimento de habilidades essenciais no trabalho com alunos neurodivergentes. Para tanto, essa iniciativa deve ser impulsionadas durante á graduação e sendo continuada pós formação do educador, pois é indissociável e inadequado não ter o conhecimento das necessidades do educando. 

Segundo Alves (2025)  se torna necessário as políticas educacionais que incentivem a formação especializada, garantindo que os docentes tenham acesso a conhecimentos atualizados e ferramentas eficazes para a inclusão. Tal iniciativa, proporciona a equidade aos alunos com algum transtorno que se encontram em instituições de ensino pública, e da necessidade de promover a inclusão no ambiente escolar. 

Neste contexto, a formação docente para atuação frente aos transtornos do neurodesenvolvimento deve ser contínua, contextualizada e embasada em pesquisas atuais para promover uma educação realmente inclusiva. É tão importante quanto garantir a inclusão, é entender que o conhecimento potencializa práticas pedagógicas que evoluem conforme os estudos e sua aplicabilidade no ambiente escolar (Garcia; Schlünzen; Junior, 2024).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As discussões apresentadas ao longo deste estudo revelam a urgência de uma formação docente que vá além da teoria e se aproxime da prática inclusiva. Neste contexto, compreender os transtornos do neurodesenvolvimento é um passo essencial para romper barreiras que ainda se impõem no cotidiano das escolas e dificultam a plena participação dos estudantes.

Em outra linha, constatou-se que muitos docentes ainda se encontram despreparados para atuar com alunos que apresentam necessidades específicas. Essa lacuna descrita pelos autores, reforça a importância de políticas formativas contínuas, que contemplem a complexidade dos transtornos e ofereçam ferramentas reais para a prática pedagógica diária.

As estratégias pedagógicas inclusivas mostraram-se fundamentais para garantir o direito à aprendizagem de todos. É por meio de intervenções planejadas, baseadas em conhecimento técnico e sensibilidade humana, que a inclusão se concretiza e ganha força nas salas de aula a fim de promover a inclusão. 

A pesquisa demonstrou ainda que o suporte de equipes multidisciplinares, aliado a uma formação comprometida com a diversidade, fortalece o papel do professor como agente de transformação. O desenvolvimento profissional contínuo deve ser prioridade em qualquer sistema educacional que vise à equidade no cenário cada vez mais desafiante ao docente onde que métodos e adaptações ao processo de aprendizagem se faz presente. 

Diante disso, conclui-se que a preparação do docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento precisa ser parte indissociável do projeto pedagógico das instituições formadoras. Só assim será possível promover práticas que respeitem as singularidades e garantam uma educação verdadeiramente inclusiva e acessível a todos, mesmo que as estruturas sejam deficientes, visto que o conhecimento possibilita adaptações que favoreçam a inclusão.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, Marcelo Chiconi. Inclusão de Alunos Neurodivergentes: Desafios e Estratégias para uma Educação Realmente Acessível. Gestão & Educação, v. 8, n. 04, p. 100 a 112-100 a 112, 2025.

CAMARGO, Carmen Aparecida Cardoso Maia; CAMARGO, Marcio Antonio Ferreira; RODRIGUES, Alice Cardoso. Transtorno do espectro autista e os educadores: desafios e possibilidades. Caderno Pedagógico, v. 22, n. 7, p. e16230-e16230, 2025.

FREITAS, Rozenne Kerley Costa; FREITAS, Arlan Silva. Transtornos de Aprendizagem: Das Causas Biológicas à Inclusão Escolar – Revisão de literatura. Revista Acadêmica Online, v. 11, n. 56, p. e456-e456, 2025.

GAGLIATO, Jéferson Felipe; BARBOSA, Edson Santos. Formação de Professores e a Prática Neuropsicopedagógica Frente às Relações Ético-Raciais de Crianças Negras com Deficiência. . Revista Formadores, v. 21, n. 3, 2024.

GARCIA, Carolaine de Santana; SCHLÜNZEN, Elisa Tomoe Moriya; JUNIOR, Klaus Schlünzen. Transtornos e Dificuldades de Aprendizagem no Contexto Escolar: Considerações a partir da Prática Pedagógica. Ensino & Pesquisa, v. 22, n. 1, p. 155-169, 2024.

MATOS, Fabíola Silva et al. Reflexões sobre os indicadores da Educação Especial: as múltiplas dimensões frente à formação docente. Ciência ET Praxis, v. 20, n. 35, p. 218-229, 2025.

MORAIS, Renata Lima de. Contação de História apoiada pela Comunicação Alternativa: Efeitos da Autoscopia na Formação Docente. 2024. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

NERI, Welvis; BARROS, Atila. A importância do psicopedagogo frente às dificuldades de aprendizagem no contexto escolar. ETS EDUCARE-Revista de Educação e Ensino, v. 2, n. 3, p. 88-119, 2024.

OLIVEIRA, Priscila Caseiro de; LIMA, Rita de Cássia Pereira. Representações sociais de alunos autistas por professores: contribuições para o desenvolvimento profissional e as práticas em Salas de Recursos Multifuncionais. Dialogia, n. 48, p. e26229-e26229, 2024.

REDUZINO, Glaucio De Souza Adolfo et al. DE 0 A 100: O Papel do Neuropsicopedagogo Frente às Neuro Divergências. Revista Tópicos, v. 2, n. 8, p. 1-12, 2024.

Snatos, Eldas Andrade dos . A Formação docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento, intervenção e estratégias.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 48
A Formação docente frente aos transtornos do neurodesenvolvimento, intervenção e estratégias

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