TRABALHO REALIZADO COM ALUNO DO ESPECTRO AUTISTA
DOI:
https://doi.org/10.63391/1xyqqj64Palavras-chave:
Palavras Chave: Autista, escola, equipeResumo
RESUMO
Em um dos casos apresentados, acompanhamos Marcos, que tem transtorno do espectro autista (TEA) e preferia ficar junto às merendeiras e zeladoras. A escola, então, desenvolveu um trabalho para sensibilizar sua equipe sobre a importância do garoto se identificar enquanto estudante. Passados dois anos, porém, ele voltou a recusar as atividades que estimulavam seu protagonismo e um auxiliar foi escolhido para acompanhá-lo. A professora, então, foi orientada a preparar duas atividades idênticas: uma para Marcos e outra para o profissional de apoio. Após dois dias, o aluno percebeu que fazia as mesmas coisas que o auxiliar e, assim, diminuiu sua resistência às ações que incentivavam seu protagonismo e autonomia. Compreendemos tal situação como decorrente do sentido social atribuído ao adulto a partir do exemplo dado e não apenas das ordens verbalmente atribuídas.
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