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Resumo
INTRODUÇÃO
Alguém poderia dizer que esse mundo em que vivemos está cada dia mais difícil.
Difícil aqui se refere a muita maldade, menos paciência, aumento da violência em todos os níveis da sociedade (em casa, no trânsito, na família, no trabalho, etc), a necessidade de sempre estar mais correto nas suas argumentações que a opinião do outro. Há muita ignorância e desconhecimento no que concerne o que é amor – o amor ao próximo, na ajuda mútua, no doar-se por um bem maior, de se sacrificar em prol do bem de alguém. Pode-se dizer que os valores morais estão cada vez mais distantes da realidade humana. É sempre o “meu primeiro”, “eu tenho razão”, “não estou nem aí para o que você acha”, “afinal de contas tenho que ser feliz custe o que custar”. Contudo Deus ainda tem muito a nos ensinar através dos seus atributos morais. Neste artigo não quero esgotar o assunto sobre a bondade de Deus, o amor de Deus, tendo em vista que aprendemos sobre esses atributos todos os dias com experiências humanas de pessoas que se permitem ser usadas para um bem maior.
Deus é bom, fiel, misericordioso, bondoso, amoroso, se torna acessível para aqueles que querem viver de forma mais digna e verdadeiramente, sob o fundamento dos seus Atributos morais. Deus criou o ser humano para reproduzi-lo nas suas atitudes conforme vemos em Gênesis capítulo 1 e versículos 26 a 27 (Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.)
Muito se pode dizer de um ser tão grande como Deus, mas facilitaremos a nossa tarefa se classificarmos os seus atributos. Compreender a Deus em sua plenitude seria tão difícil como encerrar o Oceano Atlântico numa xícara; mas ele se tem revelado a si mesmo o suficiente para esgotar a nossa capacidade. A classificação seguinte talvez nos facilite a compreensão:
Neste artigo vamos nos ater na segunda parte, ou seja: os Atributos Morais.
DESENVOLVIMENTO
Santidade. Deus é Santo. (Êxodo 15.11; Levítico 11.44, 45; 20.26; Josué 24.19; 1 Samuel 2.2; Sl 5.4; 111.9; 145.17; Isaias 6.3; 43.14-15; Jeremias 23.9; Lucas 1.49; Tiago 1.13; 1 Pedro 1.15-16; Apocalipse 4.8; 15.3-4). A santidade de Deus significa a sua absoluta pureza moral; Ele não pode pecar nem tolerar o pecado. O sentido original da palavra santo é separado – Hagios do Grego: Ela é usada para descrever algo que é separado para um propósito especial, frequentemente em um contexto religioso ou espiritual. Em que sentido está Deus separado? Ele está separado do homem no espaço – ele está no céu, o homem na terra. Ele está separado do homem quanto à natureza e caráter – Ele é perfeito, o homem é pecaminoso. Vemos, então, que a santidade é o atributo que mantém a distinção entre Deus e a criatura. Não denota apenas um atributo de Deus, mas a própria natureza divina. Portanto, quando Deus se revela a si mesmo de modo a impressionar o homem com a sua Divindade, diz-se que ele santificou (Ezequiel 36.23; 38.23), isto é, revela-se a si mesmo como o Santo. Quando os Serafins descrevem o resplendor divino que emana daquele que está sentado sobre o trono, exclamam: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos (Isaias 6.3).
Diz-se que os homens santificam a Deus quando o honram e o reverenciam como Divino. (Números 20.12; Levítico 10.3; Isaías 8.13). Quando o desonram, pela violação de seus mandamentos, se diz que profanam seu nome – que é o contrário de santificar seu nome. (Mateus 6.9).
Cognoscibilidade de Deus. (A necessidade de Deus se revelar a nós). Se pretendemos conhecer a Deus, antes é necessário que ele se revele a nós. Mesmo discutindo a revelação de Deus que vem da natureza, o apóstolo Paulo diz que o que podemos conhecer sobre Deus está claro às pessoas “porque Deus lhes manifestou” (Romanos 1.19). A criação natural revela Deus porque ele mesmo decide revelar-se assim.
Quando falamos do conhecimento pessoal de Deus, que vem pela salvação, essa ideia fica ainda mais explícita. Disse Jesus: “ninguém conhece o Filho, senão o Pai; ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mateus. 11.27). Esse tipo de conhecimento de Deus não se encontra por sabedoria ou esforço humanos: “… na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria” (1 Coríntios 1.21; cf. 1 Coríntios. 2.14; 2 Coríntios 4.3-4; João1.18). Jesus numa de suas missões, estava a necessidade de revelar Deus ao ser humano, um Deus que quer se relacionar como um pai se relaciona com um filho: Portanto, se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o seu Pai, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem! (Mateus 7. 11-13), Paulo também o faz: “e lhes serei Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas”, diz o Senhor Todo-poderoso. (2 Coríntios 6.18). Um fato real, Deus quer se revelar, se manifestar a nós humanos como um bom Pai.
A necessidade de Deus revelar-se a nós também se percebe no fato de que o pecador interpreta erroneamente a revelação de Deus encontrada na natureza. Aqueles que “detêm a verdade pela injustiça” são os que “se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se lhes o coração insensato […] pois mudaram a verdade de Deus em mentira” (Romanos 1.18, 21, 25). Portanto, precisamos das Escrituras para interpretar corretamente a revelação natural. Centenas de religiões pelo mundo afora são provas de que os pecadores, sem orientação das Escrituras, sempre compreendem erradamente e distorcem a revelação de Deus encontrada na natureza. Por conseguinte, dependemos da ativa comunicação divina das Escrituras para alcançar verdadeiro conhecimento de Deus.
Justiça. Deus é justo. Qual a diferença entre santidade e a justiça? A justiça é a santidade em ação, a justiça é a santidade de Deus manifesta no tratar retamente com suas criaturas. “não fará justiça o juiz de toda a terra? (Gênesis 18.25). A justiça é obediência a uma norma reta; é conduta reta em relação a outrem. Quando é que Deus manifesta este atributo? (1) Quando livra o inocente, condena o ímpio e exige que se faça justiça. Deus julga, não como o fazem os juízes modernos, que se baseiam seu julgamento sobre a evidência apresentada perante eles por outrem. Deus mesmo descobre a evidência. Desta maneira o Messias, cheio do Espírito Divino, não julgará “segundo a vista dos seus olhos, nem reprovará segundo o ouvir dos seus ouvidos, mas julgará com justiça (Isaias 11.3). (2) Quando perdoa o penitente (Salmos 51.14; 1 João 1.9; Hebreus 6.10). (3) Quando castiga e julga seu povo (Isaías 8.17; Amós 3.2). (4) Quando salva seu povo. A interposição de Deus a favor do seu povo se chama sua justiça. (Isaías 46.13; 45.24-25). Ele livra seu povo dos seus pecados e de seus inimigos, e o resultado é a retidão de coração. (Isaías 51.6; 54.13; 60.21; 61.10). (5) Quando dá vitória à causa de seus servos fiéis (Isaías 50.4-9). Depois de Deus haver libertado seu povo e julgado os ímpios então teremos “novos céus e uma nova terra em que habita a justiça” (2 Pedro 3.13).
Notar-se-á qual a natureza divina é a base das relações de Deus para com os homens e espera-se que a natureza sirva de exemplo aos homens para com o próximo.
Fidelidade. Deus é fiel. Ele é absolutamente digno de confiança; as suas palavras não falharão. Portanto, cristãos podem descansar em suas promessas. (Êxodo 34.6; Números 23.19; Deuteronômio 4.31; Josué 21.43-45; 23.14; 1 Samuel 15.29; Jeremias 4.28; Isaías 25.1; Ezequiel 12.25; Daniel 9.4; Miquéias 7.20; Lucas 18.7-8; Romanos 3.4; 15.8; 1 Coríntios 1.9; 10.13; 2 Coríntios 1.20; 1 Tessalonicenses. 5.24; 2 Tessalonicenses 3.3; 2 Timóteo 2.13; Hebreus 6.18; 10.23; 1 Pedro. 4.19; Apocalipse 15.3).
A veracidade divina implica que ele é o Deus verdadeiro, e que todo o seu conhecimento e todas as suas palavras são ao mesmo tempo verdadeiros e o parâmetro definitivo da verdade. Isso significa que Deus é confiável e fiel nas suas palavras. Com respeito às suas promessas, Deus sempre faz o que promete fazer, e podemos ter absoluta certeza de que jamais será infiel às suas promessas. Portanto, “Deus é fidelidade” (Deuteronômio 32.4). Ele é confiável, e jamais se revelará infiel àqueles que confiam naquilo que ele disse. Na verdade, a essência da verdadeira fé é crer absolutamente na palavra de Deus e confiar que ele fará o que prometeu.
Misericórdia. A misericórdia de Deus é a divina bondade em ação com respeito às misérias de suas criaturas, bondade que se comove a favor deles, provendo o seu alívio, e, no caso de pecadores impenitentes, demonstrando paciência longânima. (Tito 3.5; Lamentações de Jeremias 3.22; Daniel 9.9; Jeremias 3.12; Salmos 32.5; Isaías 49.13; 54.7). Uma das mais belas descrições da misericórdia de Deus encontra-se no (Salmos 103.8-18). Conhecer a sua misericórdia torna-se a base da esperança (Salmos 130.7) como também da confiança (Salmos 52.8). A misericórdia de Deus manifestou-se de maneira eloquente ao enviar Cristo ao mundo. (Lucas 1.78).
Deus é o juiz supremo que detêm o poder para determinar, em última análise, a punição a quem merece. Quando ele nos perdoa o pecado e a culpa, experimentamos a sua misericórdia. A misericórdia divina remove o castigo, ao passo que a sua graça coloca algo positivo no lugar do negativo.
“Misericordioso e piedoso é o Senhor; longânimo e grande em benignidade” (Salmos 103.8).
Amor. Deus é amor. O amor é o atributo de Deus em razão do qual ele deseja relação pessoal com aqueles que possuem a sua imagem e, muito especialmente, com aqueles que foram santificados em caráter, feitos semelhantes a ele. Notemos a descrição do amor de Deus. (Deuteronômio 7.8; Efésios 2.4; Sofonias 3.17; Isaías 49.15-16; Romanos 8.39; Oséias 11.4; Jeremias 31.3); notemos a quem é manifestado (João 3.16; 16.27; 17.23; Deuteronômio 10.18); notemos como foi demonstrado (João 3.16; 1 João 3.1; 4.9-10; Romanos 9.11-13; Isaías 38.17; 43.3-4; 63.9; Tito 3.4-7; Efésios 2.4-5; Oséias 11.4; Deuteronômio 7.13; Romanos 5.5).
Quando nos tornamos cristãos, o primeiro texto da Bíblia a ser memorizado é João 3.16, o qual recitamos com vigor entusiasmo, muitas vezes enfatizando a expressão: “Deus amou o mundo de tal maneira”. Depois, com um conhecimento mais profundo do texto, descobrimos que a ênfase recai não ao caráter quantitativo do amor de Deus, mas ao qualitativo. E o fato mais importante não é que Deus nos tenha amado a ponto de dar o seu filho, mas que ele nos haja amado de maneira tão sacrificial.
Deus se revelou como alguém que expressa um tipo específico de amor, o qual é demonstrado por uma dádiva sacrificial. João o define desta forma: “Nisto está a caridade: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4.10).
O caminho mais excelente, é o do amor, segundo o qual somos exortados a andar, identifica as características que Deus nos revelou na sua Pessoa e na sua obra (1 Coríntios 12.31; 13.13). Se seguirmos o seu exemplo, produziremos o fruto do amor, e andaremos de tal maneira que os dons (charismata) do Espírito Santo cumprirão em nós os seus propósitos.
Bondade. Deus é bom. A bondade de Deus é o atributo em razão do qual ele concede vida e outras bênçãos às suas criaturas. (Salmos 25.8; Números 1.7; Salmos 145.9; Romanos 2.4; Mateus 5.45; Salmos 31.19; Atos 14.17; Salmos 68.10; 85.5).
Para certas pessoas a existência do mal e do sofrimento apresenta um obstáculo à crença na bondade de Deus. “Por que um Deus de amor criou um mundo cheio de sofrimento?” perguntam alguns. As considerações seguintes poderão esclarecer o problema: (1) Deus não é responsável pelo mal. Se um trabalhador descuidado jogar areia numa máquina delicada, deve-se responsabilizar o fabricante? Deus fez tudo bom, mas o homem danificou a sua obra. Praticamente todo o sofrimento que há no mundo é consequência da desobediência deliberada do homem. (2) Sendo Deus Todo-Poderoso, o mal existe por sua permissão. Nem sempre podemos compreender porque ele permite o mal, pois os seus caminhos são inescrutáveis. Ao extremamente curioso ele diria: “que tens tu com isso? Segue-me tu.” No entanto, podemos compreender parte dos seus caminhos – o suficiente para saber que ele não erra. Assim escreveu Stevenson, notável autor:
Se eu, através do buraquinho de guarita, puder enxergar com os meus olhos míopes, minúscula fração do universo, e ainda receber no meu próprio destino algumas evidências dum plano e algumas evidências duma bondade dominante, seria eu, então, tão insensato a ponto de queixar-me de não poder entender tudo? Não deveria eu sentir surpresa infinita e grata, pelo fato de, em um empreendimento tão vasto, poder eu entender algo, por pouco que seja, e fazer com que este pouco inspire minha fé?” (Stevenson Apud Pearlman, 1999)
(3) Deus é tão grande que pode fazer o mal cooperar para o bem. Recordemos como dominou a maldade dos irmãos de José, e de Faraó, e de Herodes, e daqueles que rejeitaram e crucificaram a Cristo. Acertadamente disse um erudito da antiguidade: “Deus Todo-poderoso não permitiria, de maneira alguma, a existência do mal na sua obra se não fosse tão onipotente e tão bom que até mesmo do mal ele pudesse operar o bem.” Muitos cristãos já saíram dos fogos do sofrimento com o caráter purificado e a fé fortalecida. O sofrimento os tem impelido ao seio de Deus. O sofrimento foi a moeda que comprou o caráter provado no fogo. (4) Deus formou o universo segundo leis naturais, e estas leis implicam a possibilidade de acidentes. Por exemplo, se a pessoa descuidada ou deliberadamente se deixar cair em um precipício, essa pessoa sofrerá as consequências de ter violado a lei da gravidade. Mas, ao mesmo tempo, estamos satisfeitos com estas leis, pois de outra forma o mundo estaria num estado de confusão. (5) É bom lembrar sempre que tal não é o estado perfeito das coisas. Deus tem em reserva outra vida e uma época futura em que mostrará a razão de todos os seus tratados e ações. Visto que ele opera segundo a “hora oficial celestial”, às vezes pensamos que ele esteja tardando, mas “bem depressa” fará justiça a seus escolhidos. (Lucas 18.7-8).
Faz-se bem entender a finalidade dos atributos Divinos no ser humano, que é servir de exemplo para o ser humano a fim de que o mesmo passe a imitar a ações de Deus, e por fim o homem passe a desfrutar de uma vida plena, com mais amor, misericórdia, justiça, perdão, entre outros atributos, conta-se que a filha de Billy Graham sendo entrevistada quando um apresentador perguntou-a sobre de como Deus permitiria tal absurdo no 11 de setembro, ela indagou dizendo que não fora Deus criador do mal, mas sim o “homem” que se afastou de Deus, tirando das escolas, dos debates, não permitindo os cultos, etc. Depois disso tudo, chegamos a uma consideração: que não foi Deus que nos deixou à mercê das catástrofes e desastres e sim nós que expulsamos Deus das nossas vidas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conhecer e prosseguir em conhecer, sabendo, porém, que nunca teremos todo conhecimento sobre um Ser tão complexo, e ao mesmo tempo tão acessível.
Através de seus Atributos Ele se torna conhecido, ou melhor se deixa conhecer – aos que o buscam – enfim, somos parte dEle quando disse: façamos o homem a nossa imagem e semelhança (Gênesis 1.26) por isso é tão importante de antemão apreciar o conhecimento dos seus atributos.
Deus como mostrado através dos seus atributos, tem prazer em se mostrar e como se relacionar às suas criaturas.
ANEXO
ABREVIATURAS
cf Confira (conforme) KJV King James Version
ARA Almeida Revista e Atualizada NVI Nova Versão Internacional
ACF Almeida Corrigida, Fiel STB Sociedade Trinitariana do Brasil
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